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Manipulando as métricas: anomalias bibliométricas nos rankings universitários globais e o índice de risco de integridade da pesquisa / Scientometrics

Manipulando as métricas: anomalias bibliométricas nos rankings universitários globais e o índice de risco de integridade da pesquisa / Scientometrics

A análise identificou 21 instituições com trajetórias que divergem acentuadamente das normas globais e regionais, caracterizadas por quedas acentuadas na autoria principal e correspondente, aumentos desproporcionais na produção em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), número crescente de autores hiperprolíficos e elevada exposição a riscos relacionados à integridade. Para identificar e quantificar sistematicamente esses riscos, o estudo introduz o Índice de Risco de Integridade da Pesquisa (RI2). Essa métrica composta, normalizada por área, integra publicações em periódicos excluídos, retratações e cotas de autocitação, classificando as instituições em cinco níveis de risco de integridade. Aplicado à coorte do estudo, o RI2 distingue claramente as instituições de alto risco das instituições de referência, fornecendo uma estrutura transparente para detectar vulnerabilidades sistêmicas, fortalecer a responsabilização na avaliação global da pesquisa e mudar o foco da maximização do desempenho para a avaliação e governança sensíveis à integridade.

#Rankings #IntegridadeEmPesquisa

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05480-2

Escrita autêntica na era da IA / RBE

Escrita autêntica na era da IA / RBE

Atualmente, os professores têm um novo desafio: conceber ou reformular a pedagogia da escrita tendo em conta a existência da inteligência artificial (IA) generativa. Claro que podemos adicionar uma cláusula aos nossos programas que proíba o uso da IA para escrever. Podemos lembrar aos alunos a política de honestidade académica e ameaçá-los com a atribuição de um zero nas tarefas. No entanto, tive mais sucesso ao alterar parte da minha pedagogia da escrita centrando-me em práticas que conduzem naturalmente a uma escrita mais autêntica.

#Escrita #IA

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/escrita-autentica-na-era-da-ia-3022437

Código de Conduta de IA – Harvard / Metalab Harvard

Código de Conduta de IA – Harvard / Metalab Harvard

O “Código de Conduta de IA Proposto por Harvard” é um documento desenvolvido em 2023 para orientar o uso responsável de ferramentas de inteligência artificial generativa no âmbito acadêmico da Universidade de Harvard. Seu objetivo não é impor uma proibição total, mas sim estabelecer princípios flexíveis que permitam a cada professor definir sua própria política sobre o uso de IA em seus cursos, com o apoio institucional necessário para garantir consistência, ética e integridade acadêmica.

#Escrita #IA #CódigoDeConduta #Ética

Disponível em: https://aicodeofconduct.mlml.io/

Escrevivências: escrever sobre o que vivo e viver o que escrevo, por Rosangela Hilário / Divulga-CI

Escrevivências: escrever sobre o que vivo e viver o que escrevo, por Rosangela Hilário / Divulga-CI

“Tornar-me uma Mulher Preta, e fora dos padrões eurocentradas, não foi uma decisão que eu tenha tomado: fui percebendo que a despeito de minhas credenciais acadêmicas, condição social e saberes, minha cor sempre chegou antes de eu ter chance de usufruir as oportunidades”, apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Rosangela Hilário, Coordenadora da Comissão de Combate às Desigualdades da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

#MulheresNegras #CientistasNegros #DiaDaConsciênciaNegra

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/editorial-escrevivencias-escrever-sobre-o-que-vivo-e-viver-o-que-escrevo-por-rosangela-hilario/

O conceito de corpo-documento à luz da teoria da documentalidade: perspectivas a partir da operacionalização da Lei de Cotas para pessoas negras em universidades federais brasileiras / PPGCI – IBICT

O conceito de corpo-documento à luz da teoria da documentalidade: perspectivas a partir da operacionalização da Lei de Cotas para pessoas negras em universidades federais brasileiras / PPGCI – IBICT

 A hipótese central é que o corpo negro pode ser considerado documento no contexto da operacionalização das cotas raciais para o acesso à graduação em universidades federais. Os resultados da pesquisa demonstram que o acesso às cotas raciais se concretiza por um duplo viés: o corpo e o documento. Nesse processo, o corpo transita entre as condições documental e documentária, pois serve como evidência de pertencimento racial e é oficialmente reconhecido como documento, ante os procedimentos de validação da autodeclaração racial realizados pela comissão de heteroidentificação. O estudo contribui para a expansão da noção de documento ao propor novas perspectivas, a partir do conceito de corpo-documento e das experiências de reconhecimento racial no ensino superior.

#Documentalidade #LeiDeCotas

Disponível em: https://ridi.ibict.br/handle/123456789/1428

Ampliando as Possibilidades: Bibliotecas Públicas e Aprendizagem de Adultos (Documento de Referência) / Public Library Association

Ampliando as Possibilidades: Bibliotecas Públicas e Aprendizagem de Adultos (Documento de Referência) / Public Library Association

O relatório “Expandindo Possibilidades: Bibliotecas Públicas e Aprendizagem de Adultos”, produzido pela Public Library Association (PLA) e patrocinado pela Gale (parte do Cengage Group), examina como as bibliotecas públicas nos Estados Unidos estão expandindo seus serviços para apoiar a aprendizagem de adultos. Com base em uma pesquisa nacional com mais de 350 bibliotecas, uma revisão da literatura e estudos de caso, o relatório identifica tendências, barreiras e estratégias inovadoras que as bibliotecas estão utilizando para ajudar adultos mais velhos a adquirir novas habilidades, acessar recursos e alcançar seus objetivos educacionais.

