Home

A Literatura como antídoto ao esquecimento / Odisseu

A Literatura como antídoto ao esquecimento / Odisseu

Além de ser uma das vozes mais potentes da ficção brasileira de hoje, Milton Hatoum carrega consigo a força de quem, em boa parte de sua obra, escreve o Amazonas — essencialmente a capital Manaus — sem jamais permitir que essa origem seja reduzida ao exotismo ou ao clichê da floresta como espetáculo. A entrada (recente) de Hatoum na Academia Brasileira de Letras tem um peso simbólico enorme: é como abrir uma fresta de luz sobre tantas outras autoras e autores que vivem e criam no estado, mas que ainda não alcançam o mesmo espaço no cenário nacional, apesar da qualidade imensa de suas obras.

#Literatura #MiltonHatoum

via Odisseu

Disponível em: https://oodisseu.com.br/a-literatura-como-antidoto-ao-esquecimento/

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Resultado: Como resultado, o estudo elencou itens necessários para a construção de condições infraestruturais que alinham requisitos transversais necessários o estabelecimento de framework técnico, político e normativo sustentável favorável às práticas, ações e workflows necessários à transição para a ciência aberta. Conclusão: Conclui-se que a ciência aberta é, de fato, um campo de natureza plural, que exige articulação entre múltiplas dimensões de pensamento e prática.

#CiênciaAberta

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe263

Biblioteca inclusiva: panorama da produção científica brasileira e internacional / Biblios

Biblioteca inclusiva: panorama da produção científica brasileira e internacional / Biblios

Resultados. Os dados obtidos demonstram o interesse dos pesquisadores para além do conceito de inclusão centrado em pessoas com deficiência, incorporando noções de diversidade, equidade, justiça, inclusão social e acessibilidade. O foco está nos usuários, bem como no desenvolvimento, organização e gestão de acervos, na formação e desenvolvimento profissional de bibliotecários, na oferta de serviços e produtos e na representação da diversidade em equipes profissionais. Conclusão. Os resultados indicam a emergência de um corpo de conhecimento específico sobre este tema no âmbito da Ciência da Informação e a importância da atualização dos currículos para a formação de profissionais da informação.

#Inclusão #Bibliotecas #PessoasComDeficiência

Disponível em: https://biblios.pitt.edu/ojs/biblios/article/view/1287

Claro, aqui está a informação / Brajis

Claro, aqui está a informação / Brajis

As bibliotecas se encontram atravessadas pela euforia de incorporar Inteligências Artificiais aos serviços, incluindo no Serviço de Referência. Para aferir a tendência do assunto, foi realizado um estudo bibliométrico a partir de uma busca na Scopus, somada a uma busca na Base de Dados em Ciência da Informação. A análise feita permitiu avaliar que o Brasil ainda não está integrado aos principais fluxos de pesquisa global sobre o tema, sem estabelecer vínculos interinstitucionais mais expressivos com outros países do bloco Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Permanecem controvérsias: o custo-benefício para bibliotecas brasileiras, a necessidade de mais estudos sobre a realidade local e questões sobre soberania nacional frente à interesses de Big Techs do Norte Global. Destaca-se a urgência de maior engajamento que contemple as especificidades e interesses do Sul Global.

#IA #Bibliotecas #Tendências

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/17900

Direitos Humanos: um compromisso renovado com a dignidade, a liberdade e a justiça para todos / Ciência & Cultura

Direitos Humanos: um compromisso renovado com a dignidade, a liberdade e a justiça para todos / Ciência & Cultura

No dia 10 de dezembro, o mundo celebra mais uma vez o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data que marca a adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948. Em 2025, o tema escolhido para a data é “Dignidade, Liberdade e Justiça para Todos” — um chamado global à ação diante dos desafios contemporâneos que ameaçam os direitos fundamentais.

O tema deste ano é ainda mais simbólico porque se insere em um contexto histórico marcante: os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, eventos que motivaram a criação da ONU e da própria Declaração Universal. A memória dessas tragédias serve como alerta permanente sobre os riscos da intolerância, da desumanização e da negação da dignidade humana.

#DireitosHumanos

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=9299

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de IA / Dosdoce

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de IA / Dosdoce

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de inteligência artificial para criar materiais de comunicação, escrever paratextos e metadados, desenhar capas e ilustrações, entre outros conteúdos.

Essa é uma das principais conclusões de um estudo realizado pela Associação Italiana de Editores (Associazione Italiana Editori) e apresentado no evento Più libri più liberi, que ocorreu de 4 a 8 de dezembro.

#MercadoEditorial #IA

via Dosdoce

Disponível em: https://www.dosdoce.com/2025/12/11/tres-de-cada-cuatro-editoriales-italianas-ya-utilizan-herramientas-de-ia/

Disney cede seu acervo para site de inteligência artificial criar vídeos curtos / Folha de S. Paulo

Disney cede seu acervo para site de inteligência artificial criar vídeos curtos / Folha de S. Paulo

A Disney firmou um acordo com a plataforma de inteligência artificial OpenAI e vai ceder mais de 200 personagens para a criação de vídeos curtos.

