Downloads irregulares: quando o mercado abandona o consumidor, o consumidor encontra outra maneira / Enrique Dans
A história da música ilustra isso claramente: antes do Spotify, recorrer a downloads irregulares era uma solução lógica; outros modelos eram caros ou impraticáveis. A simplicidade e a educação do consumidor do Spotify eram a alternativa válida. Hoje, o streaming audiovisual mais uma vez não segue esse caminho.
Não se trata de exigir que você não pague pelo conteúdo. Trata-se de entender que, se você oferecer a solução certa, o usuário pagará. O que destrói a legitimidade não é o valor econômico do conteúdo, mas sim uma experiência fragmentada, cara e repleta de barreiras e obstáculos. Nesse contexto, a irregularidade se torna a alternativa mais coerente para quem busca assistir, ler ou ouvir sem penalidades e sem alternar excessivamente entre plataformas.
via Enrique Dans
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