Mulher – memória do mundo, por Luciana Nabuco / Divulga-CI

Mulher – memória do mundo, por Luciana Nabuco / Divulga-CI

“O corpo feminino é outro imenso elo com a memória. (…) A mãe gera igualmente memórias e seu leite não contém apenas nutrientes orgânicos, mas também histórias imemoriais, marcas do passado, sentimentos e sonhos. A mãe que morre nos deixa sua marca indelével, simbolicamente na cicatriz do centro do nosso eixo corpo, como a dizer: ‘você esteve ligado em mim’”, pondera a escritora, artista visual, professora e tradutora acreana Luciana Nabuco.

#Memória #Mulheres

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-8-ago-2025/editorial-mulher-memoria-do-mundo-por-luciana-nabuco/

Quatro Direitos Digitais das Instituições de Memória / Uvejota

Quatro Direitos Digitais das Instituições de Memória / Uvejota

– Colecionar materiais digitais, seja por meio da digitalização de coleções físicas, seja por meio de compra comercial ou qualquer outro meio legal.
– Preservar coleções digitais e, quando necessário, repará-las, fazer backup ou reformatá-las para garantir sua existência e acessibilidade contínuas.
– Fornecer acesso controlado a materiais digitais para técnicas avançadas de pesquisa e aos usuários onde quer que estejam: online.
– Cooperar entre instituições, compartilhando ou transferindo coleções digitais para auxiliar na preservação e no acesso.

#BibliotecasDigitais #Bibliotecas #Arquivos #Museus #Memória

Disponível em: https://uvejota.com/articles/6428/cuatro-derechos-digitales-de-las-instituciones-de-la-memoria/

As memórias como as expressamos: uma questão informacional, por Luis Fernando Massoni / Divulga-CI

As memórias como as expressamos: uma questão informacional, por Luis Fernando Massoni

“O que quero dizer é que o documento não é fonte de memória, ele apenas a estabiliza e representa: a memória em si está nas pessoas, sendo elas as fontes de memória. O documento apenas ajuda a lembrar (ou, por meio do silenciamento, a esquecer) as memórias que carregamos em nós mesmos.”, destaca o pesquisador Prof. Dr. Luis Fernando Massoni, da Universidade Federal da Bahia.

#Memória

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-6-jun-2025/as-memorias-como-as-expressamos-uma-questao-informacional-por-luis-fernando-massoni/

O esquecimento e a destruição na construção social da memória / Transinformação

O esquecimento e a destruição na construção social da memória

Este artigo busca promover reflexões sobre o papel ambivalente do esquecimento e da destruição nos processos sociais da memória, a partir da análise de fenômenos relacionados, como o memoricídio e a violação de patrimônios culturais como forma de protesto.  (…) entende-se que o esquecimento e a destruição possuem um poder significativo ambíguo, podendo ser tidos tanto como vilões, quanto como ferramenta contra um sistema hegemônico, dessa forma, podem se tornar tanto ferramentas de dominação e controle social, quanto uma forma de lutar contra o sistema dominante e oferecer à memória outros olhares.

#Memória #Esquecimento #História

Disponível em: https://www.scielo.br/j/tinf/a/d9zVTD55JnLPPtf3fwxX8hs/?lang=pt

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação / Divulga-CI

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação

Se “o futuro é ancestral”, como adverte Krenak (2022), a memória ancestral pode ser o ponto de partida que nos conecta, no presente, a um outro tempo-espaço. Isso significa que as narrativas indígenas, ao iluminarem o passado, nos direcionam e dão luz a um outro futuro possível. A voz do escritor, que hoje se potencializa pela disseminação notória de seus livros, prova como a escrita — assim como outras ferramentas — pode ser incorporada a favor de suas lutas.

#CulturaIndígena #Memória #Decolonialidade

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-4-abr-2025/narrativas-indigenas-um-caminho-decolonial-para-compreender-a-memoria-e-informacao-por-juliana-okawati/

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação / TransInformação

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação

Como resultado, fica evidente que, ainda que atualmente, os registros dessas narrativas em suportes de informação, tais como os livros, tenham ganhado espaço e importância para essas comunidades – que os assumem como um meio de resistência e fortalecimento da memória – esses só adquirem sentido quando conectados à sua práxis. Com base nos materiais analisados, conclui-se que os sábios e sábias indígenas atuam como mediadores da informação, desempenhando um papel protagonista no processo de transmissão da sabedoria ancestral.

