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A IA pode tornar a pesquisa mais aberta? / LSE

A IA pode tornar a pesquisa mais aberta?

Quando projetados em torno das necessidades do mundo real dos pesquisadores, os sistemas e ferramentas de IA podem simplificar os requisitos de compartilhamento de dados, automatizar as partes tediosas da conformidade e elevar a visibilidade de contribuições que de outra forma estariam ocultas. Isso reduz as barreiras à abertura, tornando mais simples e atraente depositar dados, códigos e protocolos de maneiras que outros possam facilmente encontrar e reutilizar.

via LSE

#IA #CiênciaAberta

Disponível em: https://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2025/04/04/can-ai-make-research-more-open/

Guia sobre o uso da inteligência artificial na educação / Ministerio de Educación, Formación Profesional y Deportes – Espanha

O guia começa contextualizando a IA, explicando seu impacto na vida cotidiana e sua relevância na educação. Ele analisa suas aplicações em três perfis: alunos, professores e administração, detalhando desafios, estratégias e exemplos práticos. Ele também aborda o impacto ético da IA, destacando questões como viés algorítmico e deepfakes, e apresenta uma diretriz de dez pontos para seu uso responsável.

#Educação #IA #Guias

Disponível em: https://code.intef.es/wp-content/uploads/2024/07/Gu%C3%ADa-sobre-el-uso-de-la-IA-en-el-%C3%A1mbito-educativo-INTEF_2024.pdf

Visualização básica de dados tabulares com R / Programming Historian

Visualização básica de dados tabulares com R

Nesta lição são apresentadas algumas formas básicas de interagir com o R, detalhando o conceito de folha de registo (em inglês, “dataframe”), sua inspeção, manipulação e modificação. Também é dada uma introdução a visualizações simples, como os gráficos de barras e de caixa.

#VisualizaçãoDeDados

via Programming Historian

Disponível em: https://programminghistorian.org/pt/licoes/visualizacao-basica-dados-tabulares-r

Guia de fontes de informação para o desenvolvimento da competência em informação de mulheres / GPCin

Guia de fontes de informação para o desenvolvimento da competência em informação de mulheres

Refletindo sobre as necessidades em informação de mulheres, principalmente levando em consideração o contexto informacional que vivenciamos no dia-a-dia, elaboramos um guia online de fontes de informação para auxiliar no desenvolvimento da competência em informação de mulheres. Nosso objetivo é que, munidas com essas fontes, as mulheres possam construir seu empoderamento e autonomia, sedimentando por sua vez o processo de desenvolver a competência em informação em todas as suas dimensões.

#Guias #FontesDeInformação #Mulheres #CoInfo

via GPCin

Disponível em: https://gpcin.ufsc.br/guia-de-fontes-de-informacao-para-o-desenvolvimento-da-competencia-em-informacao-de-mulheres/

Altmetria: desafios éticos, técnicos e políticos diante da plataformização / Ciência da Informação

Altmetria: desafios éticos, técnicos e políticos diante da plataformização

Desafios políticos, éticos e conceituais precisam ser enfrentados para uma pesquisa altmétrica nas plataformas. No Brasil, iniciativas de regulação preveem o acesso gratuito de dados das plataformas a pesquisadores – o cenário da aprovação desses projetos, contudo, não é promissor. Contratar as APIs em instituições públicas de pesquisa, por sua vez, não só é dispendioso, mas envolve desafios administrativos e burocráticos. O pesquisador que optar pela raspagem, por sua vez, não enfrenta apenas dificuldades técnicas, mas pode perder seu perfil nas plataformas – e, no caso do X, ser cobrado pelo uso não autorizado. Também pode, a depender do que coleta, infringir a privacidade a dados pessoais.

#Altmetria

Disponível em: https://revista.ibict.br/ciinf/article/view/7232

Eros na Biblioteca: Considerando a Estética da Organização do Conhecimento / FIMS Publications

Eros na Biblioteca: Considerando a Estética da Organização do Conhecimento

Privilegiar os aspectos estéticos da organização do conhecimento por meio de uma lente histórica feminista pode abrir possibilidades para reimaginar o espaço de uma biblioteca. Este artigo revela a história de uma figura relativamente desconhecida na história da organização do conhecimento. Sugiro que podemos considerar Pamphila, uma miscelânea que viveu na Grécia durante o século I, como uma “catalogadora radical” que introduziu um método associado à tecelagem e ao bordado. Seu método organizacional privilegiava a beleza e o prazer, juntamente com a precisão histórica e a utilidade.

