Os modelos de IA mais inteligentes em 2026 / Voroni
Os modelos de IA mais inteligentes em 2026 estão agora agrupados no topo, com apenas alguns pontos separando os líderes. O Grok-4.20 Expert Mode e o OpenAI GPT 5.4 Pro (Visão) compartilham a maior pontuação neste ranking, com 145. Nos resultados de 2025, o OpenAI o3 obteve a maior pontuação, com 135, enquanto seu modelo de visão GPT 4o alcançou apenas 63 pontos.
OpenAI, Google e Microsoft apoiam projeto de lei para financiar a “IA Literacy” nas escolas / 404 / 404
Um novo projeto de lei bipartidário, apresentado (PDF) pelo senador democrata da Califórnia, Adam Schiff, e endossado pelos maiores desenvolvedores de IA do mundo — incluindo OpenAI, Google e Microsoft —, alteraria o currículo do ensino fundamental e médio para incluir à força a “IA Literacy”, algo que jovens e professores já detestam nas escolas. O projeto de lei LIFT AI (Literacy in Future Technologies Artificial Intelligence Act) daria ao novo diretor da Fundação Nacional de Ciência (NSF) o poder de conceder bolsas de pesquisa “com base em critérios de mérito e competitividade a instituições de ensino superior ou organizações sem fins lucrativos (ou um consórcio destas) para apoiar atividades de pesquisa que visem o desenvolvimento de currículos educacionais, materiais didáticos, formação continuada de professores e métodos de avaliação para a competência em IA no ensino fundamental e médio”, afirma o projeto. Ele define a IA Literacy como o uso da IA; especificamente, “ter o conhecimento e a capacidade adequados à idade para usar a inteligência artificial de forma eficaz, interpretar criticamente os resultados, resolver problemas em um mundo habilitado por IA e mitigar riscos potenciais”.
O projeto de lei conta com o apoio da Federação Americana de Professores, Google, OpenAI, Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação, Associação da Indústria de Software e Informação, Microsoft e HP Inc. […] A verba financiaria “ferramentas e recursos de avaliação da alfabetização em IA para educadores que avaliam a proficiência em IA”, segundo o projeto de lei. Também financiaria “cursos e experiências de desenvolvimento profissional em IA Literacy” e o desenvolvimento de “ferramentas práticas de aprendizagem para auxiliar no desenvolvimento e aprimoramento da alfabetização em IA”. Mais importante para as implicações no mundo real, financiaria a mudança do currículo existente “para incorporar a alfabetização em IA onde apropriado, incluindo o uso responsável da IA na aprendizagem”.
A escassez de disco rígido de IA está tornando mais caro e mais difícil arquivar a Internet / 404
“O aumento exorbitante dos custos de discos rígidos e armazenamento, causado pelo boom dos data centers de IA, está tornando mais caro e mais difícil para arquivistas digitais, acadêmicos, a Wikipédia e entusiastas da preservação de dados salvarem e arquivarem a internet. Discos rígidos específicos, preferidos por algumas organizações de renome, como o Internet Archive, tornaram-se muito mais caros ou difíceis de encontrar, disseram arquivistas.” É mais uma forma pela qual a IA ameaça o Internet Archive.
Quadro de Desenvolvimento de Parcerias com Bibliotecas / ITHAKA
O modelo de biblioteca de uso compartilhado representa uma das formas mais integradas de colaboração entre bibliotecas públicas e acadêmicas. Essas instalações são localizadas no mesmo espaço, gerenciadas em conjunto e governadas em conjunto, projetadas para atender tanto usuários acadêmicos quanto o público em geral sob o mesmo teto. Por definição, uma biblioteca de uso compartilhado refere-se a “dois provedores de serviços de biblioteca distintos [que] usam o mesmo prédio para atender clientes diferentes”. [5] Os estudos de caso do PALP na Biblioteca King em San José, Califórnia, e na Biblioteca Comunitária de Chatham, na Carolina do Norte, fornecem dois exemplos distintos, porém complementares, de como esse modelo pode funcionar com sucesso em diferentes contextos institucionais e comunitários.
Informação, Conhecimento e Inteligência organizacional: Novas abordagens / Ed. UNESP
Informação, conhecimento e inteligência, são os pilares na estrutura das organizações, uma vez que: Ao se tratar de “informação”, podemos estar realizando a colocação da interpretação de dados, por meios de seus significados na relação com o contexto apresentado; o “conhecimento” compreende a informação obtida na trajetória dos indivíduos, quer seja por meio de estudos, práticas e aprendizados, ocasionando resultados para a sua execução; e a “inteligência” sendo a capacidade da integração e consequentemente da intersecção, do limiar e das trajetórias firmadas entre a informação e o conhecimento.
Catalogação de livros raros usando inteligência artificial (IA) : o que temos conseguido com isso? / RDBCI
A pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa, envolveu a criação de um prompt e sua aplicação em onze ferramentas generativas de inteligência artificial. Utilizando como método o estudo comparado. Foram observadas as confluências, incompatibilidades e concordância com os padrões indicados no prompt. Resultados: Os resultados mostraram que a maior incompatibilidade foi encontrada nos metadados 5XX, e estão relacionadas à superficialidade na descrição e ao acréscimo de dados não contemplados no documento solicitado. Conclusão: As ferramentas não são autossuficientes, porém aprimoram o resultado pois fornecem dados que enriquecem a representação do item, no que se refere aos aspectos materiais e temático.
