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Políticas de preservação digital no Brasil : um panorama do estado da arte / REBPRED

Políticas de preservação digital no Brasil : um panorama do estado da arte / REBPRED

Metodologia: Foram analisadas 14 políticas de preservação digital de instituições como universidades, arquivos nacionais, bibliotecas e órgãos governamentais. A análise focou em características comuns e desafios presentes nas políticas. Resultados: As políticas analisadas demonstram uma abordagem multidisciplinar, priorizando a longevidade dos dados e o gerenciamento de riscos. Há um foco na padronização de processos, incluindo gestão de metadados e migração de formatos. A acessibilidade também é destacada. Contudo, persistem desafios como a falta de recursos, a necessidade de mudanças culturais nas instituições, a carência de legislação específica, e a constante adaptação às novas tecnologias. Tendências futuras incluem o desenvolvimento de plataformas colaborativas, a utilização de inteligência artificial e a capacitação profissional.

#PreservaçãoDigital

Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/rebpred/article/view/20185

As universidades deixarão Trump ditar o que suas bibliotecas podem fazer? / Everybody’s Libraries

As universidades deixarão Trump ditar o que suas bibliotecas podem fazer? / Everybody’s Libraries

Bibliotecas universitárias são frequentemente chamadas de “o coração da universidade” devido à forma como seus acervos, espaços e pessoas sustentam a vida intelectual da universidade. Como demonstrei acima, tanto os termos do acordo proposto pela Casa Branca quanto seu contexto ameaçam cortar a livre investigação, o diálogo e a inovação que nossas bibliotecas sustentam. As universidades que aceitam suas exigências extremas, mesmo como base para negociação, em vez de rejeitá-las completamente, correm o risco de se distrair com o formato do laço em que são solicitadas a se meter. Elas deveriam recusá-lo categoricamente.

#BibliotecasUniversitárias #Censura #GovernoTrump

via Everybody’s Libraries

Disponível em: https://everybodyslibraries.com/2025/10/03/will-universities-let-trump-dictate-what-their-libraries-can-do/

Os Museus e os Desafios da Sustentabilidade no Século XXI. Os contextos de exposição, a partir do caso do Museu Calouste Gulbenkian / FLUP

Os Museus e os Desafios da Sustentabilidade no Século XXI. Os contextos de exposição, a partir do caso do Museu Calouste Gulbenkian / FLUP

A desmontagem da exposição permanente foi perspetivada como uma oportunidade estratégica para a implementação de práticas sustentáveis, com um planeamento cuidadoso relativo à transferência das obras para a reserva e aos materiais de apoio expositivo que ficam nas galerias. Neste contexto, foi desenvolvido um procedimento adaptado ao desafio principal – o destino de todos os materiais de apoio -, que culminou na proposta de um inventário completo, capaz de oferecer uma solução sustentável, enquanto elemento orientador para futuras intervenções museológicas.
A integração de práticas sustentáveis nos museus enfrenta, ainda, obstáculos logísticos e estéticos, mas existem avanços promissores. O relatório propõe a sustentabilidade como missão contínua e integrada na gestão museológica, promovendo uma cultura institucional consciente e resiliente perante os interesses de preservação e os urgentes desafios ambientais.

#Museus #Sustentabilidade

Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/169506

Métricas em Transição: Avaliando Indicadores Tradicionais e Alternativos em Periódicos Latino-Americanos de Ciências Sociais / Zaguan

Métricas em Transição: Avaliando Indicadores Tradicionais e Alternativos em Periódicos Latino-Americanos de Ciências Sociais / Zaguan

Os resultados revelam representação regional limitada para ciências sociais dentro do SJR e um padrão desigual na produção editorial regional, liderada pelo Brasil, seguido por Chile, Colômbia e México. Nas métricas tradicionais, o crescimento sustentado foi identificado nas pontuações do SJR, CiteScore e JCI, com integração mais lenta nas métricas do Journal Citation Reports (JCR), acompanhadas pelo uso editorial consolidado na avaliação de impacto. As métricas alternativas apresentaram valores baixos e dispersos. As menções no X (Twitter), Wikipédia, mídia e blogs mostraram crescimento estatisticamente significativo, enquanto o número de leitores no Mendeley, as menções no Facebook e as citações no Dimensions refletiram um declínio. Esse comportamento assimétrico sugere uma transição em andamento nos modos de divulgação científica, embora o modelo tradicional baseado em citações prevaleça.

