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2.000 edições da Informe-CI NewsLetters

2.000 edições da Informe-CI NewsLetters

Olá, pessoal!
Hoje chegamos em 2.000 edições da nossa newsletter!
Nesses quase 6 anos, e apesar da pouquíssima divulgação, passaram por aqui 850 assinantes e 610 seguem firmes no acesso. E desse tanto, cerca de 215 são os leitores superassíduos, que religiosamente abrem a newsletter no dia e acompanham os conteúdos divulgados! (Sim, por aqui, tenho o controle de tudo).
Foram 14.013 conteúdos divulgados! Desses conteúdos, a grande maiores está organizada no “Índice de Tags” < https://www.pedroandretta.info/index/indice-de-tags/ >.
Agradeço ao amigo Wellington Marçal pela ideia de fazer a divulgação dos conteúdos por e-mail, e não só pelas mídias sociais.
Agradeço também a você, que confia nessa proposta de informação.
Vamos seguindo, enquanto o servidor suportar! kkkk
Saudações,
Pedro A.

Assine a NewsLetters em: https://www.pedroandretta.info/assine

Bibliotecas Universitárias Públicas no YouTube: conhecendo a gestão dos canais / Transinformação

Bibliotecas Universitárias Públicas no YouTube: conhecendo a gestão dos canais / Transinformação

Apesar da variedade de conteúdos oferecidos pelos canais, incluindo tutoriais, eventos, palestras e conteúdos promocionais, ainda há desafios a serem enfrentados. Um dos pontos destacados é a necessidade de um planejamento mais estruturado na produção e divulgação de conteúdo, visando a atender de forma mais eficaz às demandas dos usuários, aumentar o engajamento e a análise mais aprofundada das estatísticas, para orientar decisões de gestão mais assertivas.

#BibliotecasUniversitárias #YouTube

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202537e2512732

Bases indexadoras e seu papel dentro da comunicação científica / Múltiplos Olhares da Ciência da Informação

Bases indexadoras e seu papel dentro da comunicação científica / Múltiplos Olhares da Ciência da Informação

Como resultados, constatou-se que os critérios utilizados para decidir pela indexação ou não de um periódico, estão relacionados às suas características qualitativas, como os sistemas de avaliação, cobertura e conteúdo temático. Detectou-se o seguinte quantitativo de critérios exigidos pelas bases analisadas: Redalyc – 66, Scielo – 49, Latindex – 44, WOS – 24, Scopus – 16. Conclui-se que, independentemente do número de critérios avaliados todas as bases possuem uma política de avaliação, o que implica em uma constante readequação, ou padronização dos editores e demais membros do corpo editorial, para garantir que continuem a se enquadrar no perfil desejado pela base indexadora.

#Indexadores

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/moci/article/view/51460

As universidades estão adotando a IA: os alunos ficarão mais inteligentes ou pararão de pensar? / Nature

As universidades estão adotando a IA: os alunos ficarão mais inteligentes ou pararão de pensar? / Nature

Alguns pesquisadores e educadores disseram à Nature que desejam ver uma liderança mais forte das universidades em suas interações com empresas de tecnologia. Muitas empresas, por exemplo, têm sido amplamente criticadas por desenvolver ferramentas de IA que perpetuam viés e desinformação, exploram o trabalho de terceiros como dados de treinamento e têm altos custos ambientais. “Não são empresas com as quais queremos que as universidades estabeleçam parcerias acriticamente”, afirma Guest.

Siemens afirma que “o setor universitário tem uma responsabilidade incrivelmente pesada com a sociedade de ser uma voz contrária que molda a maneira como a IA é implantada em processos sociais e de aprendizagem”. Coletivamente, as instituições poderiam exigir das empresas de IA ferramentas com qualidades específicas, como uma “que tenha as proteções certas para proteger o anonimato [e] seja representativa de múltiplas populações”, ou uma que reflita certos valores e tente proteger os alunos de potenciais danos. Mas isso não está acontecendo, afirma Siemens.

