Mapeando a biblioteconomia crítica na Ciência da Informação: uma revisão de escopo / Journal of Librarianship and Information Science

Mapeando a biblioteconomia crítica na Ciência da Informação: uma revisão de escopo / Journal of Librarianship and Information Science

Este artigo apresenta uma revisão de escopo e uma análise bibliométrica da biblioteconomia crítica no âmbito da Ciência da Informação e Biblioteconomia (CIB). Embora o interesse pela biblioteconomia crítica tenha crescido, a pesquisa existente permanece fragmentada e fortemente concentrada no Norte Global. Utilizando a estrutura de Arksey e O’Malley e o PRISMA, identificamos 86 artigos em periódicos com revisão por pares, publicados entre 2006 e 2025. A coocorrência de palavras-chave e o mapeamento da rede de citações foram realizados utilizando o VOSviewer. Três temas emergiram: pedagogia e letramento informacional, que estão bem estabelecidos; crítica estrutural e decolonial, que está emergindo, mas ainda não consolidada; e prática instrucional com foco em questões raciais, que permanece limitada. A revisão destaca uma distribuição restrita de autoria e produção acadêmica, amplamente centrada na América do Norte, com mínima representação do Sul Global.

#Biblioteconomia #Decolonialidades

Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/09610006251393721?mi=ehikzz

Intersecção entre a vulnerabilidade informacional e a decolonialidade na Ciência da Informação Brasileira / RDBCI

Intersecção entre a vulnerabilidade informacional e a decolonialidade na Ciência da Informação Brasileira / RDBCI

O capitalismo afeta grupos em vulnerabilidade informacional, em decorrência do passado colonial/escravagista do Brasil. Nesse aspecto, a decolonialidade possibilita que grupos em vulnerabilidade informacional que vivenciam as consequências de um passado escravagista/colonialista, superem situações excludentes e despertem sua força.  Conclusão: Buscamos responder quais as intersecções e possíveis contribuições teóricas e conceituais da decolonialidade frente à Ciência da Informação com enfoque na vulnerabilidade informacional. 

#Decolonialidade #VulnerabilidadeInformacional

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8678692

Verbetes feministas antirracistas decoloniais / Livros Abertos da USP

Verbetes feministas antirracistas decoloniais / Livros Abertos da USP

O presente livro é resultado de um processo iniciado nas discussões da disciplina Feminismos e Teoria Crítica, ofertada no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo. Decorrência de uma construção coletiva da turma, este trabalho surgiu em resposta a uma dupla necessidade, sintetizada como os dois objetivos da obra: por um lado, a ideia de propor um registro das discussões que possibilitasse a ampliação das interlocuções, com vistas a evitar que os debates ali iniciados restassem retidos no espaço da sala de aula; e por outro, para contribuir com a disseminação de discussões feministas, antirracistas e decoloniais contemporâneas.

#Dicionários #Feminismo #EducaçãoAntirracista #Decolonialidade

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1711

Conexão Atlândica: branquitude, decolonialitude e educomunicação em discursos de docentes de Joanesburgo, de Maputo e de São Paulo / PPGCI – USP

Conexão Atlândica: branquitude, decolonialitude e educomunicação em discursos de docentes de Joanesburgo, de Maputo e de São Paulo / PPGCI – USP

A presente pesquisa, de natureza qualitava, invesga – com base em discursos de educadoras e de educadores das cidades de São Paulo, no Brasil; de Joanesburgo, na África do Sul; e de Maputo, em Moçambique -, em que medida e de que maneira a branquitude e as colonialidades estão presentes nas dinâmicas sociais, de ensino-aprendizagem e nos currículos das escolas públicas do ensino básico em que são docentes. (…) Entre os resultados obdos, destaca-se a definição de 31 categorias representavas da branquitude e das colonialidades presentes nas cosmovisões de brasileiras/os, moçambicanas/os e sul-africanas/os e, como consequência, na docência e nos sistemas de ensino locais. Além disso, foi empreendida discussão epistemológica em torno dos conceitos de decolonialitudes e de educomunidades (…).

#Decolonialidade #EduComunicação #Educação

Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27164/tde-08062022-110935/pt-br.php

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGCI – UFAL

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGH – UFAL

Quanto às fontes históricas, trabalhamos nesta pesquisa com entrevistas, jornais, documentos oficiais, documentos produzidos por órgãos de apoio à causa indígena e buscamos intercâmbios entre a Antropologia e a História social e cultural, baseando-se na Teoria Decolonial (Seligmann-Silva, 2022), que, em conjunto com as outras epistemologias, consegue responder nossas questões, ou pelo menos chegar o mais próximo possível delas. As narrativas ao longo desta dissertação demonstram traços da nossa realidade de luta e adaptabilidades políticas, sociais e culturais no tempo presente enquanto indígenas pertencentes ao povo Xokó da Ilha de São Pedro/Caiçara, do Município de Porto da Folha, no Estado de Sergipe.

#PovosIndígenas #Decolonialidade

Disponível em: https://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/14951

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação / Divulga-CI

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação

Se “o futuro é ancestral”, como adverte Krenak (2022), a memória ancestral pode ser o ponto de partida que nos conecta, no presente, a um outro tempo-espaço. Isso significa que as narrativas indígenas, ao iluminarem o passado, nos direcionam e dão luz a um outro futuro possível. A voz do escritor, que hoje se potencializa pela disseminação notória de seus livros, prova como a escrita — assim como outras ferramentas — pode ser incorporada a favor de suas lutas.

