Museu algorítmico: se suas paredes falassem… / Jornal da USP

Museu algorítmico: se suas paredes falassem… / Jornal da USP

A memória digital tornou-se um museu tão vasto que já não cabe em nenhuma instituição humana. É um museu sem paredes, sem acervos estabilizados e sem a lentidão curatorial que outrora garantia alguma linearidade ao tempo. Se a modernidade transformou antigas câmaras de maravilhas coletadas aleatoriamente em museus públicos destinados a organizar o visível, a cultura digital elevou essa operação a uma escala industrial. O que antes era gabinete de curiosidades, depois coleção moderna, agora se converteu em uma imensa instituição automatizada: o museu algorítmico.

#MuseuAlgorítmico #MediaçãoAlgorítmica #Memória

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/museu-algoritmico-se-suas-paredes-falassem/

Corpo, memória cultural e informação no Quilombo do Cafundó – Entrevista com Thais Pereira da Silva / Divulga-CI

Corpo, memória cultural e informação no Quilombo do Cafundó – Entrevista com Thais Pereira da Silva / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Thais Pereira da Silva, doutora em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo. Em sua tese, Thais evidenciou que narrativas, danças, língua, gestos e expressões corporais funcionam como suportes informacionais que sustentam e perpetuam saberes, identidades e heranças ancestrais. Na entrevista, conheça a construção da tese, o processo de pós-graduação e as expectativas da pesquisadora.

#Entrevistas #Memórias #SaberesAncestrais

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/corpo-memoria-cultural-e-informacao-no-quilombo-do-cafundo-entrevista-com-thais-pereira-da-silva/

Fios da Memória. Um Olhar Museológico sobre Fragmentos do Passado / U. Porto

Fios da Memória. Um Olhar Museológico sobre Fragmentos do Passado / U. Porto

Mais do que mostrar objetos, esta proposta procura revelar o trabalho meticuloso – e tantas vezes invisível – de estudo e documentação de coleções. A proposta não se limita a exibir um conjunto de objetos: procura ligá-los por um fio, ténue mas resistente, tecido de vidas, de usos, de olhares. Um fio que entrelaça, com sobriedade e emoção, a missão de preservar a memória social e a história. E é nesse gesto atento, feito de rigor, respeito e humanidade, que o museólogo dá voz ao passado e constrói, com delicadeza, pontes para o futuro.

#Memória #Exposições

Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/169512

Sentidos sobre o passado e disputas simbólicas no presente / TPBCI

Sentidos sobre o passado e disputas simbólicas no presente / TPBCI

Os resultados apresentam como o termo Regime Militar é disputado em torno das discussões sobre a Justiça de Transição e a necessidade de mediação terminológica do termo no protótipo do tesauro. As considerações finais confirmam que há uma disputa simbólica sobre o termo Regime Militar e a importância da garantia cultural para identificação de elementos de difícil compreensão sobre a Justiça de Transição.

#DitaduraMilitar #Memória #OrganizaçãoDoConhecimento

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/767

Mulher – memória do mundo, por Luciana Nabuco / Divulga-CI

Mulher – memória do mundo, por Luciana Nabuco / Divulga-CI

“O corpo feminino é outro imenso elo com a memória. (…) A mãe gera igualmente memórias e seu leite não contém apenas nutrientes orgânicos, mas também histórias imemoriais, marcas do passado, sentimentos e sonhos. A mãe que morre nos deixa sua marca indelével, simbolicamente na cicatriz do centro do nosso eixo corpo, como a dizer: ‘você esteve ligado em mim’”, pondera a escritora, artista visual, professora e tradutora acreana Luciana Nabuco.

#Memória #Mulheres

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-8-ago-2025/editorial-mulher-memoria-do-mundo-por-luciana-nabuco/

Quatro Direitos Digitais das Instituições de Memória / Uvejota

Quatro Direitos Digitais das Instituições de Memória / Uvejota

– Colecionar materiais digitais, seja por meio da digitalização de coleções físicas, seja por meio de compra comercial ou qualquer outro meio legal.
– Preservar coleções digitais e, quando necessário, repará-las, fazer backup ou reformatá-las para garantir sua existência e acessibilidade contínuas.
– Fornecer acesso controlado a materiais digitais para técnicas avançadas de pesquisa e aos usuários onde quer que estejam: online.
– Cooperar entre instituições, compartilhando ou transferindo coleções digitais para auxiliar na preservação e no acesso.

#BibliotecasDigitais #Bibliotecas #Arquivos #Museus #Memória

Disponível em: https://uvejota.com/articles/6428/cuatro-derechos-digitales-de-las-instituciones-de-la-memoria/

As memórias como as expressamos: uma questão informacional, por Luis Fernando Massoni / Divulga-CI

As memórias como as expressamos: uma questão informacional, por Luis Fernando Massoni

“O que quero dizer é que o documento não é fonte de memória, ele apenas a estabiliza e representa: a memória em si está nas pessoas, sendo elas as fontes de memória. O documento apenas ajuda a lembrar (ou, por meio do silenciamento, a esquecer) as memórias que carregamos em nós mesmos.”, destaca o pesquisador Prof. Dr. Luis Fernando Massoni, da Universidade Federal da Bahia.

