Quase metade dos selecionados em programa para repatriar pesquisadores já vive no Brasil / Folha de S. Paulo

Quase metade dos selecionados em programa para repatriar pesquisadores já vive no Brasil / Folha de S. Paulo

A questão de pesquisadores que estão no Brasil serem contemplados não guarda irregularidades. O edital do programa apontava para essa possibilidade ao colocar como objetivo a atração de pesquisadores brasileiros que residem fora ou que “tenham concluído seu doutorado ou pós-doutorado no exterior a partir de 2019 (inclusive) e estejam residindo no país”.

O destaque dado anteriormente e até mesmo agora, porém, é um pouco distinto. Em seu site, o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) diz: “Conhecimento Brasil trará de volta cientistas que atuam em 34 países”.

via Folha de S. Paulo

#CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2025/08/quase-metade-dos-selecionados-em-programa-para-repatriar-pesquisadores-ja-vive-no-brasil.shtml

Quadro de resultados de pesquisa e inovação do G20 2025 / Clarivate

Quadro de resultados de pesquisa e inovação do G20 2025 / Clarivate

Embora o CNCI (Category Normalized Citation Impact – Categoria Impacto de Citação Normalizado) tenha permanecido relativamente constante em torno de 0,79 entre 2015 e 2024, isso mascara tendências por disciplina. O CNCI em Ciências Médicas e da Saúde permanece constante, pouco acima de 1,0, enquanto o CNCI na maioria dos campos caiu ao longo do período, compensado por um aumento no CNCI em Ciências Sociais. O foco em Ciências Agrárias e Veterinárias é 2,18 vezes a média do G20, com 14,3% dos artigos.
Os ODS acima da média do G20 concentram-se no ODS 2, Fome Zero, e no ODS 15, Vida Terrestre, com 1,63 e 1,55 vezes a média, respectivamente.
A taxa de OA de acesso aberto permanece consistente entre 50% e 60% — no entanto, embora a maior parte seja publicada em periódicos ouro/híbridos/bronze (84,9% de todos os artigos OA em 2015; 90,4% em 2023), a porcentagem desses artigos que também são publicados por meio de OA verde está caindo (75,5% em 2015; 47,6% em 2023).

via Clarivate

#ProduçãoCientífica #Ciência #CiênciaBrasileira #ODS #CiênciaAberta #AcessoAberto

Disponível em: https://clarivate.com/academia-government/the-institute-for-scientific-information/2025-g20-scorecard/

SCImagoJR – Um olhar sobre os periódicos latino-americanos indexados na Scopus (2015-2024) / SCImago

SCImagoJR – Um olhar sobre os periódicos latino-americanos indexados na Scopus (2015-2024) / SCImago

Brasil e Chile mantiveram consistentemente as posições mais altas em termos de número de periódicos no primeiro trimestre durante a maior parte do período analisado, encerrando 2024 com 21 e 20 periódicos no primeiro trimestre, respectivamente. No entanto, em termos percentuais, o Chile detém 16% dos periódicos no primeiro trimestre, em comparação com 4% do Brasil.

A Colômbia apresentou uma trajetória de crescimento particularmente impressionante nos últimos anos, subindo posições e alcançando 10 periódicos no primeiro trimestre em 2024, indicando um esforço bem-sucedido para aumentar o impacto de suas publicações.

#Indexadores #Scimago #Scopus #AméricaLatina #CiênciaBrasileira

via SCImago

Disponível em: https://www.scimagolab.com/scimagojr-un-vistazo-a-las-revistas-latinoamericanas-indexadas-en-scopus-2015-2024/

CAPES publica relatório de trabalho sobre acesso aberto / CAPES

CAPES publica relatório de trabalho sobre acesso aberto

O relatório também traz os resultados das discussões sobre infraestrutura adequada para que os pesquisadores brasileiros possam publicar artigos em revistas reconhecidas globalmente, sem custos adicionais, para aumentar a visibilidade e o impacto dos seus trabalhos.

O grupo de trabalho buscou alternativas e soluções para contribuir com o aumento da visibilidade da produção científica brasileira, associada a um modelo sustentável no pagamento de taxas de publicação. As discussões realizadas indicam que, no momento, a celebração de acordos transformativos, que preveem publicações ilimitadas, é o caminho mais adequado.

