A loucura da leitura / Biblogtecarios

A loucura da leitura / Biblogtecarios

Acho importante ter em mente que transtorno mental e deficiência nem sempre são termos que andam juntos, mas há casos em que sabemos que esses problemas podem ser incapacitantes e afetar significativamente o desenvolvimento da vida diária, profissional ou social.

Em nosso trabalho, atender usuários de bibliotecas com deficiências psiquiátricas ou psicológicas exige uma abordagem inclusiva baseada na acessibilidade cognitiva, empatia e não estigmatização. Pessoas com problemas de saúde mental são frequentemente tratadas como vítimas e agressores, e até mesmo consideradas violentas, mesmo quando isso ocorre em raríssimos casos. Portanto, é essencial conscientizar e tentar nos libertar de certos estereótipos ou estigmas que podem dificultar nossas interações e os serviços que lhes prestamos.

#Biblioterapia

via Biblogtecarios

Disponível em: https://www.biblogtecarios.es/fatimacanosa/la-locura-de-la-lectura/

Marisa Midori retoma a discussão sobre as funções terapêuticas da leitura / Jornal da USP

Marisa Midori retoma a discussão sobre as funções terapêuticas da leitura / Jornal da USP

Recentemente, a professora Marisa Midori falou em sua coluna sobre as propriedades terapêuticas do livro. Esta semana, ela retoma o tema — e o aprofunda. “No início de março, eu apresentei alguns estudos de Régine Detambel, uma biblioterapeuta francesa que publicou, entre outros títulos, Os Livros Tomam Conta de Nós. Por uma Biblioteca Criativa, em 2015, e Ler Para Conectar. A Biblioteca em Voz Alta, de 2023. Esses livros não foram traduzidos para o português, mas isso não quer dizer que não tenhamos bons estudos sobre o tema”, inicia a colunista. “Eu gostaria de comentar o artigo publicado pelas estudiosas Livia Rezende e Jéssica Bedin na Revista da Associação Catarinense de Biblioteconomia. Em Panorama da Pesquisa em Biblioterapia no Brasil: análise dos artigos indexados na Brapci (2018-2022), as autoras discorrem sobre o conceito de biblioterapia e suas múltiplas aplicações, tanto como um exercício individual – naquela perspectiva que havíamos comentado, do livro como o momento de pausa e reflexão – mas também como uma prática de sociabilidade, mediada pela leitura”, explica a professora. “É importante ressaltar que a biblioterapia possui fundamentos científicos e, como tal, é possível identificar na terapia pelos livros três componentes essenciais: a catarse, a identificação e a introspecção”, avalia Marisa Midori.

#Biblioterapia

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/marisa-midori-retoma-a-discussao-sobre-as-funcoes-terapeuticas-da-leitura/

Mediação de leitura e Biblioterapia / REBECIN

Mediação de leitura e Biblioterapia / REBECIN

Podemos perceber através do quadro 2 uma maior quantidade de aspectos em comum entre mediação da leitura e biblioterapia, sendo ambas ações com fundamentos sociais e promotoras de indivíduos com mais conhecimento, mais sociáveis e maior intelectualidade. Entretanto, podemos perceber que existem pontos de discrepância entre os campos, sendo esses mais pontuais e não mudando inteiramente a ideia geral da atividade, que, por si só, acabam ocorrendo de maneiras análogas. Os principais pontos de convergência são as atividades em si, o exercício grupal, a necessidade de um mediador, os dispositivos utilizados, a diversidade de materiais utilizados e campos de atuação, o foco social e os benefícios envolvidos. Entre as maiores diferenças, é perceptível o viés terapêutico voltado à biblioterapia e o processo de interação pós-atividade de leitura.

