Procrastinação e autossabotagem na pós-graduação (e na vida) / Redação Científica

Procrastinação e autossabotagem na pós-graduação (e na vida) / Redação Científica

A procrastinação — e eu gostaria muito de saber o que a neurociência tem a dizer sobre isso — sempre me parece ligada a algo instintivo, quase primitivo. É como se fosse obra do nosso cérebro reptiliano, aquele cérebro antigo que só quer evitar dor, desconforto, esforço. Ele quer nos manter numa zona segura, confortável, longe de qualquer incômodo.

Mas o problema é que outra parte da nossa consciência — mais racional, mais estratégica — já decidiu que aquilo que estamos evitando é, na verdade, um dever. Uma meta. Um objetivo importante. E é aí que começa o conflito interno: o inconsciente entra em ação e passa a arquitetar formas de fugir da tarefa, do desconforto que ela representa. No meu caso, fugir da dor de escrever a tese.

#Procrastinação #PósGraduação

Disponível em: https://redacaocientificacomia.substack.com/p/procrastinacao-e-autossabotagem-na

Estudantes pretos e pardos ampliam presença na pós-graduação / Revista Pesquisa Fapesp

Estudantes pretos e pardos ampliam presença na pós-graduação / Revista Pesquisa Fapesp

Cresceu ao longo das últimas três décadas a proporção de pretos, pardos e indígenas entre as pessoas que concluem cursos de pós-graduação stricto sensu no Brasil, embora os brancos ainda sejam perto de dois terços dos formados (68,6% dos doutores e 62,9% dos mestres titulados em 2021). Em todas as regiões brasileiras, o percentual de brancos entre os pós-graduados é maior do que a proporção de seu grupo racial na população regional. No Sul, os brancos são 72,6% dos habitantes, mas concentraram 84,4% dos títulos de mestrado e 85,6% dos de doutorado em 2021.

#PósGraduação #DiversidadeÉtnicoRacial

via Revista Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/estudantes-pretos-e-pardos-ampliam-presenca-na-pos-graduacao/

CAPES lança Guia de Interoperabilidade da Pós-Graduação / CAPES

CAPES lança Guia de Interoperabilidade da Pós-Graduação / CAPES

A CAPES/MEC lançou nesta quinta-feira, 16 de outubro, o Guia de Interoperabilidade da Pós-Graduação. O documento apoiará bibliotecários, profissionais de tecnologia da informação e coordenadores de programas na organização, padronização e integração de dados entre os sistemas institucionais e a Plataforma Sucupira. A cerimônia ocorreu no Auditório Anísio Teixeira, na sede da Coordenação, em Brasília.

#PlataformaSucupira #Interoperabilidade #PósGraduação #CAPES #Repositórios

via CAPES

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-lanca-guia-de-interoperabilidade-da-pos-graduacao

“Como está indo sua tese?” – Perspectivas de estudantes de doutorado sobre saúde mental e estresse no meio acadêmico / PlosOne

“Como está indo sua tese?” – Perspectivas de estudantes de doutorado sobre saúde mental e estresse no meio acadêmico / PlosOne

Nossos resultados revelaram que um terço dos participantes estava acima do limite para depressão e que fatores como estresse percebido e insegurança foram importantes preditores do estado de saúde mental de estudantes de doutorado. Além disso, constatamos que a insegurança no trabalho e a baixa satisfação profissional foram preditores de estresse e ansiedade. Muitos participantes do nosso estudo relataram trabalhar mais do que em tempo integral, mesmo estando empregados em tempo parcial. É importante ressaltar que a supervisão inadequada teve um efeito negativo na saúde mental dos estudantes de doutorado. Os resultados do estudo estão em consonância com investigações anteriores sobre saúde mental no meio acadêmico, que também revelam níveis significativos de depressão e ansiedade entre estudantes de doutorado.

