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Revistas predatórias exploram pressão por publicação entre pesquisadores brasileiros / Science Arenas

Revistas predatórias exploram pressão por publicação entre pesquisadores brasileiros / Science Arenas

As revistas predatórias se aproveitam dessa estrutura ao oferecer acesso aberto, retorno rápido e pontuação no Qualis, roupagem científica que oculta processos editoriais deficientes ou inexistentes.

Um estudo publicado em abril de 2026 na revista Scientometrics buscou mapear esse fenômeno de forma sistemática no Brasil. O trabalho, que seus autores descrevem como o mais abrangente já conduzido sobre o tema no país, avaliou a percepção de pesquisadores brasileiros sobre revistas predatórias a partir de três eixos:

– Motivações para publicar nesses periódicos;
– Padrão de conhecimento sobre o fenômeno por região;
– Relação entre experiência internacional e preparo para identificar publicações suspeitas.

#RevistasPredatórias

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/revistas-predatorias-exploram-pressao-por-publicacao-entre-pesquisadores-brasileiros/

A Wiley adquire a Emerald Publishing por 337 milhões de libras / Research Information

A Wiley adquire a Emerald Publishing por 337 milhões de libras / Research Information

A Wiley adquiriu a Emerald Publishing da Cambridge Information Group (CIG) em um negócio avaliado em £337 milhões (US$452 milhões), expandindo seu portfólio de periódicos para aproximadamente 2.500 títulos e fortalecendo significativamente sua posição nas ciências sociais.

A aquisição adiciona quase 500 marcas de periódicos, 8.000 títulos de livros e um acervo substancial de estudos de caso e conteúdo de acervos anteriores ao portfólio da Wiley. Espera-se que a medida fortaleça a presença da Wiley em diversas disciplinas, incluindo economia, negócios, finanças, contabilidade, gestão, estratégia, educação, engenharia, gestão da informação e do conhecimento, operações, políticas públicas e gestão ambiental.

#MercadoEditorial #OligopóliosCientíficos #Wiley #Emerald

Disponível em: https://www.researchinformation.info/news/wiley-acquires-emerald-publishing-in-337m-deal/

Do diamante ao ouro: a alquimia incerta do Acesso Aberto na América Latina / EULAC

Do diamante ao ouro: a alquimia incerta do Acesso Aberto na América Latina / EULAC

Acredito que a discussão não pode mais se concentrar apenas na questão de cobrar ou não pelos periódicos. A verdadeira questão é como construir mecanismos sustentáveis, éticos e equitativos que nos permitam preservar a autonomia editorial latino-americana e evitar o desaparecimento progressivo de periódicos acadêmicos e científicos de alta qualidade. Defender o acesso aberto não significa ignorar os custos reais da comunicação científica contemporânea. Pelo contrário, significa reconhecer que a democratização do conhecimento também exige garantias quanto às condições materiais que tornam possível sua existência, circulação e preservação futura.

As editoras universitárias latino-americanas continuam sendo atores fundamentais para uma ciência mais aberta, pluralista e socialmente relevante. Mas, para manter essa liderança global, será essencial abandonar a falsa dicotomia entre acesso livre absoluto e mercantilização extrema. O desafio do futuro será encontrar modelos de sustentabilidade compatíveis com a missão da universidade, capazes de proteger simultaneamente o acesso democrático ao conhecimento e a viabilidade estrutural dos periódicos científicos que o possibilitam.

#AcessoAberto #Periódicos #AméricaLatina #EditorasUniversitárias

via EULAC

Disponível em: https://eulac.org/2026/06/del-diamante-al-oro-la-alquimia-incierta-del-acceso-abierto-latinoamericano/

Bibliocídio: O Moloch da Inteligência Artificial / CTXT

Bibliocídio: O Moloch da Inteligência Artificial / CTXT

Não há dúvida de que os livros são um problema: são pesados, ocupam muito espaço e são frágeis. No entanto, talvez melhor do que qualquer outro meio, representam a nossa forma mais acessível de adquirir conhecimento, prazer e vivenciar a beleza. Quando os transformamos numa espécie de matéria-prima ou combustível para máquinas, evaporamos universos inteiros. Chegamos a um ponto em que os magnatas multimilionários da tecnologia prometem construir ideias e argumentos a partir dos destroços da cultura. Não é coincidência que isso esteja acontecendo numa era de censura renovada e proibições de livros, e numa época de genocídio, domicídio e urbicídio. O ímpeto da indústria tecnológica está nos empurrando para a normalização do bibliocídio.