#BibliotecasPúblicas

Disponível em: https://publiclibrariesonline.org/2025/11/expanding-possibilities-public-libraries-and-adult-learning-white-paper/

Analisando o impacto das citações de periódicos predatórios nas ciências da saúde / Journal of the Medical Library Association

Analisando o impacto das citações de periódicos predatórios nas ciências da saúde / Journal of the Medical Library Association

Resultados: Dos 3.671 artigos publicados nesses periódicos predatórios, 1.151 (31,4%) foram citados pelo menos uma vez por 3.613 artigos indexados na Web of Science. O número de artigos que citaram artigos publicados em periódicos predatórios aumentou significativamente de 64 em 2014 para 665 em 2022, um aumento de 10 vezes em nove anos. Os artigos que citaram esses artigos foram publicados por pesquisadores de todo o mundo (de países de alta, média e baixa renda) e em periódicos de editoras tradicionais e de acesso aberto. Quarenta e três por cento (1.560/3.613) dos artigos que citaram esses artigos receberam financiamento para pesquisa.
Conclusões: O conteúdo de artigos publicados em periódicos predatórios infiltrou-se substancialmente em periódicos conceituados da área de ciências da saúde. É crucial desenvolver estratégias para evitar a citação desses artigos.

#RevistasPredatórias #InformaçãoEmSaúde #AnáliseDeCitação

Disponível em: https://jmla.mlanet.org/ojs/jmla/article/view/2024

Brasil se une contra farsa anticiência que ameaça vacinas e explora a população / ABC

Brasil se une contra farsa anticiência que ameaça vacinas e explora a população / ABC

A Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a e o Ministério da Saúde (MS) manifestam preocupação e firme repúdio à disseminação de alegações infundadas sobre uma suposta “síndrome pós-spike”, como noticiado pelo Estadão. Essa condição tem sido apresentada por alguns profissionais como se fosse consequência das vacinas contra a Covid-19, mas essa doença não existe. Não há qualquer base científica que sustente tal afirmação, tampouco reconhecimento por parte de instituições sérias no Brasil ou no mundo. Anvisa, OMS, FDA e EMA, autoridades sanitárias e organismos internacionais de referência não reconhecem nem validam essa alegação.

#Desinformação #Vacinas #SPBC #ABC

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/11/18/brasil-une-contra-farsa-anticiencia-que-ameaca-vacinas/

Cansou de pagar pelo Word? Conheça editores gratuitos e poderosos para usar agora / Olhar Digital

Cansou de pagar pelo Word? Conheça editores gratuitos e poderosos para usar agora / Olhar Digital

– O LibreOffice Writer é um clássico do mundo open-source, e com razão. Disponível para Linux, Windows e macOS, ele abre rápido, trabalha bem com os tipos de arquivos mais comuns (como .docx e .odt) e te permite trabalhar 100% offline, se quiser.
– Se o seu maior medo é perder a formatação de um arquivo ao trocar de editor, o ONLYOFFICE Docs pode te surpreender. A compatibilidade com arquivos do Microsoft Office é uma das melhores entre as opções gratuitas (sim, até tabelas e imagens com layout avançado se mantêm intactas).

#EditoresDeTextos

via Olhar Digital

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2025/11/18/dicas-e-tutoriais/cansou-de-pagar-pelo-word-conheca-editores-gratuitos-e-poderosos-para-usar-agora/

Anais do XXIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (2025)

Anais do XXIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (2025)

Anais do XXIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU 2025), realizado em São Paulo, de 17 a 20 de novembro de 2025, com o tema “Ciência Aberta: realidade (im)possível?”, em parceria com a Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da Universidade de São Paulo (ABCD USP).

#Anais #SNBU

Disponível em: https://portal.febab.org.br/snbu2025

Neutralidade na representação de assuntos: perceções dos bibliotecários da Universidade de Coimbra / UC

Neutralidade na representação de assuntos: perceções dos bibliotecários da Universidade de Coimbra / UC

Dos resultados obtidos destaca-se: i. a maioria dos bibliotecários considera que a neutralidade pode contribuir para a imparcialidade e inclusão na representação de assuntos e defendem a sua abordagem na formação superior; ii. todos consideram que a neutralidade é ser imparcial e neutro. Este estudo pretende contribuir para o debate sobre a relevância da neutralidade na catalogação, propondo uma reflexão sobre as práticas vigentes e os desafios éticos.

#Indexação #Neutralidade

Disponível em: https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/121128

As bibliotecas estão no centro do ecossistema da leitura / EdTrust

As bibliotecas estão no centro do ecossistema da leitura / EdTrust

Neste momento, as bibliotecas públicas enfrentam ataques multifacetados que, na melhor das hipóteses, servem como distrações desse trabalho crucial e, na pior, ameaçam a própria existência das bibliotecas públicas. As iniciativas de proibição de livros desafiam os princípios da democracia e da liberdade intelectual que ajudam as crianças a se tornarem pensadoras críticas. E as tentativas de cortar o financiamento do Instituto de Serviços de Museus e Bibliotecas (IMLS) , que permite que as bibliotecas inovem e compartilhem recursos para se manterem eficientes e atentas às necessidades em constante evolução das comunidades com recursos limitados, ameaçam a existência das bibliotecas públicas em um momento em que elas são mais necessárias. Mas as bibliotecas públicas continuam realizando seu importante trabalho.

#BibliotecasPúblicas #Leitura

via EdTrust

Disponível em: https://edtrust.org/blog/libraries-are-at-the-heart-of-the-reading-ecosystem/