“Sabe”, disse Eugene Garfield, “o que desenvolvi aqui é apenas a maneira menos ruim de medir a importância da ciência experimental. Todas as outras maneiras que examinei apresentam falhas graves e prejudiciais: medir citações é neutro e universal.”
Espero ter me lembrado dessas palavras corretamente. Tenho certeza de que a expressão “menos ruim” foi repetida diversas vezes. Acho que ele teria ficado horrorizado com a forma como seu sistema foi manipulado e manipulado por pesquisadores inescrupulosos, e também tenho certeza de que, se tivesse descoberto uma maneira melhor, teria sido o primeiro a endossá-la.
Vivências da área de documentação do Iphan / IBICT
Neste livro, podemos ter acesso a uma parcela do trabalho desenvolvido pelo Centro de Documentação do Patrimônio, ao mesmo tempo em que é possível dimensionar o seu papel de destaque na área de documentação no Iphan, sendo o órgão que direciona os trabalhos do Sistema de Arquivos e da Rede de Bibliotecas do Instituto, além de gerir o Arquivo Central do Iphan – Seções Brasília e Rio de Janeiro e as bibliotecas Aloísio Magalhães e Noronha Santos, que constituem um patrimônio documental de valor inestimável para a sociedade brasileira e, ser a Unidade Especial com a atribuição técnica sobre as questões relacionadas aos arquivos patrimoniais.
Manual do Bibliotecário Verde: Um guia para bibliotecas liderarem mudanças sustentáveis na Europa / ELAN
As bibliotecas são, em sua essência, locais de aprendizagem e crescimento individual. Abrimos portas ao conhecimento, fomentamos a criatividade e nutrimos comunidades. No entanto, no mundo de hoje, a aprendizagem, o conhecimento e a informação devem ser aliados à responsabilidade. A emergência climática, a perda de biodiversidade, as pressões sobre as nossas cidades e zonas rurais – estes desafios afetam-nos a todos e não podem ser ignorados. As bibliotecas, com a sua longa tradição de serviço público e as suas profundas raízes nas comunidades locais, estão numa posição única para fazer a diferença. Podemos não ter a voz mais alta nos debates globais, mas temos algo igualmente poderoso: confiança, continuidade e presença no quotidiano de milhões de cidadãos em toda a Europa.
Este manual lembra-nos que a sustentabilidade não se refere apenas a edifícios ou à utilização de energia, embora estes sejam importantes. Trata-se das escolhas que fazemos todos os dias, grandes e pequenas. Trata-se de garantir que os recursos que gerimos hoje não comprometam o amanhã. Trata-se de capacitar as comunidades para as quais e com as quais trabalhamos para compreenderem os desafios do nosso tempo e encontrarem formas de responder, em conjunto. Uma “biblioteca verde” não se define por um padrão único; é uma biblioteca que ousa alinhar seus valores com o cuidado com as pessoas, o planeta e o futuro.
Os cuidados com o uso da Inteligência Artificial na pesquisa acadêmica / Biblioteca ECA/USP
Existem diversas tarefas da pesquisa que podem ser otimizadas (ou mesmo feitas) com o auxílio de ferramentas que utilizam Inteligência Artificial Generativa: coleta, análise e visualização de dados, transcrição de entrevistas, suporte na elaboração de resumos, revisão ortográfica etc. Portanto, não se trata de estabelecer uma proibição total, mas de discutir formas adequadas e éticas de uso. Como não existe um consenso (no sentido de regra única a ser seguida) a respeito do assunto, vamos sugerir algumas diretrizes que podem auxiliar a comunidade acadêmica.
Não foi ditadura? O papel do professor de história no combate ao negacionismo / Café e História
Para Rosenilde Alves de Lima, os professores de história são peça-chave no debate público sobre a ditadura. “Provavelmente, se conseguirmos demarcar as fronteiras que separam as narrativas negacionistas das narrativas historiográficas reguladas pela operação historiográfica e do ensino, os professores podem ter melhores condições de contrapor e explicar esse fenômeno complexo e inescrutável”, defende a pesquisadora. Rosenilde desenvolveu uma dissertação intitulada “Histórias públicas e ditadura militar: a verdade sedutora dos negacionistas como um problema para o ensino de história”, defendida em 2021, no Mestrado Profissional em Ensino de História da Universidade Regional do Cariri.
Grokipedia: A IA de Elon Musk que busca reinventar o conhecimento online / WhatsNews
Musk vem expressando sua discordância com as operações da Wikipédia há anos. Ele questiona seu suposto viés ideológico, acusando-a de favorecer visões progressistas e limitar a inclusão de pontos de vista conservadores. Sarcasticamente, ele chegou a renomeá-la para “Wokipedia” e, em 2023, propôs adquiri-la sob a condição de que fosse renomeada para “Dickipedia”, um sinal de seu confronto retórico com a plataforma.
