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Omeka e os Princípios de dados FAIR / Omeka

Omeka e os Princípios de dados FAIR

Nos últimos doze anos, os planos de gerenciamento de dados se tornaram uma característica regular de solicitações de financiamento governamentais e privadas. Dessa forma, humanistas digitais e administradores de coleções de patrimônio cultural digital se acostumaram a articular um plano concreto para administrar seus dados além do desenvolvimento básico do projeto. No entanto, os produtos desse trabalho têm sido frequentemente heterogêneos e difíceis para outros acadêmicos trabalharem. A adesão aos princípios FAIR ajuda a suavizar as arestas dessa heterogeneidade e a aumentar a probabilidade de reutilização de dados. Os princípios “atuam como um guia para publicadores e administradores de dados para ajudá-los a avaliar se suas escolhas específicas de implementação estão tornando seus artefatos de pesquisa digital Encontráveis, Acessíveis, Interoperáveis e Reutilizáveis”.

#Omeka #FAIR

via Omeka

Disponível em: https://omeka.org/news/2025/08/13/omeka-and-FAIR/

Software Livre como Política Pública para as Unidades de Informação / Daniel Flores

Software Livre como Política Pública para as Unidades de Informação / Daniel Flores

Vantagens do Software Livre nas UIs
– Autonomia tecnológica e soberania informacional;
– Redução de custos com licenciamento;
– Auditorias e segurança de código;
– Maior aderência aos princípios da transparência pública;
– Comunidade ativa de desenvolvedores e suporte técnico colaborativo;
– Possibilidade de personalização para contextos arquivísticos, biblioteconômicos e museológicos.

via Daniel Flores

#AutomaçãoDeBibliotecas #SoftwareLivre

Disponível em: https://documentosarquivisticosdigitais.blogspot.com/2025/08/software-livre-como-politica-publica.html

O racismo estrutural por trás da intolerância religiosa no Brasil e o silêncio da mídia / Observatório de Imprensa

O racismo estrutural por trás da intolerância religiosa no Brasil e o silêncio da mídia / Observatório de Imprensa

O Brasil se orgulha de sua diversidade cultural e religiosa, celebrada em festas e rituais que atraem milhões de pessoas e movimentam a economia. No entanto, essa pluralidade só é acolhida como legítima quando enquadrada em repertórios aceitos pelas instituições dominantes. Cabe à imprensa questionar esses limites e denunciar práticas que transformam a diversidade em motivo de exclusão.

Ao noticiar episódios como o de Sérgio Pererê, o jornalismo tem a responsabilidade de ir além da superfície da “polêmica”. É preciso contextualizar historicamente a intolerância religiosa e mostrar como ela está vinculada ao racismo estrutural. Do contrário, a cobertura corre o risco de naturalizar injustiças e legitimar narrativas conservadoras.

via Observatório de Imprensa

#RacismoEstrutural #ReligiõesAfroBrasileiras

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/desigualdades/o-racismo-estrutural-por-tras-da-intolerancia-religiosa-no-brasil-e-o-silencio-da-midia/

Biblioteca na escola: um debate no parlamento catarinense para cumprimento da lei 12.244/2010 – uma causa, uma forma de luta e perspectivas / RBBD

Biblioteca na escola: um debate no parlamento catarinense para cumprimento da lei 12.244/2010 – uma causa, uma forma de luta e perspectivas / RBBD

é preciso discutir políticas públicas voltadas à biblioteca escolar, para garanti-la, com qualidade, aos estudantes. Em nome dessa causa, é urgente estreitar diálogos e estabelecer alianças entre instituições, gestores e profissionais. A audiência pública indicou caminhos possíveis para tal. A formação de Grupos de Trabalho pautados nas proposições apresentadas, é um deles.

#BibliotecasEscolares

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2022

As bibliotecas e as mudanças climáticas / RBE

As bibliotecas e as mudanças climáticas / RBE

A IFLA, International Federation of Library Associations and Institutions, cujas orientações, de um modo geral, determinam o que se passa no mundo das bibliotecas, é parceira das Nações Unidas e participa nas Conferências sobre Mudanças Climáticas (COP) para relatar o papel e os progressos das bibliotecas na ação climática e reforçar a ligação das bibliotecas às universidades para que alarguem e aprofundem a criação e o acesso ao conhecimento sobre a crise e a ação climática.

