De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

O ensino médio brasileiro passa por uma inflexão histórica. Com a homologação das novas diretrizes pelo Ministério da Educação, o país inicia uma reorganização estrutural que afetará currículos, práticas pedagógicas, formas de gestão e a própria identidade dessa etapa de ensino.

As mudanças entram em vigor gradualmente: 1ª série em 2025, a 2ª em 2026 e a 3ª em 2027. Trata-se de um processo que envolve toda a comunidade escolar e que, mais do que alterar documentos, exige reimaginar a função do ensino médio em um país marcado por profundas desigualdades educacionais e sociais.

#EnsinoMédio

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/11/27/reestruturacao-do-ensino-medio/

De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

Dados nacionais revelam um cenário alarmante: segundo o Censo Escolar e avaliações como o Saeb, o ensino médio apresenta uma das maiores taxas de abandono da educação básica. Em algumas redes estaduais, o abandono chega a 10% ao ano, e os índices de reprovação seguem elevados. Em língua portuguesa e matemática, apenas uma minoria de estudantes atinge níveis adequados de aprendizagem, o que limita o acesso à educação superior e compromete a inserção produtiva no mundo do trabalho.

O desafio é ainda maior quando consideramos estudantes de baixa renda, moradores de áreas rurais, populações indígenas, quilombolas e jovens trabalhadores, que costumam ser os mais afetados por políticas insuficientemente planejadas ou mal implementadas. Nesse contexto, a atualização das diretrizes não é apenas necessária, mas inevitável.

#EnsinoMédio

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/11/27/reestruturacao-do-ensino-medio/

Os dados que revelam o abismo entre ricos e pobres e brancos e negros no ensino médio do Brasil / BBC

Os dados que revelam o abismo entre ricos e pobres e brancos e negros no ensino médio do Brasil / BBC

Apesar do avanço na taxa geral de conclusão do Ensino Médio no Brasil, um abismo ainda separa ricos e pobres neste nível de ensino.

Entre os 20% mais ricos, a taxa de conclusão passou de 85,2% em 2015, para 94,2% em 2025.

Já entre os 20% mais pobres, o avanço foi de 36,1% a 60,4% no mesmo período.

Se nada mudar, levará 23 anos para que ricos e pobres tenham a mesma chance de concluir o Ensino Médio no Brasil, o que só aconteceria em 2048, calcula o Todos pela Educação, em seu estudo.

“Há um abismo entre as oportunidades que as crianças e jovens mais pobres têm no acesso e na permanência [escolar]”, observa Manoela Miranda.

#Educação #EnsinoMédio

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd04gj09d5o

Alunos perdem mais de 1 semestre letivo no ensino médio em estados que não cumprem lei / Folha de S. Paulo

Alunos perdem mais de 1 semestre letivo no ensino médio em estados que não cumprem lei / Folha de S. Paulo

Alunos da rede estadual perdem até um semestre do ensino médio em estados que não cumprem a carga horária mínima determinada por lei. Um estudo da USP sobre o novo ensino médio brasileiro identificou que Amazonas, Bahia, Pará, Rondônia e Santa Catarina oferecem menos aulas do que o previsto na reforma, sendo os problemas mais graves no Amazonas e na Bahia.

As disciplinas de formação geral são português, matemática, ciências, história, geografia, artes e educação física, inglês, química, filosofia e sociologia. Antes da mais recente reforma do ensino médio, aprovada em 2024, a carga mínima destinada a elas era de 1.800 horas. O estudo “Cargas Horárias no Ensino Médio” aponta que muitas redes ainda não adaptaram suas grades para as novas regras.

#EnsinoMédio #EducaçãoBrasileira

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/10/alunos-perdem-mais-de-1-semestre-letivo-no-ensino-medio-em-estados-que-nao-cumprem-lei.shtml

70% dos alunos do Ensino Médio que usam internet já utilizam IA para pesquisas / Núcleo

70% dos alunos do Ensino Médio que usam internet já utilizam IA para pesquisas / Núcleo

Sete em cada 10 estudantes do Ensino Médio que usam internet no Brasil já utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, fora da escola para buscar informações na hora de fazer pesquisas para trabalhos escolares. Já nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, a proporção do uso de IA fora da escola foi, respectivamente, de 15% e 39%.

No estudo, apenas 19% de todos os estudantes disseram que receberam orientação de professores sobre como usar essas tecnologias em atividades escolares. No caso apenas do Ensino Médio, essa porcentagem vai a 32%.

#PráticasInformacionais #EnsinoMédio #IA

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2025-09-16-70-dos-alunos-do-ensino-medio-que-usam-internet-ja-utilizam-ia-para-pesquisas/

Gasto de quase 500 milhões de reais em plataformas não trouxe resultados na rede estadual de SP, diz estudo / EI

Gasto de quase 500 milhões de reais em plataformas não trouxe resultados na rede estadual de SP, diz estudo

Em 2024, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) tornou obrigatório o uso de plataformas digitais na gestão e na prática pedagógica das escolas estaduais, investindo R$ 471 milhões no processo.
A partir de dados da Seduc-SP, pesquisadores do Grupo Escola Pública e Democracia (Gepud) e da Rede Escola Pública e Universidade (REPU) descobriram que o uso das plataformas não melhorou o desempenho das escolas estaduais no Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar de São Paulo) no Ensino Médio, mesmo nas escolas que atingiram as metas de digitalização estipuladas pelo governo.

#EnsinoMédio #SP

via EI

Disponível em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/gasto-de-quase-500-milhoes-de-reais-em-plataformas-nao-trouxe-resultados-na-rede-estadual-de-sp-diz-estudo/

Taxa de alunos que chegam direto à universidade é quase o triplo nas escolas particulares / Folha de S. Paulo

Taxa de alunos que chegam direto à universidade é quase o triplo nas escolas particulares

Segundo os dados do Censo do Ensino Superior, divulgados nesta quinta-feira (3), 59% dos jovens que concluíram o ensino médio em escola particular em 2022 ingressaram em uma graduação no ano seguinte. Entre os alunos egressos de redes estaduais, esse percentual é de 21%.

via Folha de S. Paulo

#EnsinoMédio #Educação #EnsinoSuperior #Desigualdade

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/10/aluno-de-escola-particular-chega-direto-a-universidade-2-vezes-mais-do-que-o-da-rede-publica.shtml

Vieses manhosos de uma academia que acha não os ter l“Aprendizagem quase não exi…

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Fonte : Projeto Informe-CI

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