#ComunicaçãoCientífica #EstudosMétricos #Altmetria #AméricaLatina

Disponível em: https://www.ibersid.eu/ojs/index.php/ibersid/article/view/5080

Carta aberta de educadores que recusam o apelo por uso da I.A. generativa na educação / Tarcizio Silva

Carta aberta de educadores que recusam o apelo por uso da I.A. generativa na educação / Tarcizio Silva

I.A. Gen é uma ameaça ao aprendizado e bem-estar de estudantes. Há evidências insuficientes que o uso da I.A. Gen apoie ganhos genuínos no aprendizado, mas há uma ofensiva massiva de marketing para posicionar tais produtos como essenciais para a subsistência dos estudantes. Jovens que usam chatbots antropomorfizados estão vulneráveis à dependência psicológica e emocional. “Relacionamentos” com I.A. Gen continuam a gerar crises de saúde mental, conflitos de relacionamento humano e, nos piores casos, tentativas e realizações de suicídio.

Adicionalmente, a adoção de I.A. Gen no mercado é fortemente direcionada a automatizar e substituir esforço humano, geralmente com a expectativa que a futura “AGI” vai tornar obsoleto o trabalho humano criativo e intelectual. Essa é uma narrativa na qual não participaremos.

#IA #Educação

via Tarcizio Silva

Disponível em: https://tarciziosilva.com.br/blog/carta-aberta-de-educadores-que-recusam-o-apelo-por-uso-da-i-a-generativa-na-educacao/

Como enfrentar a crise de saúde mental nas universidades? / Outras palavras

Como enfrentar a crise de saúde mental nas universidades? / Outras palavras

Os problemas universitários não são pontuais e, de perto, se resumem a casos extremos, mas o acúmulo de pequenos autoritarismos ou uma gestão não democrática ou engessada são o caldo de cultura para problemas muito sérios. A gestão democrática e a participação efetiva do corpo discente nos processos decisórios ou o encaminhamento coletivo de demandas criam laços, vínculos e consciência de classe e de que a política não se resume à burocracia, antagonismo e cismogênese. Em geral, as estratégias utilizadas dizem respeito a denúncias na ouvidoria, avaliações anônimas ou mesmo manifestações em redes sociais que, além de inócuas, fortalecem o fascismo digital das big techs.

#SaúdeMental #Universidades

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/alemdamercadoria/como-enfrentar-a-crise-de-saude-mental-nas-universidades/

Infocracia, colonialismo de dados e a “arapuca da inteligência artificial” / Arte, Cultura e Informação

Infocracia, colonialismo de dados e a “arapuca da inteligência artificial” / Arte, Cultura e Informação

Quando Edward Snowden, o arquétipo moderno do dissidente na era da vigilância total, adverte que “tudo o que se informa ao robô é lido, analisado e pode ser empregado ou vendido pela OpenAI – cuja parceria com a Casa Branca, a NSA e a CIA é cada vez mais notória”,[1] não estamos diante de um mero alerta sobre privacidade. Estamos, isto sim, perante a peça final de um quebra-cabeças sinistro que encaixa perfeitamente nas diagnoses mais lúcidas sobre o nosso tempo. A denúncia de Snowden não é sobre um falha de segurança ou uma brecha de ética pontual; é a expressão sintomática de um novo regime de poder global – um regime que podemos compreender através da tríade conceitual do “colonialismo de dados, do dataísmo e da infocracia”. Este artigo argumenta que a sedutora interação com um modelo de linguagem como o ChatGPT é a fronteira final de um projeto de extração e dominação que ameaça corroer os alicerces da autonomia humana, da soberania democrática e da própria noção de um futuro comum. Através das lentes críticas de Shoshana Zuboff, Nick Couldry e Ulises A. Mejías, iremos desvendar como a promessa de uma inteligência artificial benévola esconde a realidade de um golpe de estado epistemológico em andamento.

