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Altmetria: desafios éticos, técnicos e políticos diante da plataformização / Ciência da Informação

Altmetria: desafios éticos, técnicos e políticos diante da plataformização

Desafios políticos, éticos e conceituais precisam ser enfrentados para uma pesquisa altmétrica nas plataformas. No Brasil, iniciativas de regulação preveem o acesso gratuito de dados das plataformas a pesquisadores – o cenário da aprovação desses projetos, contudo, não é promissor. Contratar as APIs em instituições públicas de pesquisa, por sua vez, não só é dispendioso, mas envolve desafios administrativos e burocráticos. O pesquisador que optar pela raspagem, por sua vez, não enfrenta apenas dificuldades técnicas, mas pode perder seu perfil nas plataformas – e, no caso do X, ser cobrado pelo uso não autorizado. Também pode, a depender do que coleta, infringir a privacidade a dados pessoais.

#Altmetria

Disponível em: https://revista.ibict.br/ciinf/article/view/7232

Eros na Biblioteca: Considerando a Estética da Organização do Conhecimento / FIMS Publications

Eros na Biblioteca: Considerando a Estética da Organização do Conhecimento

Privilegiar os aspectos estéticos da organização do conhecimento por meio de uma lente histórica feminista pode abrir possibilidades para reimaginar o espaço de uma biblioteca. Este artigo revela a história de uma figura relativamente desconhecida na história da organização do conhecimento. Sugiro que podemos considerar Pamphila, uma miscelânea que viveu na Grécia durante o século I, como uma “catalogadora radical” que introduziu um método associado à tecelagem e ao bordado. Seu método organizacional privilegiava a beleza e o prazer, juntamente com a precisão histórica e a utilidade.

#OrganizaçãoDoConhecimento

Disponível em: https://ir.lib.uwo.ca/fimspub/392/

Como parar de doomscrolling / TechCrunch

Como parar de doomscrolling

O mundo às vezes é ruim, mas parece ainda pior se você não consegue parar de olhar para o abismo que tudo consome que é a tela de 6 polegadas de um smartphone, seguindo você pelo espaço e tempo. Ele provoca você com sua estrutura compacta e leve, pequena o suficiente para caber no seu bolso e levar para qualquer lugar, e seu chamado de sereia é tão forte que, por algum motivo, não conseguimos dormir sem o telefone em nossas mesas de cabeceira.

Como qualquer mau hábito, o doomscrolling é difícil de largar. Mas não é impossível. Então, como você para de fazer doomscrolling? Temos algumas ideias sobre como você pode se preparar para o sucesso.

#Doomscroling #Brainrot

via TechCrunch

Disponível em: https://techcrunch.com/2025/03/17/how-to-stop-doomscrolling/

Cosmolocalismo, futuro alternativo às big techs / Outras Palavras

Cosmolocalismo, futuro alternativo às big techs

Assim como os proprietários de terra capturaram as terras comuns, as big techs fazem nos espaços digitais – e estão sabotando o espaço público. E se, como nas cooperativas de transporte, coletivos locais apropriarem-se de plataformas abertas, para uma gestão coletiva da vida.

#BigTechs

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/outrasmidias/cosmolocalismo-futuro-alternativo-as-big-techs/

“Big techs” utilizam dados pessoais como método de colonização e manipulação digital / Jornal da USP

“Big techs” utilizam dados pessoais como método de colonização e manipulação digital

Em um mundo profundamente conectado, as redes sociais coordenam e concentram uma ampla rede tecnológica de comunicações e, principalmente, de informações. Os usuários, à procura de serviços e conexões, inserem-se nessas redes e, consequentemente, concedem acesso a diversas informações e dados sobre suas vidas pessoais. Cadastros e permissões de acessos garantem a circulação e troca de dados que são, majoritariamente, controladas pelas big techs.

#DadosPessoais #BigTechs

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/big-techs-utilizam-dados-pessoais-como-metodo-de-colonizacao-e-manipulacao-digital/

Quem deve administrar as bibliotecas? / Otlet

Quem deve administrar as bibliotecas?

Talvez não encontremos uma resposta unânime, mas a verdade é que a biblioteconomia atual, altamente especializada e cada vez mais complexa com o avanço da tecnologia, os diferencia dos demais profissionais sem diminuir nenhum deles. Da mesma forma, cientes de que a interdisciplinaridade é fundamental, os bibliotecários não são e não devem ser inimigos de nenhuma profissão. Sua vocação é servir.

via Otlet

#AtuaçãoProfissional

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/quienes-deben-dirigir-las-bibliotecas/

Práticas Inovadora em Revistas Científicas / Ciência da Informação

Práticas Inovadora em Revistas Científicas

 Foram analisadas 632 revistas científicas.  Entre as práticas mais adotadas, o uso das redes sociais tem se perpetuado. No entanto, a avaliação por pares aberta é a menos adotada, indicando a lentidão na incorporação de inovações de posição e paradigma em comparação com as de produto e processo.

