Mudanças climáticas no Brasil: estado da arte e fronteiras do conhecimento / IBICT
O Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresenta, neste livro, a contribuição dos cientistas brasileiros para a Ciência das Mudanças Climáticas. O livro é uma das entregas do MCTI para a COP30. A concepção dessa obra é mais do que coletar as informações daquilo que sabemos. Também é apontar quais os desafios que estão colocados na fronteira do conhecimento.
De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação
Dados nacionais revelam um cenário alarmante: segundo o Censo Escolar e avaliações como o Saeb, o ensino médio apresenta uma das maiores taxas de abandono da educação básica. Em algumas redes estaduais, o abandono chega a 10% ao ano, e os índices de reprovação seguem elevados. Em língua portuguesa e matemática, apenas uma minoria de estudantes atinge níveis adequados de aprendizagem, o que limita o acesso à educação superior e compromete a inserção produtiva no mundo do trabalho.
O desafio é ainda maior quando consideramos estudantes de baixa renda, moradores de áreas rurais, populações indígenas, quilombolas e jovens trabalhadores, que costumam ser os mais afetados por políticas insuficientemente planejadas ou mal implementadas. Nesse contexto, a atualização das diretrizes não é apenas necessária, mas inevitável.
Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (27) o envio ao Congresso dos projetos de lei que criam a Unind (Universidade Federal Indígena) e a UFEsporte (Universidade Federal do Esporte). Se aprovadas, as medidas ampliarão a rede de ensino superior para 71 universidades federais.
As duas universidades terão como foco os povos originários e a formação ligada ao esporte de rendimento. A previsão inclui oferta de cursos de graduação e pós-graduação, com sede em Brasília e estrutura multicampi.
A catalogação descritiva de conteúdos gerais ou apoiados na inteligência artificial / InfoHome
Segundo o bibliotecário Nick Tanzi, diretor assistente na South Huntington Public Library e autor dos livros “Making the Most of Digital Collections Through Training and Outreach” (2016); e “Best Technologies for Public Libraries: Policies, Programs, and Services” (2020), “Os bibliotecários perguntam se a IA nos tornará obsoletos – não vai”. Para Tanzi, “Somos profissionais da informação e nosso panorama de informações acaba de crescer em complexidade”.
Entretanto, para o bem ou para o mal, sofremos os impactos da IA em nossas funções e atribuições profissionais. O nosso panorama profissional só crescerá se houver resiliência na adaptação, por meio de atualização e exploração metódica das possibilidades geradas pela tecnologia. Procedimento que inclui adotar critérios para enfrentar informações falsas, plágio e inobservância aos direitos autorais; bem como, adotar procedimentos éticos no uso e na privacidade dos dados de usuários. Aliás, questões que seguem sendo preocupação das bibliotecas em geral.
Desafios de acessibilidade: as experiências dos bibliotecários com deficiência nas bibliotecas universitárias federais brasileiras / Ibersid
Os resultados mostram que, embora a acessibilidade arquitetônica exista, ainda apresenta deficiências que a impedem de atender plenamente às necessidades dos profissionais. A acessibilidade atitudinal enfrenta desafios como a falta de conscientização e sensibilidade entre os funcionários. A acessibilidade comunicativa é comprometida pela falta de recursos adaptados. A acessibilidade instrumental é comprometida pela presença de equipamentos, sistemas e softwares inacessíveis. A acessibilidade programática ainda carece de uma estrutura abrangente nas bibliotecas, enquanto a acessibilidade metodológica enfrenta obstáculos devido à falta de diretrizes claras. Diante dessa situação, pode-se concluir que os desafios para a implementação da acessibilidade em bibliotecas universitárias são recorrentes e têm um impacto negativo tanto na inclusão quanto no desenvolvimento profissional de bibliotecários com deficiência.
A democracia está em apuros: podem as bibliotecas públicas ajudar? / CILIP
Uma pesquisa de 2025 sugere que as bibliotecas públicas não facilitam os debates informados necessários para apoiar a democracia. Conversamos com Patrick Malone, Gerente de Projetos da GLL, sobre por que a democracia está em foco nas bibliotecas de Woolwich.
