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Acesso aberto em tempos de inteligência artificial / Soy Bibliotecario

Acesso aberto em tempos de inteligência artificial / Soy Bibliotecario

O acesso livre e aberto que oferece pode ser uma faca de dois gumes. Costumamos dizer que:
– Promove a ciência. Mas exige maior participação do usuário na exploração do conteúdo, pois, por estar acessível online, pode ter sido absorvido por outras informações geradas pela IA.
– Preservação digital. As mudanças que ocorrem nos sites, a perda de conteúdo, a expiração de domínios, o envelhecimento de formatos, a falta de manutenção, possíveis hacks e o próprio dinamismo da web realmente levam à perda de informações?

#AcessoAberto

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2025/10/acceso-abierto-en-tiempos-de.html

Usando a contribuição dos alunos para redesenhar a página da web “Perguntas frequentes” da biblioteca / The Reference Librarian

Usando a contribuição dos alunos para redesenhar a página da web “Perguntas frequentes” da biblioteca / The Reference Librarian

Os participantes foram apresentados a uma série de possíveis modelos de páginas Ask Us e perguntaram aonde eles iriam quando apresentados a cenários que cobriam tarefas comuns de pesquisa, questões de circulação, problemas de construção e recursos tecnológicos. Além disso, eles foram questionados sobre o que gostaram e não gostaram e o que acharam confuso. Os alunos preferiram uma página web simples, com cabeçalhos de seção claros, texto mínimo e informações de contato para pontos de serviço. Eles também queriam descrições breves de serviços com os quais não estavam familiarizados, como por que marcar uma consulta com um bibliotecário. Embora outros estudos tenham analisado a nomenclatura e os tipos de serviços disponíveis nas páginas Ask Us, este estudo é único em obter a opinião dos alunos sobre o design, o conteúdo e a linguagem usados ​​para descrever os serviços.

#ServiçosDeReferência

Disponível em: https://doi.org/10.1080/02763877.2025.2525800

IA em revisões sistemáticas: onde ela contribui e como pode ser bem utilizada? / BiblioGETAFE

IA em revisões sistemáticas: onde ela contribui e como pode ser bem utilizada? / BiblioGETAFE

Uma revisão de escopo (n=196 relatórios; 37 focados em LLMs) constatou que os LLMs já são utilizados em 10 das 13 etapas da RS (principalmente busca, seleção e extração). O GPT foi o LLM mais comum. Metade dos estudos classificou seu uso como promissor, um quarto como neutro e um quinto como pouco promissor. A busca foi, de longe, a etapa mais questionada; no RoB, a concordância com humanos foi apenas leve a aceitável (Lieberum JL et al., 2024).

#RevisãoSistemática #IA

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2025/10/22/ia-en-revisiones-sistematicas-donde-aporta-y-como-usarla-bien/

IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

O avanço da inteligência artificial (IA) generativa ameaça inflacionar a “economia do prestígio” na ciência, desafiando a autenticidade e a qualidade do texto como medida de sucesso para pesquisadores. Para o biólogo Helder Nakaya, pesquisador sênior do Einstein Hospital Israelita, a IA – capaz de gerar palavras e frases que fazem sentido – impacta diretamente a profissão de cientista, especialmente na execução de tarefas repetitivas e baseadas em dados.

#Ciência #IA

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/ia-na-ciencia-curiosidade-dos-cientistas-nao-sera-automatizada/

Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

A Escrita 2.0 inaugura a era em que pensar bem vale mais do que redigir bem.
Quanto mais automatizada a escrita, mais escassa se torna a originalidade.
O que separa o criador do repetidor é o tipo de prompt que cada um prepara.
A Escrita 2.0 exige menos dedos e mais discernimento.
Os textos do futuro não serão medidos pela forma, mas pela profundidade da inovação que provocam.
Originalidade é o novo capital simbólico da era pós-escrita.

#Escrita #IA

via Nepost

Disponível em: https://nepo.com.br/2025/10/14/escrever-ficou-facil-o-dificil-agora-e-ser-original/

Biblioteca na Escola e a Lei no 12.244/2010: mapeamento da produção científica e acadêmica, por Maria Lourdes Blatt Ohira / Divulga-CI

Biblioteca na Escola e a Lei no 12.244/2010: mapeamento da produção científica e acadêmica, por Maria Lourdes Blatt Ohira / Divulga-CI

“Dentre a produção científica analisada, destacamos duas ações realizadas pelo CFB, que foram inspiradas nas pesquisas analisadas no livro que são: a Campanha #SouBibliotecaEscolar (…) e a Resolução CFB Nº 220/2020, uma contribuição do Grupo de Pesquisa liderado pela professora Bernadete Campello da UFMG ao definir os parâmetros para organização e funcionamento das Bibliotecas Escolares.” recorda a pesquisadora Profa. Ms. Maria Lourdes Blatt Ohira.

#BibliotecasEscolares #Lei12244/2010

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-9-set-2025/biblioteca-na-escola-e-a-lei-no-12-244-2010-mapeamento-da-producao-cientifica-e-academica-por-maria-lourdes-blatt-ohira/

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Os diagnósticos arquivísticos realizados, revelaram a inexistência de políticas públicas de arquivos, descumprimento dos preceitos constitucionais e da legislação arquivística. Como resultado, apresenta-se um modelo de observatório de políticas públicas de arquivos, indicando seus elementos essenciais: conceituação, características, estruturas, formas de governança, processos, atores-chaves, produtos e serviços. Conclui-se que o observatório proposto é um agente de advocacy arquivística, em defesa do campo arquivístico que pode contribuir para influenciar o fomento à formação de agendas governamentais, a implementação, o monitoramento e avaliação de políticas públicas de arquivos nos municípios do Estado do Rio de Janeiro.

