Home

A publicação acadêmica é uma indústria multibilionária . Nem sempre é bom para a ciência / The Conversation

A publicação acadêmica é uma indústria multibilionária . Nem sempre é bom para a ciência

O primeiro periódico acadêmico do mundo foi chamado Philosophical Transactions of the Royal Society. Foi estabelecido em 1665 como uma publicação que permitia que cientistas compartilhassem seus trabalhos com outros cientistas . Por muito tempo, os periódicos acadêmicos foram um nicho de mercado de publicação. Eles eram administrados por e para comunidades de pesquisa. Mas isso começou a mudar a partir da segunda guerra mundial em diante. A expansão da pesquisa, combinada com o influxo de empresas editoriais comerciais e a ascensão da internet na década de 1990, transformaram a publicação de periódicos em um negócio de mídia altamente concentrado e competitivo.

#ComunicaçãoCientífica

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/academic-publishing-is-a-multibillion-dollar-industry-its-not-always-good-for-science-250056

Quanto o Spotify paga aos artistas por cada transmissão de suas músicas na plataforma? / Universo Abierto

Quanto o Spotify paga aos artistas por cada transmissão de suas músicas na plataforma?

O Spotify paga os artistas por cada reprodução de suas músicas na plataforma. O valor por reprodução varia entre 0,003 e 0,005 dólares americanos. Isso significa que, para gerar aproximadamente US$ 10, uma música precisaria de cerca de 3.000 reproduções. ​

#Spotify

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2025/03/27/cuanto-paga-spotify-a-los-artistas-por-cada-reproduccion-de-sus-canciones-en-la-plataforma/

Estudos sociopolíticos da Inteligência Artificial / LASPA

Estudos sociopolíticos da Inteligência Artificial

Com o avanço da Inteligência Artificial (IA) e a proliferação de suas aplicações em diversos âmbitos, os atores inteligentes não humanos estão, cada vez mais, tornando-se parte da sociedade contemporânea e impulsionando transformações em diversos aspectos da organização e da realidade social. […] As disciplinas científicas que estudam o social, particularmente as Ciências Sociais, podem dar sua contribuição para compreensão dos aspectos específicos da digitalização na vida cotidiana, que é um domínio onde a Inteligência Artificial desempenha papel crescente. […] Nesta coletânea, o intuito é apresentar um conjunto de textos que refletem sobre a Inteligência Artificial a partir de uma perspectiva eminentemente sociológica, partindo-se da concepção de que a IA consiste em um fenômeno social, sendo, ela própria, um ator social não humano.

via LASPA

#Sociologia #IA

Disponível em: https://www.laspa.slg.br/2025/03/29/estudos-sociopoliticos-da-inteligencia-artificial/

Ativismo digital antirracismo e a mediação implícita da informação no Twitter: análise da hashtag #VidasNegrasImportam / PPGCI – UFBA

Ativismo digital antirracismo e a mediação implícita da informação no Twitter: análise da hashtag #VidasNegrasImportam / PPGCI – UFBA

Os dados foram extraídos da ferramenta Netlytic. Estabelecidos os critérios para delimitação da amostra, resultou-se em um corpus de 149 tweets analisados, com o emprego das técnicas de análise de conteúdo e análise do discurso. Para realização da pesquisa foi necessária a reflexão, à luz da literatura, com enfoque nas temáticas das relações étnico-raciais e da mediação da informação. Como resultado, observou-se que o engajamento com a hashtag foi baixo e foram poucas as ações mobilizadoras efetivas do movimento antirracismo propostas a partir do uso da hashtag #VidasNegrasImportam. Entretanto, verificamos que a hashtag pode potencializar ações de mediação implícita da informação ao auxiliar na escolha de termos que contribuem para a reparação taxonômica nas linguagens documentárias da Biblioteconomia e Ciência da Informação.

#AtivismoDigital #Twitter #VidasNegrasImportam #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41368

Um guia prático para bibliotecas públicas interessadas em integrar suporte à saúde mental em seus serviços comunitários

Um guia prático para bibliotecas públicas interessadas em integrar suporte à saúde mental em seus serviços comunitários

O programa L4H baseia-se em três pilares fundamentais: a inclusão de especialistas, a programação de atividades de saúde mental e o estabelecimento de parcerias comunitárias. Especialistas são indivíduos com experiência pessoal em questões de saúde mental que, por meio de treinamento especializado, oferecem apoio emocional e social aos clientes, conectando-os a recursos locais e facilitando workshops, grupos de apoio e atividades informativas.

#SaúdeMental #BibliotecasPúblicas

Disponível em: https://www.rand.org/content/dam/rand/pubs/tools/TLA3500/TLA3597-1/RAND_TLA3597-1.pdf

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGCI – UFAL

História e Memória da (Re)existência Xokó: narrativas decoloniais e os desafios da autoafirmação identitária indígena no tempo presente (1978 — 2022) / PPGH – UFAL

Quanto às fontes históricas, trabalhamos nesta pesquisa com entrevistas, jornais, documentos oficiais, documentos produzidos por órgãos de apoio à causa indígena e buscamos intercâmbios entre a Antropologia e a História social e cultural, baseando-se na Teoria Decolonial (Seligmann-Silva, 2022), que, em conjunto com as outras epistemologias, consegue responder nossas questões, ou pelo menos chegar o mais próximo possível delas. As narrativas ao longo desta dissertação demonstram traços da nossa realidade de luta e adaptabilidades políticas, sociais e culturais no tempo presente enquanto indígenas pertencentes ao povo Xokó da Ilha de São Pedro/Caiçara, do Município de Porto da Folha, no Estado de Sergipe.