Acesse o relatório em: https://www.periodicos.capes.gov.br/images/documents/Relatorio-ACESSO-ABERTO_VFINAL.pdf

#CAPES #AcessoAberto #CiênciaBrasileira

via CAPES

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-publica-relatorio-de-trabalho-sobre-acesso-aberto

Cresce a proporção de negros no comando de grupos de pesquisa do país / Pesquisa Fapesp

Cresce a proporção de negros no comando de grupos de pesquisa do país

A proporção de pesquisadores pretos e pardos que lideram grupos de pesquisa no Brasil praticamente triplicou entre 2000 e 2023: subiu de 8,1% para 22,6% do total, chegando a quase 15 mil dos 66 mil líderes do país.

Entre 2005 e 2025, o número de pardos com bolsas de iniciação científica do CNPq passou de 14,1% para 27,5%, enquanto os bolsistas de mestrado, de 13,9% para 26,6%, e os de doutorado de 13,2% para 26%. Entre os autodeclarados pretos, no mesmo período, a participação entre bolsistas de iniciação científica do CNPq foi de 2,9% para 8,8%; de mestrado, de 2,9% para 10,7%; e de doutorado de 2,8% para 9,5%.

#CiênciaBrasileira #GruposDePesquisa #CientistasNegros

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/cresce-a-proporcao-de-negros-no-comando-de-grupos-de-pesquisa-do-pais/

Brics aumentam produção científica em 10 vezes entre 2000 e 2024 / Agência Brasil

Brics aumentam produção científica em dez vezes entre 2000 e 2024

O número de artigos publicados por pesquisadores de países do Brics nas pricipais revistas científicas do mundo aumentou mais de 10 vezes entre 2000 e 2024. Apesar de também ter apresentado um crescimento expressivo nesse período, em 2024, o Brasil respondeu por menos de 100 mil dos mais de 2 milhões de artigos publicados por cientistas do grupo. Os dados foram compilados pelo pesquisador Odir Dellagostin, professor da Universidade Federal de Pelotas, a partir da Scopus, a maior base de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares do mundo.
“O Brasil apresentou um crescimento bastante acelerado e contínuo até 2021. E esse crescimento foi, basicamente, paralelo ao crescimento da pós-graduação. Enquanto a pós-graduação estava crescendo, a produção científica também evoluía”, explica o professor.

Confira o relatório/apresentação do Prof. Odir Dellagostin.

#ProduçãoCientífica #CiênciaBrasileira #BRICS #China

via Agência Brasil

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/brics-aumentam-producao-cientifica-em-10-vezes-entre-2000-e-2024

Clarivate e CAPES expandem parceria histórica para impulsionar pesquisa e inovação em todo o Brasil / Library Technology Guides

Clarivate e CAPES expandem parceria histórica para impulsionar pesquisa e inovação em todo o Brasil

De acordo com o mais recente relatório de pesquisa e inovação do G20 do Institute for Scientific Information:

– Cerca de 40% da produção brasileira de pesquisa é de colaboração internacional, com muitas parcerias bilaterais sólidas com os Estados Unidos. O país também participa de colaborações maiores envolvendo os EUA, Reino Unido, Espanha, Alemanha e França. Em comparação com outras colaborações internacionais, essas parcerias estão produzindo artigos com impacto acima da média.
– Sua produção de pesquisa demonstra um forte foco nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Fome Zero (ODS 2) e Vida Terrestre (ODS 15), com impacto para ambos em torno de 0,7 a 0,8 vezes a média mundial.
– De forma mais ampla, a produção brasileira de pesquisa tem um forte foco nas Ciências da Vida, enquanto sua produção em Medicina tem um impacto em torno de 1,1 vez a média mundial.
– Cerca de 40% da produção é publicada em periódicos de acesso aberto (AA), sendo que a produção em Humanidades e Línguas tem 2,4 vezes mais probabilidade de ser publicada em um periódico de AA do que a média do G20.

via Library Technology Guides

#Clarivate #CAPES #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://librarytechnology.org/pr/31396

Recurso para universidade pública é investimento, não privilégio / ABC

Recurso para universidade pública é investimento, não privilégio

As universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da produção científica do Brasil e ampla formação de quadros profissionais. Ao classificá-las como parte de “modelo custoso, iníquo e de baixo incentivo à eficiência”, o editorial desconsidera sua contribuição inestimável para o desenvolvimento econômico e social do país.

