Arquivos de 20 de março de 2025

Circulação de livros e práticas de leitura na sociedade sergipana oitocentista: catálogo natodigital da livraria comercial / PPGCI – UFS

Circulação de livros e práticas de leitura na sociedade sergipana oitocentista: catálogo natodigital da livraria comercial

Objetivando dar luz às práticas leitoras do período, por meio da análise exploratória e bibliográfica, foram feitos apontamentos acerca dos motivos que tornaram esses títulos marcantes para época e a partir desse diagnóstico foi criado o Catálogo Natodigital Interativo da Livraria Comercial. Através desse material, o público poderá ter acesso a obras que circularam na época, rememorando as práticas leitoras que faziam parte do cotidiano dos sergipanos e, consequentemente, dos leitores brasileiros.

Na pesquisa: um SWOT do Arquivo Geral do Judiciário de Sergipe.

#PráticasDeLeitura #ProdutosEServiçosDeInformação

via PPGCI – UFS

Disponível em: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/21368

Pesquisas booleanas no Scopus: Compreendendo a precedência de operadores e as melhores práticas / Scopus

Pesquisas booleanas no Scopus: Compreendendo a precedência de operadores e as melhores práticas

Ao conduzir pesquisas bibliográficas no Scopus, a estrutura de uma consulta booleana pode impactar significativamente tanto o número quanto a relevância dos resultados recuperados. Como a lógica de pesquisa do Scopus foi projetada com bibliotecários em mente, muitos usuários iniciantes e intermediários podem não estar totalmente cientes da precedência do operador booleano e das melhores práticas para usar parênteses. Esses fatores são cruciais para determinar como os termos de pesquisa são processados ​​e em que ordem. Neste artigo, explicaremos como a lógica booleana é aplicada no Scopus e compartilharemos as melhores práticas para construir consultas. Além disso, apresentaremos uma atualização futura da precedência do operador booleano, programada para ser lançada no outono de 2025, com implementação completa esperada para o início de 2026.

via Scopus

#OperadoresBooleanos #Scopus

Disponível em: https://blog.scopus.com/posts/boolean-searches-in-scopus-understanding-operator-precedence-best-practices

Indexação: sem ruído, sem silêncio / Leitura e Contexto

Indexação: sem ruído, sem silêncio

Para evitar ruídos e silêncios, devemos, a priori, atentar para os interesses da comunidade de usuários, ser imparcial, atentar para o grau de exaustividade e especificidade necessário e cumprir, cautelosamente, cada etapa do processo:
Analisar, a partir de leitura técnica, considerando os principais elementos (título e subtítulo; resumo; sumário; introdução; ilustrações e tabelas; palavras em destaque e referências);
Sintetizar, construindo os elementos para identificação da unidade de informação;
Representar (ou traduzir) para a linguagem documental adotada.

via Leitura e Contexto

#Indexação

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/03/indexacao-sem-ruido-sem-silencio.html

Toda tese é uma antítese / Gente de Opinião

Toda tese é uma antítese

A ciência que não muda só se repete, na mesmice, na cópia, no óbvio e no mercadológico – e parece inadequado, por definição, falar-se em ciência neste caso (sequer de inovação). A ciência que não muda, também não emancipa – isso também é óbvio. A ciência emancipada é equivalente da educação transformada, transformadora (emancipadora). A educação que não muda é empoeirada – é sectária, mítica, redentora. A educação emancipadora é sedutora, humanizada: é antissemita, antissionista, antirracista, anticapitalista.

via Vinício Carrilho Martinez

#MetodologiaDaPesquisa #Ciência

Disponível em: https://www.gentedeopiniao.com.br/politica/vinicio-carrilho/toda-tese-e-uma-antitese

Métodos de pesquisa em ciências sociais / Maquinações

Métodos de pesquisa em ciências sociais

A observação de campo tem menos probabilidade, em relação aos métodos mais controlados de laboratório e entrevistas de “surveys”, de permitir que o pesquisador influencie com seus biases os resultados que obtém nas direções sugeridas por suas próprias expectativas, crenças e desejos. Quase todo pesquisador de campo acredita nesta proposição, geralmente porque ele já teve muitas vezes que sacrificar idéias e hipóteses que lhe eram caras diante dos fatos recalcitrantes nas suas notas de campo.

via Maquinações

#ObservaçãoParticipante #MetodologiaDaPesquisa #Etnografia

Disponível em: https://maquinacoes.rafaelg.net.br/metodos-pesquisa-ciencias-sociais

Estudos sobre mulher e gênero a partir das teses e dissertações dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação do Brasil / PPGCI – UFPB

Estudos sobre mulher e gênero a partir das teses e dissertações dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação do Brasil / PPGCI – UFPB

Os resultados obtidos permitiram concluir que há uma predominância de mulheres pesquisadoras tratando a temática de mulher e gênero no campo da Ciência da Informação. Também foi possível verificar que a Universidade Federal da Paraíba e a Universidade Federal do Rio de Janeiro se destacam pelo elevado número de pesquisas realizadas a respeito das temáticas, principalmente por possuírem orientadoras engajadas no tema. A pesquisa também revelou uma evolução significativa nas teses e dissertações relacionadas aos estudos de mulher e gênero na pós-graduação em Ciência da Informação ao longo dos últimos anos. A partir de 2018, observou-se um crescimento contínuo nas produções acadêmicas, culminando em 14 trabalhos em 2023. Esse aumento reflete o crescente interesse e a valorização das temáticas entre os pesquisadores da área.