A ideia é que usuários usem figuras da Pixar, da Marvel, Star Wars e da própria Disney para fazer as imagens. O processo deve ocorrer na Sora, um braço da OpenAI.

#OpenIA #Disney

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/disney-cede-seu-acervo-para-site-de-inteligencia-artificial-criar-videos-curtos.shtml

A literatura de cordel na Fundação Casa De Rui Barbosa / Memória e Informação

A literatura de cordel na Fundação Casa De Rui Barbosa / Memória e Informação

A composição deste acervo permite acesso a dimensões do cordel não contemplados no documento convencional disponível nos acervos especializados, no caso, o folheto no qual dimensões fundamentais dessa literatura estão ausentes, como, por exemplo, a oralidade e a comunicação visual, representadas, respectivamente, pela cantoria e a xilogravura – artes reconhecidas como bens associados no documento de registro do cordel no patrimônio imaterial nacional. O acervo estudado é rico nessas expressões, ligadas às formas de sociabilidade e aos modos de saber e fazer dessa arte, escassamente contemplada pelas instituições de cultura e memória.

#LiteraturaDeCordel

Disponível em: https://memoriaeinformacao.casaruibarbosa.gov.br/index.php/fcrb/article/view/289

Políticas culturais e preservação do patrimônio museológico na Bahia / Divulga-CI

Políticas culturais e preservação do patrimônio museológico na Bahia / Divulga-CI

O campo museológico no Brasil passou por muitas mudanças ao longo dos anos no Brasil e, claro, na Bahia não foi diferente. Ana Cristina Dias Coelho, em sua dissertação realizado no Programa de Pós-Graduação em Museologia, da Faculdade de Filosofia e Ciência Humanas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), analisa os aspectos das políticas culturais e os impactos da política de fomento no processo de preservação do patrimônio museológico no estado da Bahia entre os anos de 2012 e 2016.

#Patrimônio #PolíticasCulturais

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/politicas-culturais-e-preservacao-do-patrimonio-museologico-na-bahia/

Museus para o futuro? Notas sobre a museologia em construção nos Emirados Árabes Unidos / A.Muse.Arte

Museus para o futuro? Notas sobre a museologia em construção nos Emirados Árabes Unidos / A.Muse.Arte

A literatura internacional enfatiza que os museus contemporâneos devem assumir um papel ativo na coprodução de conhecimento, na inclusão de múltiplas vozes comunitárias e na construção de cidadania cultural (Simon, 2010; Sandell, 2012). Contudo, muitos museus dos Emirados adotam modelos top-down, orientados por narrativas oficiais, com pouca margem para participação crítica, colaboração comunitária ou diversidade interpretativa. Esta ausência torna-se mais visível à medida que o país investe em museografias cada vez mais imersivas. A inovação técnica não compensa a falta de envolvimento social. A maturidade museológica futura dependerá da capacidade de equilibrar experiência, tecnologia e participação.

#Museus

via A.Muse.Arte

Disponível em: https://amusearte.hypotheses.org/12595

Como avaliar cientistas? / Folha de S. Paulo

Como avaliar cientistas? / Folha de S. Paulo

A discussão não é nova, mas a Dora foi um catalisador para um movimento maior de reforma da avaliação de ciência, que pede o uso responsável dessas métricas, envolve organizações globais como a Coalizão para o Avanço da Avaliação da Pesquisa (CoARA) e luta por reformas mais abrangentes do sistema universitário (por exemplo, nos Países Baixos). A própria Dora, para além da declaração original, tornou-se, em 2018, uma organização que promove a reforma do sistema de avaliação –com a qual o Serrapilheira colabora como parte de um dos seus grupos de discussão de financiadores.

Mesmo que a passos pequenos, o cenário vem mudando. A avaliação dos programas de pós-graduação feita pela Capes, por exemplo, agora poderá considerar não só as métricas que dizem respeito aos periódicos, mas também critérios qualitativos. Esperamos que mais instituições que fomentam ou fazem pesquisa se juntem a nós na reflexão sobre as práticas de avaliação da pesquisa.

#AvaliaçãoDaCiência #Cientistas #DORA

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2025/12/como-avaliar-cientistas.shtml

Medo e censura nas escolas adoecem professores, revela estudo nacional / Porvir

Medo e censura nas escolas adoecem professores, revela estudo nacional / Porvir

Lançada neste começo de dezembro, a pesquisa “A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática”, que analisa o avanço das tentativas de censura e perseguição a educadoras e educadores desde 2010 e seus impactos na saúde, na carreira e no clima escolar, passa longe de trazer boas notícias.

O levantamento do ONVE (Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/es), financiado pelo MEC (Ministério da Educação) e disponível para download, mostra que a censura é um fenômeno espalhado por todo o território nacional e atravessa todas as etapas da educação.

#Censura #Educação

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/medo-e-censura-nas-escolas-adoecem-professores/