Produção científica no Brasil retoma crescimento após dois anos de queda; Rússia e Ucrânia têm variação negativa / Agencia Bori

Produção científica no Brasil retoma crescimento após dois anos de queda; Rússia e Ucrânia têm variação negativa / Agencia Bori

– O número de artigos científicos com autores no Brasil em 2024 cresceu 4,5% em relação a 2023; aumento observado em 2024 reverte a tendência de queda observada nos dois anos anteriores.
– Entre os 54 países analisados, somente Rússia (-6,3%) e Ucrânia (-0,6%) tiveram variação negativa na produção científica.
– Entre 2014 e 2024, a produção científica do Brasil teve TCAC de 3,4% ao ano (taxa média anual de crescimento no período), ficando na 39ª posição entre 54 países com mais de 10 mil artigos em 2024.

#CiênciaBrasileira

via Agência Bori

Disponível em: https://abori.com.br/ciencia/bori-elsevier-2025-producao-cientifica-no-brasil/

Produção científica brasileira volta a crescer em 2024 / Agência Brasil

Produção científica brasileira volta a crescer em 2024 / Agência Brasil

O relatório avaliou dados de 54 países com produção anual superior a 10 mil artigos e identificou que quase todos apresentaram crescimento em sua produção científica de 2023 a 2024, à exceção de Rússia e Ucrânia.

Também foi calculada a taxa de crescimento composta de cada nação, ao longo de 10 anos, de 2014 a 2024. Nos países de alta renda, que já possuem tradição em pesquisa científica, essa taxa tende a ser menor do que 5% por ano, enquanto países de renda média e baixa, que ainda estão consolidando seus sistemas de Ciência e Tecnologia apresentam índices mais altos.

via Agência Brasil

#CiênciaBrasileira

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/producao-cientifica-brasileira-volta-crescer-em-2024

A base de dados ORCID e a representação da profissão docente no Brasil / Biblios

A base de dados ORCID e a representação da profissão docente no Brasil / Biblios

Os registros de docentes no banco de dados ORCID representam aproximadamente 7,5% do total de docentes, sendo a maioria do sexo masculino, com vínculo único e distribuídos em 1.834 instituições de ensino superior. Em termos de nível de carreira, os registros em que não foi possível identificar o cargo aparecem em primeiro lugar. Em segundo lugar, as categorias mais frequentemente identificadas refletem as trajetórias de carreira dos docentes do ensino superior em ordem inversa (dos cargos mais altos aos cargos de nível inicial). Há uma maior concentração na Região Sudeste e em São Paulo. Há uma sobrerrepresentação de perfis de professores em instituições de ensino superior com foco mais voltado para a pesquisa.

#Orcid #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://biblios.pitt.edu/ojs/biblios/article/view/1267

ABC lança resumo do que há de mais atual na ciência sobre a região amazônica / ABC

ABC lança resumo do que há de mais atual na ciência sobre a região amazônica / ABC

O documento é composto por 27 pequenos resumos temáticos elaborados por especialistas. Os resumos fazem uma revisão do estado da arte da ciência atual sobre o tema e trazem recomendações em bullet points para os tomadores de decisão. Os temas vão desde urbanismo, populações humanas, biodiversidade, água, energia, pesquisa e, é claro, mudanças climáticas.

Este é o segundo documento lançado pela ABC durante a COP 30, o primeiro, um relatório das discussões sobre o bioma na Reunião Magna ABC 2025, pode ser encontrado aqui. Dias antes da conferência climática, a ABC sediou o lançamento do relatório Brazil Net-Zero By 2040, do Instituto Amazônia 4.0, que aponta caminhos para acelerar a neutralidade de emissões do país.