#PovosIndígenas #Decolonialidade

Disponível em: https://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/14951

A inserção da tecnologia nos currículos dos cursos de formação em biblioteconomia no Mercosul / PPGCI – UFSC

A inserção da tecnologia nos currículos dos cursos de formação em biblioteconomia no Mercosul / PPGCI – UFSC

Os resultados mostraram que o Brasil contém 46 cursos de Biblioteconomia; a Argentina apresenta sete cursos de Biblioteconomia; o Paraguai e o Uruguai apresentam um (1) curso. Região Nordeste: possui 10 (dez) universidades oferta o curso de Biblioteconomia, a Região Centro-Oeste: 3 (três) cursos de Biblioteconomia, Região Sudeste: 7 (sete) cursos, Região Sul: 6 (seis) universidades ofertam o curso de Biblioteconomia. Quanto aos conteúdos de disciplinas que dissertam sobre Inteligência Artificial, Blockchain, Internet das Coisas, Drones e audiolivros, somente o curso de Biblioteconomia da Universidade de Buenos Aires apresenta uma disciplina com conteúdo sobre aplicação da Inteligência Artificial na biblioteca. Observou-se que há um caminho a ser percorrido pela Biblioteconomia no Mercosul com as tecnologias para os currículos.

#FormaçãoProfissional #TecnologiasDigitais #EnsinoDeBiblioteconomia

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/264702

Inclusão digital para idosos: bibliotecas como espaços de cidadania tecnológica / CI Express

Inclusão digital para idosos: bibliotecas como espaços de cidadania tecnológica

O avanço da sociedade digital tem acentuado desigualdades, especialmente entre grupos vulneráveis como os idosos. Com isso, iniciativas que promovem a inclusão digital tornam-se cada vez mais urgentes. Um estudo desenvolvido na Universidade Federal do Cariri (UFCA) propõe transformar as bibliotecas em espaços protagonistas de formação digital voltada à população idosa, ampliando seu acesso à informação e sua participação ativa na vida em sociedade.

#PessoasIdosas #InclusãoDigital

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/inclus%C3%A3o-digital-para-idosos-bibliotecas-como-espa%C3%A7os-de-cidadania-tecnol%C3%B3gica

Nunca publique aqui: o que são as revistas depredatórias e como identificá-las

Nunca publique aqui: o que são as revistas depredadoras e como identificá-las

Identificar uma revista predatórias pode ser mais ou menos fácil por acumulação de indícios, e sem dúvida é fácil nos casos mais grosseiros, mas a única forma efetiva, indubitada e real de identificar uma revista predatória seria pela demonstrada inexistência de processos de avaliação externa, ou em seu defeito, por análise de uma lista específica de artigos. Não serve como critério o uso de técnicas de promoção e marketing, nem a publicação de um grande número de artigos ou a aplicação de tarifas da APC, alto ou baixo. Todas essas coisas podem ser merecedoras do editorial correspondente de outras acusações, como preços abusivos ou outros, mas não de serem predatória.

#RevistasPredatórias

Disponível em: https://www.lluiscodina.com/revistas-depredadoras/

Cabeçalhos de Assunto problemáticos: tornando nosso catálogo mais equitativo, diverso e inclusivo / Catalogue and Index

Cabeçalhos de Assunto problemáticos: tornando nosso catálogo mais equitativo, diverso e inclusivo na Universidade de Bristol

Os cabeçalhos de assuntos têm sido cada vez mais o foco da atenção de estudantes, pesquisadores e bibliotecários, particularmente em relação aos títulos que causam sofrimento e ofensa. (…) Descrevemos os fluxos de trabalho e processos associados a este projeto, focando nos desafios técnicos e organizacionais que encontramos e nas soluções que encontramos, e como manteremos e progrediremos o projeto no futuro.

#CabeçalhosDeAssunto #BoasPráticas #Indexação

Disponível em: https://journals.cilip.org.uk/catalogue-and-index/article/view/715

O uso do ChatGPT na indexação dos pedidos de Acesso à Informação no Fala.BR / Advances in Knowledge Representation

O uso do ChatGPT na indexação dos pedidos de Acesso à Informação no Fala.BR

Utilizaram-se instrumentos de pesquisa como o vocabulário controlado do governo eletrônico e o código de classificação de documentos de arquivo das atividades fim das Instituições Federais de Ensino Superior para geração de prompts no ChatGPT. Em seguida, os resultados foram comparados com os textos dos arquivistas que utilizaram apenas o código de classificação e, mesmo assim, chegaram a números surpreendentes nos campos Subassuntos e Tags. Ao ponto de inverter os valores desses campos que estavam negativos, devido à ausência de preenchimento nos pedidos de acesso à informação, passou a ser positivo devido ao grau de similaridade de concordância substancial entre o homem e a máquina.

#Indexação #ChatGPT

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/advances-kr/article/view/55576

Fake Science: como se proteger da fraude científica disfarçada de verdade / Gizmodo

Fake Science: como se proteger da fraude científica disfarçada de verdade

A publicação predatória, além de explorar a necessidade de pesquisadores publicarem seus trabalhos, também dissemina “Fake Science”. Além do viés, outras formas de “Fake Science” incluem a pseudociência e a manipulação de dados. Com o crescimento do acesso à inteligência artificial, a ciência enfrenta um problema para combater a “Fake Science”.
Segundo um levantamento da revista Nature, os “paper mills” já exploram modelos de linguagem de grande escala (LLMs) para evitar detecção de plágios e auxiliar na produção em massa de “Fake Science”.

#FraudeEmPesquisaCientífica #FakeScience

via Gizmodo

Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/fake-science-como-se-proteger-da-fraude-cientifica-disfarcada-de-verdade/