#BoasPráticas #Periódicos #GestãoEditorial

Disponível em: https://revista.ibict.br/ciinf/article/view/7217

Manual de Gestão da Oralidade para Bibliotecas / BibloRed

Manual de Gestão da Oralidade para Bibliotecas

Estamos confiantes de que este documento constitui uma contribuição valiosa, tanto para o BibloRed quanto para projetos institucionais e comunitários em vários campos. Bibliotecas públicas, escolares, universitárias e comunitárias, bem como museus, arquivos, faculdades, centros culturais e grupos de base, entre outros, encontrarão orientação nestas páginas para abordar a tradição oral de forma significativa, a partir de perspectivas conceituais e metodológicas que abrangem três áreas: teoria, prática e gestão de produtos finais.

#LivrosCI #Oralidade #Manuais

Disponível em: https://www.biblored.gov.co/sites/default/files/EDL/Recursos/cartilla_manual-de-gestion-de-oralidad-para-bibliotecas.pdf

Museus como laboratórios para o futuro: uma revisão de “Cultivating Futures Thinking in Museums” /  JCOM

Museus como laboratórios para o futuro: uma revisão de “Cultivating Futures Thinking in Museums”

Esta análise examina “Cultivating Futures Thinking in Museums”, uma nova coleção de estudos de caso editada por Kristen Alford. O livro apresenta uma gama diversificada de exemplos globais — do Museum of the Future em Dubai ao District Six Museum na Cidade do Cabo — ilustrando como os museus podem cultivar a “alfabetização sobre o futuro” entre visitantes e comunidades. A antologia destaca abordagens criativas para navegar na incerteza, nos desafios climáticos e nas desigualdades sociais, posicionando os museus como participantes ativos na formação de futuros coletivos. Particularmente relevante para o público de comunicação científica, o livro mostra como os centros de ciência e museus estão evoluindo além dos papéis tradicionais, envolvendo-se em diálogos significativos e promovendo abordagens proativas para os desafios globais.

#Museus

Disponível em: https://jcom.sissa.it/article/pubid/JCOM_2401_2025_R05/

O códice Voynich, o manuscrito mais estranho do mundo / National Geographic

O códice Voynich, o manuscrito mais estranho do mundo

O códice Voynich  encontra-se hoje conservado na Biblioteca Beinecke de Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale. Escrito em velino (um pergaminho fino), o códice tem cerca de 240 páginas (faltando algumas e havendo alguns desdobráveis) e mede 23,5 por 16,2 centímetros, com cinco de espessura. Contém centenas de desenhos e 37.919 palavras com 25 letras ou caracteres distintos, mas carece de autor, título, data e capítulos. As análises realizadas com carbono 14 permitiram datar a elaboração do pergaminho entre os anos 1404 e 1434. A letra é do tipo cursivo humanístico, com caracteres latinos, e foi usada na Europa Ocidental entre meados do século XV e o início do XVI.

#HistóriaDoLivro

via National Geographic

Disponível em: https://www.nationalgeographic.pt/historia/o-codice-voynich-o-manuscrito-mais-estranho-do-mundo_2944

A Ascensão da Censura Literária nos Estados Unidos / EveryLibrary Institute

A Ascensão da Censura Literária nos Estados Unidos: uma análise das tendências de proibição de livros após 2020 / EveryLibrary Institute

– A proibição de livros é cada vez mais motivada por grupos políticos e religiosos poderosos, e não por preocupações parentais locais.
– Campanhas de censura estão intimamente ligadas à privatização de escolas e aos esforços contra a diversidade, equidade e inclusão (DEI).
– Campanhas coordenadas estão nacionalizando o que antes eram conflitos locais dentro dos conselhos escolares.
– A resistência está crescendo, principalmente por parte de movimentos liderados por estudantes e estados que aprovam leis sobre o direito à leitura.
– O futuro das bibliotecas, da educação e das liberdades civis está em um momento crítico e exige advocacy urgente.

#Censura

Disponível em: https://www.everylibraryinstitute.org/censorship_acceleration_report

KOHA como alternativa de software livre: retos a considerar para aprender um processo de implementação / Biblioteca Universitaria

KOHA como alternativa de software livre: retos a considerar para aprender um processo de implementação

O presente trabalho expõe os principais aspectos a serem considerados no momento de iniciar o processo de implementação do Koha, como aspectos técnicos de compatibilidade, migração, capacitação, manutenção, respaldo, atualização, bem como os requisitos de hardware e software recomendados, entre outros. Espera-se que, depois de compreender esses desafios, as pessoas responsáveis ​​pela tomada de decisões conheçam os elementos necessários para levar a cabo uma implementação efetiva.

#Koha #AutomaçãoDeBibliotecas

Disponível em: https://bibliotecauniversitaria.dgb.unam.mx/rbu/article/view/1553