Home

CAPES-Lattes — Área 27 / Linkedin

CAPES-Lattes — Área 27 / Linkedin

Sua produção científica no Lattes, com mais informações para análise!
Está disponível a versão v3.9.2 do CAPES-Lattes — Área 27, uma extensão gratuita para Google Chrome vinculada ao NEPECON da Universidade de Brasília (UnB).
Desenvolvida com foco em Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo, a ferramenta apresenta, diretamente no Currículo Lattes:
✅ Classificações MB / B / R / F / NC para publicações a partir de 2022;
✅ Qualis Referência 2021–2024;
✅ Pontuação por período e gráficos da produção científica;
✅ Identificação de periódicos por ISSN e título;
✅ Listagem de artigos com suas respectivas classificações.

#CAPES #Administração #FerramentasOnline #CurrículoLattes

via Linkedin

Disponível em: https://www.linkedin.com/posts/tiago-de-moura-85581a211_curraedculolattes-produaexaetocientaedfica-share-7515750880214900737-jHA2/

O dia em que as máquinas começaram a investigar / Enrique Dans

O dia em que as máquinas começaram a investigar / Enrique Dans

Deveríamos considerar dar crédito àqueles que formulam boas perguntas, àqueles que gerenciam sistemas, verificam resultados e os tornam compreensíveis; e, além disso, valorizar também dados, softwares e recursos que facilitem a replicação. Uma avaliação baseada no conteúdo e nas contribuições, e não em métricas substitutas — ou melhor, métricas que já se tornaram, na prática, prostituídas. A inteligência artificial não precisa nos obrigar a abandonar a meritocracia, mas exige que repensemos suas métricas: é preciso parar de confundir mérito com a quantidade de artigos ou com o suposto prestígio do periódico em que foram publicados. Se não aproveitarmos esta oportunidade para repensar os sistemas de avaliação acadêmica, acabaremos fossilizando a pesquisa em torno de uma simples caricatura de si mesma, sustentada por métricas grotescamente exageradas.

#Ciência #IA

via Enrique Dans

Disponível em: https://www.enriquedans.com/2026/10/el-dia-en-que-las-maquinas-empezaron-a-investigar.html

Recordar é viver: Bolsonaros querem ver ciência do país derreter / Folha de S. Paulo

Recordar é viver: Bolsonaros querem ver ciência do país derreter / Folha de S. Paulo

Cronologia do bolsonarismo mostra conflito constante e meta de descredibilizar as universidades
Mais de 90% da pesquisa nacional vem de instituições públicas; ministro se dobrou à sanha de Jair

1) Não existe pesquisa nas universidades públicas, diz BolsoPai: em abril de 2019, seu Jair deflagrou sua ofensiva contra a ciência nacional afirmando coisas nas quais nenhuma pessoa bem informada seria capaz de acreditar. “Poucas universidades têm pesquisa, e, dessas poucas, grande parte está na iniciativa privada, como a Mackenzie em São Paulo”, declarou ele.

No mundo real, claro, mais de 90% da pesquisa brasileira continua acontecendo nas instituições públicas, e a Universidade Presbiteriana Mackenzie ocupa apenas a 74ª posição no ranking nacional desse quesito.

via Folha de S. Paulo

#GovernoBolsonaro #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldojoselopes/2026/10/recordar-e-viver-bolsonaros-querem-ver-ciencia-do-pais-derreter.shtml

O panorama das bibliotecas acadêmicas nos EUA: resultados da pesquisa anual de 2025 da ACRL / ACRL

O panorama das bibliotecas acadêmicas nos EUA: resultados da pesquisa anual de 2025 da ACRL / ACRL

As principais constatações incluem:

– Equipe da biblioteca: A mediana do total de funcionários, expressa em equivalentes em tempo integral (ETI), é de 7,6; isso representa uma leve diminuição em relação a 2024, mesmo com o aumento da proporção de estudantes (em ETI) por funcionário.

– Despesas: A mediana das despesas anuais totais das bibliotecas é de 470 mil dólares, sem incluir benefícios adicionais. As bibliotecas destinam 523 dólares por estudante (em ETI) — o mesmo valor registrado em 2024 —, o que sugere que, após o ajuste pela inflação, as bibliotecas possuem um poder aquisitivo menor em termos reais.

– Acervos e circulação: As bibliotecas universitárias continuam focadas em recursos eletrônicos; 79,7% do total de seus acervos e 98,2% do total de sua circulação correspondem a formatos digitais.

– Visitas: O número de pessoas que frequentam as bibliotecas universitárias anualmente aumentou cerca de 10% em 2025 em comparação com 2024, atingindo uma mediana de 53.250.

– Serviços de informação: A equipe da biblioteca compartilha conhecimentos por meio de interações com os usuários, tanto de forma individual quanto em grupo. Em 2025, as bibliotecas universitárias registraram uma mediana de 838 transações e consultas de referência. Quase um terço (29,3%) dessas interações ocorre de maneira virtual.

#BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://www.ala.org/sites/default/files/2026-10/ACRL_State_of_Academic_Libraries_Report_2025.pdf

Educação bibliotecária antirracista?: um estudo do curso de biblioteconomia da Universidade Federal de Rondônia / Biblionline

Educação bibliotecária antirracista?: um estudo do curso de biblioteconomia da Universidade Federal de Rondônia / Biblionline

Como a grade curricular do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Rondônia reflete seu compromisso com a educação antirracista? Esta é a pergunta que direciona esta investigação, cujo objetivo é examinar a grade curricular do curso de Biblioteconomia da Universidade de Rondônia com vistas a identificar se há componentes curriculares que abordem e incentivem a educação bibliotecária antirracista.

#EducaçãoAntirracista #EnsinoDeBiblioteconomia

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/79836

Liderança dependente do contexto: o que o caso brasileiro revela sobre indicadores de colaboração internacional / SciELO em Perspectiva

Liderança dependente do contexto: o que o caso brasileiro revela sobre indicadores de colaboração internacional / SciELO em Perspectiva

Os resultados mostraram diferenças importantes entre os modelos. O Brasil lidera com mais frequência quando a colaboração ocorre com outros países de baixa e média renda (75% dos artigos em colaboração Sul-Sul tinham liderança brasileira). Nas parcerias com países de alta renda, a liderança brasileira também é majoritária, embora menor (67% de liderança). Já nas colaborações triangulares, nas quais os três grupos de países estão presentes, ela é ainda menor (31% de liderança).

Esse contraste mostra que a liderança brasileira não é distribuída de maneira uniforme entre os diferentes modelos de colaboração: sua capacidade de liderança muda conforme os parceiros e a configuração da colaboração. Isso sugere que o Brasil não ocupa uma posição fixa nas redes da ciência global. Em vez de estar sempre no centro ou sempre na periferia, o país assume papéis diferentes em diferentes arranjos. É o que chamamos de “liderança dependente do contexto”.

#CiênciaBrasileira #ColaboraçãoCientífica

via SciELO em Perspectiva

Disponível em: https://blog.scielo.org/blog/2026/10/16/lideranca-dependente-do-contexto-o-que-o-caso-brasileiro-revela-sobre-indicadores-de-colaboracao-internacional/

O algoritmo tem candidato? / B9

O algoritmo tem candidato? / B9

O ponto de partida é um teste divulgado por Ana: a Meta AI gerou camisetas de campanha para Flávio Bolsonaro, mas recusou pedidos equivalentes para Lula. A Meta negou favorecimento político. Somado aos relatos de restrições a contas e conteúdos reunidos pela CTRL+Z, o caso abre uma discussão sobre como distinguir falha técnica, decisões de moderação e interferência eleitoral.

Daniela conta por que deixou a empresa e passou a enfrentar as big techs. A conversa atravessa os interesses por trás dos feeds, a dificuldade de investigar quedas de alcance e a dependência de quem usa essas plataformas para trabalhar, informar e participar do debate público.

Também discutimos regulação, responsabilização e caminhos para recuperar autonomia: documentar problemas, construir comunidades, diversificar canais e experimentar tecnologias abertas.

Como cobrar as empresas que controlam nossa vida digital quando até a mobilização contra elas depende dos espaços que elas administram?

#BigTech #Eleições

Disponível em: https://www.b9.com.br/braincast/o-algoritmo-tem-candidato/

Rede de Pesquisa em Biblioteconomia Educativa e a construção colaborativa de um campo especializado de conhecimentos e práticas – a Biblioteconomia Educativa, por Edmir Perrotti e Ivete Pieruccini / Divulga-CI

Rede de Pesquisa em Biblioteconomia Educativa e a construção colaborativa de um campo especializado de conhecimentos e práticas – a Biblioteconomia Educativa, por Edmir Perrotti e Ivete Pieruccini / Divulga-CI

“A Biblioteconomia Educativa é um campo de conhecimentos especializados indispensáveis ao enfrentamento de desafios próprios de nossa época. Nesse sentido, reconhecer sua centralidade coloca-nos diante de uma importante responsabilidade e importante desafio, a ser enfrentado por todos nós inscritos na área”, destacam os pesquisadores Prof. Dr. Edmir Perrotti e Profa. Dra. Ivete Pieruccini, da Universidade de São Paulo.

#BiblioteconomiaEducativa

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-10-out-2026/editorial-rede-de-pesquisa-em-biblioteconomia-educativa-e-a-construcao-colaborativa-de-um-campo-especializado-de-conhecimentos-e-praticas-a-biblioteconomia-educativa-por-edmir-perrotti-e-ivete-pier/

Acessibilidade em bibliotecas de Institutos Federais / Biblionline

Acessibilidade em bibliotecas de Institutos Federais: percepções de bibliotecárias na Região Metropolitana de Goiânia / Biblionline

Os resultados evidenciam que as participantes reconhecem a acessibilidade como elemento central para a inclusão, associando-a às dimensões físicas, informacionais e atitudinais. Contudo, persistem fragilidades nas dimensões arquitetônica, instrumental e programática, além da insuficiência de tecnologias assistivas e de ações sistemáticas de formação profissional. Conclui-se que a consolidação de bibliotecas efetivamente inclusivas nos Institutos Federais requer planejamento, investimento contínuo e incorporação da acessibilidade como diretriz estruturante dos serviços informacionais.