#OrganizaçãoDoConhecimento

Disponível em: https://ir.lib.uwo.ca/fimspub/392/

Como parar de doomscrolling / TechCrunch

Como parar de doomscrolling

O mundo às vezes é ruim, mas parece ainda pior se você não consegue parar de olhar para o abismo que tudo consome que é a tela de 6 polegadas de um smartphone, seguindo você pelo espaço e tempo. Ele provoca você com sua estrutura compacta e leve, pequena o suficiente para caber no seu bolso e levar para qualquer lugar, e seu chamado de sereia é tão forte que, por algum motivo, não conseguimos dormir sem o telefone em nossas mesas de cabeceira.

Como qualquer mau hábito, o doomscrolling é difícil de largar. Mas não é impossível. Então, como você para de fazer doomscrolling? Temos algumas ideias sobre como você pode se preparar para o sucesso.

#Doomscroling #Brainrot

via TechCrunch

Disponível em: https://techcrunch.com/2025/03/17/how-to-stop-doomscrolling/

Cosmolocalismo, futuro alternativo às big techs / Outras Palavras

Cosmolocalismo, futuro alternativo às big techs

Assim como os proprietários de terra capturaram as terras comuns, as big techs fazem nos espaços digitais – e estão sabotando o espaço público. E se, como nas cooperativas de transporte, coletivos locais apropriarem-se de plataformas abertas, para uma gestão coletiva da vida.

#BigTechs

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/outrasmidias/cosmolocalismo-futuro-alternativo-as-big-techs/

“Big techs” utilizam dados pessoais como método de colonização e manipulação digital / Jornal da USP

“Big techs” utilizam dados pessoais como método de colonização e manipulação digital

Em um mundo profundamente conectado, as redes sociais coordenam e concentram uma ampla rede tecnológica de comunicações e, principalmente, de informações. Os usuários, à procura de serviços e conexões, inserem-se nessas redes e, consequentemente, concedem acesso a diversas informações e dados sobre suas vidas pessoais. Cadastros e permissões de acessos garantem a circulação e troca de dados que são, majoritariamente, controladas pelas big techs.

#DadosPessoais #BigTechs

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/big-techs-utilizam-dados-pessoais-como-metodo-de-colonizacao-e-manipulacao-digital/

Quem deve administrar as bibliotecas? / Otlet

Quem deve administrar as bibliotecas?

Talvez não encontremos uma resposta unânime, mas a verdade é que a biblioteconomia atual, altamente especializada e cada vez mais complexa com o avanço da tecnologia, os diferencia dos demais profissionais sem diminuir nenhum deles. Da mesma forma, cientes de que a interdisciplinaridade é fundamental, os bibliotecários não são e não devem ser inimigos de nenhuma profissão. Sua vocação é servir.

via Otlet

#AtuaçãoProfissional

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/quienes-deben-dirigir-las-bibliotecas/

Práticas Inovadora em Revistas Científicas / Ciência da Informação

Práticas Inovadora em Revistas Científicas

 Foram analisadas 632 revistas científicas.  Entre as práticas mais adotadas, o uso das redes sociais tem se perpetuado. No entanto, a avaliação por pares aberta é a menos adotada, indicando a lentidão na incorporação de inovações de posição e paradigma em comparação com as de produto e processo.

#BoasPráticas #Periódicos #GestãoEditorial

Disponível em: https://revista.ibict.br/ciinf/article/view/7217

Manual de Gestão da Oralidade para Bibliotecas / BibloRed

Manual de Gestão da Oralidade para Bibliotecas

Estamos confiantes de que este documento constitui uma contribuição valiosa, tanto para o BibloRed quanto para projetos institucionais e comunitários em vários campos. Bibliotecas públicas, escolares, universitárias e comunitárias, bem como museus, arquivos, faculdades, centros culturais e grupos de base, entre outros, encontrarão orientação nestas páginas para abordar a tradição oral de forma significativa, a partir de perspectivas conceituais e metodológicas que abrangem três áreas: teoria, prática e gestão de produtos finais.

#LivrosCI #Oralidade #Manuais

Disponível em: https://www.biblored.gov.co/sites/default/files/EDL/Recursos/cartilla_manual-de-gestion-de-oralidad-para-bibliotecas.pdf