O anúncio da Grokipedia ocorre em um momento em que essas críticas foram amplificadas por figuras como Larry Sanger, cofundador da Wikipédia, que recentemente observou em uma entrevista que a enciclopédia digital atual favorece certas fontes e bloqueia opiniões divergentes, especialmente aquelas da mídia conservadora. Essas declarações foram apresentadas no programa de Tucker Carlson, reforçando o debate sobre a neutralidade dos grandes repositórios de conhecimento online.
Biblioteconomia no Peru e no Brasil sob a perspectiva de Julio Santillán Aldana / Otlet
Bibliotecário. Doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília, atua profissionalmente nas áreas de gestão de pesquisa, comunicação científica, publicações científicas e preservação digital. É membro do coletivo Open Access Peru e da Rede Cariniana, a Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital. Além de sua trajetória profissional, que sem dúvida tem um longo caminho pela frente, Julio Santillán é apaixonado por pesquisa e um promotor do desenvolvimento da biblioteconomia, graças ao conhecimento e à experiência adquiridos em sua trajetória profissional entre Brasil e Peru. Nesta entrevista, podemos apreciar sua perspectiva pessoal sobre os contrastes entre a biblioteconomia em ambos os países.
4 estratégias de marketing para bibliotecas que todo bibliotecário especializado pode usar / Lucidea
“Em sua essência, o marketing de biblioteca consiste em ajudar as pessoas da sua comunidade a entender que a biblioteca tem coisas úteis para elas e incentivá-las a usar tudo isso.” – Kathy Dempsey
Como muitos bibliotecários, não tenho formação formal em marketing. Nos últimos 15 anos, mais ou menos, frequentemente desejei ter feito pelo menos uma aula de marketing durante minha formação acadêmica. Talvez eu acabe fazendo isso no futuro, porque acho que seria muito valioso. O marketing se tornou um componente essencial da biblioteconomia, e saber mais sobre ele muitas vezes facilitaria meu trabalho. Suspeito que muitos de vocês sintam o mesmo. 1. Entenda seu público; 2. Comunique-se estrategicamente; 3. Tome decisões baseadas em dados; 4. Aproveite depoimentos pessoais
A importância do marketing digital nas redes sociais das bibliotecas escolares de instituições privadas de Aracaju-SE / Biblionline
Os resultados evidenciam um cenário contrastante: enquanto algumas escolas realizam ações criativas de promoção da leitura, a maioria apresenta pouca visibilidade e valorização nas plataformas digitais. Das 85 escolas analisadas, 58 tinham perfis ativos e apenas 35 postaram conteúdos relacionados às bibliotecas e à leitura. As considerações finais indicam que, apesar de iniciativas positivas, persiste uma falta de reconhecimento dos bibliotecários e uma escassez de conteúdo relevante nas redes sociais, o que desafia a efetiva promoção dos serviços bibliotecários e da leitura no ambiente escolar.
Lucas George Wendt é Mestre em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação – PPGCIN da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2024). Mestrando em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPGMusPa da UFRGS. Especialista em Comunicação Institucional pela Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul – Fadergs (2021). Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade de Caxias do Sul – UCS (2021). Bacharel em Jornalismo pela Universidade do Vale do Taquari – Univates (2017). Acadêmico de Arquivologia no Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi).
(Acho muito bacana quando pesquisadores e profissionais de CI do Brasil criam seus sites! Ainda mais quando ficam muito bons!)
Estudo indica que 15% dos doutores brasileiros são donos de empresas / Pesquisa Fapesp
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em abril apontou que, entre os 44 mil doutores formados no país em 2021 e 2022, 15,3% (6,7 mil) eram sócios ou administradores de empresas em julho de 2024, entre 18 e 36 meses após se titularem. A maioria deles, cerca de 62%, atua na gestão, em atribuições como presidente, diretor ou sócio-administrador.
A política de saúde pseudocientífica dos EUA / Questão de Ciência
No conjunto, o relatório constitui uma obra tão terrível que poderia facilmente ser um livro sobre pseudociências.
Para piorar, algumas das referências citadas para embasar o que o relatório afirma nem existiam.
Como descrito na matéria “Trump officials downplay fake citations in high-profile report on children’s health”, após a publicação do relatório, o jornal NOTUS descobriu que, dentre as mais de 500 referências publicadas no documento, algumas traziam links quebrados, outras eram usadas para corroborar uma narrativa, mesmo que as conclusões do estudo não fossem compatíveis, e outras sete pareciam não existir.
Horas depois, uma versão atualizada do relatório foi publicada no site da Casa Branca, com as citações fictícias substituídas por referências agora reais. A porta-voz do HHS afirmou que alguns pequenos erros de citação e formatação foram corrigidos, mas que o conteúdo do relatório permanecia o mesmo.
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