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Oxford atualiza diretrizes de divulgação de IA para autores acadêmicos / Research Information

Oxford atualiza diretrizes de divulgação de IA para autores acadêmicos / Research Information

As orientações atualizadas aplicam-se a autores de livros e artigos de revistas científicas e focam-se em três áreas principais:

  • Espera-se que os autores divulguem qualquer uso significativo de ferramentas de IA e sejam transparentes sobre como essas tecnologias contribuíram para o seu trabalho.
  • As diretrizes também enfatizam a supervisão e a responsabilidade humanas, sendo os autores responsáveis ​​por revisar e verificar o conteúdo gerado por IA usado em livros e artigos de periódicos.
  • A OUP também reforçou as orientações sobre propriedade intelectual e confidencialidade, aconselhando os pesquisadores a terem especial cuidado ao usar ferramentas de IA com pesquisas não publicadas, material protegido por direitos autorais ou conteúdo sensível.

#IntegridadeEmPesquisa #IA #Oxford

via Research Information

Disponível em: https://www.researchinformation.info/news/oxford-updates-ai-disclosure-guidelines-for-academic-authors/

Aceitação de tecnologia em livros didáticos híbridos: utilização de tecnologias digitais para desenvolvimento de um modelo de livro para o Ensino Fundamental II / PPGCI – UFPB

Aceitação de tecnologia em livros didáticos híbridos: utilização de tecnologias digitais para desenvolvimento de um modelo de livro para o Ensino Fundamental II / PPGCI – UFPB

s análises de correlação entre os construtos forneceram suporte para a validação das hipóteses da pesquisa, evidenciando que o Modelo de Livro Híbrido é percebido como uma ferramenta eficaz, fácil de usar e com condições facilitadoras de aplicação no contexto educacional. As implicações práticas do estudo sugerem que a adoção do Modelo de Livro Híbrido por instituições de ensino é viável e benéfica, demandando baixos investimentos em infraestrutura. Para desenvolvedores, os achados apontam diretrizes para o design de Modelos de Livro Híbrido que priorizem as expectativas de desempenho e esforço, além da incorporação de Objetos de Aprendizagem adaptativos que promovam múltiplos estilos de aprendizado, alinhados, inclusive, com diretrizes de tempo de tela e bem-estar cognitivo. Na Ciência da Informação, a pesquisa contribui para a teoria da Mediação da Informação ao analisar o Modelo de Livro Híbrido como um elemento ativo na facilitação do acesso e uso da informação em ambientes escolares, além de caracterizar a interação da Geração Alpha com recursos tecnológicos. Em última análise, o estudo reforça a imperativa necessidade de uma educação de base que oriente o pensamento crítico e a interpretação acurada da informação, elementos essenciais para o desenvolvimento de sociedades pensantes e a evolução contínua.

#LivrosDidáticos

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05765-0

Interoperabilidade entre bases de dados locais e globais na cienciometria: Lattes, CAPES e OpenAlex / Scientometrics

Interoperabilidade entre bases de dados locais e globais na cienciometria: Lattes, CAPES e OpenAlex / Scientometrics

Este estudo propõe uma metodologia em larga escala para aprimorar a desambiguação de autores e instituições por meio da integração de bases de dados locais (Lattes e CAPES) e globais (OpenAlex). O método combina Identificadores de Objeto Digital (DOI) compartilhados com um algoritmo adaptado de distância de Levenshtein para lidar com variações nos nomes de autores e instituições em bases de dados de pesquisa multilíngues, alcançando uma precisão superior a 97% para autores e 64% para instituições. A estrutura proposta oferece uma abordagem escalável e replicável para a desambiguação de entidades em bases de dados de pesquisa estruturadas (tabulares). Além do contexto brasileiro, essa estratégia de integração apresenta uma abordagem aplicável globalmente para harmonizar sistemas nacionais de informação sobre pesquisa com infraestruturas cienciométricas abertas.

#BasesDeDados #Interoperabilidade #CurrículoLattes #CAPES #OpenAlex

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05765-0

Periódicos de baixo custo e acesso aberto do Sul Global podem ter alto impacto? / Anais da Academia Brasileira de Ciências

Periódicos de baixo custo e acesso aberto do Sul Global podem ter alto impacto? / Anais da Academia Brasileira de Ciências

Embora o número de citações tenha aumentado, poucos artigos do SciELO são publicados em periódicos globais de alto prestígio, o que reflete desigualdades estruturais e vieses na publicação científica. Os resultados desafiam a noção de que periódicos do Sul Global possuem, inerentemente, baixo impacto. Eles reafirmam a importância de plataformas como o SciELO na promoção de visibilidade e influência científica equitativas, além de apoiarem políticas que fortaleçam a pesquisa proveniente de regiões em desenvolvimento.

