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Proibição de cotas raciais em universidades de SC: o que diz a lei aprovada no estado, suspensa pelo TJ e questionada no STF / G1

Proibição de cotas raciais em universidades de SC: o que diz a lei aprovada no estado, suspensa pelo TJ e questionada no STF / G1

Desde a aprovação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e a sanção pelo governador Jorginho Mello (PL), a lei estadual 19722/2026, que estabelece o fim do ingresso por cotas raciais em universidades públicas, privadas e comunitárias que recebem verbas do governo estadual, tem gerado ampla discussão com entidades e órgãos federais questionando a constitucionalidade da medida.

Na terça-feira (27), o Tribunal de Justiça do estado (TJSC) suspendeu a norma e o Supremo Tribunal de Justiça (STF) pediu explicações ao governo e à Alesc.

#LeiDeCotas

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/01/29/cotas-raciais-proibidas-sc-o-que-diz-a-lei.ghtml

Como o acordo bilionário da Anthropic por direitos autorais afeta editoras brasileiras / Núcleo

Como o acordo bilionário da Anthropic por direitos autorais afeta editoras brasileiras / Núcleo

Ao menos 22 editoras brasileiras tiveram obras obtidas e armazenadas ilegalmente pela Anthropic, criadora do chatbot Claude, e podem fazer parte de reparações previstas em um processo bilionário nos Estados Unidos, de acordo com levantamento inédito do Núcleo.

A Anthropic foi alvo de uma ação coletiva de autores e editoras de livros e se propôs, em 2025, a pagar US$1,5 bilhão para remunerar detentores de direitos das obras usadas para treinar seus sistemas de inteligência artificial. Apesar de o acordo ter sido celebrado na justiça dos Estados Unidos, detentores de direitos autorais no Brasil (ou outros países) podem participar do acordo.

É importante notar que, embora o uso do material para treinar grandes modelos linguagem (LLMs) – os motores dos sistemas generativos de IA – tenha sido considerado legal, a Anthropic foi considerada culpada por obter e armazenar ilegalmente milhões de livros protegidos por direitos autorais via sites como Library Genesis (LibGen) e Pirate Library Mirror (PiLiMi).

#Anthropic #DireitosAutorais #MercadoEditorial #LibGen #Pirataria

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/reportagem/2026-01-28-como-acordo-bilionario-por-direitos-autorais-da-anthropic-afeta-editoras-brasileiras/

Censura e a defesa da liberdade intelectual na rede de bibliotecas públicas de Lisboa / Public Library Quarterly

Censura e a defesa da liberdade intelectual na rede de bibliotecas públicas de Lisboa / Public Library Quarterly

Este estudo investiga o surgimento de tentativas de censura promovidas por usuários na Rede de Bibliotecas Públicas de Lisboa. A pesquisa está estruturada em torno de três dimensões principais: (1) a preparação dos profissionais de bibliotecas para lidar com tentativas de censura; (2) os desafios enfrentados nessas bibliotecas; e (3) a cultura profissional relacionada à defesa da liberdade intelectual. Os resultados sugerem que, embora as contestações ainda sejam pouco frequentes, os padrões são consistentes com os desafios observados internacionalmente, particularmente aqueles impulsionados por grupos de extrema-direita com motivações políticas. Além disso, a cultura profissional está alinhada aos princípios da biblioteconomia social, em que os bibliotecários são vistos como agentes de mudança social, mantendo, ao mesmo tempo, uma postura neutra.

#Censura #BibliotecasPúblicas #Portugal

Disponível em: https://doi.org/10.1080/01616846.2026.2621621

Bibliometria como ferramenta de estruturação na produção do conhecimento na área de Planejamento Urbano Regional e Demografia / Ciência da Informação em Revista

Bibliometria como ferramenta de estruturação na produção do conhecimento na área de Planejamento Urbano Regional e Demografia / Ciência da Informação em Revista

O artigo relaciona os aspectos teórico-metodológicos da aplicação da Bibliometria como ferramenta de estruturação das etapas de pesquisas focalizadas na área PLURD. Foi realizado levantamento bibliográfico a fim de entender as características e aspectos da área PLURD e da análise bibliométrica, bem como a mutualidade de ambas a partir das etapas de pesquisa definidas por Villaça (2009). Neste sentido, foi possível identificar a Bibliometria como mecanismos de amadurecimento intelectual acadêmico, a partir do processo de quantificação da produção de trabalhos anteriores, e na apreciação destes, ao identificar linhas de análises, metodologias, equipamentos, ou mesmo sustentáculo, seja na corroboração de declarações, ou para retificar ou validar dados, fatos, avultando-se como estratégia a ser adotada no aprimoramento do projeto.

