O racismo estrutural por trás da intolerância religiosa no Brasil e o silêncio da mídia / Observatório de Imprensa
O Brasil se orgulha de sua diversidade cultural e religiosa, celebrada em festas e rituais que atraem milhões de pessoas e movimentam a economia. No entanto, essa pluralidade só é acolhida como legítima quando enquadrada em repertórios aceitos pelas instituições dominantes. Cabe à imprensa questionar esses limites e denunciar práticas que transformam a diversidade em motivo de exclusão.
Ao noticiar episódios como o de Sérgio Pererê, o jornalismo tem a responsabilidade de ir além da superfície da “polêmica”. É preciso contextualizar historicamente a intolerância religiosa e mostrar como ela está vinculada ao racismo estrutural. Do contrário, a cobertura corre o risco de naturalizar injustiças e legitimar narrativas conservadoras.
via Observatório de Imprensa
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