Estratégias de autopromoção: sintomas do narcisismo acadêmico? / Jornal da USP

Estratégias de autopromoção: sintomas do narcisismo acadêmico? / Jornal da USP

A era digital parece estimular a superexposição de si – costume a que os professores universitários não costumam escapar. Nos sites, há perfis pessoais que parecem cardápios; nos e-mails, há assinaturas que se assemelham a catálogos; no currículo, é frequente toparmos com produções duplicadas.

Seria o caso de refletirmos a respeito e recorrermos a formas mais equilibradas de divulgar o que fazemos, levando em conta nossa relativa importância, no mar de celebridades e anônimos que também disputam sua popularidade cibernética. Falar demasiado do que se faz e, por tabela, sobre si mesmo, costuma soar pretensioso e pode transmitir insegurança. Até que ponto o alarde e a superexposição favorecem o diálogo?

#Autopromoção #ProfessoresUniversitários

Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/jean-pierre-chauvin/estrategias-de-autopromocao-sintomas-do-narcisismo-academico/

A UNESCO alerta para uma “crise global sem precedentes” para os professores e insta a uma “reavaliação” da profissão / El periódico

A UNESCO alerta para uma “crise global sem precedentes” para os professores e insta a uma “reavaliação” da profissão / El periódico

A escassez de professores é “generalizada”, segundo a UNESCO, mas há regiões do mundo onde o déficit é mais agudo, como a África Subsaariana, onde seriam necessários 15 milhões de cargos adicionais. Nos países de alta renda, a situação crítica está ligada a um êxodo “massivo” da profissão. Quase seis em cada dez professores necessários para atingir as metas de 2030 serão perdidos por esse motivo. Entre as causas que levaram à crise de escassez estão os cortes no financiamento público, o impacto persistente da pandemia e a constante evolução das tecnologias digitais, incluindo a inteligência artificial. Este não é o único desafio que exige solução. Aproximadamente 86% dos professores do ensino fundamental em todo o mundo possuem a qualificação mínima exigida.

#Professores

via El periódico

Disponível em: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20250828/unesco-crisis-mundial-profesores-abandono-profesion-121027095?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=btn-share

O que aprendi sendo professor por vinte anos / Jornal da Universidade

O que aprendi sendo professor por vinte anos

Escrevo este texto depois de ler “O que aprendi sendo professor na escola pública por um ano“, escrito por Matheus de Sousa e publicado no JU em 31 de outubro. É, Matheus, muito de seu texto me inspira, a título deste que lhe escrevo. Com 20 anos de docência, continuamos a aprender com nossos alunos e ex-alunos. Lembro-me de ti na disciplina que frequentaste durante o Ensino Remoto Emergencial, em 2020. Já havia um professor em formação bem consciente, mas nada substitui a experiência do cotidiano de uma escola.

via Jornal da Universidade

#Professores #ProfessoresUniversitários

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/o-que-aprendi-sendo-professor-por-vinte-anos/

Os cursos de graduação e os docentes da Ciência da Informação no Brasil / ABECIN

Os cursos de graduação e os docentes da Ciência da Informação no Brasil

Com certeza, este estudo diagnósticose torna, a partir de seu lançamento, uma obra referencial para a educação inicial na área de Ciência da Informação no Brasil por retratar os cursos de graduação e o perfil de seus docentes no ano de 2022, após significativo período de expansão da educação superior.

Ele vem preencher uma lacuna na literatura da área, que carecia de obra atual dessa natureza, nos fazendo lembrar de sua “senhora” precursora “O ensino de biblioteconomia no Brasil: relatório de equipe de pesquisa sobre o status quo das escolas de biblioteconomia e documentação, com ênfase na situação do pessoal docente”, publicado em 1978, sob os auspícios da CAPES, em três volumes, coordenado pela renomada professora e pesquisadora Nice Figueiredo.

#EnsinoDeBiblioteconomia #LivrosCI

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/editora/article/view/413/568

O trabalho invisível e a falácia do “professor que não gosta de trabalhar”

O trabalho invisível e a falácia do “professor que não gosta de trabalhar”

Dizer que professor não trabalha porque só enxerga com carga horária laboral as 2h de sala de aula, é o mesmo que dizer que um cantor só trabalha na hora que canta, que uma bailarina só trabalha quando dança e que um advogado só trabalha quando escreve um documento. Que o trabalho de um ceramista é a cerâmica, que o trabalho de um poeta é a poesia escrita. É dizer que o trabalho da natureza é apenas a floresta pronta. Onde estão os anos de formação, de dedicação, de aperfeiçoamento e de prática?

#ProfessoresUniversitários

Disponível em: https://periodicos.fgv.br/cgpc/announcement/view/270

Como fazer um projeto de ensino e pesquisa para um cargo de estabilidade universitária

Como fazer um projeto de ensino e pesquisa para um cargo de estabilidade universitária

É apresentada uma compilação de materiais necessários para preparar uma oposição para professor universitário titular. O seu interesse reside no fato de nem no ministério nem nas universidades parecer haver regulamentação para a realização do projeto de ensino e investigação. As referências e materiais apresentados ajudarão quem se depara com esta tarefa.

#Concurso #Memorial #ProfessoresUniversitários
Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/46