#SaúdeMental #PósGraduação

Disponível em: https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0288103

CAPES lança livro sobre impacto da pós-graduação na Agenda 2030 / CAPES

CAPES lança livro sobre impacto da pós-graduação na Agenda 2030 / CAPES

omposta por 248 páginas e dividida em oito capítulos, a obra destaca projetos e ações relacionados à temática nas nove grandes áreas do conhecimento. Os autores também identificam temas relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) presentes nos documentos orientadores das 50 áreas de avaliação.

O material traça, ainda, um histórico do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) e dos sete Planos Nacionais de Pós-Graduação (PNPG), com números relacionados à produção científica da pós-graduação stricto sensu brasileira. E cita caminhos possíveis para construir uma educação para o desenvolvimento sustentável.

#PósGraduação #Agenda2023 #CAPES #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-lanca-livro-sobre-impacto-da-pos-graduacao-na-agenda-2030

Estudo indica que 15% dos doutores brasileiros são donos de empresas / Pesquisa Fapesp

Estudo indica que 15% dos doutores brasileiros são donos de empresas / Pesquisa Fapesp

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em abril apontou que, entre os 44 mil doutores formados no país em 2021 e 2022, 15,3% (6,7 mil) eram sócios ou administradores de empresas em julho de 2024, entre 18 e 36 meses após se titularem. A maioria deles, cerca de 62%, atua na gestão, em atribuições como presidente, diretor ou sócio-administrador.

#PósGraduação #Empreendedorismo

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-indica-que-15-dos-doutores-brasileiros-sao-donos-de-empresas/

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

A proporção de doutores pretos subiu de 1,8% do total em 1996 para 6,2% em 2021, enquanto a dos pardos cresceu de 9,7% para 23,3% no período. O antropólogo Pedro Jaime, autor do livro “Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial”, ficou surpreso com o crescimento observado entre os pardos. Esperava um aumento maior no contingente de pretos. “É que temos observado, do ponto de vista antropológico, um deslocamento identitário ao longo do tempo no Brasil com um número maior de pessoas que se viam como pardas passando a se autodeclarar pretas”, explica.

Entre os homens, os brancos com título de doutor recebiam uma remuneração média de R$ 17.657,98, R$ 1.842 mais do que os pretos e R$ 373 mais do que os pardos. Entre as mulheres, o patamar salarial era significativamente inferior: as brancas com título de doutorado têm remuneração média de R$ 14.756,64, quase o mesmo valor recebido pelas pardas e R$ 483 mais do que as pretas.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira #DesigualdadeRacial #DesigualdadeDeGênero

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/levantamento-analisa-diversidade-racial-entre-mestres-e-doutores/

Pós-graduação não deve ser período de servidão / Questão de Ciência

Pós-graduação não deve ser período de servidão / Questão de Ciência

A relação entre orientador e orientando é um dos alicerces da ciência. Quando essa relação é saudável, forma não apenas bons profissionais, mas também cidadãos críticos, éticos, preparados para contribuir com o mundo. Quando é abusiva, destrói talentos, corrói instituições e mina a credibilidade da própria academia.

O orientador deve ser mestre, não dono. Parceiro, não carcereiro. Exemplo, não ameaça. A ciência que queremos precisa começar por dentro. E isso inclui, urgentemente, redefinir o papel e os limites do poder na pós-graduação.

#Orientação #PósGraduação

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/09/04/pos-graduacao-nao-deve-ser-periodo-de-servidao

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

“Embora tenha havido várias ações para ampliar a inclusão racial na pós-graduação brasileira, a assimetria no acesso ainda é muito grande”, observa Sofia Daher, assessora técnica do CGEE que coordenou o estudo. A situação dos indígenas é ainda mais desfavorável, com apenas 196 mestres e 54 doutores formados em 2021. “Enquanto pretos e pardos ampliaram sua participação de forma consistente entre os formados nos últimos anos, os indígenas tiveram um ritmo de crescimento baixo e vão precisar de um impulso fortíssimo para ganhar representatividade”, diz Daher.

