Você tá lendo ou fingindo que tá lendo? / Gama

Você tá lendo ou fingindo que tá lendo? / Gama

Hoje já existe um termo para definir esses usos da literatura para além da leitura: “performative reading”. Em um texto crítico sobre o assunto para o The Guardian, a jornalista Alaina Demopoulos define essa suposta atividade, bastante criticada nas redes, como algo muito além de só fingir ler um clássico ou aquele livro de que todos estão falando: esses indivíduos “querem que todo mundo saiba que eles estão lendo.”

Claro, é impossível negar o poder da imagem de um livro, algo que não passa despercebido. Embora o Brasil viva um momento de queda no número de leitores, há um nicho por aqui onde livros são sempre tendência: o dos influenciadores. A ponto de muitos se deixarem capturar pelas câmeras lendo casualmente ou posando ao lado de alguma obra.

via Gama

#Leitura

Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/aparencia-e-tudo/voce-ta-lendo/

As múltiplas formas de ler: representações da leitura na Lisboa oitocentista em O primo Basílio, de Eça de Queirós / Alea

As múltiplas formas de ler: representações da leitura na Lisboa oitocentista em O primo Basílio, de Eça de Queirós / Alea

A incorporação da literatura nas cenas do romance queirosiano, portanto, aparece ora como principal elemento, ora como um componente secundário que enriquece as descrições, sempre com relevância para a narrativa, e nos permite uma interpretação dos eventos do contexto literário e das manifestações artísticas a partir de perspectivas mais ricas e sutis.
Um ponto em comum entre os personagens femininos e masculinos, leitores n’O primo Basílio, é a leitura de jornais. Também utilizado como um elemento que incrementa os detalhes dos cenários e colabora para a produção de sentido, os periódicos aparecem de diversas maneiras e é possível ampliar, por meio deles, o conhecimento da sociedade de então e saber como era a vida em Lisboa.

#HistóriaDaLeitura #PráticasDeLeitura #Literatura

Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/alea/article/view/69381

Queda de práticas de leitura nas escolas envolve questões estruturais do sistema de ensino, relações familiares e transformações históricas / Pro-Livro

Queda de práticas de leitura nas escolas envolve questões estruturais do sistema de ensino, relações familiares e transformações históricas

Dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostram que mais da metade das escolas públicas do país não apresentam bibliotecas.

Zoara Failla confirma que as estatísticas apontam para uma perda do valor simbólico do livro e da leitura. “O interesse pela internet e redes sociais, de mais de 90% dos entrevistados da Retratos entre 14 e 39 anos, e a representação de que é possível acessar qualquer informação em sites de busca e estar o tempo todo conectado para estar atualizado e em comunicação com seus grupos, certamente contribuem para a desvalorização do livro e para o acréscimo no percentual daqueles que dizem não ter paciência para ler livros”.

via Pro-Livro

#PráticasDeLeitura

Disponível em: https://www.prolivro.org.br/2025/03/20/queda-de-praticas-de-leitura-nas-escolas-envolve-questoes-estruturais-do-sistema-de-ensino-relacoes-familiares-e-transformacoes-historicas/

Circulação de livros e práticas de leitura na sociedade sergipana oitocentista: catálogo natodigital da livraria comercial / PPGCI – UFS

Circulação de livros e práticas de leitura na sociedade sergipana oitocentista: catálogo natodigital da livraria comercial

Objetivando dar luz às práticas leitoras do período, por meio da análise exploratória e bibliográfica, foram feitos apontamentos acerca dos motivos que tornaram esses títulos marcantes para época e a partir desse diagnóstico foi criado o Catálogo Natodigital Interativo da Livraria Comercial. Através desse material, o público poderá ter acesso a obras que circularam na época, rememorando as práticas leitoras que faziam parte do cotidiano dos sergipanos e, consequentemente, dos leitores brasileiros.

Na pesquisa: um SWOT do Arquivo Geral do Judiciário de Sergipe.

