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Brasil precisa voltar a valorizar a formação de mestres e doutores / The Conversation

Brasil precisa voltar a valorizar a formação de mestres e doutores / The Conversation

A ciência brasileira é construída sobre o trabalho árduo, a dedicação e o talento desses estudantes. Negar-lhes condições mínimas para desenvolverem suas pesquisas é um retrocesso que ameaça o futuro da nossa produção científica e tecnológica. O movimento de greve não é um ato de paralisação, mas sim um grito por reconhecimento e valorização. É um pedido urgente para que o governo e a sociedade olhem para a ciência como um investimento essencial, e não como um gasto.

A defesa dos pós-graduandos é, em essência, a defesa da ciência brasileira. É a defesa do futuro do nosso país. Ao investirmos adequadamente em nossos pesquisadores, garantimos que o Brasil continue a prosperar em conhecimento, inovação e desenvolvimento social.

via The Conversation

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://theconversation.com/opiniao-brasil-precisa-voltar-a-valorizar-a-formacao-de-mestres-e-doutores-263239?utm_medium=article_native_share&utm_source

Lançada nova edição da Divulga-CI

Lançada nova edição da Divulga-CI

Editorial: Mulher – memória do mundo, por Luciana Nabuco
Entrevista: Camila Furtado, Fábio Melo Júnior, Jéssica Matos Barreto e Lívia Ferreira
Perspectiva: Fabyola Madeira e Rafael Ademir Oliveira de Andrade
Inovação: “Rede Moara”, por Bernardo Dionízio Vechi, Rebeca dos Santos de Moura e Milton Shintaku
Pesquisas: “Levantamento histórico das Bibliotecas Públicas na Bahia: contexto, desafios e potencial sociocultural” e “Roda de capoeira do Chafariz da Redenção: inclusão social e valorização da cultura negra”
Na foto: Vista da Biblioteca da Universidade Federal de São Carlos – Campus Sorocaba.
Fotografia: Milena Polsinelli Rubi

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/category/v-3-n-8-ago-2025/

A profissão está desaparecendo? / Soy Bibliotecario

A profissão está desaparecendo? / Soy Bibliotecario

Habilidades digitais, tecnologias de energia renovável e conhecimento em IA serão cruciais para aqueles que atualmente trabalham em setores que devem entrar em declínio. Talvez tenhamos que nos adaptar a essas novas realidades, que exigirão habilidades que atualmente não estão tão bem desenvolvidas, como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas, trabalho em equipe e capacidade de aprender e se adaptar a coisas novas.

via Soy Bibliotecario

#AtuaçãoProfissional

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2025/08/la-profesion-desaparece.html

Chamamento para o reconhecimento de práticas inclusivas em bibliotecas / FEBAB

Chamamento para o reconhecimento de práticas inclusivas em bibliotecas / FEBAB

A iniciativa busca reconhecer práticas — projetos e/ou atividades — desenvolvidas por bibliotecas que promovam as oito categorias de acessibilidade (arquitetônica, mobiliário e equipamentos, comunicacional, informacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal) descritas no checklist elaborado pela FEBAB disponível pelo https://www.acoesfebab.com/checkliston

As ações devem ter como finalidade garantir os direitos de pessoas com deficiência, definidas na Lei n. 13.146/2015 como aquelas com “impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”.(**)

via FEBAB

#Bibliotecas #Inclusão #FEBAB

Disponível em: https://febab.org/2025/08/14/chamamento-para-o-reconhecimento-de-praticas-inclusivas-em-bibliotecas/

Omeka e os Princípios de dados FAIR / Omeka

Omeka e os Princípios de dados FAIR

Nos últimos doze anos, os planos de gerenciamento de dados se tornaram uma característica regular de solicitações de financiamento governamentais e privadas. Dessa forma, humanistas digitais e administradores de coleções de patrimônio cultural digital se acostumaram a articular um plano concreto para administrar seus dados além do desenvolvimento básico do projeto. No entanto, os produtos desse trabalho têm sido frequentemente heterogêneos e difíceis para outros acadêmicos trabalharem. A adesão aos princípios FAIR ajuda a suavizar as arestas dessa heterogeneidade e a aumentar a probabilidade de reutilização de dados. Os princípios “atuam como um guia para publicadores e administradores de dados para ajudá-los a avaliar se suas escolhas específicas de implementação estão tornando seus artefatos de pesquisa digital Encontráveis, Acessíveis, Interoperáveis e Reutilizáveis”.

#Omeka #FAIR

via Omeka

Disponível em: https://omeka.org/news/2025/08/13/omeka-and-FAIR/

Software Livre como Política Pública para as Unidades de Informação / Daniel Flores

Software Livre como Política Pública para as Unidades de Informação / Daniel Flores

Vantagens do Software Livre nas UIs
– Autonomia tecnológica e soberania informacional;
– Redução de custos com licenciamento;
– Auditorias e segurança de código;
– Maior aderência aos princípios da transparência pública;
– Comunidade ativa de desenvolvedores e suporte técnico colaborativo;
– Possibilidade de personalização para contextos arquivísticos, biblioteconômicos e museológicos.

via Daniel Flores

#AutomaçãoDeBibliotecas #SoftwareLivre

Disponível em: https://documentosarquivisticosdigitais.blogspot.com/2025/08/software-livre-como-politica-publica.html

O racismo estrutural por trás da intolerância religiosa no Brasil e o silêncio da mídia / Observatório de Imprensa

O racismo estrutural por trás da intolerância religiosa no Brasil e o silêncio da mídia / Observatório de Imprensa

O Brasil se orgulha de sua diversidade cultural e religiosa, celebrada em festas e rituais que atraem milhões de pessoas e movimentam a economia. No entanto, essa pluralidade só é acolhida como legítima quando enquadrada em repertórios aceitos pelas instituições dominantes. Cabe à imprensa questionar esses limites e denunciar práticas que transformam a diversidade em motivo de exclusão.

