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Documentos em braille e documentos digitais acessíveis: convergências e divergências no desenvolvimento de coleções inclusivas na Universidade Federal de Pernambuco / PPGCI – UFPE

Documentos em braille e documentos digitais acessíveis: convergências e divergências no desenvolvimento de coleções inclusivas na Universidade Federal de Pernambuco / PPGCI – UFPE

Como resultados trabalhou-se a caracterização das duas tipologias documentais; identificou-se as diretrizes de produção, gestão e disponibilização dos documentos; análise comparativa das vantagens e limitações das duas tipologias documentais e o crescimento da coleção de livros em braille e documentos digitais acessíveis da UFPE. Conclui que, apesar das duas tipologias documentais apresentarem especificidades e utilizarem suportes, tecnologias e modos de leitura distintos, ambas convergem para garantir o direito à informação, à educação e à participação social das pessoas com deficiência visual.

#Acessibilidade #Braille

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64719

Dançar com livros / Leitura e Contexto

Dançar com livros / Leitura e Contexto

Dançar com livros pode ser um momento leve e despreocupado em relação ao aprendizado ou à leitura. Ao invés de uma postura rígida e formal, a pessoa estaria aberta à exploração e à expressão pessoal, “dançando” com o conhecimento de forma mais livre e intuitiva.

Por outro lado, pode-se interpretar como uma forma de interagir ativamente com o conteúdo do livro, não apenas lendo-o passivamente, mas “dançando” com ele, ou seja, explorando diferentes perspectivas, relacionando o conteúdo com outras áreas do conhecimento e aplicando-o de maneira criativa.

#Leitura #Livros

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/07/dancar-com-livros.html

Por que muita gente deixou de postar nas redes sociais / BBC

Por que muita gente deixou de postar nas redes sociais / BBC

Kay: Você acha que chegaremos a um mundo de postagens zero, onde pessoas como eu e você simplesmente não postamos mais online?

Chayka: Acho que sim. Acho que irá chegar mais cedo do que esperamos, simplesmente porque não há mais incentivo para fazer postagens. Por que postar as suas selfies ou seu café da manhã se ninguém presta atenção, se você não atinge seus amigos e simplesmente concorre com todo esse lixo remoto abstraído que há por aí? Talvez as redes sociais fossem, de certa forma, essa aberração ou fuga. E essa ideia de que toda pessoa normal deve compartilhar sua vida em público era meio que falsa desde o princípio. Agora, estamos acordando um pouco e vendo os danos que aquilo causou. E mudando um pouco os nossos hábitos.

#MídiasSociais

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c93k3n891n9o

De meme a garota-propaganda: o que o marketing pode aprender com Marisa Maiô / Exame

De meme a garota-propaganda: o que o marketing pode aprender com Marisa Maiô / Exame

O sucesso de Marisa não está apenas no roteiro afiado, mas também na habilidade de refletir o comportamento de uma audiência que valoriza autenticidade, ironia e referências culturais compartilhadas.

Ela acerta na linguagem e no humor ácido, entregando uma experiência que dialoga com a memória afetiva do público.

#Marketing #Memes

via Exame

Disponível em: https://exame.com/negocios/de-meme-a-garota-propaganda-o-que-o-marketing-pode-aprender-com-marisa-maio-2/

Feminicídio: quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil / CNN

Feminicídio: quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasill / CNN

O Mapa da Segurança Pública, divulgado pelo Governo Federal, mostra que a cada 100 mil mulheres, 1,34 caso foi registrado. Este número se manteve pelo segundo ano consecutivo. Rio de Janeiro e São Paulo são as cidades com maior quantidade de vítimas no período.

Desde 2020, verifica-se um crescimento gradual no número absoluto de feminicídios no país. Os dados apontam 1.355 vítimas em 2020, 1.359 em 2021, 1.451 em 2022, 1.449 em 2023 e 1.459 em 2024.

#Feminicídio

via CNN

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/feminicidio-quatro-mulheres-sao-assassinadas-por-dia-no-brasil/

O ranking definitivo das tecnologias de leitura / LitHub

O ranking definitivo das tecnologias de leitura / LitHub

Na semana passada, uma startup do Vale do Silício anunciou um novo tipo de leitor eletrônico que você pode usar no rosto. A empresa Sol Reader está criando livros que são óculos, descritos como “um dispositivo de leitura eletrônica vestível que se assemelha a um par de óculos de sol pretos, com um par de telas de tinta eletrônica embutidas onde as lentes poderiam estar”. Talvez seja porque eu não costumo ler deitado de costas com os braços ao lado do corpo, mas não vejo muita utilidade nesses óculos de leitura. Como muitas coisas tecnológicas ultimamente, isso parece uma solução em busca de um problema.

Como esses novos óculos se comparam a todas as outras tecnologias que já temos para acessar texto? Aqui está meu ranking definitivo de maneiras de inserir texto no seu cérebro.

#LeituraEscritaECultura #HistóriaDaLeitura

Disponível em: https://lithub.com/the-definitive-ranking-of-reading-technologies/

As práticas informacionais de mães atípicas : as informações manifestadas no perfil Somos Colo de Mãe / PPGCI – UFRGS

As práticas informacionais de mães atípicas : as informações manifestadas no perfil Somos Colo de Mãe / PPGCI – UFRGS

Os resultados concluem que as práticas informacionais das mães atípicas no Instagram se pautam a partir do compartilhamento de informações. O conceito de resiliência informacional engloba todo o processo de como as mães lidam com a informação, como elas navegam pelo complexo ambiente informacional, desde a ruptura inicial e as barreiras emocionais até o desenvolvimento de práticas informacionais que lhes permitem encontrar apoio, orientação e ressignificar suas experiências.

