Museu algorítmico: se suas paredes falassem… / Jornal da USP
A memória digital tornou-se um museu tão vasto que já não cabe em nenhuma instituição humana. É um museu sem paredes, sem acervos estabilizados e sem a lentidão curatorial que outrora garantia alguma linearidade ao tempo. Se a modernidade transformou antigas câmaras de maravilhas coletadas aleatoriamente em museus públicos destinados a organizar o visível, a cultura digital elevou essa operação a uma escala industrial. O que antes era gabinete de curiosidades, depois coleção moderna, agora se converteu em uma imensa instituição automatizada: o museu algorítmico.
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via Jornal da USP
Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/museu-algoritmico-se-suas-paredes-falassem/












