Home

A catalogação descritiva de conteúdos gerais ou apoiados na inteligência artificial / InfoHome

A catalogação descritiva de conteúdos gerais ou apoiados na inteligência artificial / InfoHome

Segundo o bibliotecário Nick Tanzi, diretor assistente na South Huntington Public Library e autor dos livros “Making the Most of Digital Collections Through Training and Outreach” (2016); e “Best Technologies for Public Libraries: Policies, Programs, and Services” (2020), “Os bibliotecários perguntam se a IA nos tornará obsoletos – não vai”. Para Tanzi, “Somos profissionais da informação e nosso panorama de informações acaba de crescer em complexidade”.

Entretanto, para o bem ou para o mal, sofremos os impactos da IA em nossas funções e atribuições profissionais. O nosso panorama profissional só crescerá se houver resiliência na adaptação, por meio de atualização e exploração metódica das possibilidades geradas pela tecnologia. Procedimento que inclui adotar critérios para enfrentar informações falsas, plágio e inobservância aos direitos autorais; bem como, adotar procedimentos éticos no uso e na privacidade dos dados de usuários. Aliás, questões que seguem sendo preocupação das bibliotecas em geral.

#Catalogação #IA

via InfoHome

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1622

Desafios de acessibilidade: as experiências dos bibliotecários com deficiência nas bibliotecas universitárias federais brasileiras / Ibersid

Desafios de acessibilidade: as experiências dos bibliotecários com deficiência nas bibliotecas universitárias federais brasileiras / Ibersid

Os resultados mostram que, embora a acessibilidade arquitetônica exista, ainda apresenta deficiências que a impedem de atender plenamente às necessidades dos profissionais. A acessibilidade atitudinal enfrenta desafios como a falta de conscientização e sensibilidade entre os funcionários. A acessibilidade comunicativa é comprometida pela falta de recursos adaptados. A acessibilidade instrumental é comprometida pela presença de equipamentos, sistemas e softwares inacessíveis. A acessibilidade programática ainda carece de uma estrutura abrangente nas bibliotecas, enquanto a acessibilidade metodológica enfrenta obstáculos devido à falta de diretrizes claras. Diante dessa situação, pode-se concluir que os desafios para a implementação da acessibilidade em bibliotecas universitárias são recorrentes e têm um impacto negativo tanto na inclusão quanto no desenvolvimento profissional de bibliotecários com deficiência.

#Acessibilidade #BibliotecasUniversitárias #Bibliotecários

via Ibersid

Disponível em: https://www.ibersid.eu/ojs/index.php/ibersid/article/view/5071

A democracia está em apuros: podem as bibliotecas públicas ajudar? / CILIP

A democracia está em apuros: podem as bibliotecas públicas ajudar? / CILIP

Uma pesquisa de 2025 sugere que as bibliotecas públicas não facilitam os debates informados necessários para apoiar a democracia. Conversamos com Patrick Malone, Gerente de Projetos da GLL, sobre por que a democracia está em foco nas bibliotecas de Woolwich.

Quando a Scottish Book Trust perguntou com que frequência as bibliotecas “funcionam como um centro comunitário para debates ou tomadas de decisão informadas”, a maioria dos 180 bibliotecários públicos que responderam disse “nunca” (22,8%) ou “raramente” (28,9%). Esse vácuo político nas bibliotecas surge em um momento crucial, crucial devido aos crescentes problemas de polarização e desinformação, mas também crucial porque, apesar desses problemas, as bibliotecas ainda contam com a confiança de suas comunidades.

via CILIP

#BibliotecasPúblicas #Democracia

Disponível em: https://www.cilip.org.uk/news/714729/

11 livros infantojuvenis para inspirar debates sobre educação ambiental / Porvir

11 livros infantojuvenis para inspirar debates sobre educação ambiental / Porvir

Com narrativas cativantes e reflexivas, essas obras abordam temas como sustentabilidade, biodiversidade e justiça climática, incentivando crianças e adolescentes a se engajarem ativamente na preservação ambiental. São uma ferramenta valiosa para educadores que desejam incorporar questões ambientais ao currículo escolar

