Google Scholar Metrics e um breve panorama das revistas de Ciência da Informação em 2025 / CI Express
No ranking de 2025, da área de Ciência da Informação e afins, as dez revistas mais bem posicionadas no Índice H5 foram: Encontros Bibli (15) Liinc em Revista (14) Perspectivas em Ciência da Informação (14) Transinformação (12)
Ao menos 770 publicações acadêmicas usaram IA sem sinalizar / Núcleo
O pesquisador Alex Glynn, da Universidade de Lousville, mantém o Academ-AI, um acompanhamento independente de casos de uso não-sinalizado de IA em periódicos, conferências e capítulos de livros. Ele diagnosticou que cerca de um quinto das publicações da área de ciência da computação contêm algum uso não-sinalizado de IA.
A grande maioria dos artigos não chegou a sofrer retratações ou correções por parte de seus publicadores – e as correções chegaram a levar até 274 dias para acontecer nos poucos casos em que houve correção, segundo análise de Glynn.
O que a universidade tem a aprender com povos indígenas e quilombolas? / Jornal da USP
Os saberes das comunidades indígenas e quilombolas carregam uma riqueza cultural e epistemológica capazes de transformar o ensino superior brasileiro. Apesar de sua relevância, continuam frequentemente marginalizados em currículos marcados pela hegemonia de saberes eurocêntricos. Hoje o desafio é abrir espaço para que esses povos se tornem protagonistas na universidade. Quem começa explicando é a professora Mille Rodrigues, da Faculdade de Educação da USP.
Brasil precisa voltar a valorizar a formação de mestres e doutores / The Conversation
A ciência brasileira é construída sobre o trabalho árduo, a dedicação e o talento desses estudantes. Negar-lhes condições mínimas para desenvolverem suas pesquisas é um retrocesso que ameaça o futuro da nossa produção científica e tecnológica. O movimento de greve não é um ato de paralisação, mas sim um grito por reconhecimento e valorização. É um pedido urgente para que o governo e a sociedade olhem para a ciência como um investimento essencial, e não como um gasto.
A defesa dos pós-graduandos é, em essência, a defesa da ciência brasileira. É a defesa do futuro do nosso país. Ao investirmos adequadamente em nossos pesquisadores, garantimos que o Brasil continue a prosperar em conhecimento, inovação e desenvolvimento social.
Editorial: Mulher – memória do mundo, por Luciana Nabuco Entrevista: Camila Furtado, Fábio Melo Júnior, Jéssica Matos Barreto e Lívia Ferreira Perspectiva: Fabyola Madeira e Rafael Ademir Oliveira de Andrade Inovação: “Rede Moara”, por Bernardo Dionízio Vechi, Rebeca dos Santos de Moura e Milton Shintaku Pesquisas: “Levantamento histórico das Bibliotecas Públicas na Bahia: contexto, desafios e potencial sociocultural” e “Roda de capoeira do Chafariz da Redenção: inclusão social e valorização da cultura negra” Na foto: Vista da Biblioteca da Universidade Federal de São Carlos – Campus Sorocaba. Fotografia: Milena Polsinelli Rubi
A profissão está desaparecendo? / Soy Bibliotecario
Habilidades digitais, tecnologias de energia renovável e conhecimento em IA serão cruciais para aqueles que atualmente trabalham em setores que devem entrar em declínio. Talvez tenhamos que nos adaptar a essas novas realidades, que exigirão habilidades que atualmente não estão tão bem desenvolvidas, como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas, trabalho em equipe e capacidade de aprender e se adaptar a coisas novas.
Chamamento para o reconhecimento de práticas inclusivas em bibliotecas / FEBAB
A iniciativa busca reconhecer práticas — projetos e/ou atividades — desenvolvidas por bibliotecas que promovam as oito categorias de acessibilidade (arquitetônica, mobiliário e equipamentos, comunicacional, informacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal) descritas no checklist elaborado pela FEBAB disponível pelo https://www.acoesfebab.com/checkliston
As ações devem ter como finalidade garantir os direitos de pessoas com deficiência, definidas na Lei n. 13.146/2015 como aquelas com “impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”.(**)
Nos últimos doze anos, os planos de gerenciamento de dados se tornaram uma característica regular de solicitações de financiamento governamentais e privadas. Dessa forma, humanistas digitais e administradores de coleções de patrimônio cultural digital se acostumaram a articular um plano concreto para administrar seus dados além do desenvolvimento básico do projeto. No entanto, os produtos desse trabalho têm sido frequentemente heterogêneos e difíceis para outros acadêmicos trabalharem. A adesão aos princípios FAIR ajuda a suavizar as arestas dessa heterogeneidade e a aumentar a probabilidade de reutilização de dados. Os princípios “atuam como um guia para publicadores e administradores de dados para ajudá-los a avaliar se suas escolhas específicas de implementação estão tornando seus artefatos de pesquisa digital Encontráveis, Acessíveis, Interoperáveis e Reutilizáveis”.
Software Livre como Política Pública para as Unidades de Informação / Daniel Flores
Vantagens do Software Livre nas UIs – Autonomia tecnológica e soberania informacional; – Redução de custos com licenciamento; – Auditorias e segurança de código; – Maior aderência aos princípios da transparência pública; – Comunidade ativa de desenvolvedores e suporte técnico colaborativo; – Possibilidade de personalização para contextos arquivísticos, biblioteconômicos e museológicos.
O racismo estrutural por trás da intolerância religiosa no Brasil e o silêncio da mídia / Observatório de Imprensa
O Brasil se orgulha de sua diversidade cultural e religiosa, celebrada em festas e rituais que atraem milhões de pessoas e movimentam a economia. No entanto, essa pluralidade só é acolhida como legítima quando enquadrada em repertórios aceitos pelas instituições dominantes. Cabe à imprensa questionar esses limites e denunciar práticas que transformam a diversidade em motivo de exclusão.
Ao noticiar episódios como o de Sérgio Pererê, o jornalismo tem a responsabilidade de ir além da superfície da “polêmica”. É preciso contextualizar historicamente a intolerância religiosa e mostrar como ela está vinculada ao racismo estrutural. Do contrário, a cobertura corre o risco de naturalizar injustiças e legitimar narrativas conservadoras.
Biblioteca na escola: um debate no parlamento catarinense para cumprimento da lei 12.244/2010 – uma causa, uma forma de luta e perspectivas / RBBD
é preciso discutir políticas públicas voltadas à biblioteca escolar, para garanti-la, com qualidade, aos estudantes. Em nome dessa causa, é urgente estreitar diálogos e estabelecer alianças entre instituições, gestores e profissionais. A audiência pública indicou caminhos possíveis para tal. A formação de Grupos de Trabalho pautados nas proposições apresentadas, é um deles.
A IFLA, International Federation of Library Associations and Institutions, cujas orientações, de um modo geral, determinam o que se passa no mundo das bibliotecas, é parceira das Nações Unidas e participa nas Conferências sobre Mudanças Climáticas (COP) para relatar o papel e os progressos das bibliotecas na ação climática e reforçar a ligação das bibliotecas às universidades para que alarguem e aprofundem a criação e o acesso ao conhecimento sobre a crise e a ação climática.
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