28 de junho – Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ / ANCIB
O orgulho é memória, é luta, é a afirmação diária de que toda pessoa merece existir com dignidade, liberdade e respeito.
Na ANCIB, entendemos que a ciência da informação tem um papel fundamental nessa construção: quando a informação acolhe, representa e inclui, ela se torna um instrumento de justiça.
Que os ambientes acadêmicos e informacionais sejam cada vez mais seguros, diversos e afirmativos para todas as identidades.
Hoje e sempre, estamos ao lado de quem resiste, ocupa espaços e transforma o mundo sendo quem é.
Biblioteca Nacional da Coreia enfrenta livros gerados por IA / Dosdoce
A Biblioteca Nacional da Coreia decidiu recusar o envio obrigatório de milhares de títulos de uma editora que utiliza inteligência artificial e publica cerca de 9.000 livros anualmente. A instituição também iniciou uma revisão do sistema de depósito legal para prevenir possíveis abusos decorrentes da proliferação de publicações automatizadas. Paralelamente, estão em andamento alterações legislativas na Assembleia Nacional da República da Coreia para adaptar as normas vigentes a essa nova realidade tecnológica.
Uso de inteligência artificial para servidores públicos / Governo Federal
O Núcleo de Inteligência Artificial (NIA) é uma iniciativa coordenada pela Secretaria de Governo Digital (SGD) do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para a adoção de tecnologias de inteligência artificial no Poder Executivo Federal.
Objetivo: Apoiar a adoção da IA no Executivo Federal, disponibilizando: – Ferramentas de IA de uso comum aos órgãos e entidades; – Orientações, programas de capacitação, frameworks, cursos, guias e infográficos; – Apoio à aceleração de projetos de inovação que utilizem IA; – Pesquisa sobre a adoção de IA no Poder Executivo Federal.
Competência digital em bibliotecas públicas / Infophilia
É sabido que algumas pessoas prosperam com a tecnologia, enquanto outras se sentem perpetuamente atrasadas. Algumas pessoas abrem um novo aplicativo, encontram um obstáculo e sentem uma pequena satisfação com o desafio. Outras, ao se depararem com o mesmo obstáculo, sentem vergonha, frustração ou simplesmente desistem. A diferença não está na inteligência. Trata-se de um conjunto de hábitos — hábitos mentais — que podem ser ensinados, exemplificados e apoiados.
É exatamente esse o território que Jenna Kammer e Lauren Hays exploram em seu novo livro, Digital Literacy in Public Libraries (publicado no início deste ano pela ALA Editions). E embora o título possa sugerir que se trata de um manual profissional específico para catalogadores e profissionais de referência, quero defender — como alguém que lê amplamente sobre ciência da informação, psicologia, humanidades e tecnologia — que este livro merece um lugar na estante de qualquer pessoa que ame informação, trabalhe com o público ou simplesmente queira entender por que “basta pesquisar no Google” deixou de ser um conselho suficiente há muito tempo.
Arquivos como ferramenta de justiça social – Entrevista com Vitor Hugo Teixeira / Divulga-CI
Confira nossa entrevista com o arquivista e pesquisador Vitor Hugo Teixeira, mestre e doutorando em Ciência da Informação na Universidade Federal da Paraíba. Em sua dissertação, Vitor analisou a mediação implícita da informação na Arquivologia, destacando o guia para usuários/as de arquivos como instrumento de acesso, reconhecimento social e justiça social. Na entrevista, conheça mais sobre a elaboração da dissertação e as dicas do pesquisador.
Marketing de conteúdo na biblioteca: como engajar alunos na biblioteca digital / Minha Biblioteca
Não existe uma fórmula única para aumentar o uso da biblioteca digital, mas algumas práticas de marketing de conteúdo têm apresentado excelentes resultados quando aplicadas de forma consistente e alinhadas ao calendário acadêmico.
A atuação do bibliotecário no apoio à elaboração de revisões de literatura na área da saúde: conceitos, etapas, ferramentas e capacitação / AtoZ
A formação do bibliotecário que atua em Ciências da Saúde ainda é um desafio, pois não existem formações especializadas no Brasil ou na América Latina. Ademais, os currículos de graduação ou pós-graduação abordam a temática de forma incipiente. Nesse contexto, o aprendizado se dá com a prática, de forma autônoma, e na busca por iniciativas de capacitação como as da Rede BVS. (Xavier Junior, 2022). A Informação em Saúde precisa ser contemplada nos currículos dos cursos de Biblioteconomia, de forma mais efetiva, com a inclusão de disciplinas específicas (tipos metodológicos de estudo, fontes de informação em saúde, estratégia de busca, entre outras), além de uma oferta ampliada de cursos de extensão e atualização. Assim, é possível preparar os futuros bibliotecários para assessoria à equipe multiprofissional em saúde e as diversas demandas informacionais do ambiente hospitalar.
