Pílulas de comunicação científica #2: comece forte / Sobrevivendo na Ciência

Pílulas de comunicação científica #2: comece forte / Sobrevivendo na Ciência

O público decide se presta atenção em você nos primeiros 30 segundos.

É nesse instante que você precisa causar impacto. Uma pergunta intrigante, uma imagem poderosa ou um dado inesperado cumprem esse papel. Se a sua abertura for fraca, ninguém se conectara ao que vier depois. Se ela for memorável, até detalhes técnicos viram aprendizado.

#EscritaCientífica

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em: https://marcoarmello.wordpress.com/2025/09/02/pilulas2/

Pílulas de comunicação científica #1: comece pelo conflito / Sobrevivendo na Ciência

Pílulas de comunicação científica #1: comece pelo conflito / Sobrevivendo na Ciência

Na ciência, esse conflito pode ser uma pergunta ainda sem resposta ou uma hipótese inovadora, entre várias outras possibilidades. Se você começar a sua estória científica direto pelos métodos ou resultados, o público se perderá. Primeiro, apresente o problema a ser resolvido. Depois, narre a busca por sua solução.

#EscritaCientífica

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em: https://marcoarmello.wordpress.com/2025/08/28/pilulas1/

Escrita científica em saúde e medicina está mais direta e chamativa / Pesquisa Fapesp

Escrita científica em saúde e medicina está mais direta e chamativa / Pesquisa Fapesp

A mudança é atribuída ao esforço dos pesquisadores para ampliar a visibilidade de seus trabalhos em um período no qual a produção científica mundial se multiplicou velozmente. “Os pesquisadores sabem que, para que seu trabalho seja citado, ele precisa ser lembrado. E, para ser lembrado, precisa ser compreendido. Por isso, há mais esforço em escrever de forma compreensível e envolvente”, disse a Pesquisa FAPESP, por e-mail, o autor principal do estudo, o ecologista Sean Connell, da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Adelaide, na Austrália.

#EscritaCientífica

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/escrita-cientifica-em-saude-e-medicina-esta-mais-direta-e-chamativa

IA e métricas produtivistas na ciência: uma mistura explosiva / Questão de Ciência

IA e métricas produtivistas na ciência: uma mistura explosiva / Questão de Ciência

Para evitar que se consolide um ecossistema em que a própria IA produza artigos, avalie sua qualidade, emita pareceres e identifique correlações com maior precisão e em muito menos tempo do que os humanos seriam capazes, será necessário criar mecanismos ativos de incentivo à valorização da qualidade e à formação de novos estudantes, sob o risco de termos, no futuro, gerações que nem sequer foram treinadas para distinguir o que é bom do que é ruim.

Esse cenário levanta obviamente questões de cunho ético-filosófico sobre o uso da IA, muitas das quais foram discutidas no próprio colóquio realizado no IFT. O avanço tecnológico, embora traga novas facilidades para a Humanidade, não a torna melhor do ponto de vista moral. É provável que vejamos uma aceleração tanto do que há de positivo quanto do que há de negativo – e, possivelmente, com maior velocidade para o negativo.

#IA #MásCondutasCientíficas #EscritaCientífica

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/09/01/ia-e-metricas-produtivistas-na-ciencia-uma-mistura-explosiva

A IA generativa está remodelando as práticas acadêmicas em todo o mundo? Uma análise sobre adoção, benefícios e preocupações / Information Processing & Management

A IA generativa está remodelando as práticas acadêmicas em todo o mundo? Uma análise sobre adoção, benefícios e preocupações / Information Processing & Management

Destaques:
– Ferramentas de IA generativa são amplamente adotadas no meio acadêmico, com diferenças significativas entre áreas, gêneros e países.
– Estudantes de doutorado e acadêmicos em início de carreira são os que mais as adotam para fins de pesquisa.
– Aplicações de IA são amplamente utilizadas para tradução, revisão e revisão de literatura, mas menos para análise de dados em atividades de pesquisa.
– Criação de conteúdo, suporte à aprendizagem e design de tarefas são os principais motivos para o uso de IA no ensino, com padrões diferentes baseados em posições acadêmicas e países.
– Informações imprecisas, plágio e habilidades reduzidas de pensamento crítico são as principais preocupações com o uso de IA no meio acadêmico.

#EscritaCientífica #IA #PesquisaCientífica

Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0306457325002912?via%3Dihub

Ao menos 770 publicações acadêmicas usaram IA sem sinalizar / Núcleo

Ao menos 770 publicações acadêmicas usaram IA sem sinalizar / Núcleo

O pesquisador Alex Glynn, da Universidade de Lousville, mantém o Academ-AI, um acompanhamento independente de casos de uso não-sinalizado de IA em periódicos, conferências e capítulos de livros. Ele diagnosticou que cerca de um quinto das publicações da área de ciência da computação contêm algum uso não-sinalizado de IA.

