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Universidades eliminam segunda fase dos vestibulares após impacto mínimo na seleção / Folha de S. Paulo

Universidades eliminam segunda fase dos vestibulares após impacto mínimo na seleção / Folha de S. Paulo

Simulações indicam que exclusão da etapa altera pouco a lista final e mantém perfil dos aprovados
Provas em um único dia cortam custos e tentam conter a alta abstenção nas fases finais

Na UFU, o vestibular a partir de 2026 será aplicado em um único dia, com 65 questões objetivas e uma redação. O modelo anterior previa duas fases, com maior número de provas discursivas.

Segundo o pró-reitor de graduação, Waldenor Moraes, a decisão se baseou em simulações internas. “Se rodássemos o vestibular só com a primeira fase, o resultado mudaria basicamente a ordem de classificação”, afirma. De acordo com ele, cerca de 80% dos candidatos manteriam a mesma posição, com variações de 15% a 20% na lista final.

A mudança também responde ao abandono de vestibulandos ao longo do processo. A universidade identificou taxas altas de ausência na segunda fase e provas discursivas deixadas em branco, o que reduzia a eficácia da seleção e dificultava o preenchimento das vagas.

#Vestibular

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/03/universidades-eliminam-segunda-fase-dos-vestibulares-apos-impacto-minimo-na-selecao.shtml

Biblioteca pública e pessoas em situação de rua: elementos para a construção de uma abordagem crítica – Entrevista com Marcus Rei / Divulga-CI

Biblioteca pública e pessoas em situação de rua: elementos para a construção de uma abordagem crítica – Entrevista com Marcus Rei / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com o bibliotecário e pesquisador Marcus Rei de Lima Alves, mestre em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo. Em seu mestrado, Marcus investigou a relação entre bibliotecas públicas e pessoas em situação de rua e propôs a biblioteca pública como dispositivo cultural dialógico voltado à participação no conhecimento. Na entrevista, conheça a trajetória do pesquisador e sua dissertação.

#Entrevista #BibliotecasPúblicas #PessoasEmSituaçãoDeRua

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-03-mar-2026/biblioteca-publica-e-pessoas-em-situacao-de-rua-elementos-para-a-construcao-de-uma-abordagem-critica-entrevista-com-marcus-rei/

Biblioteca cheia de IDEAS / RISC

Biblioteca cheia de IDEAS / RISC

Resultados: Recuperou-se um total de trinta e um trabalhos que relacionavam bibliotecas a cada um dos elementos que constituem o acrônimo IDEAS, publicados em um total de 15 periódicos diferentes, sendo o ano de 2021 o ano com mais publicações. Os assuntos Acessibilidade e Inclusão estão entre os que receberam mais atenção na área, enquanto Equidade e Diversidade tiveram apenas uma publicação cada. Conclusão: Conclui que existe na Biblioteconomia e na Ciência da Informação o interesse em estudar a biblioteca sob a perspectiva dos elementos que constituem o acrônimo IDEAS (como: capacitação de profissionais em Libras, criação de salas Braille em bibliotecas públicas e ações de democratização da leitura em comunidades locais), que mesmo se especializando na vivência de pessoa com deficiência e neurodivergentes, ainda assim apontam para a possibilidade se construir na teoria e na prática bibliotecas cheias de IDEAS.

#IDEA #Bibliotecas #DEI

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42189

Referência com excelência / Leitura e Contexto

Referência com excelência / Leitura e Contexto

O serviço de referência é frequentemente descrito como o “coração” de uma biblioteca. Ele representa o ponto de encontro entre a necessidade de informação do usuário e a vasta coleção (física ou digital) de uma instituição.

​Em termos práticos, é o setor responsável por auxiliar o usuário a localizar, recuperar e utilizar a informação de maneira eficiente.

Diferente dos processos técnicos (como catalogação ou classificação), que ocorrem nos bastidores, o serviço de referência é a face pública da biblioteca.

#ServiçosDeReferência

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/03/referencia-com-excelencia.html

Proibição de livros de banda desenhada em escolas e bibliotecas dos EUA está a aumentar e a situação pode piorar / CCA

Proibição de livros de banda desenhada em escolas e bibliotecas dos EUA está a aumentar e a situação pode piorar / CCA

No último ano letivo, 601 livros de banda desenhada foram colocados na lista negra de restrições ou proibições em escolas e bibliotecas, representando cerca de 9% do total de 6.719 livros proibidos ou restringidos. Foi um aumento relativamente ao ano anterior, em que os livros de BD tinham representado 6% das proibições, segundo a PEN America.