O chatbot Divulga-AI é estruturado em uma arquitetura RAG (Retrieval-Augmented Generation) integrada ao WordPress via MxChat. As publicações do site são indexadas em chunks (Content Chunking) e convertidas em embeddings, armazenados no Pinecone como banco vetorial.
Durante a interação, o sistema realiza busca semântica (Similarity Threshold, Sources e Chunks Limit) para recuperar trechos relevantes das publicações e enviá-los a um modelo de linguagem da OpenAI, que gera respostas curtas, fundamentadas nas publicações e com citações quando disponíveis.
Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários / Pesquisa Fapesp
Um mapeamento global sobre periódicos universitários, aqueles afiliados a instituições de ensino superior ou aos seus departamentos, encontrou 19.414 títulos ativos em 148 países. Há uma alta concentração desse tipo de publicação em poucas nações, sendo que Estados Unidos (2.188 títulos), Indonésia (2.131 títulos) e Brasil (1.530 títulos) ocupam os primeiros lugares. Apenas 10 países representam 62,92% de todos os periódicos universitários identificados no diretório internacional Ulrichsweb, a principal base usada no levantamento do estudo (ver infográfico abaixo). Quase metade deles opera em acesso aberto. Os dados foram divulgados em janeiro de 2026 em um artigo na revista científica Scientometrics, assinado por pesquisadores do Centro Leibniz de Informação para Ciência e Tecnologia (TIB), na Alemanha, e das universidades de Tampere, na Finlândia, e Hacettepe, na Turquia.
Por que e como podemos reorganizar a universidade para impactar políticas públicas / Jornal da USP
Problemas reais não respeitam fronteiras disciplinares. Eles se apresentam como sistemas complexos, em que causas e efeitos se entrelaçam. Ainda assim, insistimos em abordá-los com ferramentas concebidas para operar em contextos mais simples. O resultado é um padrão recorrente: soluções tecnicamente corretas, mas estruturalmente insuficientes.
Essa limitação torna-se ainda mais evidente ao se observar a relação entre a universidade e as políticas públicas. A expectativa de que a ciência oriente decisões coletivas é legítima, mas frequentemente frustrada. A dificuldade não está apenas na tradução do conhecimento, mas também na própria estrutura de produção desse conhecimento, que raramente é orientada por problemas concretos.
O depósito de dados de pesquisa no campo de Estudos Urbanos / SciELO
Embora o tema tenha ganhado maior visibilidade recentemente no ambiente brasileiro de editoração científica, a disponibilidade de dados integra há décadas a agenda da ciência aberta. Há quase três décadas,o National Research Council dos Estados Unidos (1997) já recomendava o acesso completo e aberto aos dados científicos como paradigma a ser adotado internacionalmente, especialmente no caso de pesquisas financiadas com recursos públicos.
A Organisation for Economic Co-operation and Development (OCDE), por sua vez, publicou em 2004 sua primeira declaração sobre o tema, enfatizando a importância do acesso a dados provenientes de pesquisa com financiamento público, iniciativa que culminou na edição de diretrizes e princípios em 2007. No Brasil, destaca-se o protagonismo do SciELO na introdução dessa discussão há pelo menos quinze anos (tal como se exemplifica em postagem de 2013 nesse mesmo blog), ao promover reflexões sobre dados abertos e sua relevância para a ciência aberta.
Resultados: a análise evidencia a necessidade de uma revisão epistemológica e metodológica da Ciência da Informação, diante das novas configurações de seus objetos. Destaca-se a relevância da proposta de Floridi como eixo integrador de diferentes saberes, bem como o reconhecimento da interdisciplinaridade como uma orientação paradigmática consolidada no campo. Considerações finais: conclui-se que o avanço da Ciência da Informação depende de sua capacidade de reconfigurar seus fundamentos teóricos e metodológicos, incorporando abordagens interdisciplinares e ampliando seus referenciais analíticos para dar conta das dinâmicas contemporâneas mediadas por tecnologias digitais e inteligência artificial.
Diretrizes preliminares da ALA sobre o uso de inteligência artificial em bibliotecas / ALA
Bibliotecas de todos os tipos têm a responsabilidade de considerar a adoção de ferramentas de IA de uma maneira que esteja alinhada com os valores profissionais essenciais, a ética e as políticas locais. As diretrizes sobre IA devem se basear nas políticas existentes da ALA, em vez de operar como uma camada separada ou conflitante. O Grupo de Trabalho de Políticas de Inteligência Artificial da ALA, usando os Valores Essenciais da ALA de Bem Público, Liberdade Intelectual, Privacidade, Sustentabilidade e Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade como ponto de partida, desenvolveu este Guia sobre o Uso de Inteligência Artificial em Bibliotecas..
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.