#MudançasClimáticas #Bibliotecas

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/as-bibliotecas-e-as-mudancas-climaticas-2986954

Deixa a Inteligência Artificial do Dewey classificar por você? / Bits da Biblio

Deixa a Inteligência Artificial do Dewey classificar por você? / Bits da Biblio

O bibliotecário não sai de cena nunca, mas muda de lugar: de executor para revisor mediador. De autônomo intelectual único a ter o dom de classificar mesmo exausto para estrategista de uma tarefa técnica em que ganha um aliado.

A indexação e a classificação são partes centrais do trabalho técnico. Só que não precisam mais ser solitárias. A IA virou parceira. Faz a parte que para muitos era só intelectual e agora neurônios artificiais fazem em segundos!

#Indexação #IA #Classificação

via Bits da Biblio

Disponível em: https://bitsdabiblio.substack.com/p/bit126-deixa-a-inteligencia-artificial

O Google Acadêmico está condenado / Hannah Shelley

O Google Acadêmico está condenado / Hannah Shelley

Então aqui estamos: o Google tem um histórico comprovado de acabar com ferramentas acadêmicas, o Scholar não gera receita nenhuma em uma empresa obcecada por prioridades bilionárias, a IA está interrompendo a descoberta de pesquisas tradicionais e a academia construiu infraestrutura crítica em torno de um serviço comercial gratuito com garantias zero.

Minha previsão ousada? O Scholar será demitido em 5 anos. O Google anunciará com 12 meses de antecedência, a Bluesky entrará em colapso, as universidades buscarão alternativas e os fluxos de trabalho de pesquisa ficarão um caos por anos. Não diga que não avisei. Quando o Acadêmico se juntar ao Google Reader no cemitério digital, lembre-se deste momento.

via Hannah Shelley

#Google Acadêmico

Disponível em: https://hannahshelley.neocities.org/blog/2025_08_13_GoogleScholar

As NewsLetters são as novas mídias sociais acadêmicas? / LSE

As NewsLetters são as novas mídias sociais acadêmicas? / LSE

Newsletters, e-mails, listas de discussão e conferências e eventos presenciais estão despertando interesse renovado. Três quartos dos entrevistados disseram preferir receber e-mails e newsletters de editoras – muito à frente das mídias sociais, selecionadas por apenas 41% dos pesquisadores entrevistados. Esses canais não têm a visibilidade das mídias sociais, mas oferecem uma sensação de controle, comunidade e relevância que muitos agora preferem.

Em vez de divulgar conteúdo na esperança de que ele seja divulgado, os pesquisadores estão se concentrando em canais diretos e confiáveis para seus pares e públicos. Como disse um deles: “As melhores informações ainda chegam por meio de listas de e-mail, conferências e redes de colegas – não de plataformas”. Outro disse: “Evito completamente as mídias sociais e me concentro em newsletters”.

via LSE

#NewsLetters #ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2025/08/13/are-newsletters-the-new-academic-social-media/

Emendas Parlamentares no Orçamento das Universidades Federais / Observatório do Conhecimento

Emendas Parlamentares no Orçamento das Universidades Federais / Observatório do Conhecimento

O processo de aumento absoluto de emendas parlamentares no orçamento evidencia duas problemáticas principais: primeiro, o orçamento discricionário direcionado pelo Executivo é aquele que permite maior previsibilidade das instituições, visto que está previsto no Projeto de Lei Orçamentária e segue uma série de prerrogativas fiscais e constitucionais. As emendas, por outro lado, são instrumentos não somente orçamentários, mas, também, políticos. O segundo problema está no direcionamento de recursos de emendas por um/a parlamentar, sendo este processo dependente de fatores como plano político, propostas eleitorais e compatibilidade do projeto. Pelo lado da Universidade, a mobilização por emendas parlamentares depende de, principalmente, articulação política – fatores que ainda estão fora do escopo de atividade de gestão universitária. O gráfico e tabela abaixo demonstram tais relações a partir do orçamento discricionário das instituições entre 2014 e 2025.

