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Não é só exposição! Museus, Ciências, DescolonizAÇÃO e o desmonte do pensamento único / Divulga-CI

Não é só exposição! Museus, Ciências, DescolonizAÇÃO e o desmonte do pensamento único

“Descolonizar os museus de ciência não é tarefa simples, nem imediata. Exige coragem institucional, abertura epistêmica e uma revisão profunda de práticas, linguagens e alianças. Trata-se de romper com a ilusão de neutralidade científica e de reconhecer que toda exposição é também uma escolha narrativa e, portanto, política.”, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Sue Costa é Coordenadora de Comunicação e Extensão do Museu Paraense Emílio Goeldi.

#Descolonização

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-5-maio-2025/nao-e-so-exposicao-museus-ciencias-descolonizacao-e-o-desmonte-do-pensamento-unico-por-sue-costa/

O conhecimento como bem comum: contribuições da América Latina e do Caribe para a ciência aberta / CLASCO

O conhecimento como bem comum: contribuições da América Latina e do Caribe para a ciência aberta

Este livro é, portanto, uma dupla celebração: por um lado, é uma homenagem a uma figura indispensável na construção de um ecossistema de conhecimento livre, diverso e latino-americano; por outro, é um compromisso com as novas gerações que, como Dominique, entendem que a abertura à ciência também abre possibilidades para um mundo mais justo. Em tempos em que as barreiras ao conhecimento se multiplicam — seja por interesses comerciais, censura ideológica ou desigualdades estruturais —, esta obra nos lembra que existem outras maneiras de fazer ciência. Formas que dialogam com as pessoas, que rejeitam monopólios, que constroem comunidade.

#CiênciaAberta #DivulgaçãoCientífica #Repositórios #IdentificadoresPersistentes #AméricaLatina

Disponível em: https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/bitstream/CLACSO/253244/1/Conocimiento-bien-comun.pdf

Livre acesso ao conhecimento: um olhar sobre a América Latina a partir dos modelos da ciência aberta / Institut Pasteur

Livre acesso ao conhecimento: um olhar sobre a América Latina a partir dos modelos da ciência aberta

Em relação à avaliação científica, a AmeliCA desafia a supervalorização do fator de impacto e promove uma visão mais ética da pesquisa. A cOAlition S também reconhece a necessidade de mudança, mas se concentra principalmente na abertura aos resultados da pesquisa, sem buscar transformar profundamente a lógica da avaliação acadêmica. Essa diferença fundamental entre as duas iniciativas — uma baseada na cooperação acadêmica regional e a outra dentro de uma lógica mais regulatória — reflete-se particularmente em sua compreensão da sustentabilidade dos sistemas de publicação.

#CiênciaAberta #AméricaLatina #AmeliCA # cOAlitionS

via Institut Pasteur

Disponível em: https://openscience.pasteur.fr/2025/06/02/acces-libre-au-savoir-un-regard-latinoamericain-sur-les-modeles-de-science-ouverte/

Oficina “Discurso e representação: lendo palavras e imagens em Dom Casmurro” / UFG

Oficina “Discurso e representação: lendo palavras e imagens em Dom Casmurro”

Oficina promovida pelo Laboratório de Processos, Produtos e Instrumentos de Tratamento Temático da Informação (LAPPITTI) da Universidade Federal de Goiás, junto ao projeto de extensão universitária “Capacitação em Análise Temática da Informação e Estruturação de Resumos”.

#Cursos #UFG #MachadoDeAssis

via UFG

Disponível em: https://ufg.br/e/37770-oficina-discurso-e-representacao-lendo-palavras-e-imagens-em-dom-casmurro

Recurso para universidade pública é investimento, não privilégio / ABC

Recurso para universidade pública é investimento, não privilégio

As universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da produção científica do Brasil e ampla formação de quadros profissionais. Ao classificá-las como parte de “modelo custoso, iníquo e de baixo incentivo à eficiência”, o editorial desconsidera sua contribuição inestimável para o desenvolvimento econômico e social do país.

Apesar do pouco investimento, o Brasil ocupa a 13ª posição no ranking global de publicações científicas, sendo a maioria vindas de universidades públicas. Índice da Nature sobre líderes na ciência mostra que, de 137 instituições acadêmicas brasileiras listadas, metade são federais, distribuídas por todas as regiões.

