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Publicação acadêmica na Ucrânia (2005-2023): Mobilidade, produtividade e impacto de citações / Journal of Data and Information Science

Publicação acadêmica na Ucrânia (2005-2023): Mobilidade, produtividade e impacto de citações / Journal of Data and Information Science

Os resultados revelam uma mudança estrutural nas afiliações, com um aumento acentuado no número de pesquisadores vinculados a universidades e um declínio no número de pesquisadores da Academia Nacional de Ciências da Ucrânia. Embora a produção científica tenha crescido, o impacto das citações permaneceu baixo, particularmente entre os pesquisadores não móveis. A mobilidade internacional está consistentemente correlacionada com maior produtividade e impacto, enquanto a mobilidade nacional gera ganhos modestos, provavelmente devido a restrições uniformes em todas as instituições nacionais. As mudanças políticas pós-2013 aumentaram o volume de publicações, mas não o impacto das citações, pois se concentraram principalmente na quantidade, e não na qualidade. Além disso, a guerra russo-ucraniana restringiu severamente o trabalho acadêmico.

#ProduçãoCientífica #Ucrânia #GuerraNaUcrânia

Disponível em: https://reference-global.com/article/10.2478/jdis-2025-0043

Tradição Oral na Era dos Algoritmos: das margens aos feeds, por Edgardo Civallero / Divulga-CI

Tradição Oral na Era dos Algoritmos: das margens aos feeds, por Edgardo Civallero / Divulga-CI

“A tradição oral está agora entrelaçada a etiquetas de metadados, políticas de moderação de conteúdo e critérios de visibilidade algorítmica. Os desafios são novos — incluindo questões de propriedade, consentimento e risco de descontextualização -, mas a dinâmica central é familiar: o conhecimento vivendo nas vozes, moldado no diálogo e adaptado a ambientes em constante mudança”, comenta o Edgardo Civallero, Diretor da Biblioteca do Smithsonian Tropical Research Institute (Panamá).

#HistóriaOral #Oralidade #MediaçãoAlgorítmica

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-10-out-2025/tradicao-oral-na-era-dos-algoritmos-das-margens-aos-feeds/

Estudo de percepção dos pesquisadores brasileiros da Odontologia sobre a ordem de autoria / PPGCI – UNESP

Estudo de percepção dos pesquisadores brasileiros da Odontologia sobre a ordem de autoria / PPGCI – UFRGS

Foi possível aferir que os pesquisadores da Odontologia possuem bom entendimento da ordem de autoria, principalmente quando se trata da autoria de correspondência. Observou-se neste estudo: a última posição é reservada ao orientador, supervisor ou coordenador da pesquisa; a primeira posição deve ser para quem mais colaborou na pesquisa; e o autor de correspondência deve ser alguém com vínculo duradouro com a pesquisa para intermediar a comunicação entre os demais coautores, pareceristas e leitores com dúvidas. Infere-se que, a partir das discussões apresentadas ao longo desta dissertação, que pesquisadores em cargos de liderança ou coordenação podem utilizar as informações obtidas para elaborar diretrizes que fortaleçam e orientem boas práticas de pesquisa no que se refere à ordem de autoria, tornando o processo mais ético e transparente.

#Autoria

Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/295616

Além do tudo ou nada: nuances na dicotomia quantidade versus qualidade na produção científica / Anuario ThinkEPI

Além do tudo ou nada: nuances na dicotomia quantidade versus qualidade na produção científica / Anuario ThinkEPI

Este artigo aborda a controvérsia em torno da dicotomia entre a quantidade e a qualidade das publicações que um autor pode gerar. Num contexto de crescente pressão para publicar (publique ou pereça), questiona-se se é válido julgar a qualidade de um pesquisador unicamente pelo número de artigos publicados. Busca-se, de forma pedagógica, relativizar a produção científica como um processo multifatorial, no qual aspectos como a área de conhecimento, a colaboração com outros pesquisadores, a situação pessoal e profissional, e até mesmo a fase da carreira de pesquisa influenciam significativamente a quantidade e o tipo de publicações. Ao mesmo tempo, critica-se a crescente tendência de estabelecer comparações simplistas e de julgar a qualidade da pesquisa com base unicamente em métricas quantitativas, o que leva à legitimação de processos de avaliação e credenciamento injustos e desestimula a pesquisa.

#Produtivismo #Métricas

Disponível em: https://thinkepi.scimagoepi.com/index.php/ThinkEPI/article/view/91678

Inteligência artificial e automação na pesquisa científica / RDBCI

Inteligência artificial e automação na pesquisa científica: uma proposta de agente computacional para apoio à revisão da literatura / RDBCI

Objetivo: Este estudo tem como objetivo propor e avaliar a utilização de um agente de IA criado pelos autores para a análise semi-automatizada de artigos científicos, com foco na identificação de elementos estruturais como objetivos, lacunas de pesquisa, metodologias, resultados e perspectivas futuras. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa, com delineamento exploratório e técnica de estudo de caso instrumental. Foi implementada uma arquitetura computacional com as bibliotecas CrewAI, langchain_openai e PyPDFLoader, permitindo a leitura autônoma de arquivos PDF e a extração sistemática de informações analíticas. Os dados foram estruturados em formato YAML, assegurando padronização e facilitando a análise posterior. Resultados: O agente identificou corretamente os elementos estruturais dos artigos e produziu resumos compatíveis com interpretações humanas em grande parte das dimensões analisadas. No entanto, apresentou limitações em profundidade analítica e contextualização, reforçando a necessidade de mediação humana.

