O professor e a palavra: ler para se emancipar / Emilia

O professor e a palavra: ler para se emancipar / Emilia

Ser professor leitor é, antes de tudo, assumir uma responsabilidade ética. É testemunhar, diante das crianças e dos estudantes, que a leitura é uma maneira de de ampliar horizontes, reconhecer outras possibilidades de mundos e criar relações de empatia. Alberto Manguel, em sua confissão de leitor, lembra que escrever pode ser uma atividade secundária, mas ler é vital. Essa urgência não é um luxo intelectual; é o reconhecimento de que sem livros não respiramos. Ler é, portanto, um gesto de sobrevivência. E se o professor não experimenta essa necessidade visceral, como pode convocar os estudantes para ela?

#Professores #Leitura

via Emilia

Disponível em: https://emilia.org.br/o-professor-e-a-palavra-ler-para-se-emancipar/

Estantes cheias e mentes vazias / Leitura e Contexto

Estantes cheias e mentes vazias / Leitura e Contexto

Isso porque fiquei pensando no foco do texto dele, nessas pessoas que possuem uma estante cheia de belíssimos livros, com capas artisticamente enfeitadas, verdadeiras obras de artes, mas, infelizmente, são apenas itens decorativos. Essas pessoas não têm a preocupação, nem interesse, nem incentivo, nem vontade de lê-los, A finalidade é tão somente mostrar uma falsa intelectualidade e riqueza material. (…) Isso porque fiquei pensando no foco do texto dele, nessas pessoas que possuem uma estante cheia de belíssimos livros, com capas artisticamente enfeitadas, verdadeiras obras de artes, mas, infelizmente, são apenas itens decorativos. Essas pessoas não têm a preocupação, nem interesse, nem incentivo, nem vontade de lê-los, A finalidade é tão somente mostrar uma falsa intelectualidade e riqueza material.

#Leitura #Livros

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/09/estantes-cheias-e-mentes-vazias.html

A biblioteca escolar, seu caráter político e ético, por Silvia Castrillón / Divulga-CI

A biblioteca escolar, seu caráter político e ético, por Silvia Castrillón / Divulga-CI

“Acredito que as funções da biblioteca escolar são de natureza política, ética e educacional – funções que não se separam do papel geral da escola. No entanto, também considero que a biblioteca escolar possui tarefas específicas, que lhe conferem identidade e propósito próprios dentro da escola e do sistema educacional.” pondera a bibliotecária e escritora colombiana Silvia Castrillón, referência na implementação de projetos e campanhas de fomento ao livro e à leitura.

#BibliotecasEscolares #Leitura

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-9-set-2025/a-biblioteca-escolar-seu-carater-politico-e-etico-por-silvia-castrillon/

O declínio da leitura por prazer ao longo de 20 anos / iScience

O declínio da leitura por prazer ao longo de 20 anos / iScience

Medimos a leitura por prazer e a leitura com crianças de 2003 a 2023, usando uma amostra nacionalmente representativa da American Time Use Survey (n = 236.270). Encontramos declínios acentuados na proporção de indivíduos que leem por prazer diariamente nos EUA, com reduções de 3% ao ano (razão de prevalência = 0,97, intervalo de confiança de 95% = 0,97, 0,98, p < 0,001). Houve disparidades entre os grupos populacionais, com lacunas crescentes para aqueles da raça negra (vs. branca), com níveis educacionais mais baixos e menor renda anual. Nossas descobertas demonstram a necessidade de estratégias mais direcionadas para aumentar as oportunidades de leitura por prazer. Monitorar a leitura diária e os fatores que influenciam a leitura será vital para entender os impactos de políticas futuras.

via iScience

Disponível em: https://www.cell.com/iscience/fulltext/S2589-0042(25)01549-4

Você tá lendo ou fingindo que tá lendo? / Gama

Você tá lendo ou fingindo que tá lendo? / Gama

Hoje já existe um termo para definir esses usos da literatura para além da leitura: “performative reading”. Em um texto crítico sobre o assunto para o The Guardian, a jornalista Alaina Demopoulos define essa suposta atividade, bastante criticada nas redes, como algo muito além de só fingir ler um clássico ou aquele livro de que todos estão falando: esses indivíduos “querem que todo mundo saiba que eles estão lendo.”

Claro, é impossível negar o poder da imagem de um livro, algo que não passa despercebido. Embora o Brasil viva um momento de queda no número de leitores, há um nicho por aqui onde livros são sempre tendência: o dos influenciadores. A ponto de muitos se deixarem capturar pelas câmeras lendo casualmente ou posando ao lado de alguma obra.

via Gama

#Leitura

Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/aparencia-e-tudo/voce-ta-lendo/

Dançar com livros / Leitura e Contexto

Dançar com livros / Leitura e Contexto

Dançar com livros pode ser um momento leve e despreocupado em relação ao aprendizado ou à leitura. Ao invés de uma postura rígida e formal, a pessoa estaria aberta à exploração e à expressão pessoal, “dançando” com o conhecimento de forma mais livre e intuitiva.

Por outro lado, pode-se interpretar como uma forma de interagir ativamente com o conteúdo do livro, não apenas lendo-o passivamente, mas “dançando” com ele, ou seja, explorando diferentes perspectivas, relacionando o conteúdo com outras áreas do conhecimento e aplicando-o de maneira criativa.

