Modelagem da presença de instituições de ensino superior em rankings globais: evidências do Brasil com base em indicadores do SciVal / Scientometrics

Modelagem da presença de instituições de ensino superior em rankings globais: evidências do Brasil com base em indicadores do SciVal / Scientometrics

Este estudo examina como os indicadores bibliométricos do SciVal diferenciam as instituições de ensino superior (IES) brasileiras que figuram nos principais rankings universitários globais daquelas que permanecem ausentes. Utilizando dados de 87 IES brasileiras e indicadores do SciVal referentes ao período de 2018 a 2025, aplica-se uma estrutura analítica integrada que combina o agrupamento *K-means* e modelos supervisionados — incluindo regressão logística, árvores de decisão (J48) e regressão por vetores de suporte (SMOreg) —, com técnicas de balanceamento de classes e validação cruzada estratificada de dez *folds*. Os resultados indicam que um conjunto restrito de indicadores do SciVal — particularmente a proporção de publicações em periódicos de alto impacto, as medidas de impacto baseadas em citações e os padrões de colaboração — apresenta um poder discriminatório substancial em relação à presença nos rankings, alcançando uma acurácia de classificação de aproximadamente 80%. No entanto, visto que os indicadores bibliométricos são incorporados direta ou indiretamente às metodologias dos rankings, as conclusões devem ser interpretadas como evidência de uma sobreposição discriminatória, e não como determinantes causais da inclusão.

#Rankings #Universidades #Bibliometria #CiênciaBrasileir

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05626-w

Rankings internacionais como fontes de informação para a governança universitária / Scire

Rankings internacionais como fontes de informação para a governança universitária: análise de vieses culturais e violência simbólica / Scire

Os resultados indicam que os rankings, além de atuarem como ferramentas de avaliação, tendem a normalizar critérios situados como parâmetros legítimos de excelência, reforçando, assim, assimetrias relacionadas à língua (viés anglófono), à geopolítica, às disciplinas acadêmicas e à reputação. O estudo conclui que a aparente objetividade desses rankings mascara escolhas situadas, com implicações para o reconhecimento, a hierarquia institucional e a governança universitária.

#GovernançaUniversitária #Rankings

Disponível em: https://www.ibersid.eu/ojs/index.php/scire/article/view/5178

Metodologia questionada / Pesquisa Fapesp

Metodologia questionada / Pesquisa Fapesp

A Universidade Sorbonne, em Paris, na França, anunciou que em 2026 deixará de fornecer dados para a coleção de rankings acadêmicos produzida pela revista Times Higher Education (THE) – o mais famoso deles é o World University (WU), que classifica 2.191 instituições de 115 localidades. Uma das justificativas para a decisão, segundo a cientista da computação Nathalie Drach-Temam, reitora da Sorbonne, é a falta de transparência na seleção dos dados para avaliar o desempenho das instituições. “Estamos deixando esse ranking específico, mas nossa crítica aos rankings universitários internacionais é global”, disse a reitora, segundo o site Science/Business. “Esses rankings, construídos com base em indicadores quantitativos selecionados e amalgamados em uma única pontuação, não são projetados para avaliar a pesquisa nem para refletir a amplitude e a profundidade das missões das instituições de pesquisa e ensino superior.”

#Universidades #Rankings

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/metodologia-questionada/

Manipulando as métricas: anomalias bibliométricas nos rankings universitários globais e o índice de risco de integridade da pesquisa / Scientometrics

Manipulando as métricas: anomalias bibliométricas nos rankings universitários globais e o índice de risco de integridade da pesquisa / Scientometrics

A análise identificou 21 instituições com trajetórias que divergem acentuadamente das normas globais e regionais, caracterizadas por quedas acentuadas na autoria principal e correspondente, aumentos desproporcionais na produção em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), número crescente de autores hiperprolíficos e elevada exposição a riscos relacionados à integridade. Para identificar e quantificar sistematicamente esses riscos, o estudo introduz o Índice de Risco de Integridade da Pesquisa (RI2). Essa métrica composta, normalizada por área, integra publicações em periódicos excluídos, retratações e cotas de autocitação, classificando as instituições em cinco níveis de risco de integridade. Aplicado à coorte do estudo, o RI2 distingue claramente as instituições de alto risco das instituições de referência, fornecendo uma estrutura transparente para detectar vulnerabilidades sistêmicas, fortalecer a responsabilização na avaliação global da pesquisa e mudar o foco da maximização do desempenho para a avaliação e governança sensíveis à integridade.

#Rankings #IntegridadeEmPesquisa

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05480-2

Em um sistema obcecado por classificações, pelo que exatamente as universidades estão competindo? / Wire

Em um sistema obcecado por classificações, pelo que exatamente as universidades estão competindo?

Há muitas questões com origens metodológicas de métricas vitais que têm resultados políticos sérios e consequentes. QS, THE e outras métricas semelhantes no mapeamento performático do ensino superior, apesar de seus pontos fortes e fracos, oferecem estudos comparativos úteis. Mas estes também podem ser enganosos. As universidades têm a responsabilidade de reconhecer as limitações de um ecossistema de políticas obcecado por classificação e devem também se concentrar em áreas endógenas de qualidade, integridade e utilidade social, nas quais contribuições significativas para a pesquisa também têm precedência sobre a otimização orientada por métricas. 

#Rankings #Universidades #Retratação #Ciência

via Wire

Disponível em: https://thewire.in/education/ranking-universities-education-system-research

Área de Biblioteconomia e Ciência da Informação da USP é a primeira do Brasil

Área de Biblioteconomia e Ciência da Informação da USP é a primeira do Brasil

Marivalde acredita que é importante enfatizar o fato da área estar entre as 100 melhores do mundo e não a comparação com as outras universidades brasileiras. Ele conta que ficou positivamente surpreso ao tomar conhecimento do resultado: “por estarmos dentro do curso, muitas vezes não temos essa dimensão”, explica.

#Biblioteconomia #Rankings #SCImago

via ECA/USP

Disponível em: https://www.eca.usp.br/noticias/cbd-departamento-de-informacao-e-cultura/area-de-biblioteconomia-e-ciencia-da-informacao

Das 62 universidades brasileiras em ranking internacional, 51 são públicas l “O …

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Das 62 universidades brasileiras em ranking internacional, 51 são públicas l “O #ranking da Times Higher Education incluiu neste ano 1799 universidades de 104 países. A publicação tradicional classifica as #universidades internacionais desde 2004.” via BBC bbc.com/portuguese/int…
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Curadoria: Projeto Informe-CI

O desempenho do Brasil no QS World University Ranking 2022 l “A edição deste ano…

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O desempenho do Brasil no QS World University Ranking 2022 l “A edição deste ano do QS World University #Rankings by Subject traz dados independentes sobre o desempenho de 313 programas, de 32 universidades brasileiras […].” #Universidades via Grupo A desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/desempenho-bra…
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Curadoria: Projeto Informe-CI

Os 17 principais periódicos de Biblioteconomia e Documentação de acordo com o ra…

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Os 17 principais periódicos de Biblioteconomia e Documentação de acordo com o ranking Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico – REDIB l Estão lá: Encontros Bibli, AtoZ, Em Questão e RICI! #Rankings #RevistasCI via @JulianMarquina julianmarquina.es/las-principale…
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Curadoria: Projeto Informe-CI