Metodologia questionada / Pesquisa Fapesp

Metodologia questionada / Pesquisa Fapesp

A Universidade Sorbonne, em Paris, na França, anunciou que em 2026 deixará de fornecer dados para a coleção de rankings acadêmicos produzida pela revista Times Higher Education (THE) – o mais famoso deles é o World University (WU), que classifica 2.191 instituições de 115 localidades. Uma das justificativas para a decisão, segundo a cientista da computação Nathalie Drach-Temam, reitora da Sorbonne, é a falta de transparência na seleção dos dados para avaliar o desempenho das instituições. “Estamos deixando esse ranking específico, mas nossa crítica aos rankings universitários internacionais é global”, disse a reitora, segundo o site Science/Business. “Esses rankings, construídos com base em indicadores quantitativos selecionados e amalgamados em uma única pontuação, não são projetados para avaliar a pesquisa nem para refletir a amplitude e a profundidade das missões das instituições de pesquisa e ensino superior.”

#Universidades #Rankings

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/metodologia-questionada/

Manipulando as métricas: anomalias bibliométricas nos rankings universitários globais e o índice de risco de integridade da pesquisa / Scientometrics

Manipulando as métricas: anomalias bibliométricas nos rankings universitários globais e o índice de risco de integridade da pesquisa / Scientometrics

A análise identificou 21 instituições com trajetórias que divergem acentuadamente das normas globais e regionais, caracterizadas por quedas acentuadas na autoria principal e correspondente, aumentos desproporcionais na produção em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), número crescente de autores hiperprolíficos e elevada exposição a riscos relacionados à integridade. Para identificar e quantificar sistematicamente esses riscos, o estudo introduz o Índice de Risco de Integridade da Pesquisa (RI2). Essa métrica composta, normalizada por área, integra publicações em periódicos excluídos, retratações e cotas de autocitação, classificando as instituições em cinco níveis de risco de integridade. Aplicado à coorte do estudo, o RI2 distingue claramente as instituições de alto risco das instituições de referência, fornecendo uma estrutura transparente para detectar vulnerabilidades sistêmicas, fortalecer a responsabilização na avaliação global da pesquisa e mudar o foco da maximização do desempenho para a avaliação e governança sensíveis à integridade.

#Rankings #IntegridadeEmPesquisa

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05480-2

Em um sistema obcecado por classificações, pelo que exatamente as universidades estão competindo? / Wire

Em um sistema obcecado por classificações, pelo que exatamente as universidades estão competindo?

Há muitas questões com origens metodológicas de métricas vitais que têm resultados políticos sérios e consequentes. QS, THE e outras métricas semelhantes no mapeamento performático do ensino superior, apesar de seus pontos fortes e fracos, oferecem estudos comparativos úteis. Mas estes também podem ser enganosos. As universidades têm a responsabilidade de reconhecer as limitações de um ecossistema de políticas obcecado por classificação e devem também se concentrar em áreas endógenas de qualidade, integridade e utilidade social, nas quais contribuições significativas para a pesquisa também têm precedência sobre a otimização orientada por métricas. 

#Rankings #Universidades #Retratação #Ciência

via Wire

Disponível em: https://thewire.in/education/ranking-universities-education-system-research

Área de Biblioteconomia e Ciência da Informação da USP é a primeira do Brasil

Área de Biblioteconomia e Ciência da Informação da USP é a primeira do Brasil

Marivalde acredita que é importante enfatizar o fato da área estar entre as 100 melhores do mundo e não a comparação com as outras universidades brasileiras. Ele conta que ficou positivamente surpreso ao tomar conhecimento do resultado: “por estarmos dentro do curso, muitas vezes não temos essa dimensão”, explica.

#Biblioteconomia #Rankings #SCImago

via ECA/USP

Disponível em: https://www.eca.usp.br/noticias/cbd-departamento-de-informacao-e-cultura/area-de-biblioteconomia-e-ciencia-da-informacao

Das 62 universidades brasileiras em ranking internacional, 51 são públicas l “O …

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Das 62 universidades brasileiras em ranking internacional, 51 são públicas l “O #ranking da Times Higher Education incluiu neste ano 1799 universidades de 104 países. A publicação tradicional classifica as #universidades internacionais desde 2004.” via BBC bbc.com/portuguese/int…
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Curadoria: Projeto Informe-CI

O desempenho do Brasil no QS World University Ranking 2022 l “A edição deste ano…

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O desempenho do Brasil no QS World University Ranking 2022 l “A edição deste ano do QS World University #Rankings by Subject traz dados independentes sobre o desempenho de 313 programas, de 32 universidades brasileiras […].” #Universidades via Grupo A desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/desempenho-bra…
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Curadoria: Projeto Informe-CI

Os 17 principais periódicos de Biblioteconomia e Documentação de acordo com o ra…

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Os 17 principais periódicos de Biblioteconomia e Documentação de acordo com o ranking Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico – REDIB l Estão lá: Encontros Bibli, AtoZ, Em Questão e RICI! #Rankings #RevistasCI via @JulianMarquina julianmarquina.es/las-principale…
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Curadoria: Projeto Informe-CI

Declarações de Métricas Responsáveis l “Institutos de pesquisa em todo o mundo d…

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Fonte : Projeto Informe-CI

O absurdo dos #Rankings universitários l Para ver o caso da Bielefeld University…

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Fonte : Projeto Informe-CI