#Arquivos #PolíticasPúblicas

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/40515

Fundo Histórico de Ciência e Tecnologia / UPC

Fundo Histórico de Ciência e Tecnologia / UPC

A biblioteca da Coleção Histórica de Ciência e Tecnologia da Escola Superior de Engenharia Industrial de Barcelona contém cerca de 11.000 livros e 5.000 volumes de periódicos especializados em ciência e tecnologia, publicados entre o século XVI e 1950.

#FontesDeInformação #História #Ciência

Disponível em: https://upcommons.upc.edu/collections/5cd35ab7-8ad4-4eee-b79d-ed0cada1a7ef/browse/dateissued

Métricas que governam: da sociologia digital à avaliação responsável / CI Express

Métricas que governam: da sociologia digital à avaliação responsável / CI Express

Do ponto de vista sociológico, dados altmétricos são artefatos sociotécnicos: dependem de infraestruturas privadas, coleta automatizada, algoritmos opacos e sistemas de plataformas que não são neutras (Couldry; Mejias, 2019). A consequência é conhecida por quem atua no Brasil: uma nova camada de colonialidade algorítmica sobre o já desigual mercado global de atenção científica (Silveira et al.; 2025, Alperin, 2015; Vessuri; Guédon; Cetto, 2014).

Mas isso não implica descartar a altmetria. Pelo contrário: quando situada em princípios de avaliação responsável, ela pode complementar indicadores tradicionais, qualificar debates públicos e visibilizar impactos sociais, educacionais e midiáticos da pesquisa, especialmente em agendas locais e de interesse público.

#MediaçãoAlgorítmica #SociologiaDigital #Altmetria

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/m%C3%A9tricas-que-governam-da-sociologia-digital-%C3%A0-avalia%C3%A7%C3%A3o-respons%C3%A1vel

Relatório Mundial da UNESCO sobre Políticas Culturais. Cultura: a ODS ausente / UNESCO

Relatório Mundial da UNESCO sobre Políticas Culturais. Cultura: a ODS ausente / UNESCO

Da primeira Conferência Intergovernamental sobre Políticas Culturais da UNESCO, realizada em Veneza em 1970, à histórica MONDIACULT na Cidade do México em 1982, e à Década Mundial para o Desenvolvimento Cultural (1988-1997), o papel fundamental da cultura na formação do desenvolvimento humano tem sido repetidamente afirmado. No entanto, ao longo do tempo, à medida que o cenário político global evoluiu, trazendo consigo novas crises e complexidades, um crescente consenso global emergiu em torno da ideia de que os modelos de desenvolvimento dominantes, muitas vezes cegos às dimensões culturais, reforçaram as desigualdades, incluindo as de gênero, e colocaram o planeta em risco.

Nesse contexto, surgiu um novo impulso que reconhece que a cultura não é apenas um setor da sociedade, mas um sistema de significado, pertencimento, criatividade e cuidado. A cultura possibilita o multilateralismo diverso, incentiva ações climáticas sensíveis ao contexto, apoia uma transformação digital representativa e contribui para a igualdade de gênero e o crescimento econômico inclusivo. Sua integração ao desenvolvimento sustentável não é mais uma aspiração conceitual, mas uma necessidade prática.

#Cultura #PolíticasCulturais

Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000395708

“Há Sempre Dois Lados da História”: A Importância da Multiperspetiva na Construção do Pensamento Histórico / FLUP

“Há Sempre Dois Lados da História”: A Importância da Multiperspetiva na Construção do Pensamento Histórico / FLUP

Nas conclusões desta investigação, verifica-se que, de facto, o uso da multiperspetiva na sala de aula pode contribuir para a compreensão histórica dos estudantes uma vez que confrontados com vários pontos de vista sobre os mesmos acontecimentos, os alunos conseguem ter uma visão mais ampla da história. A multiperspetiva impulsiona ainda o espírito crítico e a empatia histórica, sendo o primeiro um objetivo definido pelo ministério da educação no Perfil de Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO).

#História

Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/169821

Publicada a Portaria que define os representantes de instituições no Grupo de Trabalho do Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares / CFB

Publicada a Portaria que define os representantes de instituições no Grupo de Trabalho do Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares / CFB

Entre as instituições representadas, o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) integra oficialmente o grupo com o seu vice-presidente e coordenador da Comissão de Bibliotecas Escolares, Hamilton Vieira de Oliveira (titular) e a Presidente do CRB-13, Leoneide Maria Brito Martins (suplente).

A participação do CFB reforça o compromisso da Biblioteconomia com o desenvolvimento de políticas estruturantes para o setor educacional. O Conselho tem atuado de forma colaborativa junto ao MEC e demais entidades parceiras, para consolidar a presença da biblioteca escolar como componente essencial da educação básica, em diálogo com o Plano Nacional de Educação (PNE) e a PNLE.

#BibliotecasEscolares #PNLE #CFB

via CFB

Disponível em: https://cfb.org.br/noticias/publicada-a-portaria-que-define-os-representantes-de-instituicoes-no-grupo-de-trabalho-do-sistema-nacional-de-bibliotecas-escolares/