Arquivos de 2 de janeiro de 2026

Guia Prático para Avaliação Responsável da Pesquisa – DORA / ABCD – USP

Guia Prático para Avaliação Responsável da Pesquisa – DORA / ABCD – USP

Uma única abordagem para a avaliação da pesquisa certamente não serve para todos, portanto, o Guia foi concebido como uma ferramenta inspiradora. Ele é agnóstico em relação à disciplina, flexível e adaptável a diversos contextos organizacionais e disciplinares.

Prevemos que o Guia Prático será modificado e atualizado ao longo do tempo, e especialmente enriquecido com exemplos reais e por meio do feedback de instituições de pesquisa à medida que começarem a utilizá-lo.

#DORA

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/informa/guia-arp-dora-metricas-2025/

De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

De olho na reestruturação do ensino médio no Brasil / Revista Educação

O ensino médio brasileiro passa por uma inflexão histórica. Com a homologação das novas diretrizes pelo Ministério da Educação, o país inicia uma reorganização estrutural que afetará currículos, práticas pedagógicas, formas de gestão e a própria identidade dessa etapa de ensino.

As mudanças entram em vigor gradualmente: 1ª série em 2025, a 2ª em 2026 e a 3ª em 2027. Trata-se de um processo que envolve toda a comunidade escolar e que, mais do que alterar documentos, exige reimaginar a função do ensino médio em um país marcado por profundas desigualdades educacionais e sociais.

#EnsinoMédio

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/11/27/reestruturacao-do-ensino-medio/

Mediação da leitura e redes sociotécnicas: sustentabilidade do fandom literário Semideuses de Belém / Infonomy

Mediação da leitura e redes sociotécnicas: sustentabilidade do fandom literário Semideuses de Belém / Infonomy

Os resultados revelam um perfil predominantemente jovem e diverso, com forte presença de identidades LGBTQIAPN+ e uso intensivo de plataformas digitais (100% WhatsApp). Rotinas de Gestão da Informação (cadastro, curadoria, circulação) e de Gestão do Conhecimento (aprendizagem, memória, colaboração) são identificadas e materializadas em novos documentos, como publicações, roteiros e planilhas colaborativas. A leitura influencia a vida pessoal, social e profissional dos participantes, gerando capital informacional e cognitivo compartilhado. Conclusões: O SDB funciona como um “laboratório vivo” para a mediação da leitura, onde a Gestão da Informação e a Gestão do Conhecimento se entrelaçam para produzir pertencimento, memória e sustentabilidade cultural. Sugere-se a realização de pesquisas comparativas adicionais com outros fandoms, bem como o estabelecimento de diálogos entre a mediação formal (bibliotecas, escolas) e a informal (comunidades de fãs).

#MediaçãoDeLeitura

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/118

Pequena reflexão sobre a Biblioterapia / Bibliomar

Pequena reflexão sobre a Biblioterapia / Bibliomar

Partindo do princípio que a literatura possui um potencial devir terapêutico que pode abalar as estruturas do sujeito e o colocar em questionamento sobre suas certezas pessoais e calcado no conceito de biblioterapia elaborado por Caldin (2001) de que o texto literário permite uma terapia e um processo de cura através da leitura e discussão de textos literários. Este ensaio pretende discutir os principais conceitos que envolve a biblioterapia, enquanto mediada por um profissional da informação e sugerir a aplicação de um texto extraído do livro Velhos de Alê Motta (2020) para uso em um encontro biblioterapêutico.

#Biblioterapia

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26779

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Pesquisadores brasileiros encerram uma série de três editoriais sobre ciência aberta com uma proposta concreta de aplicação: o ARTE (Article Reprodutibility Template & Environment) Workflow, um modelo escalável que facilita a adoção de práticas abertas, rigorosas e reprodutíveis na pesquisa em administração e ciências sociais aplicadas.

Entre os resultados, destaca-se a criação de um fluxo de trabalho que organiza projetos de forma transparente, documentada e escalável, permitindo níveis graduais de rigor — desde a mínima até a completa reprodutibilidade. O ARTE não é apenas uma estrutura técnica, mas também uma ferramenta pedagógica: permite que cientistas iniciem com práticas simples e avancem conforme desenvolvem habilidades. Com isso, o estudo contribui para fortalecer a integridade científica, combater a crise de reprodutibilidade e democratizar o acesso à ciência aberta na prática.

#CiênciaAberta

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/12/01/fundamentos-pratica-e-implementacao-da-ciencia-aberta/

Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

Rede de atenção à pessoa indígena: percursos, projetos e transformações / Livros Abertos da USP

A obra apresenta um panorama de projetos estruturados em três eixos inter-relacionados — bem-viver e saúde, formação e educação, e justiça e direitos —, oferecendo aos leitores um mergulho em trabalhos com protagonismo indígena. Mais do que um relato institucional, a história da Rede narra a busca pela indigenização da Psicologia e do conhecimento científico, reafirmando a contribuição essencial dos saberes indígenas para repensar nossos modos de estar no mundo. É nosso desejo que esta obra possa contribuir para os estudos sobre indigenização do conhecimento, políticas de permanência e a construção de uma psicologia plural e efetivamente comprometida com os povos originários.