#IA #RevisãoDeLiteratura

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8679621

Epistemologias do fracasso e a desobediência à produtividade acadêmica / SciELO em Perspectiva

Epistemologias do fracasso e a desobediência à produtividade acadêmica / SciELO em Perspectiva

As autoras ressaltam que, ao assumir o fracasso como experiência legítima, é possível construir epistemologias alternativas que se afastam da lógica neoliberal do sucesso. Essa perspectiva ganha ainda mais relevância quando se consideram corpos e trajetórias marginalizados, frequentemente atravessados por expectativas de desempenho que não dialogam com suas realidades. Assim, o fracasso deixa de ser sinônimo de derrota individual para se tornar um espaço de resistência e criação de novos modos de existir.

via SciELO em Perspectiva

#Fracasso

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/10/01/epistemologias-do-fracasso-e-a-desobediencia-a-produtividade-academica/

Fundamentos de Desenvolvimento e Gestão de Coleções / Core

Fundamentos de Desenvolvimento e Gestão de Coleções / Core

Em sua quinta edição, Fundamentos de Desenvolvimento e Gestão de Coleções continua sendo uma das obras mais abrangentes em um único volume da área. Para esta primeira revisão pós-COVID-19, a autora Peggy Johnson, uma autoridade de longa data em desenvolvimento de coleções, agora se une a Mary Beth Weber, uma líder em serviços técnicos acadêmicos, para apresentar um levantamento ambicioso e abrangente da prática de coleções.

#FormaçãoDeColeções

Disponível em: https://journals.ala.org/index.php/lrts/article/view/8553

De acordo com um novo estudo, o desinteresse dos jovens pelas notícias locais prenuncia uma divisão geracional na mídia / Laboratorio de Periodismo

De acordo com um novo estudo, o desinteresse dos jovens pelas notícias locais prenuncia uma divisão geracional na mídia / Laboratorio de Periodismo

O número de seguidores de notícias locais está diminuindo drasticamente entre a Geração Z, atingindo apenas 32% dos jovens de 18 a 29 anos, em comparação com 61% dos maiores de 60 anos. Embora o estudo se concentre na região de Chicago, pesquisadores da Universidade Northwestern alertam que a tendência reflete um problema global: o jornalismo local está perdendo relevância entre os jovens em favor dos criadores de conteúdo digital e sob a sombra da desconfiança em relação à inteligência artificial.

#GeraçãoZ #Jornalismo

Disponível em: https://laboratoriodeperiodismo.org/el-desinteres-de-los-jovenes-por-las-noticias-locales-anticipa-una-fractura-generacional-en-los-medios-segun-un-nuevo-estudio/

O mito dos nativos digitais / Jornal da USP

O mito dos nativos digitais / Jornal da USP

O professor Luli Radfahrer explica que o conceito de “nativo digital”, criado em 2001 para definir pessoas nascidas após 1980 como naturalmente habilidosas em tecnologia, é um mito sem base científica. Jovens podem aprender interfaces mais rápido devido à neuroplasticidade, mas isso não garante compreensão crítica ou profunda. Muitos têm dificuldades em avaliar fontes e em tarefas básicas de alfabetização digital. O mito gera estereótipos nocivos: escolas deixam de ensinar competências digitais, empresas contratam por idade em vez de habilidade e a desigualdade digital aumenta. Luli defende que competência tecnológica depende de educação formal, prática orientada e pensamento crítico, e não da idade.

#NativosDigitais

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/o-mito-dos-nativos-digitais/

A prática da Biblioterapia no processo de enfrentamento do luto / Bibliomar

A prática da Biblioterapia no processo de enfrentamento do luto / Bibliomar

Os resultados revelaram que, embora os autores da área não abordem diretamente o tema do luto em suas publicações, apresentam indicações relevantes de obras que consideram com potencial terapêutico. Essas indicações de textos podem contribuir para a prática da Biblioterapia voltada ao público enlutado, oferecendo caminhos de leitura que funcionam como suporte emocional no processo de enfrentamento da perda. Assim, o estudo evidencia lacunas a serem exploradas, mas também aponta possibilidades de uso da leitura como recurso de cuidado no âmbito da Ciência da Informação.

#Biblioterapia

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26930

Em busca do sentido da vida: explorando o existencialismo na Biblioterapia por meio de Frankenstein de Mary Shelley / ABC

Em busca do sentido da vida: explorando o existencialismo na Biblioterapia por meio de Frankenstein de Mary Shelley / ABC

Este artigo investiga como a biblioterapia pode ser empregada como uma ferramenta para explorar perspectivas filosóficas com foco especial no existencialismo. Para isso, consideramos que a biblioterapia, ao permitir a identificação com personagens e situações fictícias, pode proporcionar uma plataforma segura para a exploração de questões existenciais. A análise parte de uma revisão bibliográfica sobre os conceitos básicos do existencialismo e de uma leitura atenta de Frankenstein da escritora inglesa Mary Shelley.

#Biblioterapia

Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/2192