#Bibliometria #ProduçãoCientífica

Disponível em: https://ufal.emnuvens.com.br/cir/article/view/16948

Leitura Documentária de Metanarrativas sobre Violência de Gênero e Raça / Brajis

Leitura Documentária de Metanarrativas sobre Violência de Gênero e Raça: análise do discurso filosófico de Judith Butler e o discurso literário em “Olhos d’água” de Conceição Evaristo / Brajis

Os resultados revelam o impacto social e cultural das múltiplas formas de violência e a importância de enfrentá-las, especialmente na representação documental de textos literários e filosóficos que dão voz a grupos marginalizados. A interseção entre filosofia e literatura enriquece as narrativas sobre fenômenos sociais, promovendo uma compreensão mais crítica e interseccional das violências de gênero e raça na sociedade. Conclui-se que a articulação entre discursos filosóficos e literários fortalece os processos de representação do conhecimento, contribuindo para práticas documentárias sensíveis às perspectivas feministas e interseccionais.

#Violência #Literatura #ConceiçãoEvaristo

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/17241

A Próxima Era da Gestão de Referências: Uma Entrevista com William Gunn / Scholarly Kitchen

A Próxima Era da Gestão de Referências: Uma Entrevista com William Gunn / Scholarly Kitchen

Olhando para o futuro, podemos esperar que o gerenciamento de referências de última geração seja caracterizado por (1) mais IA e (2) mais fluxo de trabalho. Os campos de metadados disponíveis para artigos se tornarão praticamente ilimitados, graças tanto ao conteúdo gerado por IA quanto aos dados de APIs de outros fornecedores, e os usuários importarão, gerenciarão e exportarão artigos com um processo escalável. Podemos esperar mais colaboração e listas de referências maiores.

Inevitavelmente, os próximos gerenciadores de referências aprimorarão muitas outras etapas no processo de pesquisa típico de um usuário — o que chamarei de integração vertical dos gerenciadores de referências.

#GestoresDeReferência

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/01/23/guest-post-the-next-era-of-reference-management-an-interview-with-william-gunn/

Negros têm risco 49% maior de morte violenta no Brasil, mesmo em condições sociais idênticas aos brancos / Bori

Negros têm risco 49% maior de morte violenta no Brasil, mesmo em condições sociais idênticas aos brancos / Bori

Um estudo publicado na revista Ciência & Saúde Coletiva revela que a população negra no Brasil tem probabilidade 49% maior de ser vítima de homicídio em comparação à população branca. O achado mais importante dessa pesquisa é que a cor da pele atua como um fator de risco independente, o que significa que esse viés persiste mesmo quando se comparam indivíduos com as mesmas características de escolaridade, idade, sexo e local de moradia.

Para chegar a esses resultados, os pesquisadores adotaram uma abordagem metodológica que integrou técnicas geoestatísticas com um método chamado “escore de propensão” — técnica utilizada para equilibrar grupos de comparação em estudos em que não é possível realizar um experimento controlado (como um ensaio clínico).

#Violência #DesigualdadeRacial

via Bori

Disponível em: https://abori.com.br/seguranca-publica/negros-risco-49-maior-homicidio-brasil/

Censura / Universo Abierto

Censura / Universo Abierto

“Primeiro censuraram as histórias em quadrinhos, os romances policiais e, claro, os filmes, sempre em nome de algo diferente: paixões políticas, preconceitos religiosos, interesses profissionais. Sempre havia uma minoria com medo de alguma coisa, e uma grande maioria com medo do escuro, com medo do futuro, com medo do presente, com medo de si mesmas e de suas próprias sombras.”

Ray Bradbury, “As Crônicas Marcianas”

via Universo Abierto

#Censura

Disponível em: https://universoabierto.org/2026/01/23/censura/

Aumenta o número de periódicos A1 na área de Ciência da Informação – Quadriênio 2021/2024 / CI Express

Aumenta o número de periódicos A1 na área de Ciência da Informação – Quadriênio 2021/2024 / CI Express

A tendência é que os programas de pós-graduação busquem não apenas publicar em estratos elevados, mas também fortalecer a produção com maior densidade científica, ampliando cooperações nacionais e internacionais, consolidando agendas de pesquisa e construindo impactos mais sólidos e mensuráveis, alinhados aos novos padrões de excelência acadêmica que devem orientar as avaliações futuras. Diante desse novo contexto, como as revistas de Ciência da Informação irão se reorganizar para manter relevância, atrair pesquisas de maior impacto e sustentar sua posição nos próximos anos, alcançada nos estratos dos quadriênios superiores do Qualis? Como garantir que esse novo modelo de valorização da qualidade não acentue desigualdades entre programas, revistas e pesquisadores, mas sim fortaleça uma ciência mais justa, relevante e socialmente comprometida?

