DICIONÁRIO para laboratórios cinematográficos / Preservação audiovisual
Achei esse texto colado num documento do word em meus arquivos. Ele foi tirado da lista de emails CINEMABRASIL, nos anos 2000, a partir de texto que se encontrava na página da internet da finada LABOCINE, laboratório carioca que fechou na década de 2010.
Plataforma DicWeb Indígena é lançada na UNIR / UNIR
Disponível no endereço dicweb.app e com acesso institucional pelo portal dicweb.unir.br, a Plataforma DicWeb Indígena foi desenvolvida para apoiar a criação, organização e publicação de dicionários digitais de línguas indígenas. A ferramenta permite que professores, estudantes, pesquisadores, sábios, lideranças e demais membros das comunidades indígenas atuem como autores de seus dicionários, registrando palavras, significados e conhecimentos linguísticos e culturais.
Segundo o coordenador Quesler Fagundes Camargos, a plataforma amplia o acesso aos conhecimentos linguísticos produzidos pelas comunidades indígenas e contribui para a preservação e o fortalecimento das línguas da Amazônia. “A DicWeb Indígena nasce com uma missão muito clara: transformar a tecnologia em instrumento de valorização, preservação e fortalecimento das línguas indígenas da Amazônia. Mais do que reunir dicionários digitais, a plataforma cria um espaço público, acessível e colaborativo para que os conhecimentos linguísticos produzidos pelas comunidades indígenas circulem, permaneçam vivos e possam ser utilizados pelas próprias comunidades, pelas escolas e pela sociedade. Cada palavra registrada ali é também um gesto de resistência, memória e futuro”, afirma.
Resgatando a história da Biblioteconomia brasileira, por Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos / Divulga-CI
“Espera-se que o DHB possa contribuir para um maior conhecimento das dificuldades e sucessos da Biblioteconomia no contexto brasileiro e que, ao mesmo tempo, possa estimular a produção de textos ligados à história das nossas bibliotecas, dos nossos bibliotecários e dos aspectos relacionados à leitura e dos usuários.” concluem os pesquisadores Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos, autores do “Dicionário histórico da Biblioteconomia”.
Dicionário kuikuro valoriza saber indígena e amplia preservação linguística no Brasil / Pesquisa Fapesp
Parceria entre instituições de pesquisa e comunidade registra vocabulário, cultura material e escrita alfabética desenvolvida por professores kuikuro desde os anos 1990.
O que é ‘slop’ e por que é a palavra do ano para o dicionário Merriam-Webster / Olhar Digital
O dicionário mais antigo dos Estados Unidos, Merriam-Webster, escolheu “slop” como a Palavra do Ano de 2025. O termo define conteúdo digital de baixa qualidade produzido em grande escala, geralmente com uso de inteligência artificial (IA).
É uma escolha que mira direto no excesso de textos, imagens, vídeos e áudios artificiais que passaram a ocupar feeds, buscas e plataformas ao longo do ano.
Segundo o dicionário, “slop” ajuda a nomear um fenômeno que todo mundo percebe, mesmo sem saber explicar direito: a sensação de que a internet ficou mais barulhenta, repetitiva e inflada por conteúdo gerado de maneira automatizada.
Dicionário histórico da Biblioteconomia / Portal de Livros de Acesso Aberto UNICAMP
O Dicionário Histórico da Biblioteconomia tem como objetivo fundamental definir, de forma clara, sucinta e simples, os termos mais utilizados pelos bibliotecários em suas tarefas cotidianas, visando facilitar a expansão de seus conhecimentos. A obra adota um critério de inclusão baseado no potencial uso dos termos ao longo do exercício profissional e inclui gírias e termos obsoletos, com remissivas para a terminologia de uso corrente. Com um escopo abrangente, a obra serve a um vasto público que inclui Bibliotecários, editores, livreiros, estudantes, pesquisadores e demais profissionais envolvidos na coleta, armazenamento, processamento, recuperação e difusão da informação, seja em formato tradicional ou digital, além dos Alunos de Biblioteconomia e todos os interessados na evolução histórica da disciplina.
Glossário Visual de Conservação: Um Guia de Danos Comuns em Papéis e Livros / Livros Abertos USP
A segunda edição do Glossário Visual de Conservação: Um Guia de Danos Comuns em Livros e Obras em Papel apresenta uma versão revista do trabalho de pesquisa de Camila Zanon Paglione, desenvolvido durante seu período de atuação no Laboratório de Conservação e Restauro da BBM. O livro reúne, de forma sintética e ilustrada, os principais tipos de danos observados em livros e documentos, compondo um glossário que apoia o trabalho cotidiano de conservadores e restauradores. Esta nova edição aprimora o conteúdo originalmente publicado, oferecendo maior precisão e clareza nas definições e imagens apresentadas.
Verbetes feministas antirracistas decoloniais / Livros Abertos da USP
O presente livro é resultado de um processo iniciado nas discussões da disciplina Feminismos e Teoria Crítica, ofertada no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade de São Paulo. Decorrência de uma construção coletiva da turma, este trabalho surgiu em resposta a uma dupla necessidade, sintetizada como os dois objetivos da obra: por um lado, a ideia de propor um registro das discussões que possibilitasse a ampliação das interlocuções, com vistas a evitar que os debates ali iniciados restassem retidos no espaço da sala de aula; e por outro, para contribuir com a disseminação de discussões feministas, antirracistas e decoloniais contemporâneas.
Cambridge Dictionary adiciona “skibidi”, “delulu” e “tradwife” (e a culpa é do TikTok) / B9
A sacada é que o Cambridge usa um corpus de 2 bilhões de palavras para identificar termos com uso real e consistente. Não é modinha de uma semana – é linguagem que já se estabeleceu.
A real? É o reconhecimento oficial de que a internet não está só mudando como nos comunicamos – está reescrevendo as regras do próprio idioma. Quando um dicionário britânico centenário aceita “skibidi”, a batalha cultural acabou. Gen Z e Gen Alpha venceram.
Como o Aurélio se tornou sinônimo de dicionário nos 50 anos desde a publicação
O Aurélio, que está completando meio século, não só virou sinônimo brasileiro de dicionário como carrega o orgulho de ter, nas suas variadas edições, vendido nada menos de 15 milhões de exemplares até o fim do contrato com a editora Nova Fronteira, em 2003. De modo geral, só a Bíblia atinge patamares assim. No período desde então, porém —quase metade da sua vida—, o jogo mudou por completo. O parabéns-pra-você entoado na festa dos 50 anos soa meio desenxabido diante da constatação de que os dias de glória passaram.
Não é que o Aurélio, lexicográfica e editorialmente desafiado em 2001 pelo Houaiss, tenha perdido espaço. Todos perderam. O mundo é outro.
Dicionário de metodologia da pesquisa científica: contribuições para a produção do conhecimento científico
O dicionário servirá como um canal para abrir a compreensão da metodologia da pesquisa científica. Nosso objetivo é expor aos amantes da pesquisa, de uma forma mais simples e atrativa, tudo o que se refere a métodos e técnicas de pesquisa. Em outras palavras, nosso propósito se resume a guiar nossos colegas em uma caminhada mais ordenada e lógica pelo maravilhoso mundo da pesquisa. Acreditamos ter escrito tudo o que um pesquisador deve saber e aplicar.
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