Entre os títulos proibidos ou restringidos estão “Maus”, “Batman: The Killing Joke”, “Dragon Ball” e “Watchmen”. As proibições variam de estado para estado e nalguns casos são específicas de um sistema escolar ou bibliotecas locais.

A situação pode piorar, considerou Trexler, se for aprovada a proposta de lei HR 7661, apresentada na Câmara dos Representantes este mês e que pretende banir livros que tenham qualquer referência a disforia de género ou pessoas trans, ainda que subtil. A autora Amy Chu, que escreve livros de BD para a Marvel, DC e outras, disse que uma lei deste género vai afetar o trabalho de autores e editores.

#HistóriasEmQuadrinhos #Censura

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/proibicao-de-livros-de-banda-desenhada-em-escolas-e-bibliotecas-dos-eua-esta-a-aumentar/

Inteligência artificial e metacognição: saber quando confiar em uma máquina, ou não, nem sempre é óbvio / The Conversation

Inteligência artificial e metacognição: saber quando confiar em uma máquina, ou não, nem sempre é óbvio / The Conversation

A metacognição — a capacidade de monitorar e regular os próprios processos cognitivos — é a base psicológica para uma supervisão eficaz. Um operador com consciência metacognitiva sabe quando compreende algo, quando está conjecturando e quando seu julgamento é influenciado por fatores que não registrou conscientemente. Essa capacidade não pode ser presumida; ela varia significativamente entre indivíduos, treinamentos e pressões situacionais.

A pesquisa em interação humano-automação documentou um conjunto de falhas que emergem especificamente quando humanos supervisionam sistemas automatizados ou baseados em inteligência artificial. O viés de automação — a tendência de supervalorizar recomendações geradas por máquinas em detrimento do próprio julgamento — é uma das descobertas mais robustas na área.

#IA #Cognição

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/ia-et-metacognition-savoir-quand-on-peut-faire-confiance-ou-non-a-la-machine-nest-pas-toujours-evident-279348

‘O maior risco da IA não é substituir, é fazer você parar de pensar’, diz especialista / Exame

‘O maior risco da IA não é substituir, é fazer você parar de pensar’, diz especialista / Exame

Um dos principais pontos do debate foi o impacto da inteligência artificial sobre o comportamento humano, especialmente entre jovens profissionais. Campos trouxe uma reflexão que marcou o encontro: o risco de uma “atrofia cognitiva” diante do uso excessivo da tecnologia.

“Hoje as pessoas usam inteligência artificial até para mandar um WhatsApp. A gente está delegando tudo, inclusive o pensamento”, afirmou. Ela destacou que esse movimento já afeta processos seletivos, em que candidatos utilizam IA em todas as etapas, do currículo às respostas, o que pode comprometer a autenticidade e o desenvolvimento profissional.

#IA #Cognição

via Exame

Disponível em: https://exame.com/carreira/o-maior-risco-da-ia-nao-e-substituir-e-fazer-voce-parar-de-pensar-diz-especialista/

Em busca de aprovação, confrontando a objetividade: a neutralidade no processo de aprovação de cabeçalhos de assunto da Biblioteca do Congresso / In the library with the lead pipe

Em busca de aprovação, confrontando a objetividade: a neutralidade no processo de aprovação de cabeçalhos de assunto da Biblioteca do Congresso / In the library with the lead pipe

Este estudo examina o conceito de neutralidade nos Cabeçalhos de Assunto da Biblioteca do Congresso e o processo de aprovação de assuntos, analisando cabeçalhos propostos que foram rejeitados ao longo de um período de quase 20 anos. Considera o papel da neutralidade nas bibliotecas em geral e argumenta que a equidade, em vez da neutralidade, é a lente apropriada para avaliar as propostas de cabeçalhos de assunto. Por fim, recomenda diversas reformas que poderiam aprimorar o processo de cabeçalhos de assunto e torná-lo mais equitativo. (…)

A LCSH surgiu há mais de um século como uma ferramenta de catalogação temática para a Biblioteca do Congresso e, desde então, evoluiu para um vocabulário que serve milhares de bibliotecas em todo o mundo. Apesar da ampla e diversificada base de usuários, a Biblioteca do Congresso permanece como a única árbitra sobre quais propostas são aceitas na LCSH e qual forma os cabeçalhos assumem. Nas últimas duas décadas, rejeitou diversas propostas temáticas devido a uma preferência por uma suposta neutralidade e objetividade, sob vários disfarces. No entanto, como profissão, a biblioteconomia afirma priorizar a responsabilidade social. Justiça social e equidade são incompatíveis com uma neutralidade indiferente e propositalmente inofensiva que permite cabeçalhos prejudiciais, colonialistas e racistas na LCSH e exclui cabeçalhos que descrevem preconceito ou as experiências vividas por povos marginalizados.