#Decolonialidade #Memória #PovosIndígenas

Disponível em: https://www.scielo.br/j/tinf/a/Xhd8Yhv8bQ7QjFFXwXrwPhs/?lang=pt

O Fluxo da informação na produção musica do mestre João do Boi da oralidade ao registro físico / PPGCI – UFBA

O Fluxo da informação na produção musica do mestre João do Boi da oralidade ao registro físico

Durante todo processo de escrita do trabalho, desenvolveram-se pesquisas bibliográficas e documentais (fonográficas). As análises dos dados inspiraram-se no método etnográfico pelo fato de se tratar de um estudo da cultura e do comportamento de determinado agente cultural (o mestre). Os resultados foram amplamente discutidos e demonstrados por meio de quadros constitutivos das obras em que o Mestre João do Boi teve participação, respondendo às questões levantadas no início do trabalho. Para, além disto, tem-se também ao final desta dissertação, a abertura de perspectivas de novas abordagens dentro da Ciência da Informação, principalmente, as que fazem intersecção com temas que envolve a Cultura.

#Samba #Cultura #Memória #Oralidade #FluxosDeInformação

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40521

Véu do tempo : informação e memória no espólio de Francisco Tancredo Torres / PPGCI – UFPB

Véu do tempo : informação e memória no espólio de Francisco Tancredo Torres / PPGCI – UFPB

O espólio pessoal de Francisco Tancredo Torres, sob guarda da Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, revela parte da memória e história da cidade de Areia (PB), que está registrada nos escritos e naquilo que ele escolheu guardar, documentando por décadas as narrativas daquele lugar. O espólio passa a ser fonte documental, resultado da intenção de ser o suporte/subsídio do presente, reserva de memórias e histórias, contribuindo para a preservação e ressignificação da memória e da história da cidade de Areia.

#Memória #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/31586

Memória e história: potências e tensões nos usos de acervos privados

Dossiê: Memória e história: potências e tensões nos usos de acervos privados

Revista Acervo, lança dossiê:

O dossiê “Memória e história: potências e tensões nos usos de acervos privados” busca explorar as conexões entre os acervos privados e a territorialidade, reunindo experiências e reflexões, no Brasil e no exterior, que investiguem, nas relações forjadas entre memória e história, questões relativas à produção/acumulação, ao tratamento, à preservação, às políticas de aquisição, institucionalização e acesso, aos valores sociais, bem como à patrimonialização, às ações, aos usos dos arquivos privados e à história dos arquivos pessoais. O dossiê constitui, assim, um panorama de ações preservacionistas que não cubram apenas espaços tradicionais de custódia, normalmente encontrados em regiões centrais.

#Memória #História #Arquivos

Disponível em: https://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/%20issue/view/92

Preservação dos registros da imprensa pernambucana : o (re)surgir das suas cinzas memoriais

Preservação dos registros da imprensa pernambucana : o (re)surgir das suas cinzas memoriais

Concebe o Modelo de Preservação da Memória de Jornais Impressos (PRESSMEN) como produto científico da tese, constituído pelos níveis estratégico (etapa estrutural), técnico e operacional (etapas emergenciais), em que as características teóricas, metodológicas e práticas são destacadas, contribuindo para uma adequada e completa preservação de jornais em Instituições de Memória (polo morfológico). Conclui reforçando a necessidade da preservação da memória através dos jornais centenários, que, como “raspas da história” ressurgindo das suas “cinzas memoriais”, representa assim, uma esperança para manter viva a memória brasileira.

#PreservaçãoDigital #Memória #Jornais

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/55630

Uma Análise sobre os usos do conceito de memória na Ciência da Informação brasileira

Uma Análise sobre os usos do conceito de memória na Ciência da Informação brasileira

A quantidade de artigos sobre memória tem permanecido em crescimento nos últimos cinco anos levando em conta o mesmo período anterior ao analisado, ratificando a frequência crescente da temática, contribuindo para o avanço de discussões teórico-conceituais no domínio da Ciência da Informação no Brasil, bem como no que concerne às práticas profissionais.

#Memória

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/view/67815