Ao noticiar episódios como o de Sérgio Pererê, o jornalismo tem a responsabilidade de ir além da superfície da “polêmica”. É preciso contextualizar historicamente a intolerância religiosa e mostrar como ela está vinculada ao racismo estrutural. Do contrário, a cobertura corre o risco de naturalizar injustiças e legitimar narrativas conservadoras.

via Observatório de Imprensa

#RacismoEstrutural #ReligiõesAfroBrasileiras

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/desigualdades/o-racismo-estrutural-por-tras-da-intolerancia-religiosa-no-brasil-e-o-silencio-da-midia/

Biblioteca na escola: um debate no parlamento catarinense para cumprimento da lei 12.244/2010 – uma causa, uma forma de luta e perspectivas / RBBD

Biblioteca na escola: um debate no parlamento catarinense para cumprimento da lei 12.244/2010 – uma causa, uma forma de luta e perspectivas / RBBD

é preciso discutir políticas públicas voltadas à biblioteca escolar, para garanti-la, com qualidade, aos estudantes. Em nome dessa causa, é urgente estreitar diálogos e estabelecer alianças entre instituições, gestores e profissionais. A audiência pública indicou caminhos possíveis para tal. A formação de Grupos de Trabalho pautados nas proposições apresentadas, é um deles.

#BibliotecasEscolares

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2022

As bibliotecas e as mudanças climáticas / RBE

As bibliotecas e as mudanças climáticas / RBE

A IFLA, International Federation of Library Associations and Institutions, cujas orientações, de um modo geral, determinam o que se passa no mundo das bibliotecas, é parceira das Nações Unidas e participa nas Conferências sobre Mudanças Climáticas (COP) para relatar o papel e os progressos das bibliotecas na ação climática e reforçar a ligação das bibliotecas às universidades para que alarguem e aprofundem a criação e o acesso ao conhecimento sobre a crise e a ação climática.

#MudançasClimáticas #Bibliotecas

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/as-bibliotecas-e-as-mudancas-climaticas-2986954

Deixa a Inteligência Artificial do Dewey classificar por você? / Bits da Biblio

Deixa a Inteligência Artificial do Dewey classificar por você? / Bits da Biblio

O bibliotecário não sai de cena nunca, mas muda de lugar: de executor para revisor mediador. De autônomo intelectual único a ter o dom de classificar mesmo exausto para estrategista de uma tarefa técnica em que ganha um aliado.

A indexação e a classificação são partes centrais do trabalho técnico. Só que não precisam mais ser solitárias. A IA virou parceira. Faz a parte que para muitos era só intelectual e agora neurônios artificiais fazem em segundos!

#Indexação #IA #Classificação

via Bits da Biblio

Disponível em: https://bitsdabiblio.substack.com/p/bit126-deixa-a-inteligencia-artificial

O Google Acadêmico está condenado / Hannah Shelley

O Google Acadêmico está condenado / Hannah Shelley

Então aqui estamos: o Google tem um histórico comprovado de acabar com ferramentas acadêmicas, o Scholar não gera receita nenhuma em uma empresa obcecada por prioridades bilionárias, a IA está interrompendo a descoberta de pesquisas tradicionais e a academia construiu infraestrutura crítica em torno de um serviço comercial gratuito com garantias zero.

Minha previsão ousada? O Scholar será demitido em 5 anos. O Google anunciará com 12 meses de antecedência, a Bluesky entrará em colapso, as universidades buscarão alternativas e os fluxos de trabalho de pesquisa ficarão um caos por anos. Não diga que não avisei. Quando o Acadêmico se juntar ao Google Reader no cemitério digital, lembre-se deste momento.

via Hannah Shelley

#Google Acadêmico

Disponível em: https://hannahshelley.neocities.org/blog/2025_08_13_GoogleScholar

As NewsLetters são as novas mídias sociais acadêmicas? / LSE

As NewsLetters são as novas mídias sociais acadêmicas? / LSE

Newsletters, e-mails, listas de discussão e conferências e eventos presenciais estão despertando interesse renovado. Três quartos dos entrevistados disseram preferir receber e-mails e newsletters de editoras – muito à frente das mídias sociais, selecionadas por apenas 41% dos pesquisadores entrevistados. Esses canais não têm a visibilidade das mídias sociais, mas oferecem uma sensação de controle, comunidade e relevância que muitos agora preferem.

Em vez de divulgar conteúdo na esperança de que ele seja divulgado, os pesquisadores estão se concentrando em canais diretos e confiáveis para seus pares e públicos. Como disse um deles: “As melhores informações ainda chegam por meio de listas de e-mail, conferências e redes de colegas – não de plataformas”. Outro disse: “Evito completamente as mídias sociais e me concentro em newsletters”.

via LSE

#NewsLetters #ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2025/08/13/are-newsletters-the-new-academic-social-media/