#Infocracia #IA

Disponível em: https://clinicadotexto.wordpress.com/2025/10/29/infocracia-colonialismo-de-dados-e-a-arapuca-da-inteligencia-artificial/

Informação pública / TPBCI

Informação pública / TPBCI

O enfoque empírico abarca fatos que contextualizam a gestão pública da informação no Brasil e destaca ocorrências de rupturas de protocolos e crises institucionais, cuja minimização exige a voz e a ação das autoridades epistêmicas pertinentes. A conclusão aponta o desafio de enfrentamento à desinformação no âmbito da gestão pública pela Ciência da Informação, face à latência permanente de fenômenos corrosivos de relações informacionais democráticas e inclusivas, assim como os riscos impostos pela frágil percepção ética da importância das responsabilidades epistêmicas envolvidas.

#GestãoPública #InformaçãoPública

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/741

Colaboração e produção científica: uma análise da rede de coautoria de Medicina na Colômbia / Encontros Bibli

Colaboração e produção científica: uma análise da rede de coautoria de Medicina na Colômbia / Encontros Bibli

Os resultados mostram que a colaboração científica aumenta a produtividade e conecta eficientemente os atores da rede, configurando estruturas do tipo “mundo pequeno”, nas quais as relações entre autores semelhantes fortalecem a geração coletiva de conhecimento. Isso permite refletir sobre novas regras na comunicação científica, em que a rede de coautoria se torna um indicador tão relevante quanto o número de publicações individuais.

#ColaboraçãoCientífica

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/106044

Bibliotecas na linha de frente da alfabetização equitativa em IA / IFLA

Bibliotecas na linha de frente da alfabetização equitativa em IA / IFLA

Embora no passado o uso da IA ​​estivesse principalmente ligado às comunidades científicas e acadêmicas, seu uso e desenvolvimento cresceram exponencialmente desde o lançamento de modelos generativos de IA, como ChatGPT, DALL-E e outros. A rápida disseminação da IA ​​trouxe benefícios notáveis, mas também revelou vulnerabilidades e desafios significativos, tanto no âmbito regulatório quanto no social, e evidenciou, em particular, os problemas decorrentes da falta de compreensão da sociedade civil sobre o funcionamento dessa tecnologia. Isso ressaltou a necessidade urgente de uma educação abrangente em IA.

Falar em educação relacionada à IA é falar em alfabetização em IA. Neste relatório, utilizamos a definição de alfabetização em IA concebida na Lei de Inteligência Artificial da União Europeia, recentemente adotada, que a descreve como um conjunto de habilidades, conhecimentos e compreensão que permitem às pessoas exercer seus respectivos direitos e obrigações no que diz respeito ao uso da Inteligência Artificial. Em particular, para realizar uma implementação informada de sistemas de IA, bem como para obter conscientização sobre as oportunidades e os riscos da IA ​​e os possíveis danos que ela pode causar.

#IALiteracy #IFLA #Bibliotecas

Disponível em: https://www.ifla.org/news/report-libraries-at-the-frontline-of-equitable-ai-literacy/

Como publicar um preprint? / OpenScience

Como publicar um preprint? / OpenScience

A publicação de preprints tornou-se cada vez mais comum na comunidade científica. Depositar um preprint em um servidor dedicado torna os resultados visíveis, permite o feedback antecipado da comunidade e possibilita o compartilhamento rápido do progresso sem a necessidade de aguardar a publicação final em um periódico. Mas, afinal, qual servidor e licença escolher? Quais precauções devem ser tomadas antes do depósito?

#preprints

Disponível em: https://openscience.pasteur.fr/2025/10/29/comment-publier-un-preprint/

Análise de sentimento da atenção à pesquisa: a prova de conceito do Altmetric / Frontiers in Research Metrics and Analytics

Análise de sentimento da atenção à pesquisa: a prova de conceito do Altmetric / Frontiers in Research Metrics and Analytics

Este estudo teve como objetivo apresentar uma nova estrutura de análise de sentimentos baseada em inteligência artificial, projetada para avaliar o tom e a intenção por trás das menções à pesquisa em mídias sociais, com foco principal no X (anteriormente Twitter).(…) O modelo final baseado em IA demonstrou melhor alinhamento com as avaliações humanas, alcançando uma pontuação F1 de 0,577, o que representa um aumento significativo na precisão e na revocação em comparação com os métodos tradicionais. Essas descobertas ressaltam o potencial das metodologias avançadas de IA na análise altmétrica, oferecendo uma compreensão mais rica e contextualizada da recepção da pesquisa.

#Altmetric #AnáliseDeSentimento

Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/research-metrics-and-analytics/articles/10.3389/frma.2025.1612216/full