Quando a Scottish Book Trust perguntou com que frequência as bibliotecas “funcionam como um centro comunitário para debates ou tomadas de decisão informadas”, a maioria dos 180 bibliotecários públicos que responderam disse “nunca” (22,8%) ou “raramente” (28,9%). Esse vácuo político nas bibliotecas surge em um momento crucial, crucial devido aos crescentes problemas de polarização e desinformação, mas também crucial porque, apesar desses problemas, as bibliotecas ainda contam com a confiança de suas comunidades.
11 livros infantojuvenis para inspirar debates sobre educação ambiental / Porvir
Com narrativas cativantes e reflexivas, essas obras abordam temas como sustentabilidade, biodiversidade e justiça climática, incentivando crianças e adolescentes a se engajarem ativamente na preservação ambiental. São uma ferramenta valiosa para educadores que desejam incorporar questões ambientais ao currículo escolar
As dimensões humanas das mudanças climáticas / Cultura e Ciência
Uma década após o Acordo de Paris, a crise climática se intensifica, agravando desigualdades e interagindo com outras emergências globais. O relatório “10 New Insights” (2025/2026) destaca que enfrentá-la exige governança robusta e políticas adaptadas. As Conferências do Clima (COPs), como a COP30 no Brasil, evidenciam as complexas disputas políticas e a necessidade crucial de integrar as dimensões humanas e a coprodução de conhecimento nas estratégias de ação.
Encontrando o equilíbrio certo: Oportunidades e desafios da IA em fluxos de trabalho de metadados / Hanging Together
Esta postagem no blog — a última de uma série de quatro partes — sintetiza temas-chave, incluindo a importância crítica da qualidade dos metadados, a necessidade de padrões éticos e transparência, os papéis em evolução dos profissionais de metadados e a responsabilidade de adotar práticas sustentáveis de IA. Essas percepções, combinadas com as melhores práticas emergentes de organizações como a OCLC, apontam para um futuro em que a IA aprimora, em vez de substituir, a expertise humana no trabalho com metadados.
Lena Vania Ribeiro Pinheiro: correnteza que transborda na Ciência da Informação / RCA
O tributo situa Lena Vania entre os grandes pesquisadores que estruturaram a comunicação científica no Brasil e mostra seu protagonismo na concepção e concretização das políticas de informação, na Ancib e na revista Ciência da Informação. Reconhece sua capacidade interdisciplinar e transdisciplinar, bem como sua sensibilidade humana, generosidade acadêmica e influência na formação de orientandos e pesquisadores. Sua trajetória é descrita como fértil, sólida e inspiradora, associando sua identidade simbólica ao rio e aos Pilares de Lena, na Rússia. O texto encerra ressaltando a permanência de seu legado intelectual e afetivo, evocando seus próprios versos sobre a eternidade das palavras.
Dimensionamento do quadro de pessoal no sistema de bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais como estratégia de gestão / Código 31
São apresentados os critérios e variáveis utilizados para o cálculo do quantitativo de bibliotecários e da equipe administrativa, visando uma distribuição eficiente dos profissionais. Os resultados indicam que o planejamento estratégico da força de trabalho contribui para uma alocação mais eficaz dos recursos humanos, evidenciando a necessidade de ajustes na distribuição dos profissionais para melhor atender às especificidades de cada biblioteca. Conclui-se que essa abordagem não apenas assegura a qualidade dos serviços prestados, mas também otimiza a gestão do Sistema de Bibliotecas da UFMG. Além disso, o estudo pretende servir como referência para outros setores da universidade e da administração pública no aprimoramento da gestão de pessoas.
Encontro do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas: formação e troca de experiências para coordenadores de todo o Brasil / MinC
O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) foi criado em 1992 e visa proporcionar à população bibliotecas públicas estruturadas, de modo a favorecer a formação do hábito de leitura e estimular a comunidade ao acompanhamento do desenvolvimento sociocultural do País. O SNBP atua em articulação e parceria com 27 Sistemas Estaduais de Bibliotecas Públicas (SEBPs) a fim de fortalecer as ações de estímulo ao livro, à leitura e às bibliotecas.
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