Arquivos de 2 de dezembro de 2025

O que é ‘rage bait’, palavra do ano segundo Oxford / Exame

O que é ‘rage bait’, palavra do ano segundo Oxford / Exame

Rage bait é o termo usado para descrever conteúdos feitos para provocar raiva e gerar engajamento nas redes sociais. Em tradução livre, significa “isca da raiva”. A estratégia se baseia em publicações deliberadamente ofensivas, divisivas ou frustrantes que incentivam reações intensas — e, consequentemente, mais cliques, comentários e compartilhamentos.

Segundo Casper Grathwohl, presidente da Oxford Languages, o crescimento da expressão mostra como o ambiente digital passou de chamar atenção por curiosidade para manipular emoções. “Antes, a internet queria nossos cliques. Agora, ela quer nossa raiva”, afirmou.


A escolha de “rage bait” como Palavra do Ano sucede “brain rot” (“mente podre”), eleita em 2024, que refletia o esgotamento causado pelo excesso de estímulos digitais. As duas palavras, segundo os os organizadores, formam um ciclo: a raiva engaja, o algoritmo amplifica e o cansaço mental se instala.

#RageBait #Palavras #Oxford

via Exame

Disponível em: https://exame.com/pop/o-que-e-rage-bait-palavra-do-ano-segundo-oxford/

Aplicação da IA em bibliotecas / Leitura e Contexto

Aplicação da IA em bibliotecas / Leitura e Contexto

Depois de analisar as aplicações da IA, podemos perceber que a integração fortalece o papel da biblioteca na era digital, proporcionando muitos benefícios aos usuários e ao bibliotecário:

  • eficiência operacional com a redução do tempo gasto em tarefas repetitivas, com velocidade e precisão, tornando o trabalho dos bibliotecários mais focado e significativo; 
  • experiência personalizada oferecendo serviços mais relevantes e sob medida para cada usuário, melhorando a satisfação e o engajamento; 
  • acesso ampliado e equitativo, ajudando a tornar os recursos mais pesquisáveis e acessíveis, independentemente de o usuário saber a palavra-chave exata; 
  • capacitação usando a IA para oferecer recursos de treinamento em tecnologia e habilidades digitais à sua comunidade, posicionando-se como centros de educação tecnológica.

#AI #Bibliotecas

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/11/aplicacao-da-ia-em-bibliotecas.html

Fatores-chave na prática da Ciência Aberta: uma análise multivariada no contexto universitário / Información, cultura y sociedad

Fatores-chave na prática da Ciência Aberta: uma análise multivariada no contexto universitário / Información, cultura y sociedad

Foram identificados três segmentos de usuários: indiferentes, potenciais e engajados. Constatou-se também que mulheres e pesquisadores em início de carreira demonstram maior interesse em aprender sobre o conceito e que sua prática é predominante no campo da ciência. O estudo conclui que, para fomentar a prática da ciência aberta, é crucial estabelecer políticas institucionais específicas, desenvolver repositórios de dados abertos e relatórios abertos, oferecer treinamento em planos de gestão de dados e disseminar as vantagens da ciência aberta, o que contribuirá para o avanço do conhecimento compartilhado e o progresso acadêmico e social da comunidade.

#CiênciaAberta #Universidades

Disponível em: https://revistascientificas.filo.uba.ar/index.php/ICS/article/view/14804

Produção científica em gestão da informação: diálogo entre Ciência da Informação e Administração / PPGCI – UFSC

Produção científica em gestão da informação: diálogo entre Ciência da Informação e Administração / PPGCI – UFSC

(…) como resultado o presente trabalho, evidencia as principais aproximações entre os domínios e autores de cada área, com ênfase aos domínios da Gestão da Informação, Ciência da Informação, Gestão do Conhecimento, e Gestão Documental, presentes em ambas as áreas e apresentando fortes ligações entre si. Por fim sobre a convergência entre os autores das áreas, observa-se que alguns autores transitam por ambas as áreas; sendo traçado um paralelo, por meio dos seus principais conceitos, e concluindo-se de maneira geral que a definição de Gestão da Informação, trata-se de um conjunto de atividades que visam cuidar e gerir a informação da melhor forma possível, buscando por sua máxima eficiência.