#AcessoAberto #Periódicos #SulGlobal #ImpactoCientífico

Disponível em: https://doi.org/10.1590/0001-3765202620250769

O lento e urgente movimento de transformação da educação / Educação Transformadora

O lento e urgente movimento de transformação da educação / Educação Transformadora

Não resolve somente fazer melhorias pontuais como ensinar a usar a IA e utilizar algumas metodologias ativas. Tudo isso é necessário, mas insuficiente. Apesar de termos avançado nos indicadores oficiais educacionais, há um descompasso grande até que consigamos chegar a uma educação integradora plena – intelectual, emocional, ética e transcendental.

Precisamos de mudanças profundas e estruturais na educação. É um processo de longo prazo, muito mais lento do que desejamos, porque depende do aumento da consciência individual e social de muitos mais gestores, professores, estudantes, famílias e da sociedade como um todo.

#Educação

via Educação Transformadora

Disponível em: https://moran10.blogspot.com/2026/09/o-lento-e-urgente-movimento-de.html

O ano notável de Isaac Newton — e as acusações de plágio que se seguiram / Nature

O ano notável de Isaac Newton — e as acusações de plágio que se seguiram / Nature

Outra controvérsia envolveu o famoso embate de Newton com o polímata Robert Hooke, também uma figura central na Royal Society de Londres. A disputa girava em torno de quem havia descoberto primeiro a lei do inverso do quadrado da gravitação, segundo a qual a força da gravidade diminui na razão inversa do quadrado da distância. Hooke queria que suas contribuições relevantes fossem reconhecidas no prefácio do Principia Mathematica, mas Newton recusou-se, declarando ao astrônomo Edmond Halley — responsável pela supervisão da publicação da obra — que preferiria impedir a publicação do terceiro volume a conceder qualquer crédito a Hooke.

Como os autores discutem em um longo capítulo, Newton havia dito inicialmente a Halley que estaria disposto a reconhecer a colaboração de Hooke no Livro III do Principia. No entanto, Hooke atacou Newton duramente durante uma reunião da Royal Society em 1686 e, “uma vez confrontado com a acusação de plágio, qualquer boa vontade que Newton pudesse ter desapareceu”. Uma omissão surpreendente no livro é a de Einstein, cujas teorias da relatividade restrita e geral, no início do século XX, atualizaram a obra clássica de Newton sobre a luz e a gravidade. Pouco antes de sua morte, em 1955, Einstein disse ao historiador da ciência I. Bernard Cohen que sempre admirara Newton, embora o acusasse — “infelizmente” — de vaidade na disputa com Hooke.

#Plágio #HistóriaDaCiência

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-02808-7

Marisa Midori fala dos riscos que envolvem livros e a IA / Jornal da USP

Marisa Midori fala dos riscos que envolvem livros e a IA / Jornal da USP

“Foi apenas um prelúdio; onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas.” Foi com essa frase, do escritor alemão Heinrich Heine (1797–1856), que a professora Marisa Midori iniciou sua coluna desta semana. “Esse trecho foi extraído da peça Almansor, de 1821, no momento em que um muçulmano denuncia a queima do Alcorão pela Inquisição, após a reconquista de Granada”, explica ela. “Pensei muito nessa passagem trágica de Heine, que nos remete não apenas à queima de livros promovida pela Inquisição, na Europa Moderna, mas também à grande fogueira de livros promovida por Goebbels no início do regime nazista, na Alemanha. Mas não foi por essas razões que essa frase me veio à memória. Explico: embora as empresas de desenvolvimento de inteligência artificial não estejam necessariamente queimando os livros, livros estão sendo destruídos em função de um projeto muito polêmico”, continua a colunista.

#Bibliocídio

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/marisa-midori-fala-dos-riscos-que-envolvem-livros-e-a-ia/

Tendências além da comunicação acadêmica: o que você precisa saber / Scholarly Kitchen

Tendências além da comunicação acadêmica: o que você precisa saber / Scholarly Kitchen

  • A concorrência vai se intensificar. Veremos produtos e serviços mais interessantes surgindo de editoras acadêmicas, traduzindo seu conteúdo em ofertas de consultoria especializada. O cenário competitivo vai evoluir.
  • A comunidade assumirá o protagonismo. A discussão sobre o cultivo de relacionamentos diretos com o público na era da IA ​​está em pleno andamento há mais de 18 meses, e as tendências da mídia noticiosa são claras. Veremos editoras progressistas voltadas para a sociedade buscando integrar seus eventos e publicações, e uma nova gama de formatos de engajamento com o público provavelmente surgirá de editoras comerciais.
  • A IA criará trabalhos inovadores e de qualidade. As editoras não terão apenas que lidar com manuscritos gerados por IA, mas também com o uso da IA ​​em diferentes partes do processo de publicação de pesquisas, o que provavelmente exigirá uma atualização das melhores práticas. Os dados de leitura se tornarão mais detalhados. O comportamento de leitura acadêmica se transformou. E continua se transformando. As pessoas continuarão lendo, mas o quê, por quê (e como) nos dirá algo diferente do que nos dizia há alguns anos.