via CTXT

#IA #HistóriaDosLivros

Disponível em: https://ctxt.es/es/20260601/Culturas/53705/Naief-Yehya-bibliocidio-exterminio-cultural-inteligencia-artificial-destruccion-libros.htm

Perspectivas socialistas para a Ciência da Informação: da Informatika soviética à inovação chinesa, por Roberto Lopes dos Santos Junior / Divulga-CI

Perspectivas socialistas para a Ciência da Informação: da Informatika soviética à inovação chinesa, por Roberto Lopes dos Santos Junior / Divulga-CI

“A partir de 1945, com a URSS consolidada como a segunda superpotência do planeta e imersa na intensa competição científica e tecnológica da Guerra Fria, surgiram discussões no partido comunista sobre como o país deveria lidar com a produção, organização e disseminação de informações no bloco comunista que se delineava.” recorda o pesquisador Prof. Dr. Roberto Lopes dos Santos Junior, da Universidade Federal do Pará.

HistóriaDaCI

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/perspectivas-socialistas-para-a-ciencia-da-informacao-da-informatika-sovietica-a-inovacao-chinesa-por-roberto-lopes-dos-santos-junior/

Como não cair na armadilha das editoras predatórias: lições para pesquisadores em início de carreira / Infolib

Como não cair na armadilha das editoras predatórias: lições para pesquisadores em início de carreira / Infolib

A partir da síntese da literatura e de estudos de caso, emergem várias lições importantes para pesquisadores em início de carreira:

1. Qualidade em vez de quantidade: É melhor publicar menos artigos em periódicos conceituados do que muitos em publicações predatórias.

2. Busque mentoria: A orientação de supervisores, bibliotecários ou colegas mais experientes pode ajudar na avaliação de periódicos.

3. Invista em conscientização: Participar de workshops sobre comunicação acadêmica aumenta a resiliência contra táticas predatórias.

4. Utilize recursos institucionais: Muitas universidades oferecem módulos de treinamento e acesso a bases de dados legítimas de avaliação de periódicos.

#RevistasPredatórias

Disponível em: https://www.einfolib.uz/post/not-falling-into-the-trap-of-predatory-publishers-lessons-for-early-career-researchers

A Ciência da Leitura na Biblioteca: Textos Ideais para Leitores Iniciantes / ALSC

A Ciência da Leitura na Biblioteca: Textos Ideais para Leitores Iniciantes / ALSC

Antes de tudo, um texto adequado deve ser interessante para a criança.

O interesse da criança está relacionado à motivação e ao envolvimento necessários para ler um texto. Por exemplo: se uma criança se interessa por dinossauros, você pode escolher Cachinhos Dourados e os Três Dinossauros em vez de Cachinhos Dourados e os Três Ursos.

Frustração A adequação de um texto depende não apenas do interesse do leitor, mas também se a criança lerá o texto de forma independente, com apoio ou se alguém lerá para ela (ou seja, em voz alta.

Leitura Independente: Um texto ideal para uma criança ler de forma independente é aquele que ela consegue ler com pelo menos 95% de precisão. Ou seja, ela consegue ler 95% ou mais das palavras corretamente. Esses textos podem ser decodificáveis, por níveis ou livros paradidáticos.

#FormaçãoDeLeitores

Disponível em: https://www.alsc.ala.org/blog/2026/04/science-of-reading-in-the-library-just-right-texts-for-emerging-readers/

As mídias sociais deixaram de ser sociais / Titonet Pills

As mídias sociais deixaram de ser sociais / Titonet Pills

Nos primórdios das redes sociais, a unidade central do sistema era o relacionamento. O que importava era quem conhecia quem, quem seguia quem, quem estava conectado a quem. Hoje, a unidade central não é mais o relacionamento. É o conteúdo.

Quando você abre o Instagram, a maioria das pessoas que aparecem no seu feed são desconhecidas. O que importa não é quem posta. O que importa é que o algoritmo acredite que essa pessoa possa capturar sua atenção. O LinkedIn está seguindo o mesmo caminho.

Por anos, as plataformas competiram para ajudar você a encontrar pessoas. Hoje, elas competem para ajudar você a encontrar conteúdo.

São dois modelos diferentes. No primeiro, o relacionamento é o principal ativo. No segundo, é a atenção. E quando a atenção se torna o recurso mais valioso, os relacionamentos deixam de ser o centro do sistema.