#ProduçãoCientífica #Mulheres #Gênero

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/33976

Semioses algorítmicas e viés racial: um estudo de imagens criadas pela IA generativa / Encontros Bibli

Semioses algorítmicas e viés racial: um estudo de imagens criadas pela IA generativa

As IAs generativas analisadas integram um novo ciclo de produção de realidades visuais que reflete, reproduz e amplifica dispositivos de racialidade já existentes. As imagens técnicas geradas por IA refletem relações de poder, bem como, marcadores da branquitude e do racismo, evidenciando como a tecnologia assistiva se entrelaça com as representações sociais e culturais em sua ação sígnica. 

#Racismo #IA #Braquitude #MediaçãoAlgorítmica

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/103495

O dia em que os bibliotecários desapareceram / Gaping Void

O dia em que os bibliotecários desapareceram

Anos se passaram desde aquele período de incerteza. Os bibliotecários nunca retornaram. Houve muita introspecção e desespero. Nós procuramos e procuramos alguém especial para assumir nossa biblioteca, mas aqueles com habilidades e temperamento únicos, conhecimento e paixão, eram difíceis de encontrar. As coisas ficaram tão ruins que me voluntariei pelo bem dos nossos alunos. Não havia como dar conta de tudo, mas eu vivia um dia de cada vez, me adaptando, aprendendo e fazendo o que era certo para as crianças todos os dias. Tive que me reinventar, pois a profissão, a tecnologia e as necessidades e interesses dos alunos também mudaram.

via Gaping Void

#Bibliotecários

Disponível em: https://media.gapingvoid.com/imls-ebook/full-view.html

“Liberdade de expressão”: uma análise discursiva dos usos e abusos desse enunciado pela extrema direita brasileira / PPGL – UFSCar

“Liberdade de expressão”: uma análise discursiva dos usos e abusos desse enunciado pela extrema direita brasileira

A extrema direita brasileira – por mais paradoxal que isso possa parecer para progressistas e para quem conhece minimamente a história da liberdade no mundo – tem se outorgado o papel de arauta da “liberdade de expressão”. Não se trata da mesma “liberdade de expressão” pela qual lutaram liberais de outrora e progressistas da atualidade. Trata-se de uma liberdade de expressão instrumentalizada como estratégia discursiva em expansão mundial, evocada e difundida por representantes deste segmento político e exportada para o nosso país. Em sua apropriação, o direito à liberdade de expressão é submetido a uma subversão de significados tradicionais e de seus usos políticos. 

#LiberdadeDeExpressão #Política

Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/items/e7b6ff48-33bc-4d61-8081-1710d3119281

Etnografia não é método / Maquinações

Etnografia não é método

Etnógrafos fomos/somos ávidos em conhecer o mundo em que vivemos, nunca nos conformamos com predefinições, estamos sempre dispostos a nos expor ao imprevisível, a questionar certezas e verdades estabelecidas e a nos vulnerar por novas surpresas. Repito, se aqueles que nos antecederam privilegiaram a exploração – no duplo sentido do termo – do exótico, hoje reavaliamos e ampliamos o universo pesquisado com o propósito de expandir o empreendimento teórico/etnográfico, contribuindo para desvendar novos caminhos que nos ajudem a entender o mundo em que vivemos. (p. 389)

via Maquinações

#Etnografia

Disponível em: https://maquinacoes.rafaelg.net.br/etnografia-nao-e-metodo

Editorial: O Bibliotecário como Testemunha da História, por Tracie Hall / Divulga-CI

Editorial: O Bibliotecário como Testemunha da História, por Tracie Hall

“Ser uma testemunha da história é engajar-se no ato de compartilhar informações como meio de chamar a atenção pública para um ato ou evento ocorrido no passado ou no presente, com o objetivo de gerar memória coletiva, garantir visibilidade e responsabilidade e ampliar a compreensão pública”, destaca e propõe a bibliotecária e Profa. Tracie Hall, da Information School da University of Washington.

via Divulga-CI

#Bibliotecários #FundamentosDaCI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-3-mar-2025/editorial-o-bibliotecario-como-testemunha-da-historia-por-tracie-hall/