#UniversidadesPúblicas

via Academia Brasileira de Ciências

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/06/04/recurso-universidade-publica-investimento-nao-privilegio/

Os verdadeiros arquitetos do debate público: o império das big techs / Jornal da USP

Os verdadeiros arquitetos do debate público: o império das big techs

No livro Big Tech: A ascensão dos dados e a morte da política, o autor Evgeny Morozov examina como essas corporações estão redefinindo as relações de poder e questiona se ainda há espaço para a política tradicional em um mundo governado por algoritmos e dados. A ascensão das big techs se deve à capacidade de coletar, processar e monetizar dados em uma escala sem precedentes. Os dados se tornaram o novo petróleo, mas seu valor reside na habilidade de analisá-los e transformá-los em predições comportamentais.

#BigTechs

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/os-verdadeiros-arquitetos-do-debate-publico-o-imperio-das-big-techs/

As contribuições de Adelaide Hasse para a Biblioteconomia na primeira metade do Século XX / PPGCI-UFSC

As contribuições de Adelaide Hasse para a Biblioteconomia na primeira metade do Século XX

Adelaide R. Hasse, iniciou sua carreira na biblioteconomia, em 1889, momento em que as discussões em torno dos sistemas de classificação haviam atingido seu ápice. No entanto, esses sistemas não abrangiam todo o acervo de uma biblioteca. Havia uma certa coleção que não poderia ser classificada e catalogada de acordo com as regras padrões utilizadas, a Série do Congresso, composta de documentos governamentais. Kelso, então, incubiu a Hasse a organização dessa série. É neste momento que o interesse por documentos governamentais é despertado em Hasse. No decorrer de sua carreira, ela se debruça nesta tipologia e produz material com o intuito de auxiliar os bibliotecários que encontrassem a mesma dificuldade.

#FundamentosDaCI #Bibliotecárias #HistóriaDaCatalogação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265550

Procedimentos para avaliação do MEC / UFRGS

Procedimentos para avaliação do MEC

Esta página informa procedimentos e orientações para auxiliar as bibliotecas setoriais a atenderem os critérios utilizados na avaliação de cursos de graduação realizadas pelo Ministério da Educação (MEC).

É importante que as bibliotecas observem os procedimentos relacionados ao suporte oferecido pela Biblioteca Central.

(Passo a passo das Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

#VisitaDoMEC

via UFRGS

Disponível em: https://www.ufrgs.br/documenta/d/procedimentos-para-avaliacao-de-curso-pelo-mec/

Tópicos sobre dados abertos para editores científicos / IBICT

Tópicos sobre dados abertos para editores científicos

Entre os temas desenvolvidos nesta publicação, estão: data papers e as novas possibilidades de editoração científica; gestão e abertura de dados em uma variedade de contextos; o papel dos repositórios de dados; web de dados, web semântica e linked data na Ciência Aberta; propriedade intelectual e direito autoral para dados de pesquisa; a interface entre dados abertos e o processo de indexação; princípios FAIR na Ciência Aberta; políticas editoriais e de Ciência Aberta; entre outros tópicos atuais e de interesse da comunidade editorial científica.

#LivrosCI #Editoração #CiênciaAberta #FAIR #PolíticasEditoriais #DadosDePesquisa

Disponível em: https://labcotec.ibict.br/omp/index.php/edcotec/catalog/book/114

Nonada em inglês? A saga de uma década para traduzir o ‘intraduzível’ ‘Grande Sertão: Veredas’ / Folha de S. Paulo

Nonada em inglês? A saga de uma década para traduzir o ‘intraduzível’ ‘Grande Sertão: Veredas’

“Grande Sertão: Veredas” é o Monte Everest do mundo da tradução. Como verter para outro idioma um romance experimental de 600 páginas sem divisão por capítulos, narrado por um jagunço que conta uma epopeia no sertão de Minas Gerais com neologismos, onomatopeias, paranomásias, aliterações e assonâncias?

Foi essa a pergunta que a australiana Alison Entrekin se fez em 2014, quando aceitou tocar um projeto para traduzir o clássico de Guimarães Rosa para o inglês.

#Tradução #Literatura

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/03/nonada-em-ingles-a-saga-de-uma-decada-para-traduzir-o-intraduzivel-grande-sertao-veredas.shtml

Morre Niède Guidon, arqueóloga, aos 92 anos / Café e História

Morre Niède Guidon, arqueóloga, aos 92 anos

Nascida em Jaú (SP), em 1933, Guidon formou-se em História Natural pela USP e concluiu doutorado em arqueologia pré-histórica na Sorbonne, em Paris. A partir da década de 1970, liderou escavações no Piauí que desafiaram paradigmas científicos ao apresentar evidências de presença humana nas Américas há mais de 50 mil anos, muito antes do que indicavam as teorias tradicionais.

#Arqueologia

via Café e História

Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/morre-niede-guidon/