A grande maioria dos artigos não chegou a sofrer retratações ou correções por parte de seus publicadores – e as correções chegaram a levar até 274 dias para acontecer nos poucos casos em que houve correção, segundo análise de Glynn.

via Núcleo

#EscritaCientífica #ChatGPT

Disponível em: https://nucleo.jor.br/reportagem/2025-08-15-ia-educacao-superior-publicacoes-academicas/

As contradições da IAGen na produção científica e o futuro da ciência / SciELO

As contradições da IAGen na produção científica e o futuro da ciência / SciELO

O texto destaca ainda que, em muitos casos, o uso indiscriminado de IAGen tem resultado em plágio, apagamento de autoria e produção de conteúdos inconsistentes. Além disso, observa-se um redirecionamento das agendas de pesquisa em função do entusiasmo por novas ferramentas, com possível prejuízo a outras tecnologias e abordagens já consolidadas na área.

Ao final, o editorial convida a comunidade científica a se engajar em reflexões contínuas sobre o papel da IAGen nos processos de produção do conhecimento, enfatizando que a crítica não deve ser confundida com rejeição automática, mas sim com a necessidade de compreender e tensionar as condições materiais, políticas e simbólicas que estruturam essas tecnologias.

via SciELO

#IA #Ciência #EscritaCientífica #PesquisaCientífica

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/07/29/as-contradicoes-da-iagen-na-producao-cientifica-e-o-futuro-da-ciencia/

Padronização nos artigos acadêmicos inviabiliza inovação / Jornal da USP

Padronização nos artigos acadêmicos inviabiliza inovação

 Dito de outra forma, estamos facilitando muito o trabalho da inteligência artificial e me parece que é a hora de, ao invés de insistir num debate – do meu ponto de vista pouco enriquecedor – sobre quem é melhor, o humano ou a máquina, desafiar os sistemas maquínicos, correndo mais riscos e deixando de responder aos padrões que podem nos garantir melhores posicionamentos em rankings, mas que deixam muito pouco espaço para a criatividade e para a subversão, elementos decisivos quando se fala em inovação”.

via Jornal da USP

#RevisãoPorPares #IA #EscritaCientífica

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/padronizacao-nos-artigos-academicos-inviabiliza-inovacao/

Copie, cole e passe vergonha / Pesquisa Fapesp

Copie, cole e passe vergonha

A lista é atualizada sempre que surgem novos trabalhos questionáveis e reunia em meados de junho perto de uma centena deles. Os artigos chamam a atenção pelo desleixo grosseiro de seus autores, que expuseram o uso da ferramenta ao simplesmente copiar e colar respostas do ChatGPT, e também pela negligência dos revisores e editores, a quem cabe avaliar a qualidade e a robustez de manuscritos, sugerir aperfeiçoamentos e recomendar ou rejeitar sua publicação.

#EscritaCientífica #ChatGPT #RetractionWatch #MásCondutasCientíficas

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/copie-cole-e-passe-vergonha/

Existem indícios de que IA pode ter escrito o resumo de milhões de estudos / Folha de S. Paulo

Existem indícios de que IA pode ter escrito o resumo de milhões de estudos

Em um artigo publicado na última quarta-feira (2) na revista Science Advances, Dmitry Kobak da Universidade de Tübingen (Alemanha) e seus colegas disseram ter encontrado uma forma de rastrear com que frequência os pesquisadores estão usando chatbots de inteligência artificial para escrever os resumos de seus artigos.
As ferramentas de IA, segundo eles, tendem a usar certas palavras —a exemplo de aprofunda, crucial, potencial, significativo e importante— com muito mais frequência do que autores humanos.

#EscritaCientífica #ChatGPT #IA

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2025/07/existem-indicios-de-que-ia-pode-ter-escrito-o-resumo-de-milhoes-de-estudos.shtml

A evolução da escrita científica: uma análise de 20 milhões de resumos ao longo de 70 anos em ciências médicas e da saúde / Scientometrics 

A evolução da escrita científica: uma análise de 20 milhões de resumos ao longo de 70 anos em ciências médicas e da saúde

Descobrimos que os cientistas estão cada vez mais usando componentes de escrita que reduzem a carga cognitiva e melhoram a compreensão do leitor. Apesar desses esforços positivos, descobrimos que muitos cientistas ainda sentem a necessidade de aderir ao “Estilo Oficial”, que recai sobre uma prosa densa e difícil. Defendemos uma escrita científica mais acessível para que suas descobertas não apenas incentivem a pesquisa interdisciplinar, mas também sejam disseminadas pela sociedade em geral como parte do compartilhamento de conhecimento.

#EscritaCientífica

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05353-8 

Pesquisadores usam inteligência artificial em tarefas acadêmicas / Pesquisa Fapesp

Pesquisadores usam inteligência artificial em tarefas acadêmicas

O uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa na pesquisa ainda é limitado e se concentra principalmente em tarefas relacionadas à escrita acadêmica, mas há uma percepção majoritária na comunidade científica de que deve se tornar disseminado já nos próximos dois anos, de acordo com um levantamento feito pela editora Wiley, com quase 5 mil pesquisadores de mais de 70 países, entre eles 143 do Brasil (ver infográfico abaixo). “Há ampla aceitação de que a inteligência artificial vai remodelar o campo da pesquisa”, disse à revista Nature Josh Jarrett, vice-presidente da Wiley e responsável pela área de IA da empresa.

#EscritaCientífica #IA #Ciência

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisadores-usam-inteligencia-artificial-em-tarefas-academicas/