#Acessibilidade #InstitutosFederais

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/78561

Edgar Bisset-Alvarez: “Quando um projeto de humanidades digitais desaparece ao término de seu financiamento, seu destino já estava decidido desde a concepção” / Otlet

Edgar Bisset-Alvarez: “Quando um projeto de humanidades digitais desaparece ao término de seu financiamento, seu destino já estava decidido desde a concepção” / Otlet

Eu diria que, quando um projeto de Humanidades Digitais desaparece ao término de seu financiamento, seu destino já estava selado desde a fase de concepção. Os recursos costumam chegar em ciclos de cerca de cinco anos e quase nunca incluem verbas para manter, atualizar ou refazer o que foi construído — mesmo que, nesse período, a tecnologia mude consideravelmente. A alternativa que mais me convence é a do *Endings Project*, da Universidade de Victoria: pensar, desde o primeiro dia, em algo que possa ser arquivado, com poucas dependências, sites estáticos e uma boa documentação. E, antes mesmo de salvar o primeiro arquivo, é preciso reunir pesquisadores, desenvolvedores e bibliotecários para definir o que acontecerá quando o dinheiro acabar. Não é uma tarefa confortável, pois exige abrir mão daquelas plataformas fáceis de montar — que acabam gerando uma dívida técnica que ninguém paga depois —, sendo a interface, ainda hoje, o elemento mais difícil de preservar. Mas funciona: a biblioteca de Victoria conseguiu arquivar seu primeiro projeto justamente porque ele seguia esses princípios. Outra situação que conhecemos é o resgate por iniciativa pessoal. James Cummings relata que duas edições digitais — *CURSUS* e o diário de William Godwin — teriam se perdido sem a sua intervenção; da mesma forma, o *King’s Digital Lab* precisou organizar cerca de cem projetos acumulados ao longo de vinte anos. Admiro esse trabalho, mas não o classificaria como uma política.

#HumanidadesDigitais #ProjetosWeb #CiênciaAberta

via Otlet

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/edgar-bisset-cuando-un-proyecto-de-humanidades-digitales-desaparece-al-terminar-su-financiamiento-su-suerte-ya-estaba-decidida-desde-el-diseno/

Cadastro do ORCID na Plataforma Sucupira: como fazer? / Biblioteca ECA-USP

Cadastro do ORCID na Plataforma Sucupira: como fazer? / Biblioteca ECA-USP

É possível vincular o ORCID à Plataforma Lattes (veja aqui um tutorial elaborado pela Biblioteca ICBS, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Com o andamento do processo de interoperabilidade do Programa de Governança Colaborativa de Informações (GoPG), que prevê a importação de publicações para Portal Pessoal a partir da OpenAlex, também é necessária a vinculação do ORCID com a Plataforma Sucupira. A OpenAlex é uma base de dados de Acesso Aberto e apresenta uma cobertura de literatura científica latino-americana e de humanidades bastante relevante; por isso, vem disputando espaço com bases como a Web of Science e Scopus.

#ORCID

via Biblioteca ECA-USP

Disponível em: https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2026/10/16/cadastro-do-orcid-na-plataforma-sucupira-como-fazer/

Maior conjunto de indicadores de reutilização de dados já está disponível de forma aberta / Meke Data Count

Maior conjunto de indicadores de reutilização de dados já está disponível de forma aberta / Meke Data Count

A Make Data Count e a Digital Science lançaram uma coleção aberta e contextualizada — a primeira do gênero — de vínculos entre artigos de pesquisa e os conjuntos de dados (datasets) que eles citam ou reutilizam. Essa iniciativa dá continuidade ao trabalho de uma década da Make Data Count para tornar publicamente acessíveis todas as conexões entre dados e artigos científicos, contando com a experiência e a infraestrutura da Digital Science para ampliar significativamente o recurso.

A coleção, já disponível por meio da Make Data Count, reúne um conjunto abrangente de datasets mencionados em artigos de pesquisa de diversas áreas, identificados por meio de DOI ou número de acesso. Sempre que as evidências permitem, esses vínculos são classificados como primários (dados gerados especificamente para o artigo) ou secundários (dados preexistentes reutilizados no estudo). Desenvolvido pela Digital Science em colaboração com a Make Data Count e utilizando algoritmos de código aberto, o recurso está disponível sob uma licença CC0 (dedicação ao domínio público). Ele será atualizado mensalmente, com versões datadas, permitindo que os usuários citem a versão específica que utilizaram.

#DadosAbertos #DadosDePesquisa

Disponível em: https://makedatacount.org/read-our-blog/new-frontier-for-open-data-metrics/