#RevistasCI #GestãoEditorial

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/aumenta-o-n%C3%BAmero-de-peri%C3%B3dicos-a1-na-%C3%A1rea-de-ci%C3%AAncia-da-informa%C3%A7%C3%A3o-quadri%C3%AAnio-2021-2024

Padrão de avaliação dos periódicos indexados no Portal de Periódicos da Universidade Federal do Maranhão / Revista Ciência da Informação

Padrão de avaliação dos periódicos indexados no Portal de Periódicos da Universidade Federal do Maranhão / Revista Ciência da Informação

A análise dos resultados permite inferir que, dentre os modelos de avaliação por pares no PPE / UFMA, prevalece a double blind review (27 = 93,10%), quando a identidade de autores e referees é totalmente desconhecida, concorrendo, pois, para pareceres mais fidedignos. Dentre os nove editores respondentes, embora a maioria (89,89%) afirme conhecer a AA, a predisposição em adotá-la parece distante (2,22%), o que requer discussão e medidas efetivas de por parte dos envolvidos com o Portal e dos que integram a Administração Superior das Universidades.

#RevisãoPorPares

Disponível em: https://ufal.emnuvens.com.br/cir/article/view/18484

Informação, tecnologias e ansiedade de informação digital / PPGCI – UFPB

Informação, tecnologias e ansiedade de informação digital / PPGCI – UFPB

Por meio de análise crítica da literatura e de instrumentos internacionais psicométricos validados, foram identificados elementos conceituais centrais relacionados à ansiedade frente à informação digital. Essa análise permitiu a formulação de um conceito atualizado e a proposição de uma estrutura conceitual composta por sete dimensões: Insegurança Informacional, Sobrecarga Cognitiva Digital, Barreiras Tecnológicas, Autopercepção Social, Medo de Falhas, Fadiga Informacional e Implicações Sociais. Com base nesse modelo, desenvolveu-se o Instrumento de Ansiedade de Informação Digital (AID), estruturado em escala do tipo Likert e fundamentado em critérios psicométricos preliminares. Embora ainda não validado, o instrumento representa um avanço conceitual e metodológico para o campo da Ciência da Informação, ao oferecer uma proposta sistematizada de mensuração da ansiedade informacional em ambientes digitais. Os resultados teóricos evidenciam a consistência interna do constructo e a aplicabilidade potencial do modelo em contextos educacionais, corporativos e clínicos, abrindo caminhos para estudos de validação psicométrica e de aplicação interdisciplinar futura.

#AnsiedadeDeInformação

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37413

Acesso aberto versus excesso aberto: DOAJ e bots de coleta de dados com IA / DOAJ

Acesso aberto versus excesso aberto: DOAJ e bots de coleta de dados com IA / DOAJ

2025 foi o ano em que essa nova extração excessiva de dados da web, impulsionada por IA para alimentar bibliotecas, bibliotecas e acervos de acesso aberto, oficialmente quebrou grandes partes da internet. Organizações de acesso aberto e patrimônio cultural, como a Wikipédia, as Bibliotecas da Universidade de Chapel Hill e o Diretório de Livros de Acesso Aberto (DOAB), documentaram publicamente lentidão, indisponibilidade e aumento nos custos de servidor devido ao aumento massivo no tráfego de bots. O termo “ataque de bot” tornou-se agora um termo genérico para ataques DoS puramente maliciosos e para o fenômeno mais recente de picos de tráfego provenientes de bots de extração de dados com IA financiados por investidores. Como o DOAJ está lidando com bots de raspagem de dados
Desde o início de 2025, o DOAJ tem observado um aumento constante no tráfego de seu site. Os primeiros seis meses do ano passado registraram um aumento de 43% nas visitas ao nosso site em comparação com o mesmo período de 2024, além de um crescimento constante mês a mês.

Os últimos seis meses de 2025 apresentaram um aumento de 419% em relação ao mesmo período de 2024, culminando em um único dia em meados de novembro, quando nosso tráfego atingiu um pico de 968% em relação ao ano anterior, resultando em lentidão significativa para os usuários do nosso site público e para nossa Equipe Editorial, que utiliza um sistema interno para avaliar as solicitações de periódicos para inclusão no DOAJ.

#AcessoAberto #Bots #IA

via DOAJ

Disponível em: https://blog.doaj.org/2026/01/26/open-access-vs-open-excess-doaj-and-ai-scraper-bots/