#Amazônia #CiênciaBrasileira

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/11/19/abc-lanca-resumo-do-que-ha-de-mais-atual-na-ciencia-sobre-a-regiao-amazonica/

Carta de Belém: vozes da Amazônia em defesa da sociobiodiversidade / ABC

Carta de Belém: vozes da Amazônia em defesa da sociobiodiversidade / ABC

Os pesquisadores identificaram demandas estruturais para garantir a efetividade da participação da ciência na região, com destaque para:
– Investimento massivo na formação de base do cidadão amazônico;
– Editais contínuos e de longo prazo, para fortalecimento dos programas de pesquisa na Amazônia;
– Cumprimento dos compromissos assumidos pelas Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) – que também devem complementar bolsas e editais;
– Fortalecimento das Universidades e Instituições de Pesquisa amazônicas;
– Criação de um programa de comunicação pública da ciência da Amazônia;
– Inclusão da justiça climática como princípio transversal para orientar todas as ações da NDC.

#Amazônia #Sociobiodiversidade #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/10/17/carta-de-belem-vozes-da-amazonia-em-defesa-da-sociobiodiversidade/

CAPES lança livro sobre impacto da pós-graduação na Agenda 2030 / CAPES

CAPES lança livro sobre impacto da pós-graduação na Agenda 2030 / CAPES

omposta por 248 páginas e dividida em oito capítulos, a obra destaca projetos e ações relacionados à temática nas nove grandes áreas do conhecimento. Os autores também identificam temas relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) presentes nos documentos orientadores das 50 áreas de avaliação.

O material traça, ainda, um histórico do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) e dos sete Planos Nacionais de Pós-Graduação (PNPG), com números relacionados à produção científica da pós-graduação stricto sensu brasileira. E cita caminhos possíveis para construir uma educação para o desenvolvimento sustentável.

#PósGraduação #Agenda2023 #CAPES #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-lanca-livro-sobre-impacto-da-pos-graduacao-na-agenda-2030

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

A proporção de doutores pretos subiu de 1,8% do total em 1996 para 6,2% em 2021, enquanto a dos pardos cresceu de 9,7% para 23,3% no período. O antropólogo Pedro Jaime, autor do livro “Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial”, ficou surpreso com o crescimento observado entre os pardos. Esperava um aumento maior no contingente de pretos. “É que temos observado, do ponto de vista antropológico, um deslocamento identitário ao longo do tempo no Brasil com um número maior de pessoas que se viam como pardas passando a se autodeclarar pretas”, explica.

Entre os homens, os brancos com título de doutor recebiam uma remuneração média de R$ 17.657,98, R$ 1.842 mais do que os pretos e R$ 373 mais do que os pardos. Entre as mulheres, o patamar salarial era significativamente inferior: as brancas com título de doutorado têm remuneração média de R$ 14.756,64, quase o mesmo valor recebido pelas pardas e R$ 483 mais do que as pretas.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira #DesigualdadeRacial #DesigualdadeDeGênero

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/levantamento-analisa-diversidade-racial-entre-mestres-e-doutores/

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

Levantamento analisa diversidade racial entre mestres e doutores / Pesquisa Fapesp

“Embora tenha havido várias ações para ampliar a inclusão racial na pós-graduação brasileira, a assimetria no acesso ainda é muito grande”, observa Sofia Daher, assessora técnica do CGEE que coordenou o estudo. A situação dos indígenas é ainda mais desfavorável, com apenas 196 mestres e 54 doutores formados em 2021. “Enquanto pretos e pardos ampliaram sua participação de forma consistente entre os formados nos últimos anos, os indígenas tiveram um ritmo de crescimento baixo e vão precisar de um impulso fortíssimo para ganhar representatividade”, diz Daher.