#PovosIndígenas #CulturaIndígena

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1761

Recomendações sobre o uso adequado de assistentes de inteligência artificial generativa / La science ouverte

Recomendações sobre o uso adequado de assistentes de inteligência artificial generativa / La science ouverte

O documento aborda especificamente:

  • recomendações gerais (confidencialidade, precisão do conteúdo, risco de “alucinações”, transparência, impacto ambiental – pp. 6-8 do Guia);
  • questões legais e éticas (direitos autorais, proteção de dados, integridade científica);
  • princípios e ferramentas disponíveis para diversos casos de uso: recuperação de informações, redação, tradução, revisão bibliográfica, geração de imagens ou figuras científicas, desenvolvimento de código, etc.;
  • um resumo de possíveis soluções de IA com base na sensibilidade dos dados (p. 10 do Guia e nota nº 2).

#BoasPráticas #IA

via La science ouverte

Disponível em: https://science-ouverte.inrae.fr/fr/actualites/recommandations-sur-le-bon-usage-des-assistants-base-dintelligences-artificielles-generatives

Se o Brasil não fortalecer suas políticas de Ciência e Educação, se tornará um país vulnerável, apontam especialistas / Ciência & Cultura

Se o Brasil não fortalecer suas políticas de Ciência e Educação, se tornará um país vulnerável, apontam especialistas / Ciência & Cultura

Outro ponto alertado por Garcia foi sobre a dependência do Brasil de soluções internacionais, principalmente no gerenciamento de seus próprios dados públicos. “Dados e infraestrutura digital é algo que nós precisamos governar. Porque governar dados quer dizer governar o nosso futuro. Então, é preciso que a gente tenha não só a condição de manter centros nacionais de computação avançada, mas também várias infraestruturas públicas de universidades. O Brasil, ainda nesse aspecto, também precisa avançar sobre a inteligência artificial e entender que a inteligência artificial pode contribuir com a justiça social.”

#SoberaniaDigital #CiênciaBrasileira

via Ciência & Cultura

Disponível em: Se o Brasil não fortalecer suas políticas de Ciência e Educação, se tornará um país vulnerável, apontam especialistas – Revista

Idosos na era da informação / Bibliomar

Idosos na era da informação: desenvolvendo competências para um mundo conectado / Bibliomar

Considerando o avanço da sociedade digital, destaca-se a importância de garantir que os idosos desenvolvam habilidades para utilizar as tecnologias de forma crítica e autônoma, favorecendo sua participação ativa na vida social. A competência informacional é abordada como elemento central nesse processo, por envolver a capacidade de identificar necessidades de informação, bem como localizar, avaliar e utilizar informações de maneira eficaz. Conclui-se que a promoção da inclusão digital dos idosos, mediada por bibliotecas públicas, pode contribuir para o exercício da cidadania, o desenvolvimento humano e a melhoria da qualidade de vida.

#Idosos #Inclusão #CoInfo

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26212

O que medimos por meio de coautorias? / Research Evaluation

O que medimos por meio de coautorias? / Research Evaluation

Entrevistas com cientistas sobre o conteúdo e a recompensa das colaborações, bem como a classificação das contribuições de coautores e cientistas citados nos agradecimentos, identificaram seis tipos de colaborações de pesquisa com padrões distintos de recompensas; mostraram que cerca de metade das colaborações são invisíveis nos canais formais de comunicação porque não são recompensadas; e mostraram que cerca de um terço das colaborações são recompensadas apenas por meio de agradecimentos.

#CoAutoria #ColaboraçãoCientífica

Disponível em: https://doi.org/10.3152/147154402781776961

Catalogador crítico: o que pode significar isso?, por Filipe Reis / Divulga-CI

Catalogador crítico: o que pode significar isso?, por Filipe Reis / Divulga-CI

“Na contemporaneidade, a catalogação demanda um profissional crítico, capaz de reconhecer a diversidade de saberes e práticas informacionais, incorporar as transformações tecnológicas e adotar uma postura ética frente à representação equitativa dos documentos.” propõe o pesquisador Prof. Dr. Filipe Reis, da Faculdade de Informação e Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Goiás.

#Catalogação

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-12-dez-2025/catalogador-critico-o-que-pode-significar-isso-por-filipe-reis/

A engenharia do eu na era das redes sociais / Outras palavras

A engenharia do eu na era das redes sociais / Outras palavras

Reflexões desde o Orkut como fenômeno cultural até as novas formas de existir no mundo hiperconectado atual. Hoje, a tecnologia é integrada ao corpo. E o sujeito é um curador de narrativas e imagens para a apreciação alheia, autopromoção, pertencimento e validação.

A profunda integração da tecnologia deu origem à “ilha de edição”, conceito que pode representar o indivíduo como curador de imagens e narrativas cuidadosamente selecionadas para apreciação alheia. Mais que espaço virtual, a ilha de edição é a sala de controle onde cada um edita sua própria presença. O
fenômeno antes restrito às celebridades agora se generalizou: redes sociais transformam todos em editores e promotores da própria imagem, tornando rotineira — e muitas vezes exaustiva — a prática da autopromoção.

#Psicologia #MídiasSociais

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/outrasmidias/a-engenharia-do-eu-na-era-das-redes-sociais/