#UniversidadesPúblicas #EmendasParlamentares

via Observatório do Conhecimento

Disponível em: https://observatoriodoconhecimento.org.br/emendas-parlamentares-no-orcamento-das-universidades-federais/

As IAs deveriam substituir os bibliotecários? / Realismo Não Mágico

As IAs deveriam substituir os bibliotecários? / As IAs deveriam substituir os bibliotecários? / Realismo Não Mágico

Quem ainda acha que o ~Chat não faz projeto de leitura, projeto de captação de recursos, projeto interdisciplinar entre biblioteca e sala de aula, projetos para eventos, e uma infinidade de outras coisas está não só muito enganado, como obsoleto (e sim, muitas vezes ele faz melhor que a gente, ou no mínimo dá excelentes sugestões e caminhos). Essas ferramentas são um universo de possibilidades, mas precisamos dar os comandos corretos e ter discernimento para avaliar o resultado, obviamente. Logo, quem não sabe organizar bons comandos, não vai saber usar a ferramenta e vai mesmo dizer que IAs não servem para nada, ou que fazem poucas coisas ou ainda que fazem ‘mas tem cara de ChatGPT’.

#IA #Bibliotecas #Bibliotecários

via Realismo Não Mágico

Disponível em: https://gabrielapedrao.substack.com/p/as-ias-deveriam-substituir-os-bibliotecarios

Desafios da censura em bibliotecas públicas: o passado informa o presente / CILIP

Desafios da censura em bibliotecas públicas: o passado informa o presente / CILIP

A censura é um desafio direto à liberdade intelectual, enquanto os profissionais da informação estão em posição de serem guardiões na defesa dessas liberdades de pensamento, acesso à informação e liberdade de expressão. O presidente do CILIP Escócia, Dr. David McMenemy, analisa o que podemos aprender com o passado para embasar nossas decisões e ações atuais.
(…) quando se trata de desafios de censura em bibliotecas, raramente há algo que não tenhamos visto antes como profissão, e é importante que estejamos cientes de nosso corpo de conhecimento e experiências históricas anteriores nessa área para fornecer a força necessária para lidar com suas iterações modernas com confiança. Em última análise, não estamos sozinhos nesses desafios, e o apoio coletivo de nossos colegas atuais, aliado ao engajamento com a sabedoria e a experiência daqueles que nos antecederam, são importantes para consolidar nossa força para quaisquer desafios que possam surgir.

#Censura

Disponível em: https://www.cilip.org.uk/news/707963/

O processo de construção das práticas informacionais no grupo de alcoólicos anônimos Glória Feliz de Belo Horizonte – MG / PPGCI – UFMG

O processo de construção das práticas informacionais no grupo de alcoólicos anônimos Glória Feliz de Belo Horizonte – MG / PPGCI-UFMG

A análise de conteúdo foi utilizada para sistematizar os dados e construir as categorias, buscando compreender como as práticas informacionais usadas pelo grupo de A.A contribuem para a sobriedade alcoólica. Quatro categorias foram construídas e embasadas em teóricos da área para análise de conteúdo das entrevistas. A doença, percepção e tratamento foi a primeira categoria avaliada com base no Modelo Bidimensional de Pamela McKenzie e Sense-Making de Brenda Dervin. A segunda categoria, O estigma e o preconceito, foi estudada com embasamento da teoria do Estigma de Erving Goffman. O A.A reuniões e estrutura constituiu a terceira categoria que foi discutida com fundamentos das teorias do interacionismo simbólico de Herbert Blumer e o Modelo Bidimensional de Pamela McKenzie (etapa de procuração). A última categoria, A visão de sociedade e da cultura, foi analisada com base na teoria da interpretação da cultura de Clifford Geertz. Os resultados revelam que o ambiente acolhedor do grupo, aliado à troca de experiências e ao apoio mútuo, favorece a ressignificação da identidade dos participantes e o enfrentamento do estigma social associado ao alcoolismo. Conclui-se que as práticas informacionais no A.A. desempenham papel central na recuperação dos indivíduos, sendo fundamentais para a construção de vínculos, fortalecimento da autoestima e transformação pessoal.

#PráticasInformacionais #AlcoólicosAnônimos

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/84327