#Leitura #Livros

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/07/dancar-com-livros.html

Ler no papel melhora as habilidades de compreensão de seis a oito vezes mais do que ler em dispositivos digitais / Universo Abierto

Ler no papel melhora as habilidades de compreensão de seis a oito vezes mais do que ler em dispositivos digitais / Universo Abierto

Um novo estudo realizado pela Universidade de Valência conclui que a leitura impressa melhora a compreensão da leitura de seis a oito vezes mais do que a leitura em telas. Esta pesquisa, que analisou mais de vinte anos de estudos e quase 470.000 participantes, confirma que o papel continua sendo o meio mais eficaz para promover uma leitura profunda e abrangente, especialmente em contextos educacionais.

Os pesquisadores não são contra o uso de tecnologias digitais, mas alertam que a aprendizagem profunda — especialmente em idades precoces — exige o tipo de atenção, ritmo lento e concentração que a leitura impressa promove. Portanto, recomendam que escolas e educadores priorizem livros físicos para desenvolver habilidades de leitura sólidas antes de introduzir intensivamente a leitura digital.

#Leitura #FormaçãoDeLeitores #Leitores

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2025/07/21/la-lectura-en-papel-mejora-las-habilidades-de-comprension-entre-seis-y-ocho-veces-mas-que-la-lectura-en-dispositivos-digitales/

Apropriação da informação por meio da leitura de histórias em quadrinhos de super-heróis / RBBD

Apropriação da informação por meio da leitura de histórias em quadrinhos de super-heróis / RBBD

Histórias em quadrinhos (HQs) podem ser encaradas em um primeiro momento como um formato de leitura voltado somente ao lazer e ao entretenimento. Entretanto, a presente pesquisa indica que, partindo-se do pressuposto defendido na Ciência da Informação (Dumont, 2020), de que toda leitura é capaz de agregar valor ao seu leitor, às práticas de leitura de HQs, com destaque aqui para o gênero dos super-heróis podem, a partir da apropriação de informações contidas em suas páginas, ser capazes de aumentar, alterar e reformular conhecimentos dentro do arcabouço cognitivo do leitor, em meio ao seu cotidiano e as suas experiências vividas. 

#HistóriasEmQuadrinhos #ApropriaçãoDaInformação #Leitura

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2074

Média de livros lidos por ano por país em 2025 / World Population Review

Média de livros lidos por ano por país em 2025 / World Population Review

Tempo Gasto com Leitura (Relatório de 2024)
Estados Unidos – Os americanos, os leitores mais prolíficos do mundo, passam em média quase 7 horas lendo por semana. Isso equivale a 357 horas por ano.
Índia – Em segundo lugar, a taxa de leitura semanal dos indianos é de pouco menos de 7 horas por semana, apenas cerca de 5 minutos por semana atrás da dos americanos. As horas de leitura anuais chegam a 352 por ano.
Reino Unido – Este país ocupa o terceiro lugar, lendo cerca de 6,5 horas por semana ou 343 horas por ano.
França – As pessoas neste país leem cerca de 5 horas e 50 minutos por semana. Isso equivale a 305 horas por ano.
Itália – O quinto leitor mais voraz do mundo, os italianos leem 5 horas e 20 minutos por semana ou 278 horas por ano.

via World Population Review

#Leitura #Leitores

Disponível em: https://worldpopulationreview.com/country-rankings/average-books-read-per-year-by-country

Como ler transforma o cérebro / BBC

Como ler transforma o cérebro

Uma grande preocupação da pesquisadora é com o que ela chama de “crise de leitura”.
O fato de que ler não é uma capacidade inata dos humanos, e sim algo adquirido e aperfeiçoado ao longo de milênios, significa, segundo Wolf, que essas habilidades podem ser atrofiadas ou lentamente perdidas. (…)
O problema, segundo Wolf, é que se limitar a essa leitura superficial pode prejudicar nossa capacidade de imersão num texto, de entender argumentos complexos, de fazer uma análise crítica, de identificar notícias falsas ou, simplesmente, de mergulhar em um livro bem escrito.

#Leitura

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c89el24p358o

Valor econômico, simbólico e histórico da leitura, da escrita e da oralidade por meio da Biblioteca Pública / Informação & Sociedade

Valor econômico, simbólico e histórico da leitura, da escrita e da oralidade por meio da Biblioteca Pública

Na avaliação das práticas de leitura, escrita e oralidade, predomina o sentido social, separando-se abruptamente das dimensões econômica, simbólica e histórica das práticas. Este artigo tem como objetivo apresentar os significados dessas dimensões, enquadrando-as no âmbito das bibliotecas públicas como instituições sociais orientadas a contribuir para a redução das lacunas de desigualdade social e vinculadas a mecanismos de inclusão que contribuem para a justiça social.

#ImpactoDasBibliotecas #BibliotecasPúblicas #Leitura #Oralidade #JustiçaSocial

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/view/73466

Porque lemos? / RBE

Porque lemos?

Richard J. Evans, historiador britânico e especialista da Segunda Guerra Mundial, destaca que “A capacidade de ler, por si só, não nos torna moralmente íntegros ou responsáveis. (…) quanto mais se sobe na hierarquia das SS, a organização que levou a cabo o Holocausto, maior é a probabilidade de encontrar homens com habilitações académicas avançadas. A posse de um doutoramento não impediu Josef Mengele de selecionar vítimas judias para serem gaseadas em Auschwitz ou de realizar terríveis experiências médicas em algumas delas”.

“Algumas pessoas leem para confirmar ou aprofundar os seus preconceitos”, reforçando o seu (discurso de) ódio, racismo e discriminação – Minha Luta de Adolf Hitler, Os Protocolos dos Sábios de Sião são antissemitas, contra os judeus – ou “assimilarem a ideologia de um Estado ditatorial” – A História do Partido Comunista de Toda a União (Bolcheviques): Breve Curso encomendado por Estaline.

#Leitura #Leitores

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/porque-lemos-2961580