#MídiasSociais #Plataformização #EconomiaDaAtenção

via Titonet Pills

Disponível em: https://titonet.substack.com/p/las-redes-sociales-ya-no-son-sociales

A sede da inteligência artificial: a revolução digital pode consumir água suficiente para abastecer 1,3 bilhão de pessoas / Blog do Pędłowski

A sede da inteligência artificial: a revolução digital pode consumir água suficiente para abastecer 1,3 bilhão de pessoas / Blog do Pędłowski

Os números apresentados pelo relatório impressionam. Mantido o ritmo atual de expansão, os centros de dados dedicados à inteligência artificial poderão consumir cerca de 945 terawatts-hora de eletricidade por ano até 2030, valor equivalente ao consumo anual de diversos países industrializados. Trata-se de uma demanda energética colossal, impulsionada não apenas pelo treinamento de grandes modelos de linguagem, mas principalmente pela utilização cotidiana dessas ferramentas por centenas de milhões de pessoas. Cada consulta aparentemente trivial realizada em um sistema de IA representa um pequeno consumo de energia que, multiplicado bilhões de vezes diariamente, transforma-se em um dos mais importantes vetores de crescimento da demanda mundial por eletricidade.

#IA #ImpactoAmbiental

via Blog do Pędłowski

Disponível em: https://blogdopedlowski.com/2026/06/06/a-sede-da-inteligencia-artificial-a-revolucao-digital-pode-consumir-agua-suficiente-para-abastecer-13-bilhao-de-pessoas/

O custo ambiental da inteligência artificial: pegadas de carbono, água e terra / UNU-INWEH

O custo ambiental da inteligência artificial: pegadas de carbono, água e terra / UNU-INWEH

Este relatório, Custo Ambiental da Inteligência Artificial: Pegadas de Carbono, Água e Terra, do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH), em seu 30º aniversário, examina uma das consequências menos exploradas da rápida expansão da IA: as pegadas ambientais da energia necessária para alimentá-la. À medida que a inteligência artificial se incorpora às economias, aos serviços públicos, à pesquisa, à comunicação e à vida cotidiana, ela depende de uma infraestrutura física crescente de centros de dados, chips avançados, sistemas de refrigeração, redes elétricas, recursos hídricos, terras e cadeias de suprimento de minerais críticos. O relatório mostra que a IA não é apenas uma tecnologia digital, mas também um sistema material com custos ambientais mensuráveis.

#IA #MeioAmbiente #ImpactoAmbiental

Disponível em: https://unu.edu/inweh/collection/environmental-cost-of-AIs-Enrgy-Use-Carbon-water-and-land-footprints

Plataforma BiblioBR revela o mapa das bibliotecas públicas e comunitárias de todo o Brasil / BN

Plataforma BiblioBR revela o mapa das bibliotecas públicas e comunitárias de todo o Brasil / BN

A Plataforma BiblioBR representa um avanço estratégico para o setor ao reunir, em uma base nacional integrada, informações sobre bibliotecas públicas, comunitárias e associadas ao SNBP. A iniciativa permitirá aprimorar a gestão da informação, ampliar a produção de diagnósticos e fortalecer a elaboração de políticas públicas baseadas em evidências. O cadastro na plataforma também possibilitará que as bibliotecas participem de editais, chamadas públicas e demais ações promovidas pelo Ministério da Cultura.

Desenvolvida pela Coordenação-Geral do Livro, Leitura e Bibliotecas (CGLEB), em parceria com a Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Inovação do MinC, a ferramenta integra a estratégia de modernização do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, criado em 1992 para promover o acesso ao livro e à leitura em todo o país.

#BibliotecasPúblicas #BibliotecasComunitárias #SNBP

via BN

Disponível em: https://www.gov.br/bn/pt-br/central-de-conteudos/noticias/plataforma-bibliobr-revela-o-mapa-das-bibliotecas-publicas-e-comunitarias-de-todo-o-brasil

Epistemologia da Ciência da Informação e suas contribuições ao conhecimento científico / RCA

Epistemologia da Ciência da Informação e suas contribuições ao conhecimento científico / RCA

Os resultados indicam que a epistemologia da Ciência da Informação (CI), ao contribuir para o avanço do conhecimento científico, demanda mais do que o simples acesso à informação: requer capacidade de adaptação e responsabilidade social. Conclui-se que a epistemologia da Ciência da Informação (CI), ainda em processo de consolidação, reafirma seu papel estratégico ao oferecer fundamentos teóricos que sustentam o avanço científico. Essa contribuição evidencia não apenas a necessidade de enfrentar os desafios contemporâneos da sociedade informacional, mas também de compreender seus impactos sociais e históricos, fortalecendo a relevância de um conhecimento científico consistente e socialmente significativo.

#FundamentosDaCI

Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/rca/article/view/72810