#CulturaIndígena #Memória #Decolonialidade

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-4-abr-2025/narrativas-indigenas-um-caminho-decolonial-para-compreender-a-memoria-e-informacao-por-juliana-okawati/

Entrevista com Marilia Winkler sobre sua pesquisa que analisou como o tema “feminismo decolonial” aparece nos trabalhos da Ciência da Informação / Divulga-CI

Entrevista com Marilia Winkler sobre sua pesquisa que analisou como o tema “feminismo decolonial” aparece nos trabalhos da Ciência da Informação

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Marilia Winkler, mestra em Ciência da Informação da Universidade Federal de São Carlos e bibliotecária escolar no Colégio Elite, em Piracicaba (SP). Em sua pesquisa, Marilia considerou gênero e raça no contexto latino-americano, resultando na construção de uma rede semântica conceitual. Na entrevista, conheça o percurso, o processo de pesquisa e dicas da pesquisadora.

via Divulga-CI

#Entrevista #Feminismo #Decolonialidade

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-2-fev-2025/entrevista-com-marilia-winkler-sobre-sua-pesquisa-que-analisou-como-o-tema-feminismo-decolonial-aparece-nos-trabalhos-da-ciencia-da-informacao/

Fontes de informação alternativas / Logeion

Fontes de informação alternativas

Observou-se uma variedade de práticas de tradições orais dos entrevistados que são fontes de informação, a saber: as contações de histórias, as brincadeiras, a dança, a musicalidade e as artes marciais. Conclui-se que as práticas de tradição oral Griô podem ser utilizadas como fontes de informação em que a história e cultura local de uma comunidade são a gênese informacional, a partir das interações entre as pessoas.

#Oralidade #Decolonialidade #FontesDeInformação

Disponível em: https://revista.ibict.br/fiinf/article/view/7337

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação / TransInformação

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação

Como resultado, fica evidente que, ainda que atualmente, os registros dessas narrativas em suportes de informação, tais como os livros, tenham ganhado espaço e importância para essas comunidades – que os assumem como um meio de resistência e fortalecimento da memória – esses só adquirem sentido quando conectados à sua práxis. Com base nos materiais analisados, conclui-se que os sábios e sábias indígenas atuam como mediadores da informação, desempenhando um papel protagonista no processo de transmissão da sabedoria ancestral.

#Decolonialidade #Memória #PovosIndígenas

Disponível em: https://www.scielo.br/j/tinf/a/Xhd8Yhv8bQ7QjFFXwXrwPhs/?lang=pt

Perspectivas científicas africanas resistem à desvalorização e ao apagamento / Jornal da UFRGS

Perspectivas científicas africanas resistem à desvalorização e ao apagamento

Diante do longo processo de colonização, uma das estratégias para superá-lo é a educação, instrumento necessário para discutir, refletir e procurar soluções para transformar. Alan destaca que a forma como ensinamos e divulgamos as ciências, principalmente as ciências físicas, e as escolhas que são feitas (teóricas, metodológicas e epistemológicas), não são neutras. “Historicamente, no Brasil, elas têm deixado de lado as contribuições de povos que são parte importante para a nossa construção como país, como povos indígenas e negros. Nesse sentido, o racismo epistêmico (e a injustiça atrelada a ele), o apagamento e o silenciamento de outras formas de ser, saber, conhecer e fazer, são evidentes, fomentados por instituições científicas, escolares e de promoção da cultura científica em todos os níveis”, completa.

#Decolonialidade #Ciência #Africanidades #EpistemologiasNegraAfricanas

via Jornal da UFRGS

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/perspectivas-cientificas-africanas-resistem-a-desvalorizacao-e-ao-apagamento/

Da neutralidade à IA decolonial / ComCiência

Da neutralidade à IA decolonial

A perspectiva decolonial, embora tenha uma forte presença na América Latina, é um movimento intelectual e político que se estende muito além dessas fronteiras geográficas. Nascida das experiências e reflexões de pensadores latino-americanos como Aníbal Quijano, Walter Mignolo e Catherine Walsh, a teoria decolonial encontrou ressonância e contribuições significativas em outras partes do mundo. África, Ásia e mesmo em comunidades marginalizadas dentro do chamado “Norte Global” têm produzido importantes contribuições para o pensamento decolonial. Por exemplo, os trabalhos de Achille Mbembe em Camarões e África do Sul expandiram e enriqueceram o discurso decolonial.

#Decolonialidade

via ComCiência

Disponível em: https://www.comciencia.br/da-neutralidade-a-ia-decolonial/

A Decolonialidade no campo da Biblioteconomia

A Decolonialidade no campo da Biblioteconomia: a intersecção com a biblioteca universitária

Para se pensar em questões decoloniais nas bibliotecas universitárias é preciso entender e produzir um diagnóstico de diversas nuances relacionadas à colonialidade. A partir desse cenário, os profissionais bibliotecários conseguirão também trabalhar com o combate dessas questões, repensando suas atividades e práticas que,muitas vezes não são desenvolvidas em sala de aula, mas apresentadas constantemente no ambiente de trabalho.

#Decolonialidade #Diversidade #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://ojs.letras.up.pt/index.php/paginasaeb/article/view/13142