#ListasDeLivros #EducaçãoAmbiental #MeioAmbiente #LiteraturaInfantoJuvenil

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/educacao-ambiental-11-livros-infantojuvenis/

As dimensões humanas das mudanças climáticas / Cultura e Ciência

As dimensões humanas das mudanças climáticas / Cultura e Ciência

Uma década após o Acordo de Paris, a crise climática se intensifica, agravando desigualdades e interagindo com outras emergências globais. O relatório “10 New Insights” (2025/2026) destaca que enfrentá-la exige governança robusta e políticas adaptadas. As Conferências do Clima (COPs), como a COP30 no Brasil, evidenciam as complexas disputas políticas e a necessidade crucial de integrar as dimensões humanas e a coprodução de conhecimento nas estratégias de ação.

#JustiçaClimática #MudançasClimáticas

via Cultura e Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/as-dimensoes-humanas-das-mudancas-climaticas/

Encontrando o equilíbrio certo: Oportunidades e desafios da IA ​​em fluxos de trabalho de metadados / Hanging Together

Encontrando o equilíbrio certo: Oportunidades e desafios da IA ​​em fluxos de trabalho de metadados / Hanging Together

Esta postagem no blog — a última de uma série de quatro partes — sintetiza temas-chave, incluindo a importância crítica da qualidade dos metadados, a necessidade de padrões éticos e transparência, os papéis em evolução dos profissionais de metadados e a responsabilidade de adotar práticas sustentáveis ​​de IA. Essas percepções, combinadas com as melhores práticas emergentes de organizações como a OCLC, apontam para um futuro em que a IA aprimora, em vez de substituir, a expertise humana no trabalho com metadados.

#Metadados #AtuaçãoProfissional #IA

via Hanging Together

Disponível em: https://hangingtogether.org/striking-the-right-balance-opportunities-and-challenges-of-ai-in-metadata-workflows/

Lena Vania Ribeiro Pinheiro: correnteza que transborda na Ciência da Informação / RCA

Lena Vania Ribeiro Pinheiro: correnteza que transborda na Ciência da Informação / RCA

O tributo situa Lena Vania entre os grandes pesquisadores que estruturaram a comunicação científica no Brasil e mostra seu protagonismo na concepção e concretização das políticas de informação, na Ancib e na revista Ciência da Informação. Reconhece sua capacidade interdisciplinar e transdisciplinar, bem como sua sensibilidade humana, generosidade acadêmica e influência na formação de orientandos e pesquisadores. Sua trajetória é descrita como fértil, sólida e inspiradora, associando sua identidade simbólica ao rio e aos Pilares de Lena, na Rússia. O texto encerra ressaltando a permanência de seu legado intelectual e afetivo, evocando seus próprios versos sobre a eternidade das palavras.

#Biografias #HistóriaDaCI

Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/rca/article/view/69874

Dimensionamento do quadro de pessoal no sistema de bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais como estratégia de gestão / Código 31

Dimensionamento do quadro de pessoal no sistema de bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais como estratégia de gestão / Código 31

São apresentados os critérios e variáveis utilizados para o cálculo do quantitativo de bibliotecários e da equipe administrativa, visando uma distribuição eficiente dos profissionais. Os resultados indicam que o planejamento estratégico da força de trabalho contribui para uma alocação mais eficaz dos recursos humanos, evidenciando a necessidade de ajustes na distribuição dos profissionais para melhor atender às especificidades de cada biblioteca. Conclui-se que essa abordagem não apenas assegura a qualidade dos serviços prestados, mas também otimiza a gestão do Sistema de Bibliotecas da UFMG. Além disso, o estudo pretende servir como referência para outros setores da universidade e da administração pública no aprimoramento da gestão de pessoas.

#GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://revista.fumec.br/index.php/codigo31/article/view/10629

Encontro do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas: formação e troca de experiências para coordenadores de todo o Brasil / MinC

Encontro do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas: formação e troca de experiências para coordenadores de todo o Brasil / MinC

O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) foi criado em 1992 e visa proporcionar à população bibliotecas públicas estruturadas, de modo a favorecer a formação do hábito de leitura e estimular a comunidade ao acompanhamento do desenvolvimento sociocultural do País. O SNBP atua em articulação e parceria com 27 Sistemas Estaduais de Bibliotecas Públicas (SEBPs) a fim de fortalecer as ações de estímulo ao livro, à leitura e às bibliotecas.

via MinC

#SNBP

Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/encontro-do-sistema-nacional-de-bibliotecas-publicas-formacao-e-troca-de-experiencias-para-coordenadores-de-todo-o-brasil

Linguagem neutra existe, sim / Jornal da UNESP

Linguagem neutra existe, sim / Jornal da UNESP

Nada que se produza pela linguagem humana pode ser chamado de inexistente. Se é produto de linguagem, existe; está inscrito numa cultura, independentemente de doxas sexistas. E legislar pela simplicidade da linguagem não pode ser desculpa para que se reforcem fronteiras simbólicas e, ainda mais grave, que se convoque a extrema-direita para se sentar à mesa do debate como se fosse interlocutora legítima.

A língua não tem donos, ainda que pertença a todo mundo. Ela avança no mundo (re)produzindo sentidos em conformidade ou em ruptura com o que já está dado na cultura. Como a cultura não é estanque, novas realidades linguísticas vão convocar novos usos linguísticos, novas marcações de gênero, divergentes ou revolucionárias, para além da adequação compulsória à normatividade.

#LinguagemNeutra

via Jornal da UNESP

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2025/11/25/linguagem-neutra-existe-sim/

Não é sobre linguagem neutra / Jornal da USP

Não é sobre linguagem neutra / Jornal da USP

A lei sancionada não é sobre linguagem neutra, mas revela o que a filósofa Judith Butler nomeia como pânico pela possibilidade. A linguagem neutra opera como sintoma visível de um medo mais profundo. O que aterroriza grupos conservadores não é ouvir ou ter de utilizar no dia a dia a linguagem neutra, que aliás já acontece, mas a existência de uma categoria que desmonta a naturalidade do binarismo.

Quando alguém existe fora do binário masculino/feminino, toda a arquitetura que sustenta as normas de gênero começa a ranger. Se o gênero não é binário e natural, então toda a estrutura social que se apoiava nessa verdade revela-se como contingente, construída, potencialmente transformável. Isso é aterrorizante para quem precisa dessa estrutura para se sentir seguro, para organizar o mundo, para manter privilégios. Não é coincidência que 76,7% das proposições contra linguagem neutra em tramitação sejam de homens cisgêneros, em sua maioria brancos e vinculados a partidos conservadores.

#LinguagemNeutra

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/nao-e-sobre-linguagem-neutra/

Repositórios institucionais e redes sociais acadêmicas como infraestruturas complementares na Comunicação Científica do Século XXI / Infonomy

Repositórios institucionais e redes sociais acadêmicas como infraestruturas complementares na Comunicação Científica do Século XXI / Infonomy

Os repositórios institucionais garantem a preservação do amplo espaço, a interoperabilidade e o cumprimento dos mandatos de acesso aberto. Datos de Rebiun mostram crescimento do acesso aberto na Espanha até 80% em 2023. Até 46% dos artigos estão localizados com texto completo no repositório, enquanto, de uma lista de 500 artigos desse mesmo estúdio, 99% estão presentes no ResearchGate, mas apenas 59% ofrecen acesso completo. Em contrapartida, as redes sociais acadêmicas oferecem visibilidade imediata e networking, mas enfrentam opacidade de métricas, retirada massiva de conteúdo e dependência de modelos comerciais. Conclusões: Não existe competência sem complementaridade entre repositórios institucionais e redes sociais acadêmicas. Os repositórios constituem o arquivo oficial que garante a preservação, interoperabilidade e cumprimento normativo, enquanto as redes sociais atuam como canais complementares de difusão e networking, sem substituir o arquivo institucional.

#Repositórios

Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/117