#CiênciaBrasileira #DiversidadeRacial

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/levantamento-analisa-diversidade-racial-entre-mestres-e-doutores/

Pós-graduação e os desafios contemporâneos / P2P

Pós-graduação e os desafios contemporâneos / P2P

O artigo propõe estratégias para conectar ensino, pesquisa e inovação por meio da adoção de tecnologias como inteligência artificial e blockchain, do incentivo à colaboração intersetorial e da reforma curricular voltada ao desenvolvimento de competências socioemocionais, digitais e sistêmicas. Conclui-se que a relevância da pós-graduação dependerá de sua capacidade de liderar transformações institucionais e gerar soluções sustentáveis para desafios globais.

#PósGraduação

Disponível em: https://revista.ibict.br/p2p/article/view/7626

O colapso emocional na vida acadêmica / Questão de Ciência

O colapso emocional na vida acadêmica / Questão de Ciência

Enquanto celebramos a ciência como um dos pilares do progresso humano, negligenciamos a saúde de quem a faz. E isso é mais do que uma contradição: é uma falência moral. O ambiente acadêmico é muitas vezes vendido como um espaço de liberdade intelectual, de descobertas e de impacto social. E, de fato, pode ser tudo isso. Mas também pode ser, e frequentemente é, um terreno fértil para o adoecimento psíquico.

#PósGraduação #SaúdeMental #Produtivismo

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/08/21/o-colapso-emocional-na-vida-academica

Brasil precisa voltar a valorizar a formação de mestres e doutores / The Conversation

Brasil precisa voltar a valorizar a formação de mestres e doutores / The Conversation

A ciência brasileira é construída sobre o trabalho árduo, a dedicação e o talento desses estudantes. Negar-lhes condições mínimas para desenvolverem suas pesquisas é um retrocesso que ameaça o futuro da nossa produção científica e tecnológica. O movimento de greve não é um ato de paralisação, mas sim um grito por reconhecimento e valorização. É um pedido urgente para que o governo e a sociedade olhem para a ciência como um investimento essencial, e não como um gasto.

A defesa dos pós-graduandos é, em essência, a defesa da ciência brasileira. É a defesa do futuro do nosso país. Ao investirmos adequadamente em nossos pesquisadores, garantimos que o Brasil continue a prosperar em conhecimento, inovação e desenvolvimento social.

via The Conversation

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://theconversation.com/opiniao-brasil-precisa-voltar-a-valorizar-a-formacao-de-mestres-e-doutores-263239?utm_medium=article_native_share&utm_source

“Minha vida vale mais do que vinte papers” / Science Arena

“Minha vida vale mais do que vinte papers”/ Science Arena

Doutorando conta como enfrentou preconceitos na universidade e de que maneira planeja sua carreira científica sem renunciar a projetos de extensão

O químico Jackson Monteiro, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Biologia Química da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), se mantém em constante alerta para não se submeter à sobrecarga de trabalho e ao adoecimento mental enquanto faz sua pesquisa sobre a atividade antimicrobiana de moléculas e fungos encontrados em árvores da espécie Duguetia lanceolata.

#Cientistas #PósGraduação

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/minha-vida-vale-mais-do-que-vinte-papers/

Documento de Área – Comunicação, Informação e Museologia / CAPES

Documento de Área – Comunicação, Informação e Museologia / CAPES

A elaboração deste novo Documento de Área está alinhada com a ficha de avaliação do quadriênio 2025-2028. A nova ficha deixa espaço para esclarecimentos, pela futura coordenação, dos valores e princípios que orientam a formulação de seus critérios. Considerando o longo intervalo entre sua redação, em 2024, e sua aplicação, na avaliação de 2029, é esperado que ocorram mudanças tecnológicas e políticas, tal como aconteceu entre a ficha redigida em 2019 e sua aplicação na avaliação que se iniciará em breve, em 2025. O seminário de meio-termo, previsto para 2027, deverá esclarecer e aprofundar as ideias e valores que orientam os critérios de avaliação definidos na nova ficha de avaliação e neste documento de área.

#PPGCI #PósGraduação #CAPES

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/avaliacao/sobre-a-avaliacao/areas-avaliacao/sobre-as-areas-de-avaliacao/colegio-de-humanidades/ciencias-sociais-aplicadas/copy_of_COMUNICACAO_DOCAREA_2025_2028.pdf

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