As universidades estão “literalmente sentadas, como peixes em um barril, esperando que essas organizações muito bem financiadas apareçam” para então assinar contratos milionários com elas, afirma. “É uma abdicação absoluta da liderança.”

#IA #EnsinoSuperior

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-025-03340-w

Rastros do ChatGPT / Pesquisa Fapesp

Rastros do ChatGPT / Pesquisa Fapesp

A Associação Americana para Pesquisa do Câncer (AACR), que publica 10 revistas científicas da área de oncologia, detectou uma prevalência elevada do uso de programas de inteligência artificial generativa nos trabalhos submetidos a seus periódicos. 23% dos manuscritos encaminhados por autores em 2024 continham indícios de que os textos foram preparados ou revisados com o apoio de grandes modelos de linguagem (LLM), sistemas de inteligência artificial treinados com enormes volumes de texto para compreender a linguagem humana, nos quais se baseiam ferramentas como o ChatGPT. O problema se estende, embora em menor escala, ao trabalho dos revisores – especialistas que avaliam o conteúdo dos trabalhos e recomendam ou não sua publicação. Há sinais de uso de programas de IA em 5% de pareceres de revisão por pares produzidos em 2024.

#GPT #EscritaCientífica #ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/rastros-do-chatgpt/

Estudos de usuários: pesquisas apresentadas nos ENANCIB no período de 2005 a 2023 / Informação & Informação

Estudos de usuários: pesquisas apresentadas nos ENANCIB no período de 2005 a 2023 / Informação & Informação

Uma das problemáticas da Ciência da Informação refere-se aos processos que envolvem o acesso, a busca, a recuperação e o uso da informação. Desse modo, é necessário que a atual dispersão, em relação à pesquisa teórica, metodológica e aplicada seja repensada, pois quando se mapeia os programas de pós-graduação em Ciência da Informação, as linhas de pesquisa, os grupos de pesquisa e as associações profissionais, científicas e acadêmicas do campo, verifica-se uma tendência de segregação dos estudos, em que se estabelecem fronteiras e quadros normativos de análise dos mesmos fenômenos e, assim, a dispersão gera incompreensões sobre todo o processo.
Os pesquisadores que orientam suas pesquisas voltadas aos estudos de usuários devem trabalhar conjuntamente, trazendo os diferentes paradigmas: físico, cognitivo e social, promovendo o diálogo interdisciplinar, fator que propiciaria o enriquecimento da temática e o aprofundamento necessário para sua evolução teórica, metodológica e aplicada.

#EstudosDeUsuários

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/52225

Facetas da Ciência Aberta e a publicação científica na América Latina / Transinformação

Facetas da Ciência Aberta e a publicação científica na América Latina / Transinformação

(…) busca-se investigar a apropriação das facetas de Ciência Aberta pelos países latino-americanos e campos do conhecimento, além de comparar as características de sua indexação entre uma base de dados regional e uma internacional. Com uma abordagem metodológica descritiva, documental-bibliográfica e quantitativa, o universo da pesquisa é composto por 1.687 artigos científicos com ao menos uma autoria afiliada a instituições latino-americanas indexados nas bases de dados Scientific Electronic Library Online e Web of Science. Com relação às temáticas de Ciência Aberta, a faceta de Ciência Cidadã foi a mais encontrada no corpus (28,47%), seguida por Acesso Aberto (23,47%). O próprio termo “Ciência Aberta” concentra apenas 9% do quantitativo analisado. Observando as facetas de Ciência Aberta com relação aos campos do conhecimento, Tecnologia (32,62%) e Ciências da Vida & Biomedicina (31,68%) são os destaques. Ao analisar as bases separadamente, Web of Science indexa artigos, principalmente, da faceta de Ciência Cidadã e Scientific Electronic Library Online de Acesso Aberto.