#ProduçãoCientífica #Administração #GestãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270172

Alterações diacrônicas nos títulos de artigos de pesquisa médica (1920–2020): extensão, conteúdo, formatos e estruturas sintáticas / Scientometrics 

Alterações diacrônicas nos títulos de artigos de pesquisa médica (1920–2020): extensão, conteúdo, formatos e estruturas sintáticas / Scientometrics 

Os resultados mostraram que o comprimento médio dos títulos aumentou ao longo do tempo. Em relação ao conteúdo dos títulos, a menção ao contexto clínico foi a mais frequente (em todos os momentos analisados), e a menção ao método, à população de pacientes e ao tratamento aumentou significativamente. Quanto aos formatos, os títulos com duas unidades aumentaram significativamente (ultrapassando os títulos com uma unidade desde 2010), e o uso de dois pontos apresentou o maior aumento entre os seis tipos de títulos com duas unidades. Sintaticamente, o uso de “grupo nominal uni-head” diminuiu significativamente (embora continue sendo a estrutura dominante). Essas mudanças observadas nos títulos de artigos médicos podem estar relacionadas ao surgimento de algoritmos de busca online, bem como ao desenvolvimento e à profissionalização da área médica.

#EscritaCientífica #Bibliometria #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05495-9

O papel da Inteligência Artificial na investigação científica: uma perspectiva científica para as políticas europeias / Oficina de Publicaciones de la Unión Europea

O papel da Inteligência Artificial na investigação científica: uma perspectiva científica para as políticas europeias / Oficina de Publicaciones de la Unión Europea

Apesar das promessas, a integração da IA ​​na ciência apresenta desafios significativos que exigem uma governança robusta. Os principais riscos identificados incluem viés algorítmico, a potencial proliferação de “alucinações” e informações fabricadas, a possível erosão das habilidades de pensamento crítico e um fenômeno conhecido como deriva epistêmica. Essa deriva descreve a tendência da tecnologia de reforçar inadvertidamente paradigmas de pesquisa existentes, o que pode limitar a diversidade de questões científicas exploradas ou separar as descobertas científicas da supervisão humana crítica. Para lidar com esses riscos e maximizar os benefícios da IA, o relatório propõe três principais áreas de ação política:

(1) Promover os princípios da ciência aberta (dados, modelos e infraestrutura abertos) para garantir reprodutibilidade e confiabilidade.
(2) Fazer investimentos estratégicos em infraestrutura de Computação de Alto Desempenho (HPC), “Fábricas de IA” e repositórios de dados científicos abertos.
(3) Promover o desenvolvimento de um novo conjunto de habilidades em pesquisadores, fomentando equipes “híbridas” que combinem expertise no domínio científico com métodos avançados de IA e ciência de dados.

#PesquisaCientífica #IA #PolíticasCientíficas

Disponível em: https://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC143482/JRC143482_01.pdf

Ansiedade climática desafia a saúde mental e a educação no Brasil / Com Ciência

Ansiedade climática desafia a saúde mental e a educação no Brasil / Com Ciência

Palpitações, insônia, irritabilidade, tristeza e até perda ou questionamento do sentido da vida, são alguns sintomas físicos e mentais relacionados à ansiedade climática. A expressão ecoansiedade – ou ansiedade climática – surgiu em 2017 no Mental health and our changing climate: impacts, implications, and guidance da American Psychology Association (APA, a associação de psicologia dos EUA). Nessa obra a ecoansiedade é definida como “medo crônico de sofrer um cataclismo ambiental que ocorre ao se observar o impacto, aparentemente irrevogável, das mudanças climáticas, gerando uma preocupação associada ao futuro de si mesmo e das próximas gerações”, afirma a professora (…) Neri de Barros Almeida, que coordenou o projeto da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) “Abordagens psicossociais e históricas de sociedades em situação de crise”.

#AnsiedadeClimática #SaúdeMental

via Com Ciência

Disponível em: https://www.comciencia.br/ansiedade-climatica-desafia-a-saude-mental-e-a-educacao-no-brasil/