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Entre o capitalismo de dados e a soberania informacional / Liinc

Entre o capitalismo de dados e a soberania informacional: marcos legais sensíveis para o desenvolvimento justo da Amazônia Internacional / Liinc

Este artigo analisa os marcos legais que orientam a circulação e o controle da informação na Amazônia Internacional, discutindo a necessidade de construir uma soberania informacional voltada aos territórios da floresta. A pesquisa compara Brasil e Colômbia a partir de uma abordagem qualitativa e documental, examinando legislações, relatórios e acordos multilaterais no âmbito do projeto “Estudo da Comunicação para o Desenvolvimento Regional e Ambiental”. O estudo propõe o conceito de Regulação Sensível, articulando ética da informação, direitos comunicacionais e diversidade epistêmica. Os resultados indicam que o capitalismo de dados impõe novos dilemas à comunicação amazônica, demandando marcos regulatórios capazes de reconhecer a pluralidade cultural e territorial da região e fortalecer experiências de jornalismo alternativo e resistência informacional.

#CapitalismoDeDados #AcessoÀInformação #ConsumoDeInformação #Amazônia

Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/7775

Escrever a esperança é um ato radical — e imaginar o futuro é um ato de desobediência / O Odisseu

Escrever a esperança é um ato radical — e imaginar o futuro é um ato de desobediência / Odisseu

Se observarmos a história contemporânea, perceberemos rapidamente que a literatura, e a arte em geral, sempre foi um canal importante de esperança contra os absurdos do mundo. Em vários casos, a ficção científica foi a representante desse processo. Ursula K. Le Guin, premiada autora americana, imaginou um planeta em que as pessoas não têm gênero, ainda na década de 1960; hoje, a discussão sobre cisgeneridade e colonização dos corpos é uma realidade. Le Guin também imaginou, na década seguinte, outro planeta, em que não existia propriedade privada, fronteiras ou trabalho forçado; em 1994, os zapatistas levantaram-se e tomaram de volta o poder sobre seu território, transformado em comuna. Hoje, o afrofuturismo imagina mundos em que a história, os valores e as cosmovisões dos povos negros espalhados pelo planeta se transformaram em realidade comum, e as palavras de lideraças quilombolas e indígenas, como Nego Bispo e Alton Krenak, repercutem entre aqueles que desejam futuros melhores.

#Literatura

via O Odisseu

Disponível em: https://oodisseu.com.br/escrever-a-esperanca-e-um-ato-radical-e-imaginar-o-futuro-e-um-ato-de-desobediencia/

Apenas 12 universidades brasileiras regulamentam o uso de IA / Science Arena

Apenas 12 universidades brasileiras regulamentam o uso de IA / Science Arena

Comparando com outros países, não acho que o Brasil esteja atrasado. Segundo o Censo da Educação Superior do MEC, são 2.561 instituições de ensino superior ativas. Desse total, temos doze com diretrizes publicadas sobre uso de IA, conforme mapeamento que fizemos.

É um número muito pequeno, mas isso não quer dizer que apenas essas 12 instituições estejam discutindo o assunto ou que somente elas tenham regras. Pode ser que outras instituições já tenham regulamentos, só que circunscritos a departamentos ou cursos específicos. Acredito que esse tópico está avançando no Brasil, o que já é ótimo.

#IA #Universidades

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/entrevistas/apenas-12-universidades-brasileiras-regulamentam-o-uso-de-ia/

“Desinformação é arma assimétrica que testa a solidez da democracia”, sublinha o vice-presidente da Assembleia da República Rodrigo Saraiva / CCA

“Desinformação é arma assimétrica que testa a solidez da democracia”, sublinha o vice-presidente da Assembleia da República Rodrigo Saraiva / CCA

“Discutir desinformação é discutir poder, mas é também discutir verdade e escolhas”, afirmou o responsável, na sessão “Desinformação e Democracia”, promovida pela Assembleia da República, que procurou debater a desinformação enquanto desafio contemporâneo das democracias.