#PráticasDeLeitura #ProdutosEServiçosDeInformação

via PPGCI – UFS

Disponível em: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/21368

Leitura partilhada: O impacto da socialização nos hábitos de leitura / RBE

Leitura partilhada: O impacto da socialização nos hábitos de leitura

Cada leitor possui uma perspetiva única baseada nas suas experiências de vida, conhecimentos e interesses. A recomendação interpares permite que os alunos sejam expostos a uma ampla gama de opiniões e interpretações, enriquecendo a compreensão e apreciação da literatura dentro do grupo. Este intercâmbio de perspetivas pode levar a uma leitura mais crítica e reflexiva, onde os jovens consideram múltiplos pontos de vista e desenvolvem uma visão mais equilibrada e informada sobre os temas abordados nos livros.

#PráticasDeLeitura #FormaçãoDeLeitores

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/leitura-partilhada-o-impacto-da-2923333

Hábitos de compra e leitura de livros impressos, e-books e audiolivros na França

Hábitos de compra e leitura de livros impressos, e-books e audiolivros na França

Livrarias e supermercados especializados continuam a ser os pontos de venda preferidos dos franceses para adquirir livros impressos e audiolivros físicos. Pelo contrário, as plataformas digitais e os sites das plataformas especializadas são utilizados principalmente por leitores de livros digitais e audiolivros digitais, naturalmente.

Se o empréstimo da biblioteca vem em segundo lugar depois da compra como forma de obtenção (9% para a versão impressa e 12% para o áudio físico), um em cada dois franceses já pegou emprestado um livro de uma biblioteca, ou seja, dois terços dos Os franceses terão lido ou ouvido um livro em 2023. Entre eles, 63% afirmam estar inscritos numa biblioteca.

#PráticasDeLeitura #França

via Dosdoce

Disponível em: https://www.dosdoce.com/2024/04/30/habitos-de-compra-y-lectura-de-libros-impresos-ebooks-y-audiolibros-en-francia/

Geração Z e Millennials: como eles usam bibliotecas públicas e se identificam por meio do uso da mídia

Geração Z e Millennials: como eles usam bibliotecas públicas e se identificam por meio do uso da mídia

Categorias geracionais como a Geração Z e a geração Y (com idades entre 13 e 40 anos em 2022) são uma forma importante de compreender o envolvimento com o livro e o uso da biblioteca porque “a idade de um indivíduo é um dos preditores mais comuns de diferenças em atitudes e comportamentos.”

A computação móvel é um aspecto fundamental da vida diária da Geração Z e da geração Y. 92% acessam as redes sociais todos os dias; 25% verificam as redes sociais várias vezes por hora. O elevado índice de leitura em dispositivos móveis entre estes grupos, especialmente nas redes sociais e outras aplicações de “jardim murado”, representa uma mudança profunda em relação às gerações anteriores.

via ALA

#GeraçãoZ #GeraçãoY #BibliotecasPúblicas #PráticasDeLeitura #MídiasSociais

Censo Nacional de Práticas de Leitura no Sistema Socioeducativo

Censo Nacional de Práticas de Leitura no Sistema Socioeducativo (2023)

Nos espaços de restrição e privação de liberdade e, notadamente, no sistema socioeducativo, as bibliotecas representam, além de todos os seus significados, espaço singular de encontro com as pessoas e com o realidades extramuros por meio de textos de variadas origens, temáticas e interesses, sobretudo por se tratar de pessoas em condição peculiar de pessoa em desenvolvimento.

Relatório do Conselho Nacional de Justiça, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Universidade Católica de Pelotas.

#PráticasDeLeitura #BibliotecasPrisionais

Disponível em: https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2023/11/censo-leitura-socio-digital.pdf

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Curadoria: Projeto Informe-CI

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Fonte by Projeto Informe-CI

A circulação de livros em 2020: questões abertas e hipóteses interpretativas l “…

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Fonte : Projeto Informe-CI