A desinformação é o risco global mais grave nos próximos dois anos, segundo o Fórum Econômico Mundial
O relatório observa como os recentes avanços tecnológicos melhoraram a quantidade, o âmbito e a eficácia da informação falsificada, tornando-a mais difícil de rastrear, atribuir e controlar.
Práticas informacionais de adolescentes no contexto de pós-verdade e desinformação e a confiança nas urnas eletrônicas
Os dados que compõem a pesquisa foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas com 15 adolescentes estudantes do Ensino Médio, com idades entre 17 e 18 anos que já possuíam o título de eleitor. Constatou-se que os adolescentes utilizam as redes sociais para estudar, se informar e se divertir. De modo geral, os participantes demonstraram preocupação com os efeitos negativos da circulação de fake news no ambiente digital. Todos os entrevistados afirmaram confiar na segurança e eficiência das urnas eletrônicas, essa credibilidade foi construída a partir da confiança nas autoridades responsáveis pela organização e divulgação do processo eleitoral.
O Instagram sob o víes da desinformação: as hashtags e o compartilhamento de informações na área de nutrição
Os resultados da análise indicaram que o Instagram é uma plataforma acessível para divulgação de informações, porém, é uma fonte de informação pouco confiável visto das publicações analisadas, apenas 57 apresentaram uma boa confiabilidade. Percebeu-se que as publicações consideradas confiáveis foram publicadas por profissionais nutricionistas, que tem preferência por taguear pelo assunto. Além disso, concluiu-se que é necessária a aprimoração da ferramenta da rede que filtra a desinformação, devido à fácil recuperação de informações não confiáveis.
Os adolescentes aprendem sobre saúde mental através de motores de busca e conversando com pessoas próximas e também, em menor grau, através de redes sociais. As principais barreiras que encontram ao procurar ajuda são a confidencialidade e a crença na autonomia, e têm uma clara < a i=5>preferência por atendimento presencial em plataformas digitais. No que diz respeito à busca de informações, destaca-se a pouca elaboração e inconsistência da questão de busca, bem como o insuficiente contraste das informações encontradas, o que conecta diretamente com a segunda parte da sessão focada na desinformação.
Está cada vez mais claro que por razões políticas e/ou econômicas, a disseminação de notícias falsas ocorre e muitas vezes tem sucesso, principalmente porque há um desconhecimento sobre o que é a Ciência. As redes sociais se transformaram em reprodutores daqueles que julgam que sabem o que ela é e que muitas vezes deliberadamente, enganam e confundem a população. Há, de fato, uma grande confusão para distinguir o que seriam evidências científicas daquilo que são opiniões aleatórias e sem embasamento.
Riscos da desinformação: uma análise sobre a atuação da Agência Lupa no contexto da Covid-19 de 2020 a 2022
A disseminação da desinformação relacionada à pandemia nas redes sociais foi capaz de alterar comportamentos e interferir fortemente na configuração, organização e funcionamento da sociedade. Esse é um fato que foi e vem sendo constatado diariamente. Pois já vimos situações caóticas e de difícil controle sendo provocadas devido à está problemática. O presente trabalho se debruça sobre a análise e investigação da desinformação e consequentemente o fenômeno da Infodemia relacionada ao contexto pandêmico da Covid-19.
A influência digital na saúde: do consumo de informações ao combate as fake news
Para enfrentar as informações falsas na área da saúde é preciso conscientizar as pessoas sobre como consumir informações e notícias. Contudo, esse processo não depende apenas de iniciativas do governo e das agências de checagem de fatos, mas também de um esforço coletivo. Isso porque a formação das crenças e opiniões não ocorre apenas através do consumo de informações nas mídias sociais.
Entre o apagamento da memória e a reescrita da história: a desinformação acerca da escravidão no Brasil
No Brasil, alguns acontecimentos marcaram também a perda parcial da memória nacional de parte do povo brasileiro. Nesse sentido, o objetivo é discutir os impactos da queima de arquivos relacionados ao período escravocrata brasileiro promovida pelo então Ministro da Fazenda Rui Barbosa em 1891 na perda da memória social e no processo de divulgação de desinformação acerca da história da escravidão do país. […] Na medida em que informações são queimadas intencionalmente, perde-se também a verdade histórica e retira das gerações futuras o direito de conhecer seu passado.
Unesco divulga plano contra desinformação e discurso de ódio nas redes sociais
Com mais de 10 mil contribuições de 134 países ao longo de 18 meses, a organização delineou um plano de ação inédito, descrevendo sete princípios e medidas concretas.
Quando os preconceitos implícitos e viés de confirmação trabalham em conjunto, o seu potencial para nos desviar do caminho aumenta exponencialmente. Como o nossos preconceitos implícito nos levam a confiar e a ver de forma mais positiva as pessoas do nosso próprio grupo, tornamo-nos mais isolados, ouvindo apenas as pessoas do nosso próprio grupo. À medida que as pessoas do nosso próprio grupo partilham as nossas crenças, partilham “fatos” que confirmam as nossas crenças. É um ciclo de feedback, e acabamos por viver numa bolha.
“Pânico moral” é um nome dado a situações em que a sociedade, ou uma parte da sociedade, é tomada por uma preocupação irracional e exagerada em relação a uma circunstância que, por algum motivo, é vista como uma ameaça grave e urgente.
Entrevista com Wérleson Alexandre Santos sobre sua pesquisa que abordou a desinformação e a luta de classes no Brasil
Não há teoria sem prática! Teoria sem prática se torna fraca e descolada da realidade. Principalmente se o assunto é trabalhar desinformação, apenas estudá-la dentro das paredes da academia não surte muito efeito.
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