Estudantes e profissionais da Ciência da Informação, esta é uma oportunidade imperdível! A Associação Brasileira na Ciência da Informação (ABECIN) disponibilizou 18 livros da Coleção Palavra-Chave, editada pela Editora Polis e pela Associação Paulista de Bibliotecários (APB).
“Nunca vi um caso como esse”, disse à Science Ismael Ràfols, especialista em bibliometria da Universidade de Leiden, nos Países Baixos. Ele considera que Corchado não estava tentando manipular indicadores para obter vantagens, mas sim se promover. “Parece mais ser o comportamento de quem quer ser estrela em uma área e ter grande visibilidade”, afirma. As retratações de outubro repercutiram na comunidade científica da Espanha.
Rubens Borba de Moraes: Anotações de um bibliófilo
Pensando no importante papel desempenhado pelo bibliotecário, bibliófilo, bibliógrafo, historiador, professor e pesquisador Rubens Borba de Moraes (1899-1986) no universo da bibliografia brasiliana, o livro Rubens Borba de Moraes: Anotações de um Bibliófilo, de Cristina Antunes, reúne o conjunto das notas manuscritas por ele nos livros que constituem sua biblioteca – hoje parte integrante da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Universidade de São Paulo (BBM-USP) –, a partir do levantamento, registro e transcrição de toda a marginalia presente nas referidas obras, na forma de anotações feitas no próprio livro, ou notas manuscritas em papéis avulsos, recortes de jornais, recortes de catálogos e notas de venda emitidas por livreiros.
Pela 1ª vez, pessoas que não costumam ler são maioria no Brasil, segundo pesquisa
A pesquisa deste ano, feita pelo Ipec e divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Pró-Livro, entrevistou 5.504 pessoas de 30 de abril a 31 de julho em 208 municípios, com margem de erro de um ponto percentual. Os resultados apontam que, nos últimos cinco anos, houve uma perda de 6,7 milhões de leitores no país.
‘Quer dialogar sobre o racismo? Leia uma mulher negra’, diz finalista do Jabuti
Minha literatura dialoga muito com a história do Brasil. Na história, temos mulheres que foram arrastadas para o Brasil pelo sequestro, aqui vivendo no sistema escravista, e isso não as impediu de acionar lugares de liberdade, o que era um salto absurdo de vida. As mulheres negras de minha família fizeram deslocamentos assim.
Ao mesmo tempo, sim, no Brasil isso é mais visível nos últimos dez anos. As cotas nas universidades alteram a intelectualidade nesse contexto. A chegada de professoras negras nas universidades abre o referencial bibliográfico das disciplinas, e vemos mais escritoras negras nas bibliografias.
Negros e negras brasileiros que deveriam ser mais estudados nas escolas
Não à toa, o Dia Nacional da Consciência Negra que é comemorado nesta quarta-feira, 20 de novembro, é baseado na história envolta em mistérios e lendas de Zumbi dos Palmares, escravo que liderou um quilombo em Alagoas no século 17.
Considerado o maior herói do movimento negro brasileiro, Zumbi teria sido assassinado em 20 de novembro de 1695. A data, porém, só foi descoberta em 1970 e só em 2003 foi incluída no calendário escolar.
Estruturar o trabalho das bibliotecas para apoiar a liberdade intelectual
Um novo relatório da IFLA reúne os resultados de uma pesquisa e pesquisas adicionais para oferecer um instantâneo de como bibliotecas e associações estão trabalhando para defender a liberdade intelectual. É uma ilustração do que é possível, além de oferecer modelos e inspirações para outros que buscam fazer mais na área.
Em meados do século XX, quando as nações reconheceram que a ciência e a tecnologia poderiam impulsionar o crescimento econômico, o aumento do financiamento público levou a um boom na geração de conhecimento. Os poucos periódicos administrados por sociedades acadêmicas não conseguiram acompanhar, criando uma oportunidade para editoras comerciais.
Inicialmente, essas editoras ajudaram a criar um sistema mais eficiente. Com o tempo, no entanto, os interesses comerciais começaram a ofuscar o ethos científico — por exemplo, nos preços exorbitantes cobrados por assinaturas de periódicos. Embora a conectividade global nunca tenha sido perfeita devido aos altos custos de impressão e circulação, muitas vezes colocando o Sul Global em desvantagem, os periódicos comerciais tornaram a ciência ainda menos acessível a muitos pesquisadores.
20 coisas que você não sabia sobre o Google Acadêmico
O Google Acadêmico, uma ferramenta usada por pesquisadores ao redor do mundo, foi fundada por dois pesquisadores. Começamos o Acadêmico em 2004, entregando fisicamente discos rígidos no escritório (veja o fato número 2) e, duas décadas depois, adicionando novos recursos de IA (veja o fato número 6). Para comemorar 20 anos do Google Acadêmico, aqui estão 20 fatos divertidos sobre suas origens, como você pode usá-lo e o que há de novo.
O artigo 205 da Constituição afirma que a educação é “direito de todos e dever do Estado e da família”, devendo ser “promovida e incentivada com a colaboração da sociedade”. Nesse contexto, quando analisamos dados gerais como o montante de recursos que aplicamos em educação (o equivalente a 6% do PIB), o número de professores que temos (2,5 milhões, sendo 14% destes no ensino superior), o total de instituições de ensino superior com programas de pós-graduação (473), dentre outros, podemos inferir que o Brasil tem se esforçado para cumprir seu dever constitucional em educação. Mas outros indicadores mostram que estamos falhando, em quantidade e qualidade, no processo de formação de profissionais.
Primeiras Edições de Machado de Assis na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin
“Je ne fais rien sans gayeté” (Não faço nada sem alegria) é a frase de Michel de Montaigne inscrita nos ex-libris que acompanham cada exemplar das 49 raridades reunidas na Machadiana da bbm, guardada na Universidade de São Paulo. Neste livro-catálogo fartamente ilustrado e documentado, cada exemplar é apresentado ao leitor em detalhe. O conjunto revela a diversidade e a longevidade da trajetória de Machado de Assis, que compreende obras-primas como Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro, e títulos hoje pouco conhecidos, que surpreenderão e alegrarão qualquer amante da literatura e dos livros.
Papa a bibliotecários: a guerra pode levar à pobreza intelectual e cultural
“As nações mais frágeis estão expostas não apenas à pobreza material, mas também à pobreza intelectual e cultural”. “O pior risco é que a guerra mundial em pedaços, que estamos vivendo, desacelere o progresso cultural que hoje se testemunha”. Palavras do Papa Francisco no encontro com renomados bibliotecários de todo o mundo neste sábado (16) no Vaticano.
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