O Índice SciPer contém entradas para mais de 14.000 artigos e referências a mais de 6.000 indivíduos e 2.500 publicações.
‘Os pesquisadores não só podem localizar relatórios de palestras de Michael Faraday ou resenhas de A Origem das Espécies, de Charles Darwin, como também descobrir referências aos seus tópicos científicos favoritos enterradas em contos, poemas satíricos, relatos de viagem e artigos sobre outras áreas não relacionadas… Não há dúvida de que o índice eletrônico será muito útil…’ Aileen Fyfe, Nature.
A IA e as mídias sociais estão por toda parte na vida dos adolescentes. Elas podem impactar as habilidades cognitivas? / CBC
Embora ele tenha dito que é muito cedo para dizer se o ChatGPT e similares impactaram as mentes jovens ou as capacidades de aprendizagem, seus alunos, no entanto, compartilharam que se sentem “mais preguiçosos agora porque sabem que podem pegar atalhos com a IA”, disse ele.
Se mais estudantes recorrerem ao GenAI para escrever, Heng Hartse se preocupa com o achatamento das opiniões, já que menos estudantes praticam a expressão de suas vozes únicas, o que ele considera o objetivo principal de aprender a escrever, ler textos e construir argumentos para apoiar seus pontos de vista.
O Supremo Tribunal Federal (STF) lança na quinta-feira (18) a Desinfoteca – acervo digital com trabalhos e pesquisas sobre fenômenos da internet, como a desinformação, e seus impactos nos direitos fundamentais. A iniciativa será apresentada durante o Seminário Nacional “Prioridade Absoluta: Diálogos pela Infância e Adolescência Seguras no Ambiente Digital”.
Fruto de parceria entre o Programa de Combate à Desinformação e a Biblioteca do STF, a plataforma poderá ser acessada pelos sites de ambos os serviços. O objetivo é oferecer uma fonte confiável de conhecimento, útil tanto para subsidiar as equipes internas do tribunal quanto para enriquecer o debate público sobre temas jurídicos e sociais.
Negacionismo científico cresce nos EUA, mas no Brasil instituições avançam em pesquisa e no combate à desinformação / The Conversation
A ciência e a educação são as melhores barreiras contra o negacionismo e a mediocridade. Ao investir em pesquisa, formação de profissionais qualificados e inovação tecnológica, o Brasil se blinda contra discursos que descredibilizam o conhecimento científico e constrói um futuro mais seguro e saudável para todos.
Mediação da informação na educação profissional e tecnologica da Bahia: das dimensões dialógica , formativa, estética , ética e politica em Henriette Gomes á pedagogia de autonomia de Paulo Freire / PPGCI – UFBA
Como resultado da pesquisa, os dados revelam um corpo docente qualificado, engajado e comprometido com práticas pedagógicas que visam promover a mediação da informação em suas várias dimensões, propiciando uma educação técnica e humanística necessária à formação de cidadãos conscientes e capazes de se tornarem agentes de transformação social. Contudo, ainda há desafios a serem superados, em especial com relação ao engajamento dos alunos no processo formativo, subutilização da biblioteca e a necessidade de uma maior conscientização do corpo docente quanto a importância da formação integral dos educandos para além da formação técnica.
Árvores, livros e símbolos que atravessam séculos / Caçadora de ex-Libris
Você sabia que a árvore é um dos elementos mais recorrentes na iconografia dos ex-líbris? Muitas vezes aparece ligada ao sobrenome do proprietário, como no meu caso, em que um pinheiro ( Komatsu = “pequeno pinheiro”, em japonês) se tornou a imagem escolhida para o meu ex-líbris. Mas a árvore vai muito além da herança familiar: ela simboliza força, resistência, estabilidade e também a ligação entre o céu e a terra.
Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow
Você, como divulgador científico — e muitas vezes também como cientista — já parou para pensar na verificação desses números apresentados pelas plataformas digitais do palestrante super “hypado” que você escolheu — aqueles que associamos a relevância e credibilidade — correspondem de fato à realidade?
Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável?
E, mais importante: qual é a nossa responsabilidade como divulgadores de ciência ao perpetuar influencers e conteúdos cuja base de relevância e credibilidade não pode ser conferida ou devidamente embasada?