#MediaçãoDeLeitura #Biblioterapia

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/439

Pequena reflexão sobre a Biblioterapia / Bibliomar

Pequena reflexão sobre a Biblioterapia / Bibliomar

Partindo do princípio que a literatura possui um potencial devir terapêutico que pode abalar as estruturas do sujeito e o colocar em questionamento sobre suas certezas pessoais e calcado no conceito de biblioterapia elaborado por Caldin (2001) de que o texto literário permite uma terapia e um processo de cura através da leitura e discussão de textos literários. Este ensaio pretende discutir os principais conceitos que envolve a biblioterapia, enquanto mediada por um profissional da informação e sugerir a aplicação de um texto extraído do livro Velhos de Alê Motta (2020) para uso em um encontro biblioterapêutico.

#Biblioterapia

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26779

Biblioterapia: utilizando a literatura para apoiar a saúde mental infantil / ALSC

Biblioterapia: utilizando a literatura para apoiar a saúde mental infantil / ALSC

Desastre natural, tempestade, sensacionalismo online, coronapocalipse — essas são apenas algumas das expressões que as pessoas, principalmente adultos, nos Estados Unidos e em todo o mundo, têm ouvido e usado com frequência crescente, especialmente desde o início da pandemia de COVID-19, no começo de 2020. Essas palavras carregam consigo uma sensação de perigo, urgência, pavor e impotência que pode incutir nos adultos um profundo sentimento de ansiedade.

#Biblioterapia #SaúdeMental

Disponível em: https://journals.ala.org/index.php/cal/article/view/8481

A prática da Biblioterapia no processo de enfrentamento do luto / Bibliomar

A prática da Biblioterapia no processo de enfrentamento do luto / Bibliomar

Os resultados revelaram que, embora os autores da área não abordem diretamente o tema do luto em suas publicações, apresentam indicações relevantes de obras que consideram com potencial terapêutico. Essas indicações de textos podem contribuir para a prática da Biblioterapia voltada ao público enlutado, oferecendo caminhos de leitura que funcionam como suporte emocional no processo de enfrentamento da perda. Assim, o estudo evidencia lacunas a serem exploradas, mas também aponta possibilidades de uso da leitura como recurso de cuidado no âmbito da Ciência da Informação.

#Biblioterapia

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26930

Em busca do sentido da vida: explorando o existencialismo na Biblioterapia por meio de Frankenstein de Mary Shelley / ABC

Em busca do sentido da vida: explorando o existencialismo na Biblioterapia por meio de Frankenstein de Mary Shelley / ABC

Este artigo investiga como a biblioterapia pode ser empregada como uma ferramenta para explorar perspectivas filosóficas com foco especial no existencialismo. Para isso, consideramos que a biblioterapia, ao permitir a identificação com personagens e situações fictícias, pode proporcionar uma plataforma segura para a exploração de questões existenciais. A análise parte de uma revisão bibliográfica sobre os conceitos básicos do existencialismo e de uma leitura atenta de Frankenstein da escritora inglesa Mary Shelley.

#Biblioterapia

Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/2192

Biblioterapia: o requinte inacabado / A biblioterapeuta

Biblioterapia: o requinte inacabado / A biblioterapeuta

“A biblioterapia procura essencialmente (…) permitir ao Homem escapar a um encarceramento do destino (…) procura sistematicamente sair de qualquer enclausuramento fatal (…).” Marc-Alain Ouaknin em “Bibliothérapie: lire c’est guérire”

Admito nunca ter pensado na biblioterapia exactamente nestes termos mas, perante o desafio proposto para esta edição da Palavrar, ouso afirmar, poeticamente, que a prática biblioterapêutica se alicerça com requinte sobre dois pilares inacabados — as histórias e o ser humano.

#Biblioterapia

Disponível em: https://abiblioterapeuta.com/2025/10/19/biblioterapia-o-requinte-do-inacabado/

O poder da contação de histórias em hospitais / InfoHome

O poder da contação de histórias em hospitais / InfoHome

Você já reparou que tem palavras que combinam? Café combina com pão de queijo, formiga com açúcar e criança com brincadeira. Além de brincadeira, criança combina com escola, parque, risada, cores e curiosidade. A palavra infância casa bem com tudo que esbanja alegria e energia! Mas nem só de palavras que combinam decorre a vida. Às vezes esbarramos com palavras que desafiam a harmonia de uma frase e até a harmonia de uma vida. É o caso das palavras criança e hospital, criança e internação, criança e doença.

