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9 maneiras pelas quais as bibliotecas ajudam a construir uma comunidade / Baratz

9 maneiras pelas quais as bibliotecas ajudam a construir uma comunidade

Uma das contribuições mais valiosas das bibliotecas é sua capacidade de construir uma comunidade. Do apoio à aprendizagem ao fomento da criatividade, da prestação de cuidados de saúde ao incentivo à participação cívica, seus programas oferecem espaços para compartilhamento, diálogo e construção conjunta. Fazem isso com uma abordagem aberta e inclusiva, adaptada às necessidades específicas de cada contexto. Independentemente da sua idade, origem ou situação pessoal, a biblioteca sempre tem um lugar onde você pode se sentir parte de algo maior.

#ImpactoDasBibliotecas

via Baratz

Disponível em: https://www.comunidadbaratz.com/blog/formas-en-que-las-bibliotecas-ayudan-a-construir-comunidad/

Serviços de biblioteca de apoio à pesquisa / José Antonio Merlo Vega

Serviços de biblioteca de apoio à pesquisa

“Os serviços bibliotecários especializados em comunicação científica são os serviços que as bibliotecas oferecem para auxiliar os usuários no processo de pesquisa: seleção e gestão de recursos documentais e bibliográficos, aplicação de metodologias científicas, publicação de resultados de pesquisa e divulgação e avaliação do alcance da produção científica.” (Merlo Vega, 2024)

#BibliotecasUniversitárias #ProdutosEServiços

via José Antonio Merlo Vega

Disponível em: https://diarium.usal.es/merlo/2025/06/servicios-bibliotecarios-de-apoyo-a-la-investigacion/

Porque lemos? / RBE

Porque lemos?

Richard J. Evans, historiador britânico e especialista da Segunda Guerra Mundial, destaca que “A capacidade de ler, por si só, não nos torna moralmente íntegros ou responsáveis. (…) quanto mais se sobe na hierarquia das SS, a organização que levou a cabo o Holocausto, maior é a probabilidade de encontrar homens com habilitações académicas avançadas. A posse de um doutoramento não impediu Josef Mengele de selecionar vítimas judias para serem gaseadas em Auschwitz ou de realizar terríveis experiências médicas em algumas delas”.

“Algumas pessoas leem para confirmar ou aprofundar os seus preconceitos”, reforçando o seu (discurso de) ódio, racismo e discriminação – Minha Luta de Adolf Hitler, Os Protocolos dos Sábios de Sião são antissemitas, contra os judeus – ou “assimilarem a ideologia de um Estado ditatorial” – A História do Partido Comunista de Toda a União (Bolcheviques): Breve Curso encomendado por Estaline.

#Leitura #Leitores

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/porque-lemos-2961580

Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna / Jornal da USP

Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna

A Pesquisa Retratos da Leitura traz outro dado: a média de obras lidas por inteiro, nos três meses anteriores às entrevistas, foi de 2,04. Esse valor apresenta uma diminuição quando comparado com o que foi mostrado na edição de 2019 do relatório, na qual o número era de cerca de 2,6 obras.

Para a professora Carlota Boto, a redução nos parâmetros apresentados se dá pela dinâmica da vida atual. “Somos uma sociedade multifacetada. Hoje, assistimos à televisão ao mesmo tempo que lemos um texto, ao mesmo tempo que estamos com o celular ligado ao lado, então, tudo isso vai, evidentemente, dispersar a concentração”, afirma. Segundo ela, as atividades digitais são mais atrativas pela conectividade rápida e imediata, primordiais na chamada era da dopamina. Os aplicativos e interações on-line são feitos como forma de estímulo à liberação da dopamina, hormônio que dá a sensação de prazer e a busca constante por recompensas.

#Leitura #RetratosDaLeitura

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/habito-de-leitura-no-brasil-perde-espaco-para-redes-sociais-e-para-o-ritmo-da-vida-moderna/

Redes sociais são ralos de tempo, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel / Porvir

Redes sociais são ralos de tempo, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel

Suzana Herculano-Houzel: Redes sociais são feitas para serem literalmente ralos de tempo: quanto mais tempo jogamos fora, mais dinheiro os criadores dessas plataformas ganham. As telas são projetadas para fazer a gente passar mais tempo nelas. Mas eu defendo o bom uso da tecnologia, o uso pontual. Se você busca por algo, vá direto naquilo, de maneira específica. Caso queira se distrair com um jogo rápido, fique 10 minutos. Mas o cuidado necessário é não cair na armadilha do “ralo das telas”, onde você rola, rola, rola a tela e o conteúdo nunca acaba. Isso não traz nada de útil.

#MídiasSociais

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/redes-sociais-ralos-de-tempo-suzana-herculano-houzel/

Remuneração por Direitos Autorais em IA / RegLab

Remuneração por Direitos Autorais em IA

Questionados sobre os efeitos de limitações severas à disponibilidade de dados devido à potencial aplicação de regras de licenciamento e direitos autorais no Brasil, os especialistas destacaram que, em razão da natureza global da internet, o treinamento de IAG poderia ser facilmente realizado em outros países, enfraquecendo o ecossistema de IA nacional e tornando as regras locais ineficazes, com impactos negativos para a credibilidade regulatória e competitividade do país.