#CiênciaAberta #AméricaLatina

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202537e2515048

Bibliotecas Escolares no Rio Grande do Norte: do diagnóstico para os caminhos da mudança, por Gabrielle Tanus / Divulga-CI

Bibliotecas Escolares no Rio Grande do Norte: do diagnóstico para os caminhos da mudança, por Gabrielle Tanus / Divulga-CI

“A atualização da lei da universalização das bibliotecas escolares pela Lei Federal nº 14.837/2024 reforça, novamente, a obrigatoriedade desse equipamento nas escolas sejam públicas ou privadas. O respeito à profissão de bibliotecário é algo que precisa ser cumprido em todo território brasileiro, que conclama inclusive a valorização da profissão. “pondera a pesquisadora Profa. Dra. Gabrielle Tanus, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

#BibliotecasEscolares

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-9-set-2025/bibliotecas-escolares-no-rio-grande-do-norte-do-diagnostico-para-os-caminhos-da-mudanca-por-gabrielle-tanus/

O peso da desigualdade / Pesquisa Fapesp

O peso da desigualdade / Pesquisa Fapesp

Estudo publicado na revista PLOS Biology por um grupo internacional de pesquisadores mostrou como o gênero, o idioma e a origem econômica dos cientistas afetam, de forma combinada, sua capacidade de publicar trabalhos científicos. Ser mulher está associado a uma redução de até 45% no número de papers publicados em inglês na comparação com os homens. Já o efeito cumulativo de ser mulher, não falante nativa de inglês e de viver em um país de baixa renda leva a uma redução de até 70% na produção científica, em comparação aos homens falantes nativos de inglês de nações de alta renda.

“As mulheres recebem menos citações, ganham menos bolsas e têm menor probabilidade de se envolver em colaborações do que os homens. Elas também são mais propensas a interromper a carreira para cuidar de crianças”, escreveu o primeiro autor do estudo, o biólogo japonês Tatsuya Amano, pesquisador do Centro de Ciências de Biodiversidade e Conservação da Universidade de Queensland em Brisbane, Austrália, em texto publicado no site The Wire.

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-peso-da-desigualdade/

O que afasta os jovens do ensino superior?  / Jornal da Universidade

O que afasta os jovens do ensino superior?  / Jornal da Universidade

Talvez “desinteresse” não seja a palavra certa, mas é fato que a porcentagem de jovens que ocupam o ensino superior é consideravelmente baixa. Segundo o Censo da Educação Superior de 2023, apenas 21,6% dos jovens entre 18 e 24 anos estão nas universidades. O doutorando no Programa de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular João Vitor Borowski frequenta os espaços da UFRGS há sete anos, desde que iniciou a graduação, e percebe um esvaziamento das salas de aula: “Antes tinha 50 alunos numa sala, agora tem 30. Algumas aulas que são mais para frente no curso têm cinco alunos e antes tinham 15, 20”.

De maneira geral, o número de matrículas no ensino superior tem crescido. Em 2014 o número total era de 7,8 milhões e subiu para 10,2 milhões em 2024, de acordo com o Censo da Educação Superior. Apesar dessa crescente – provavelmente causada pelo grande crescimento do ensino superior a distância –, os números ainda representam menos da metade da população brasileira acima dos 18 anos. De acordo com o Censo Demográfico de 2022, apenas 16,75% da população com 18 anos ou mais tem o ensino superior completo, enquanto 35,8% da população tem ensino médio completo ou ensino superior incompleto.

#EnsinoSuperior

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/o-que-afasta-os-jovens-do-ensino-superior/

Ricardo Galvão deixará presidência do CNPq para substituir Boulos na Câmara / Folha de S. Paulo

Ricardo Galvão deixará presidência do CNPq para substituir Boulos na Câmara / Folha deS. Paulo

Galvão assumiu o comando do CNPq em janeiro de 2023. A fundação tem como papel fomentar a pesquisa científica no país. Um exemplo de suas ações é o Conhecimento Brasil, programa que vai atender 567 pessoas, parte delas sendo repatriadas.

Filiado à Rede, o físico foi diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) de 2016 a 2019, quando foi exonerado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), que criticou publicamente o trabalho do Inpe.

#CNPq

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2025/10/ricardo-galvao-deixa-presidencia-do-cnpq-para-substituir-boulos-na-camara.shtml