Biblioteca Nacional doa 2 mil livros para comunidades quilombolas / BN

Biblioteca Nacional doa 2 mil livros para comunidades quilombolas / Agência Brasil

Dois mil livros foram doados pela Biblioteca Nacional para comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro. Essa é mais uma iniciativa da instituição para democratizar o acesso à leitura, estimular a formação de leitores e valorizar as comunidades. Entre os títulos doados estão publicações sobre natureza, arte, poesia e também histórias em quadrinhos.

As comunidades atendidas estão localizadas nos municípios de Cabo Frio, Búzios, Araruama e São Pedro da Aldeia. Marco Lucchesi, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, reforçou o compromisso da instituição com a cidadania.

#BibliotecaNacional #ComunidadesQuilombolas

via Agência Brasil

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2025-12/biblioteca-nacional-doa-2-mil-livros-para-comunidades-quilombolas

Comunidades quilombolas: produção científica, coautoria e tópicos emergentes indexados no SciELO (1996-2023) / Biblios

Comunidades quilombolas: produção científica, coautoria e tópicos emergentes indexados no SciELO (1996-2023) / Biblios

Foram identificados 487 artigos, com os registros mais antigos datando de 2002. Observou-se um aumento significativo no número de artigos a partir de 2012. A maioria dos artigos foi escrita por pesquisadores brasileiros, e as instituições com maior número de publicações foram a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Federal da Bahia e a Universidade Federal de Minas Gerais. Os termos mais frequentes na produção científica estão relacionados à saúde, educação e cultura. Especificamente, na área da saúde, destacaram-se os seguintes termos: saúde pública, enfermagem, saúde bucal, saúde mental e epidemiologia. Considerações finais: O aumento significativo no número de artigos publicados após 2012 pode estar associado ao aumento da presença de estudantes negros e quilombolas no ensino superior, em decorrência da Lei 12.711/2012. Isso demonstra um amplo esforço de instituições de pesquisa e universidades brasileiras, de todas as regiões do país, para realizar pesquisas sobre as comunidades quilombolas. Os temas mais pesquisados ​​destacaram as demandas específicas desse grupo étnico, relacionadas à qualidade de vida e à busca por igualdade de direitos.

#ComunidadesQuilombolas

Disponível em: https://biblios.pitt.edu/ojs/biblios/article/view/1389

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP

Os saberes das comunidades indígenas e quilombolas carregam uma riqueza cultural e epistemológica capazes de transformar o ensino superior brasileiro. Apesar de sua relevância, continuam frequentemente marginalizados em currículos marcados pela hegemonia de saberes eurocêntricos. Hoje o desafio é abrir espaço para que esses povos se tornem protagonistas na universidade. Quem começa explicando é a professora Mille Rodrigues, da Faculdade de Educação da USP.

#PovosIndígenas #ComunidadesQuilombolas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/o-que-a-universidade-tem-a-aprender-com-povos-indigenas-e-quilombolas/

Convite à (des)construção: arquivos comunitários e seus diálogos com dinâmicas documentais quilombolas / PPGCI-UFSC

Convite à (des)construção: arquivos comunitários e seus diálogos com dinâmicas documentais quilombolas / PPGCI-UFSC

Na Arquivologia, teóricos têm discutido o que se denomina Arquivos Comunitários, compreendidos como respostas aos movimentos sociais das décadas de 1970 e 1980. No Brasil, observa-se que foi no seio do movimento negro que se iniciaram as lutas pela valorização das identidades negras e pelo reconhecimento dos territórios quilombolas. Contudo, ao longo do tempo, as próprias comunidades quilombolas passaram a assumir o protagonismo de suas demandas, articulando-se na defesa de seus territórios e na afirmação de suas identidades. Esta tese teve como objetivo analisar dinâmicas dos documentos de comunidades quilombolas brasileiras, a partir das discussões sobre arquivos comunitários. Para tanto, definiram-se os seguintes objetivos específicos: (1) entender os discursos que atravessam os arquivos comunitários; (2) explorar dinâmicas documentais em comunidades quilombolas; (3) articular os arquivos comunitários e as dinâmicas documentais de comunidades quilombolas brasileiras. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza básica, com objetivos exploratórios e descritivos. 

#ArquivosComunitários #ComunidadesQuilombolas

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/266053

“A sociedade brasileira foi construída a partir da violência de gênero e de raça” / Ciência e Cultura

“A sociedade brasileira foi construída a partir da violência de gênero e de raça”

Confira entrevista com Givânia Maria da Silva, professora, socióloga, ativista e quilombola

“Mesmo quando nós, mulheres, trabalhamos muito e produzimos ciência — seja na academia, nos quilombos, nos assentamentos ou nas aldeias — nossa produção nunca tem o mesmo peso que a dos homens.”

via Ciência e Cultura

#ViolênciaDeGênero #SaberesAncestrais #Racismo #Entrevista

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=7959

Construção identitária de crianças quilombolas a partir da ancestralidade africana presente na literatura infantojuvenil / RBBD

Construção identitária de crianças quilombolas a partir da ancestralidade africana presente na literatura infantojuvenil

(…) a pesquisa teve como objetivo geral, compreender como o reconhecimento e afirmação da ancestralidade africana é representada na literatura infantojuvenil, em especial nos livros O pequeno príncipe e O pequeno príncipe preto, na perspectiva da construção identitária das crianças quilombolas.