Na intervenção de abertura do debate, o vice-presidente recordou que Portugal assinala meio século de democracia, defendendo que preservar esse legado exige hoje um combate firme à manipulação informativa.

Segundo o responsável, a desinformação não nasceu com a ‘internet’ nem com as redes sociais, “desde que existem comunidades políticas organizadas existe manipulação informativa”, afirmou, evocando os regimes totalitários do século XX e as campanhas de influência durante a Guerra Fria como exemplos históricos.

#Desinformação #Democracia

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/desinformacao-e-arma-assimetrica-que-testa-a-solidez-da-democracia-sublinha-o-vice-presidente-da-assembleia-da-republica-rodrigo-saraiva/

Biblioteca Humana: manual de implantação para a Biblioteca Estadual Câmara Cascudo – Vol. 2 / DECIN – UFRN

Biblioteca Humana: manual de implantação para a Biblioteca Estadual Câmara Cascudo – Vol. 2 / DECIN – UFRN

Este Volume 2 do Manual de Implantação da Biblioteca Humana na Biblioteca Estadual Câmara Cascudo dá continuidade ao trabalho iniciado na primeira edição, aprofundando e ampliando a compreensão sobre o processo de planejamento, execução e avaliação desse serviço de mediação cultural. Enquanto o Volume 1 apresentou os fundamentos conceituais, as etapas iniciais de organização e os resultados da experiência piloto, este novo volume reúne os aprimoramentos metodológicos, as estratégias revisadas e os procedimentos atualizados que emergiram da prática continuada do projeto.

#BibliotecasHumanas #Manuais

Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/items/4676742a-a0f7-4878-b44e-ab4492788042

Para além da análise de citação / RISC

Para além da análise de citação: uma metrologia Zimaniana para o diagnóstico da cultura científica contemporânea / RISC

Ao reconhecer a instabilidade da análise de citação como o pilar do paradigma métrico clássico, este ensaio teórico-metodológico propõe o quadro metodológico PLACECC, uma expansão e operacionalização do diagnóstico de John Ziman sobre a ciência pós-acadêmica. Essa metrologia zimaniana supera a lógica puramente avaliativa dos indicadores para diagnosticar a cultura científica contemporânea. A proposta adiciona as novas dimensões, competitivo e comunal, ao acrônimo PLACE original, associando as sete dimensões resultantes a indicadores bibliométricos e altmétricos. Com isso, o quadro ressignifica as métricas como sintomas da tensão central da ciência atual: a disputa entre as forças de mercado e os valores da Ciência Aberta. Conclui-se que o PLACECC oferece uma matriz de diagnóstico cultural robusta, capaz de mapear empiricamente essas disputas que definem a ciência real e de deslocar o foco da mera contagem para a compreensão sociológica.

#AnáliseDeCitação

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/41733

Competência crítica informacional e a Lei 10.639/03 / Encontros Bibli

Competência crítica informacional e a Lei 10.639/03: experiências de reconfiguração do acervo da biblioteca universitária de ciências sociais, filosofia e história da UFRJ / Encontros Bibli

Resultados: Os dados evidenciam que a atualização do acervo permitiu maior visibilidade a saberes historicamente marginalizados, ampliando a função pedagógica da biblioteca e fortalecendo sua atuação no ensino, na pesquisa e na extensão.

Conclusão: A experiência demonstra que a biblioteca universitária pode atuar como agente político-cultural estratégico para a democratização do conhecimento e a formação crítica dos sujeitos, oferecendo caminhos para que outras instituições.

#CoInfo #Lei10639/03

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/108644

Carta de apoio à permanência das versões impressa e on-line da Revista Pesquisa FAPESP / RedeComCiência

Carta de apoio à permanência das versões impressa e on-line da Revista Pesquisa FAPESP / RedeComCiência

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) anunciou recentemente a criação de uma nova plataforma integrada de divulgação científica, que reunirá a revista Pesquisa FAPESP, a Agência FAPESP e o boletim Pesquisa para Inovação sob a gerência de comunicação da fundação.

