Universidades, governos e entidades europeias usam rede social alternativa na busca de soberania digital / ComCiência
O Governo da Holanda e a rede de educação e pesquisa do país abriram seus próprios servidores na rede social descentralizada Mastodon. A plataforma de código aberto é uma alternativa às mídias sociais das big techs, especialmente ao X (antigo Twitter). Ambos são microblogs com características similares – mas também importantes diferenças. No Mastodon, qualquer um pode pegar, replicar e adaptar sua interface sempre que tenha seu próprio servidor; não está nas mãos de um CEO por ser uma iniciativa sem fins lucrativos; e não tem anúncios nem algoritmos de perfilamento. Tudo isso traz, para quem abre uma instância do Mastodon, o controle sobre a rede, desde os dados que são coletados, à privacidade e moderação do conteúdo.
Por essas características do Mastodon, governos da Europa como França, Alemanha e instituições governamentais como a Comissão Europeia seguiram a Holanda. Uma das universidades mais importantes da Áustria também aderiu ao Mastodon, como forma de diversificar sua comunicação e quebrar aos poucos a dependência das plataformas comerciais.
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