#LiteraturaAfroBrasileira #ComunidadesQuilombolas #Identidade

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2023

Entrevista com Jean Sena sobre sua pesquisa que apresentou boas práticas de educação em direitos humanos na docência do quilombo de Pedras Negras em Rondônia / Divulga-CI

Entrevista com Jean Sena sobre sua pesquisa que apresentou boas práticas de educação em direitos humanos na docência do quilombo de Pedras Negras em Rondônia

Confira nossa entrevista com o pesquisador Jean Carlos Sena de Oliveira, professor da Rede Municipal de Educação em Costa Marques – Rondônia e mestre em Direitos Humanos e Desenvolvimento da Justiça pela Universidade Federal de Rondônia. Em sua pesquisa, Jean demonstrar as boas práticas utilizadas através da docência, no Quilombo de Pedras Negras. Na entrevista, conheça um pouco sobre a experiência, expectativas e as dicas do pesquisador.

via Divulga-CI

#Entrevista #Educação #DireitosHumanos #Quilombos

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-11-nov-2024/entrevista-com-jean-sena-sobre-sua-pesquisa-que-apresentou-boas-praticas-de-educacao-em-direitos-humanos-na-docencia-do-quilombo-de-pedras-negras-em-rondonia/

Analfabetismo na comunidade quilombola é três vezes maior que no restante da população / Jornal da USP

Analfabetismo na comunidade quilombola é três vezes maior que no restante da população

A população mais carente no Brasil tem sido beneficiada por diferentes políticas, mas as comunidades quilombolas parecem mais desfavorecidas por estarem situadas em comunidades em regiões geográficas estabelecidas por meio de resistência, explica o professor Barzotto. “São afrodescendentes, às vezes agregados a um contingente de descendentes, de grupos étnicos que já estavam no Brasil antes da colonização e isso faz com que os Poderes deixem essas comunidades mais à margem em função desses fatores. São várias as características que colocam essas comunidades mais à margem do que as outras e, de algum modo, suscite em alguns setores mais antipatia por elas.”

#ComunidadesQuilombolas #Analfabetismo

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/analfabetismo-na-comunidade-quilombola-e-tres-vezes-maior-que-no-restante-da-populacao/

Mulheres quilombolas enfrentam discriminação digital no Brasil / The International Journal of Information, Diversity, & Inclusion

Mulheres quilombolas enfrentam discriminação digital no Brasil

A pesquisa aponta para a necessidade de considerar a iniquidade digital como outra matriz de opressão interseccional, pois estar desconectado ou ter restrições de acesso e uso das TIC aumenta a vulnerabilidade desses territórios, especialmente para as mulheres quilombolas.

#InclusãoDigital #ComunidadesQuilombolas

Disponível em: https://jps.library.utoronto.ca/index.php/ijidi/article/view/43500

A construção da memória e da identidade cultural na comunidade quilombola / PPGCI – UFPB

A construção da memória e da identidade cultural na comunidade quilombola do terreiro Nação Xambá em Olinda, Pernambuco, Brasil

A memória e a identidade cultural são construídas a partir da história e das tradições de um povo. É por meio de narrativas que as gerações aprendem sobre a sua origem e sobre os eventos que moldaram sua cultura. (…) Concluímos que a construção de memórias e identidades é um processo complexo, intrinsecamente ligado à história, à cultura e à luta desta Comunidade, enfatiza-se a importância de preservar e respeitar suas tradições como um meio vital para fortalecer suas memórias e identidades.

#ComunidadesQuilombolas #Cultura

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/30705

IBGE: Taxa de analfabetismo entre quilombolas é quase três vezes maior / UOL

IBGE: Taxa de analfabetismo entre quilombolas é quase três vezes maior

De acordo com o IBGE, 19% da população quilombola é analfabeta — são 192.715 pessoas do grupo sem saber ler ou escrever. Para o contexto do Brasil, da população total residente em 2022, 7% da população sofria com a condição.

#Quilombolas #Analfabetismo

via UOL

Disponível em: https://educacao.uol.com.br/noticias/2024/07/19/taxa-de-analfabetismo-entre-quilombolas-censo-2022-ibge.htm

O Radiojornalismo na Comunidade Quilombola de Santa Maria das Mangueiras

O Radiojornalismo na Comunidade Quilombola de Santa Maria das Mangueiras

radiojornalismo tem se mostrado uma ferramenta importante na comunicação com as comunidades quilombolas. Na Comunidade visitada, os moradores estabeleceram uma relação de confiança com o rádio, que se tornou um meio de informação e entretenimento.

#Radiojornalismo #ComunidadesQuilombolas

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/67315

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