Trata-se de um movimento institucional de grande alcance, que reconfigura a forma como a ciência paulista se apresenta ao público e centraliza fluxos editoriais historicamente autônomos.

No entanto, ao fazê-lo, o novo modelo parece prescindir justamente do principal ativo simbólico e editorial construído ao longo de mais de duas décadas: a revista Pesquisa FAPESP como espaço de jornalismo científico independente, crítico e especializado.

A revista não é apenas um canal de divulgação. Ela consolidou-se como referência nacional em jornalismo científico, com identidade editorial própria, curadoria rigorosa e compromisso com a mediação qualificada entre ciência e sociedade. Isso sem abrir mão da edição impressa, o que é uma raridade e um movimento de resistência no mercado jornalístico hoje em dia.

#DivulgaçãoCientífica #RevistaPesquisaFapesp

Disponível em: https://www.redecomciencia.org/post/apoio-revista-pesquisa-fapesp

Dicionário kuikuro valoriza saber indígena e amplia preservação linguística no Brasil / Pesquisa Fapesp

Dicionário kuikuro valoriza saber indígena e amplia preservação linguística no Brasil / Pesquisa Fapesp

Parceria entre instituições de pesquisa e comunidade registra vocabulário, cultura material e escrita alfabética desenvolvida por professores kuikuro desde os anos 1990.

#Dicionários #CulturaIndígena #LínguasIndígenas #SaberesAncestrais

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/dicionario-kuikuro-valoriza-saber-indigena-e-amplia-preservacao-linguistica-no-brasil/

Histórias em quadrinhos e a ditadura militar brasileira / ComCiência

Histórias em quadrinhos e a ditadura militar brasileira / ComCiência

“As HQs são excelentes ‘máquinas do tempo’ para trazer temáticas traumáticas do passado, tal como a ditadura militar, e pôr em discussão com os conflitos que os jovens têm hoje em dia”, diz Fronza. Segundo o pesquisador, existe uma grande diversidade de quadrinhos produzidos sobre a temática da ditadura que cumprem um grande papel pedagógico por trazer a dimensão de sofrimento que a ditadura militar trouxe para o Brasil.

#Quadrinhos #HistóriaDoBrasil #DitaduraMilitar

Disponível em: https://www.comciencia.br/historias-em-quadrinhos-e-a-ditadura-militar-brasileira/

Estratégia em bibliotecas / Leitura e Contexto

Estratégia em bibliotecas / Leitura e Contexto

​O bibliotecário estratégico não apenas entrega o peixe (a informação), nem apenas ensina a pescar (letramento informacional), ele mapeia o melhor oceano. Em vez de buscar cada artigo para o usuário, você entrega o “mapa da mina” atualizado, para aquela necessidade específica.

Importante saber: É impossível atender a todos com a mesma profundidade. A estratégia reside em decidir o que será automatizado para que o atendimento personalizado seja de altíssimo nível.

#Bibliotecário #CuradoriaDeConteúdo

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/02/estrategia-em-biblioteca.html

Deepfakes e bibliotecas escolares: desafios e responsabilidades na era da IA / RBE

Deepfakes e bibliotecas escolares: desafios e responsabilidades na era da IA / RBE

Para além da dimensão formativa, recomenda-se a definição de políticas institucionais claras para uso responsável da IA, incluindo transparência e proteção de dados.

Em suma, os deepfakes não constituem somente uma inovação tecnológica, representam, também, um desafio tecnológico, jurídico, ético e educativo que interpela diretamente a escola e a formação para a cidadania.

Num ecossistema informacional marcado pela produção automatizada de conteúdos sintéticos e pela erosão da confiança pública, as bibliotecas escolares afirmam-se como infraestruturas críticas de confiança. São espaços onde se ensina a verificar antes de partilhar, a questionar antes de aceitar e a distinguir evidência de manipulação.

#IALiteracy #Deepfake #BibliotecasEscolares

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/deepfakes-e-bibliotecas-escolares-3057911