#CiênciaBrasileira #DiversidadeRacial

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/levantamento-analisa-diversidade-racial-entre-mestres-e-doutores/

Aspectos quantitativos e qualitativos da produtividade científica brasileira / Jornal da UNICAMP

Aspectos quantitativos e qualitativos da produtividade científica brasileira / Jornal da UNICAMP

Apesar do volume quantitativo expressivo, o impacto da produção científica brasileira ainda pode ser considerado modesto. Ao passo que o Brasil figura entre os 14 países mais produtivos em termos quantitativos no mundo, nossos artigos não estão entre os mais citados do mundo (o número de citações de um artigo científico é um dos parâmetros considerados como medida de impacto da pesquisa). Em um estudo liderado pelo instituto holandês Rathenau, o Japão figura na 20ª colocação, tendo 0,49% de seus artigos publicados entre os artigos mais citados da literatura. Singapura, Reino Unido, Suiça, Holanda e Estados Unidos, com 1,84%, 1,73%, 1,69%, 1,54% e 1,5%, respectivamente, lideram essa lista2. O Brasil não figura nessa lista e, em um levantamento da Clarivate Analytics, feito em 2016, o impacto das citações de artigos brasileiros estavam abaixo da média mundial3. Tal discrepância sugere que, pelo menos quanto às citações, o aumento quantitativo da ciência brasileira não foi acompanhado por um salto qualitativo proporcional.

#CiênciaBrasileira

via Jornal da UNICAMP

Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2025/08/08/daniel-martins-de-souza/aspectos-quantitativos-e-qualitativos-da-produtividade-cientifica-brasileira/

Brasil precisa voltar a valorizar a formação de mestres e doutores / The Conversation

Brasil precisa voltar a valorizar a formação de mestres e doutores / The Conversation

A ciência brasileira é construída sobre o trabalho árduo, a dedicação e o talento desses estudantes. Negar-lhes condições mínimas para desenvolverem suas pesquisas é um retrocesso que ameaça o futuro da nossa produção científica e tecnológica. O movimento de greve não é um ato de paralisação, mas sim um grito por reconhecimento e valorização. É um pedido urgente para que o governo e a sociedade olhem para a ciência como um investimento essencial, e não como um gasto.

A defesa dos pós-graduandos é, em essência, a defesa da ciência brasileira. É a defesa do futuro do nosso país. Ao investirmos adequadamente em nossos pesquisadores, garantimos que o Brasil continue a prosperar em conhecimento, inovação e desenvolvimento social.

via The Conversation

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://theconversation.com/opiniao-brasil-precisa-voltar-a-valorizar-a-formacao-de-mestres-e-doutores-263239?utm_medium=article_native_share&utm_source

SBPC propõe formulação de lei federal para flexibilização de recursos para pesquisa científica / Ciência & Cultura

SBPC propõe formulação de lei federal para flexibilização de recursos para pesquisa científica / Ciência & Cultura

A Assembleia Geral de Sócios da SBPC propõe à Comissão de Legislação Participativa a formulação de uma lei federal que permita a flexibilização na transposição de recursos entre as rubricas de capital e custeio nos projetos de ciência, tecnologia e inovação.

O objetivo é facilitar a execução financeira das pesquisas, permitindo que os coordenadores possam, ao longo do projeto, decidir com maior autonomia como empregar os recursos de acordo com as necessidades científicas reais, seja para aquisição de reagentes, compra ou conserto de equipamentos, realização de trabalho de campo ou contratação de serviços especializados.

via Ciência & Cultura

#SBPC #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8783

Sim, é possível fazer pesquisa no Brasil / ABC

Sim, é possível fazer pesquisa no Brasil / ABC

Sim, é possível viver de pesquisa no Brasil. Em tempos de insegurança orçamentária, é cada vez mais crucial lembrarmos que temos um sistema científico pujante e talentos que nos orgulham. A física teórica Carolina Loureiro Benone, nova afiliada da ABC, pesquisa sobre Relatividade Geral e buracos negros, e prova errado todos os dias um comentário que ouviu ainda na escola. 

#CiênciaBrasileira #MulheresNaCiência

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/08/06/sim-e-possivel-fazer-pesquisa-no-brasil/