#IAG #Regulamentação #DireitosAutorais

Disponível em: https://reglab.com.br/remuneracao-por-direitos-autorais-em-ia-limites-e-desafios-de-implementacao/

O ponto de acesso para a adaptação: algumas considerações e derivações catalográficas / Infohome

O ponto de acesso para a adaptação: algumas considerações e derivações catalográficas

Convém lembrar que, na catalogação contemporânea, a declaração dos princípios internacionais de catalogação (PIC) substitui os termos de entrada: “principal” e “secundárias”, pela “entrada autorizada” (controlada ou não controlada), preservando o conceito da autoridade sobre a obra e suas expressões. As diretrizes da declaração passam a influenciar os novos códigos e os processos catalográficos.

No glossário do RDA (original), adaptação é definida como uma nova obra derivada criada pela revisão que altera substancialmente a natureza e o conteúdo de uma obra existente.

#Catalogação #RDA #AACR2

via Infohome

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1601

Censura: o (des)controle social da informação

Censura: o (des)controle social da informação

O objetivo geral é promover um debate sobre as formas de censura das informações. Por meio de uma revisão bibliográfica, buscou-se conceitos teóricos e filosóficos para uma aproximação de pensamentos. Mobilizou-se as noções de movimento da informação (McLuhan, 2005), poder (Foucault, 2007), porvir (Ingold, 2012; Lacaia, 2001); moral (Aranha; Martins, 1993) e a desobediência civil (Thoreau, 2016) como basilares das ponderações empreendidas. Exemplificou-se a discussão com o romance O nome da rosa, de Umberto Eco (1986). O resultado é uma ampliação da noção de censura, cujo potencial está em abrir horizontes diante de um entendimento simplista desta forma de controle da informação.

Disponível em: https://arquivologiauepb.com.br/racin/edicoes/v12_n1/racin_v12_n1_artigo01.pdf

Censura – algumas reflexões e questões atuais para bibliotecas / Libfocus

Censura – algumas reflexões e questões atuais para bibliotecas

Uma equipe da Universidade de Michigan utilizou o Censored Planet , um sistema automatizado de rastreamento de censura lançado em 2018 pela Professora Assistente de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação Roya Ensafi, para coletar mais de 21 bilhões de medições ao longo de 20 meses em 221 países. A equipe de Ensafi descobriu que a censura está aumentando em 103 dos países estudados, incluindo lugares inesperados como Noruega, Japão, Itália, Índia, Israel e Polônia — países que, segundo o estudo, são classificados como alguns dos mais livres do mundo pelo grupo de defesa Freedom House.

#Censura

via Libfocus

Disponível em: https://www.libfocus.com/2025/06/censorship-some-thoughts-and-current.html

O papel do bibliotecário na fase inicial de uma revisão sistemática / BiblioGETAFE

O papel do bibliotecário na fase inicial de uma revisão sistemática

Esses primeiros passos nem sempre são visíveis, mas são essenciais para uma revisão metodologicamente sólida desde o início. O papel do bibliotecário nessa fase não é apenas técnico, mas também estratégico: ele contribui ativamente para que a equipe de pesquisa formule uma pergunta clara e contextualizada, alinhada à literatura disponível. Como mostrado na imagem, ferramentas de IA generativa também podem ser úteis nessa fase exploratória, embora devam ser sempre usadas de forma crítica e complementar, nunca como substitutas de fontes especializadas.

#RevisãoSistemática

via BiblioGETAFE

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2025/06/04/el-papel-del-bibliotecario-en-la-fase-inicial-de-una-revision-sistematica/

Uma Batalha de Chatbots: Uma Comparação Exploratória entre ChatGPT, Gemini, Copilot, Claude, Perplexity e HuggingChat / Practical Academic Librarianship

Uma Batalha de Chatbots: Uma Comparação Exploratória entre ChatGPT, Gemini, Copilot, Claude, Perplexity e HuggingChat

Cinco perguntas foram enviadas a todos os chatbots e examinadas de acordo com a extensão, a correção e o tom da resposta, além de quaisquer recursos adicionais fornecidos pelos chatbots, como citações, links da web e perguntas complementares úteis. Essa comparação constatou que nenhum chatbot se destacou ao responder a todas as perguntas, embora alguns tenham fornecido respostas contundentes, o que aponta para a possível importância de não depender apenas de um chatbot para obter respostas e de examinar continuamente diferentes chatbots, visto que o campo da IA ​​generativa está se desenvolvendo e evoluindo rapidamente.

#ChaGPT #Gemini #CoPilot #Claude #Perplexity #HuggingChat

Disponível em: https://pal-ojs-tamu.tdl.org/pal/article/view/7211

Dez anos após sua criação, Lei Brasileira de Inclusão ainda necessita de aperfeiçoamentos / Jornal da USP

Dez anos após sua criação, Lei Brasileira de Inclusão ainda necessita de aperfeiçoamentos

Apesar dos progressos em educação e inclusão social, a LBI ainda não garantiu plenos direitos. Dez anos após sua criação, os direitos das PCDs seguem em disputa, com riscos constantes de retrocessos em áreas como saúde e acesso à Justiça.

Talita conta: “Nós tivemos muitos avanços, na educação, saúde, a inclusão social, mas a gente ainda tem muito para caminhar e o mais importante é o campo de disputa dos direitos das pessoas com deficiência, que é continuamente atacado, ele está em constante disputa. Então, a todo momento, as pessoas com deficiência e seus aliados estão disputando ali os jogos de poder com instituições que se dizem filantrópicas e que se dizem preocupadas com o cuidado e com a garantia dos direitos, quando, na verdade, estão ali querendo um lobby para ganhar em cima de terapias que se dizem comprovadas cientificamente”.

#Inclusão #PessoasComDeficiência

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/dez-anos-apos-sua-criacao-lei-brasileira-de-inclusao-ainda-necessita-de-aperfeicoamentos/