#ComunicaçãoCientífica #Tendências #MercadoEditorial #IA #EditorasAcadêmicas

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/09/03/guest-post-a-year-of-trends-beyond-scholarly-comms-what-you-need-to-know/

“The Librarians” ganha um Emmy por destacar a defesa da liberdade de leitura a partir das bibliotecas / Julian Marquina

“The Librarians” ganha um Emmy por destacar a defesa da liberdade de leitura a partir das bibliotecas / Julian Marquina

O documentário The Librarians, dirigido e produzido por Kim A. Snyder, ganhou o Emmy de 2026 de Mérito Excepcional em Documentário. A produção — exibida pela PBS como parte da série documental Independent Lens — concentra-se em bibliotecários dos EUA que se viram na linha de frente de iniciativas para restringir, remover e contestar livros em bibliotecas escolares e públicas. Esse reconhecimento leva ao palco do Emmy uma questão que, há muito, é uma grande preocupação para a comunidade bibliotecária americana.

#Filmes #Censura #BibliotecasEscolares

via Julian Marquina

Disponível em: https://www.julianmarquina.es/the-librarians-gana-un-emmy-por-mostrar-la-defensa-de-la-libertad-de-leer-desde-las-bibliotecas/

Entre o simbólico e o documental: a representação informacional das placas de formatura / Encontros Bibli

Entre o simbólico e o documental: a representação informacional das placas de formatura / Encontros Bibli

Resultado: Os resultados indicam que as placas de formatura comportam atributos descritivos e temáticos passíveis de sistematização, permitindo sua inserção em sistemas de organização da informação, bem como evidenciam a pertinência do paradigma indiciário para a interpretação de seus elementos simbólicos e memoriais. Conclusões: Conclui-se que a adoção de modelos descritivos adaptados e de abordagens interpretativas ampliadas contribui para o reconhecimento das placas de formatura como documentos relevantes para a memória institucional e para o campo da organização do conhecimento.

#Memória #RepresentaçãoDaInformação

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/110458

Ranking da educação: Brasil segue nas últimas posições no Pisa 2025 e fica atrás de seis vizinhos latino-americanos em matemática / G1

Ranking da educação: Brasil segue nas últimas posições no Pisa 2025 e fica atrás de seis vizinhos latino-americanos em matemática / G1

Ciências foi a área principal desta edição — a primeira vez desde 2015 que a disciplina recebe foco especial. Foi também onde o Brasil teve o melhor resultado relativo: 409 pontos, 67º lugar entre 90 países, empatado com o Azerbaijão e logo à frente de Jordânia e Peru.

Com 408 pontos, o Brasil ficou em 52º entre 89 países, empatado com México e Albânia. É a área em que o país está mais próximo do resto do mundo.

A nota ficou dois pontos abaixo da registrada em 2022, mas, novamente, a diferença não é estatisticamente significativa.

Singapura liderou, com 535 pontos. Depois aparecem o conjunto de regiões chinesas de Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang, com 527; Taiwan, com 508; Japão, com 503; e Macau e Coreia do Sul, ambos com 501 pontos.

#Pisa #Leitura

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/09/08/brasil-ultimas-posicoes-pisa-2025.ghtml

Diferença de nota em ciências entre ricos e pobres chega a 96 pontos no Brasil, mostra Pisa / Folha de S. Paulo

Diferença de nota em ciências entre ricos e pobres chega a 96 pontos no Brasil, mostra Pisa / Folha de S. Paulo

Os 25% dos estudantes brasileiros de maior nível socioeconômico tiveram desempenho 96 pontos superior ao dos 25% de menor nível socioeconômico em ciências no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (8).

Nos extremos, a média em ciências foi de 380 pontos entre os mais desfavorecidos e de cerca de 476 pontos entre os mais favorecidos, patamar próximo ao da média da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), responsável pelo levantamento, de 482. A média do país foi de 409.

#PISA #Desigualdade #Educação

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/diferenca-de-nota-em-ciencias-entre-ricos-e-pobres-chega-a-96-pontos-no-brasil-mostra-pisa.shtml