Cariniana Podcasts lança nova série sobre preservação digital e desafios contemporâneos / ABCD
Os novos episódios da Cariniana Podcats abordam diferentes dimensões da preservação digital, trazendo entrevistas com pesquisadores e profissionais reconhecidos nacionalmente por suas contribuições à área.
A Cariniana Podcasts, programa dedicado à divulgação de conhecimentos sobre preservação digital, acaba de lançar uma nova série de episódios que reúne especialistas de destaque da Ciência da Informação, Arquivologia e áreas afins.
Disponível no Spotify, o podcast promove reflexões sobre os desafios, avanços e perspectivas relacionados à garantia de acesso contínuo à informação digital em um cenário marcado por rápidas transformações tecnológicas.
A crise de reprodutibilidade: a ciência está nos enganando? / Polytechnique Insights
Em 2005, um artigo com o título sugestivo “Por que a maioria das descobertas de pesquisas publicadas é falsa” (Why Most Published Research Findings Are False), publicado na revista PLOS Medicine, desencadeou o debate. Nele, John Ioannidis avaliou a confiabilidade de estudos que utilizavam análises estatísticas para testar hipóteses — um tipo de estudo muito comum na pesquisa empírica. Com base em simulações, o pesquisador demonstrou que a probabilidade de um efeito relatado em um artigo científico ser real diminuía significativamente sob certas condições: amostras pequenas, efeitos de pequena magnitude, um grande número de hipóteses testadas, métodos não padronizados e a presença de conflitos de interesse ou intensa competição na área. Confirmação experimental contundente
Nos anos seguintes, em uma tentativa de documentar empiricamente o fenômeno, a Open Science Collaboration propôs-se a replicar 100 estudos experimentais na área de psicologia. (…)
Desde então, as conclusões de John Ioannidis foram confirmadas em diversas disciplinas. (…)
O problema, portanto, é profundo. Isso significa que devemos concluir que todo o conhecimento científico considerado definitivo nessas áreas é questionável? Digamos de forma clara e firme: não. Um efeito é considerado certo apenas quando confirmado por múltiplas linhas de evidência de alto nível, como ensaios clínicos randomizados conduzidos adequadamente ou meta-análises com alto poder estatístico. “Não há razão para duvidar da eficácia das atuais vacinas contra a Covid ou da ligação entre câncer de pulmão e tabagismo — para citar apenas alguns exemplos —, pois esses fatos foram identificados por meio de estudos convergentes em diferentes disciplinas”, observa Florian Naudet.
A representação temática do feminino na literatura de cordel / PPGCI – UEL
Os resultados do estudo evidenciam a recorrência de categorias de representação do feminino marcadas por permanências e deslocamentos ao longo das décadas analisadas, bem como a construção de um repertório de termos e categorias que subsidiam práticas de representação temática em acervos literários. Ao evidenciar as formas pelas quais o feminino é representado nos folhetos de cordel, esta pesquisa contribui para o debate informacional sobre a organização de acervos literários e amplia a reflexão crítica acerca das desigualdades de gênero presentes nos discursos culturais, indicando a relevância social do tratamento temático da informação
O Código de Ética do ICOM revisado foi oficialmente adotado / ICOM
O texto revisado estabelece princípios éticos compartilhados para auxiliar os museus na proteção do patrimônio cultural, no fortalecimento da confiança pública, na gestão responsável de acervos e no atendimento à sociedade. Além disso, reflete o papel em constante evolução dos museus, alinhando-se à Definição de Museu do ICOM de 2022 e abordando desafios contemporâneos, como as tecnologias digitais, a crise climática e os legados do colonialismo.
Reconhecendo a diversidade dos museus em todo o mundo, o Código revisado apresenta princípios fundamentais comuns para orientar a prática profissional, ao mesmo tempo em que permite flexibilidade de acordo com diferentes recursos e contextos. O documento será acompanhado por orientações práticas destinadas a apoiar museus e profissionais na aplicação de seus princípios em distintos contextos culturais, jurídicos e profissionais.
Bibliotecas públicas se unem para exigir medidas em relação aos preços dos livros eletrônicos. / Uvejota
Como uma declaração de posicionamento não deve se basear apenas em lugares-comuns e retórica (como frequentemente ocorre neste caso), ela também deve incluir propostas concretas. Portanto, o documento convida essas editoras e fornecedores a trabalharem com bibliotecas para identificar e implementar soluções sustentáveis que beneficiem ambas as partes. Por exemplo, isso poderia envolver a implementação de modelos baseados no uso real e a permissão para que as bibliotecas adquiram licenças perpétuas. A primeira garante o acesso aos usuários, enquanto a segunda assegura que as bibliotecas possam cumprir seu papel de preservar o conhecimento.
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