#PráticasInformacionais #MaternidadeAtípica #ResiliênciaInformacional

Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/294352

Organizar e catalogar uma coleção pessoal com foco na visibilidade: o caso da coleção pessoal Nélida Piñon / RIBE

Organizar e catalogar uma coleção pessoal com foco na visibilidade: o caso da coleção pessoal Nélida Piñon / RIBE

As coleções pessoais costumam passar despercebidas dentro dos acervos de arquivos e bibliotecas. Este trabalho tem por objetivo apresentar um relato de experiência sobre os procedimentos técnicos da catalogação da Coleção Pessoal Nélida Piñon, que reúne obras doadas pela autora ao Instituto Cervantes do Rio de Janeiro. Em vários encontros, durante o processo de doação, a escritora relatou à equipe bibliotecária da instituição as obras e temas de sua predileção. A seu pedido expresso, foi criada a seção Galicia de Nélida, que reúne as obras colecionadas em vida sobre língua, cultura e literatura da Galiza, em homenagem às suas origens galegas. Quando do início da catalogação, constatou-se a necessidade de dar visibilidade aos temas de sua preferência e de relevância para os estudos e investigações sobre a sua vida e obra literária.

#BibliotecasPessoais #GestãoDeBibliotecas #ColeçõesPessoais

Disponível em: https://revistas.ucm.es/index.php/RIBE/article/view/101903

Conexão Atlândica: branquitude, decolonialitude e educomunicação em discursos de docentes de Joanesburgo, de Maputo e de São Paulo / PPGCI – USP

Conexão Atlândica: branquitude, decolonialitude e educomunicação em discursos de docentes de Joanesburgo, de Maputo e de São Paulo / PPGCI – USP

A presente pesquisa, de natureza qualitava, invesga – com base em discursos de educadoras e de educadores das cidades de São Paulo, no Brasil; de Joanesburgo, na África do Sul; e de Maputo, em Moçambique -, em que medida e de que maneira a branquitude e as colonialidades estão presentes nas dinâmicas sociais, de ensino-aprendizagem e nos currículos das escolas públicas do ensino básico em que são docentes. (…) Entre os resultados obdos, destaca-se a definição de 31 categorias representavas da branquitude e das colonialidades presentes nas cosmovisões de brasileiras/os, moçambicanas/os e sul-africanas/os e, como consequência, na docência e nos sistemas de ensino locais. Além disso, foi empreendida discussão epistemológica em torno dos conceitos de decolonialitudes e de educomunidades (…).

#Decolonialidade #EduComunicação #Educação

Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27164/tde-08062022-110935/pt-br.php

Museus de ciência como espaços de educação não formal: o histórico de visitação pública e a apropriação social do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão / JCom

Museus de ciência como espaços de educação não formal: o histórico de visitação pública e a apropriação social do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão / JCom

Com relação aos objetivos que levam o público a explorar os museus de ciências, a análise do histórico do MBML, desde sua fundação em 1949 até os dias atuais, revela uma mudança no perfil e nas expectativas dos visitantes, bem como no posicionamento das gestões do MBML perante o assunto. Inicialmente, o museu atraía (ou permitia), principalmente, pesquisadores e acadêmicos, refletindo seu caráter institucional voltado para a produção de conhecimento científico. No entanto, ao longo das décadas, houve uma ampliação do público, que passou a incluir turistas, estudantes, famílias e entusiastas da natureza. No que diz respeito às visitas agendadas ao MBML, vemos o conhecimento da biodiversidade, a Mata Atlântica e sua conservação, a história e cultura de Santa Teresa, ações de educação ambiental e atividades de campo como os principais objetivos.

#Museus #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0802_2025_A03/

Perspectivas afrodiaspóricas em debate: etnoeducação, afrofeminismos e políticas públicas / CLASCO

Perspectivas afrodiaspóricas em debate: etnoeducação, afrofeminismos e políticas públicas / CLASCO

Este livro apresenta uma reflexão crítica sobre questões prementes que informam o campo dos estudos afrodescendentes e permanecem relevantes diante dos desafios da Segunda Década Internacional dos Afrodescendentes, proclamada pelas Nações Unidas para o período de 2025 a 2034, em um contexto marcado por uma crise global e pela emergência de uma terceira geração de direitos para os afrodescendentes, baseada em reparações históricas.

#QuestõesÉtnicoRaciais #EtnoEducação #Feminismo #PolíticasPúblicas

Disponível em: https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/253246

Classificação Decimal de Dewey (CDD) / Em Questão

Classificação Decimal de Dewey (CDD) / Em Questão

A Classificação Decimal de Dewey é atualmente o sistema de classificação bibliográfica mais amplamente utilizado no mundo. Este artigo apresenta as características básicas da DDC e as discute no contexto de suas alternativas e das pesquisas na área. Fornece uma breve visão geral de seu desenvolvimento histórico e aborda as questões teóricas e as críticas levantadas contra ela. Argumenta-se que há uma discrepância entre, de um lado, o sucesso mundial da Classificação Decimal de Dewey e, de outro, suas qualidades acadêmicas. Alguns dos problemas da DDC estão relacionados à filosofia de seu fundador, Melvil Dewey, caracterizada por um pragmatismo estreito que enfatiza a função de “marcar e estacionar” em detrimento do acompanhamento do desenvolvimento do conhecimento.

(Artigo bacana para usar em sala de aula, só falta tradução para o português)

#CDD

Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/145068