#ListasDeCabeçalhosDeAssunto #LCSH #Neutralidade

via In the library with the lead pipe

Disponível em: https://www.inthelibrarywiththeleadpipe.org/2026/seeking-approval/

O que acontece quando uma biblioteca fica cheia de pessoas? / Biblogtecário

O que acontece quando uma biblioteca fica cheia de pessoas? / Biblogtecário

São os espaços onde as pessoas vêm todas as manhãs para reconstruir sua rotina após uma mudança de vida. Onde alguém que se sente sozinho encontra companhia sem precisar se explicar. Onde as crianças descobrem que podem desfrutar da leitura e viver mil aventuras sem sair da poltrona. Onde pessoas muito diferentes compartilham o mesmo espaço sem que isso seja um problema.

As bibliotecas são um refúgio, sim.
São também pontos de encontro.
E, acima de tudo, são comunidade.

Minha palestra, “Quando a Biblioteca se Torna uma Comunidade”, não tinha a intenção de ser uma teoria sobre o papel das bibliotecas — já existem muitos manuais para isso —, mas sim de dar nome a algo que vivenciamos todos os dias, mas sobre o qual raramente falamos. Porque às vezes tomamos como certo o que fazemos, e não deveríamos.

#Bibliotecas #ImpactoDasBibliotecas

via Biblogtecário

Disponível em: https://www.biblogtecarios.es/leticiamoya/lo-que-ocurre-cuando-una-biblioteca-se-llena-de-personas/

Quatro futuros possíveis (e um cenário extremo) para a publicação científica / Aula Magna 2.0

Quatro futuros possíveis (e um cenário extremo) para a publicação científica / Aula Magna 2.0

Dois eixos de incerteza são usados ​​para construir os cenários. O primeiro corresponde à infraestrutura e governança: determina se as ferramentas e a confiança do sistema permanecem sob o controle de plataformas proprietárias ou se baseiam em padrões abertos e governança comunitária (Bergstrom et al., 2024; Plantin et al., 2018; POSI Adopters, 2025). O segundo eixo diz respeito à agência epistêmica, entendida aqui como o grau em que a IA apoia tarefas verificáveis ​​sem substituir a deliberação editorial e avaliativa, ou desloca o julgamento humano em processos de triagem e revisão para maximizar velocidade e volume (Ebadi et al., 2025; Hoyt et al., 2025; Pontille & Torny, 2015). A interseção desses eixos resulta em quatro cenários, além de um cenário limite.

Cenário 1: Dependência proprietária e controle humano
Cenário 2: Dependência proprietária e automação delegada
Cenário 3: Soberania aberta e automação delegada
Cenário 4: Soberania aberta e controle humano
Cenário 5: Soberania aberta e controle humano
Cenário final: Autonomia científica artificial

#Publicação #ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://cuedespyd.hypotheses.org/21506

DOAB reformulada: uma nova identidade visual para melhor representar nossa comunidade em crescimento / DOAB

DOAB reformulada: uma nova identidade visual para melhor representar nossa comunidade em crescimento / DOAB

O novo logotipo é simples, claro e, mais importante, incorpora a cordialidade que acreditamos que a DOAB e sua comunidade transmitem. Nossa decisão de abandonar o laranja tradicional, historicamente associado ao acesso aberto (e à DOAB), nos dá a oportunidade de expandir a associação da DOAB como uma comunidade global consolidada. Assim como uma estante de livros reflete os interesses de um leitor, o logotipo da DOAB reflete nosso compromisso com a bibliodiversidade, a inclusão e a colaboração.

#DOAB #Rebranding

via DOAB

Disponível em: https://doabooks.org/en/article/doab-rebranded-a-refreshed-look-to-better-represent-our-growing-community

A defesa da “marca” universidade pública / Questão de Ciência

A defesa da “marca” universidade pública / Questão de Ciência

O texto começa: “Ignorar o consumidor, fechar os olhos para a concorrência e improvisar a identidade visual da marca são caminhos rápidos para comprometer um negócio”. Aplicada às universidades públicas, a frase requer adaptações. Mas é possível associar o consumidor à sociedade, principal destinatária dos benefícios produzidos pela universidade; a concorrência, às universidades privadas e até ao pragmatismo de empresas que não veem necessidade de recrutar profissionais formados em curso superior; e a identidade visual, a uma curadoria cuidadosa daquilo que a universidade divulga nos seus canais oficiais. Comento a seguir as seis regras empresariais.

#Marcas #UniversidadesPúblicas #Marketing

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/03/27/defesa-da-marca-universidade-publica