Por si só, a internação já impõe uma série de restrições. Quando falamos da internação de uma criança, a situação é ainda mais delicada, afinal os pequenos ainda estão aprendendo a ler o mundo. Por que estão ali? O que é estar doente? São alguns questionamentos que podem surgir. Diante desse cenário, nascem iniciativas para tornar a estadia no hospital menos dura para elas. Uma dessas práticas é a contação de histórias em hospitais, que amenizam as tristezas e as dores e tornam momentos difíceis um pouquinho mais leves.

#Biblioterapia #ContaçãoDeHistórias

via Infohome

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=818

Uma análise da produção científica brasileira em torno do tema da biblioterapia indexada na Brapci – Base de Dados em Ciência da Informação (1975-2024) / Bibliomar

Uma análise da produção científica brasileira em torno do tema da biblioterapia indexada na Brapci – Base de Dados em Ciência da Informação (1975-2024) / Bibliomar

A análise de autoria revelou que os dez autores mais produtivos do corpusassinam entre 3 e 16 trabalhos. Clarice Fortkamp Caldin lidera com 16 publicações, seguida por Lucas Veras de Andrade (9) e Carla Sousa (8). No total, o corpuscontém 137 estudos assinados por 203 pesquisadores, resultando em uma média de 0,67 estudos por autor. Esse dado sugere uma tendência de colaboração acadêmica, reforçada pelo fato de que 31,4% dos trabalhos possuem autoria única, enquanto a maioria apresenta múltiplos autores.

#ProduçãoCientífica #Biblioterapia

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/25439

A Literatura como Cura: aproximações da healing fiction e da biblioterapia / Brajis

A Literatura como Cura: aproximações da healing fiction e da biblioterapia

Nos resultados apresentados por este artigo, é possível perceber que existem aproximações entre as características da leitura, da biblioterapia e da ficção de cura, sendo os elementos mais fortes dessa inter-relação o cuidado, o emocional e a transformação do sujeito por meio da informação e da leitura. Compreende-se, dessa forma, que, apesar dos estudos acerca da temática serem incipientes, são necessários e relevantes para o desenvolvimento das pesquisas e práticas biblioterapêuticas.

#Biblioterapia

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/16912

Biblioterapia e Cronopatologia / A Biblioterapeuta

Biblioterapia e Cronopatologia

O biblioterapeuta Marc-Alain Ouaknin e o neurocientista Lamberto Maffei, nas suas obras “Bibliothérapie: lire c’est guérir” e “O elogio da lentidão” respectivamente, ofereceram-me uma palavra para nomear esta sensação de “caos dentro da rotina”: cronopatologia, literalmente “doença do tempo”. Enquanto Maffei sublinha a ironia que é o ser humano almejar imitar a produtividade e a velocidade das máquinas que ele próprio inventou (fruto de um cérebro lento nos seus processos de pensamento profundo e crítico essenciais à criatividade — o que é um paradoxo), Ouaknin defende que “a ausência de passado e a perda de capacidade de se projectar no futuro”, isto é, o manter-se atolado no dia-a-dia rotineiro e caótico são, para além de doenças do tempo, o tempo da doença. Também o filósofo germano-coreano Byung-Chul Han, no seu livro “A Sociedade do Cansaço”, constata que “a sociedade de produção e de actividade produz um cansaço e esgotamento excessivos (…) um cansaço individual, um cansaço que separa e isola (…) que provoca no indivíduo a incapacidade de ver e o mutismo”, que “dá lugar a uma mera preocupação pela sobrevivência” e “leva ao enfarte da alma”.

#Biblioterapia #Cronopatologia

via A Biblioterapeuta

Disponível em: https://abiblioterapeuta.com/2024/10/30/biblioterapia-e-cronopatologia/