ScriptLattes: Grafos de colaborações entre os docentes da ECA / Biblioteca da ECA – USP
O ScriptLattes é uma ferramenta para visualização de dados relativos à produção científica de pesquisadores com atuação no Brasil. A partir da plataforma Lattes do CNPq, é possível extrair:
(1) produções bibliográficas, (2) produções técnicas, (3) produções artísticas, (4) orientações, (5) projetos de pesquisa, (6) prêmios e títulos, e (7) grafo de colaborações de um conjunto de pesquisadores cadastrados na plataforma Lattes. Associações de Qualis para as produções acadêmicas publicadas em Congressos e Revistas também são considerados (scriptLattes, 2025)
Datalogação: avaliação de ferramentas de inteligência artificial para automatizar a catalogação de livros / Infonomy
Esta pesquisa analisa o impacto no tempo, custos, qualidade e quantidade de livros catalogados usando aplicativos de inteligência artificial como ChatGPT 3.5, ChatGPT 4.0, Gemini e Copilot em comparação com a catalogação realizada por um catalogador especialista. Os livros selecionados foram três best-sellers e duas obras de primeira linha selecionadas pela equipe do Sistema de Bibliotecas da Universidade Distrital Francisco José de Caldas. Os resultados nos permitiram inferir que o processo médio de catalogação usando aplicativos que usam o Large Language Model é 183 vezes mais rápido, o custo salarial de um catalogador é 64 vezes mais caro do que a IA, e a IA pode catalogar 187 vezes mais livros do que um catalogador.
O número médio de palavras por frase nos best-sellers cai para menos da metade (1931–2025) / Universo Abierto
A imagem é de um gráfico publicado pela revista The Economist sob o título “Get to the Point” (Vá direto ao ponto), que analisa a evolução do comprimento médio das frases em livros populares ao longo de quase um século. O eixo horizontal representa os anos, de 1931 até o presente, e o eixo vertical mostra o número médio de palavras por frase em obras que apareceram na lista de best-sellers do New York Times. Os pontos laranja dispersos correspondem a obras individuais, enquanto a linha vermelha representa a tendência geral ao longo desse período.
A primeira coisa que se destaca é uma clara tendência de queda: nas décadas de 1930 e 1940, as frases em livros best-sellers continham, em média, de 20 a 25 palavras, e mesmo casos como Frenchman’s Creek, de Daphne du Maurier, ultrapassaram 30 palavras por frase. No entanto, à medida que as décadas avançam, observa-se uma redução progressiva na complexidade sintática. A partir da década de 1990 e especialmente no século XXI, a média caiu significativamente para uma faixa mais próxima de 12 ou 15 palavras por frase, com exemplos recentes como It Ends With Us, de Colleen Hoover, em que a média é de apenas 10 palavras.
O poder da contação de histórias em hospitais / InfoHome
Você já reparou que tem palavras que combinam? Café combina com pão de queijo, formiga com açúcar e criança com brincadeira. Além de brincadeira, criança combina com escola, parque, risada, cores e curiosidade. A palavra infância casa bem com tudo que esbanja alegria e energia! Mas nem só de palavras que combinam decorre a vida. Às vezes esbarramos com palavras que desafiam a harmonia de uma frase e até a harmonia de uma vida. É o caso das palavras criança e hospital, criança e internação, criança e doença.
Por si só, a internação já impõe uma série de restrições. Quando falamos da internação de uma criança, a situação é ainda mais delicada, afinal os pequenos ainda estão aprendendo a ler o mundo. Por que estão ali? O que é estar doente? São alguns questionamentos que podem surgir. Diante desse cenário, nascem iniciativas para tornar a estadia no hospital menos dura para elas. Uma dessas práticas é a contação de histórias em hospitais, que amenizam as tristezas e as dores e tornam momentos difíceis um pouquinho mais leves.
O que é extrativismo de dados e o que a cultura brasileira tem a ver com isso / Folha de S. Paulo
A diversidade e a abundância da produção cultural brasileira fazem do país um pote de ouro para as ferramentas de treinamento da IA generativa. Reportagem da Folha mostrou que pelo menos três empresas de americanas usaram livros de autores brasileiros para treinar seus sistemas sem pedir autorização ou pagar por isso, apelando a cópias piratas que circulam na internet. Pesquisadores da área chamam isso de extrativismo de dados.
Por outro lado, o Brasil está longe de ser líder na produção tecnológica de IA. Apesar de sermos líderes na América Latina, a comparação com Estados Unidos, Europa e China é desproporcional.
“Se a gente não tem uma indústria de IA nacional robusta e também tem exploração das obras brasileiras sem remuneração, estamos numa situação de perde-perde”, diz Mariana Valente, diretora do InternetLab, que pondera que ter acesso à tecnologia é, sim, uma vantagem, mas uma vantagem muito limitada da perspectiva de autonomia econômica e tecnológica.
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