Apesar do pouco investimento, o Brasil ocupa a 13ª posição no ranking global de publicações científicas, sendo a maioria vindas de universidades públicas. Índice da Nature sobre líderes na ciência mostra que, de 137 instituições acadêmicas brasileiras listadas, metade são federais, distribuídas por todas as regiões.

#UniversidadesPúblicas

via Academia Brasileira de Ciências

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/06/04/recurso-universidade-publica-investimento-nao-privilegio/

As primeiras revistas científicas no Brasil: A origem da comunicação científica / Ciência & Cultura

As primeiras revistas científicas no Brasil: A origem da comunicação científica

A ciência no Brasil deu seus primeiros passos nos jornais cotidianos e literários, como a Gazeta do Rio de Janeiro (1808), que trazia notícias de eventos científicos e memórias de estudiosos. Pouco depois, surgiram publicações pioneiras como “As Variedades ou Ensaios de Literatura” (1812), que é considerado o primeiro jornal literário brasileiro, publicado na Bahia. Apesar de breve, com apenas dois números, foi um marco inicial. E também “O Patriota” (1813-1814), o primeiro periódico brasileiro dedicado às ciências e artes, criado no Rio de Janeiro por Manuel Ferreira de Araújo Guimarães. Publicava artigos nacionais sobre progresso e desenvolvimento, refletindo o sentimento patriótico dos intelectuais brasileiros. Ambas as publicações enfrentaram desafios comuns à época, como a falta de assinantes e apoio financeiro, que limitavam sua duração.

#ComunicaçãoCientífica #CiênciaBrasileira

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8215

A predominância das mulheres na Plataforma Lattes / Jesús P. Mena-Chalco

A predominância das mulheres na Plataforma Lattes

Há mais de duas décadas, a Plataforma Lattes se consolidou como um recurso essencial para a academia brasileira. Hoje, 12 de março, poucos dias após comemorarmos o Dia Internacional das Mulheres, alcançamos a marca impressionante de 8.999.917 currículos cadastrados na plataforma Lattes. Amanhã, muito provavelmente, celebraremos 9 milhões de CVs, um marco significativo para a ciência brasileira.

via Jesús P. Mena-Chalco

#CiênciaBrasileira #CurrículoLattes

Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/predomin%25C3%25A2ncia-das-mulheres-na-plataforma-lattes-uma-dos-mena-chalco-w05le/

Mais de 30 entidades científicas subscrevem a ‘Carta de Vitória’ / Jornal da Ciência

Mais de 30 entidades científicas subscrevem a ‘Carta de Vitória’

Em documento apresentado na Reunião Regional no Espírito Santo, Diretoria e Conselho da SBPC manifestam posição sobre as prioridades a serem consideradas na COP 30 e defendem, entre outros pontos, uma transição energética urgente e a promoção da justiça social frente aos extremos climáticos

#CiênciaBrasileira #SBPC #CartaDeVitória #MudançasClimáticas #MeioAmbiente

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/mais-de-30-entidades-cientificas-subscrevem-a-carta-de-vitoria/

A pós-graduação brasileira em busca de identidade / ABC

A pós-graduação brasileira em busca de identidade

Zago afirmou ainda que, em meio à atual crise de identidade, é importante ter em mente que a pós-graduação “serve para o treinamento no método científico de questionamento e de busca por respostas a problemas concretos das diferentes áreas do conhecimento”. E continuou: “A meu ver, não é possível trabalhar no atacado. Não é admissível que um orientador não dedique tempo regularmente para discussão, planejamento, análise e resultados com o seu orientado, individualmente. A pós-graduação é um programa individual e não reprodutível. O restante, a meu ver, é perda de tempo”, concluiu.

Para [o acadêmico] Ésper Cavalheiro, assessor da Fapesp e coordenador do Plano Nacional de Pós-Graduação, o desenho dos programas no país transformou a defesa da tese ou a escrita da dissertação no objetivo final da pós-graduação, quando o objetivo deveria ser tornar o indivíduo um cientista. “A tese é uma consequência, é o instrumento para esse indivíduo se modificar”, ponderou.

via ABC

#CiênciaBrasileira

Disponível em: http://www.abc.org.br/2025/02/24/a-pos-graduacao-brasileira-em-busca-de-identidade/