#Memória

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-6-jun-2025/as-memorias-como-as-expressamos-uma-questao-informacional-por-luis-fernando-massoni/

O esquecimento e a destruição na construção social da memória / Transinformação

O esquecimento e a destruição na construção social da memória

Este artigo busca promover reflexões sobre o papel ambivalente do esquecimento e da destruição nos processos sociais da memória, a partir da análise de fenômenos relacionados, como o memoricídio e a violação de patrimônios culturais como forma de protesto.  (…) entende-se que o esquecimento e a destruição possuem um poder significativo ambíguo, podendo ser tidos tanto como vilões, quanto como ferramenta contra um sistema hegemônico, dessa forma, podem se tornar tanto ferramentas de dominação e controle social, quanto uma forma de lutar contra o sistema dominante e oferecer à memória outros olhares.

#Memória #Esquecimento #História

Disponível em: https://www.scielo.br/j/tinf/a/d9zVTD55JnLPPtf3fwxX8hs/?lang=pt

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação / Divulga-CI

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação

Se “o futuro é ancestral”, como adverte Krenak (2022), a memória ancestral pode ser o ponto de partida que nos conecta, no presente, a um outro tempo-espaço. Isso significa que as narrativas indígenas, ao iluminarem o passado, nos direcionam e dão luz a um outro futuro possível. A voz do escritor, que hoje se potencializa pela disseminação notória de seus livros, prova como a escrita — assim como outras ferramentas — pode ser incorporada a favor de suas lutas.

#CulturaIndígena #Memória #Decolonialidade

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-4-abr-2025/narrativas-indigenas-um-caminho-decolonial-para-compreender-a-memoria-e-informacao-por-juliana-okawati/

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação / TransInformação

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação

Como resultado, fica evidente que, ainda que atualmente, os registros dessas narrativas em suportes de informação, tais como os livros, tenham ganhado espaço e importância para essas comunidades – que os assumem como um meio de resistência e fortalecimento da memória – esses só adquirem sentido quando conectados à sua práxis. Com base nos materiais analisados, conclui-se que os sábios e sábias indígenas atuam como mediadores da informação, desempenhando um papel protagonista no processo de transmissão da sabedoria ancestral.

#Decolonialidade #Memória #PovosIndígenas

Disponível em: https://www.scielo.br/j/tinf/a/Xhd8Yhv8bQ7QjFFXwXrwPhs/?lang=pt

O Fluxo da informação na produção musica do mestre João do Boi da oralidade ao registro físico / PPGCI – UFBA

O Fluxo da informação na produção musica do mestre João do Boi da oralidade ao registro físico

Durante todo processo de escrita do trabalho, desenvolveram-se pesquisas bibliográficas e documentais (fonográficas). As análises dos dados inspiraram-se no método etnográfico pelo fato de se tratar de um estudo da cultura e do comportamento de determinado agente cultural (o mestre). Os resultados foram amplamente discutidos e demonstrados por meio de quadros constitutivos das obras em que o Mestre João do Boi teve participação, respondendo às questões levantadas no início do trabalho. Para, além disto, tem-se também ao final desta dissertação, a abertura de perspectivas de novas abordagens dentro da Ciência da Informação, principalmente, as que fazem intersecção com temas que envolve a Cultura.

#Samba #Cultura #Memória #Oralidade #FluxosDeInformação

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40521

Véu do tempo : informação e memória no espólio de Francisco Tancredo Torres / PPGCI – UFPB

Véu do tempo : informação e memória no espólio de Francisco Tancredo Torres / PPGCI – UFPB

O espólio pessoal de Francisco Tancredo Torres, sob guarda da Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, revela parte da memória e história da cidade de Areia (PB), que está registrada nos escritos e naquilo que ele escolheu guardar, documentando por décadas as narrativas daquele lugar. O espólio passa a ser fonte documental, resultado da intenção de ser o suporte/subsídio do presente, reserva de memórias e histórias, contribuindo para a preservação e ressignificação da memória e da história da cidade de Areia.

#Memória #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/31586

Memória e história: potências e tensões nos usos de acervos privados

Dossiê: Memória e história: potências e tensões nos usos de acervos privados

Revista Acervo, lança dossiê:

O dossiê “Memória e história: potências e tensões nos usos de acervos privados” busca explorar as conexões entre os acervos privados e a territorialidade, reunindo experiências e reflexões, no Brasil e no exterior, que investiguem, nas relações forjadas entre memória e história, questões relativas à produção/acumulação, ao tratamento, à preservação, às políticas de aquisição, institucionalização e acesso, aos valores sociais, bem como à patrimonialização, às ações, aos usos dos arquivos privados e à história dos arquivos pessoais. O dossiê constitui, assim, um panorama de ações preservacionistas que não cubram apenas espaços tradicionais de custódia, normalmente encontrados em regiões centrais.

#Memória #História #Arquivos

Disponível em: https://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/%20issue/view/92

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