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A Busca do Google, como você a conhece, acabou / Techcrunch

A Busca do Google, como você a conhece, acabou / Techcrunch

Na conferência Google I/O realizada na terça-feira, o Google apresentou uma reformulação da Busca, impulsionada por inteligência artificial e centrada em uma “caixa de busca inteligente” reimaginada — o que a empresa descreve como a maior mudança nesse ponto de entrada para a web desde que a caixa de busca foi lançada há mais de 25 anos. (…)

A experiência resultante não será mais tão parecida com a forma como as pessoas imaginam a Busca do Google, que há muito tempo é definida por links classificados para sites que contêm as informações necessárias.

Com a experiência de Busca reformulada, a nova caixa de pesquisa simplesmente se expande para acomodar consultas mais longas e conversacionais, em vez de fazer você decidir qual tipo de experiência ou modo de busca deseja escolher no início da sua consulta. Ela também contará com um novo sistema de sugestão de consultas com inteligência artificial que vai além do preenchimento automático para ajudar as pessoas a criarem consultas mais complexas e detalhadas, segundo o Google.

#Google #Buscadores

via Techcrunch

Disponível em: https://techcrunch.com/2026/05/19/google-search-as-you-know-it-is-over/

Como os bibliotecários se tornaram o recurso de inteligência mais valioso dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial / 1000 Libraries Magazine

Como os bibliotecários se tornaram o recurso de inteligência mais valioso dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial / 1000 Libraries Magazine

Após mais de uma década sem escritórios de inteligência, combinada com um declínio constante no financiamento de bibliotecas e centros de informação, Donovan se deparou com uma triste realidade: os EUA careciam de conhecimento crucial em todas as frentes. Faltavam décadas de cartografia, estatísticas e dossiês atualizados sobre os países com os quais se aliariam e contra os quais entrariam em conflito.

Na pressa de se reorganizar, Donovan criou o departamento de Pesquisa e Análise (P&A). Ele reuniu bibliotecários e acadêmicos de todo o país e os trouxe para a Biblioteca Pública de Nova York. Este serviu como seu primeiro posto avançado e novo centro de informações. Esses pesquisadores vasculharam as prateleiras da biblioteca em busca de informações sobre uma série de tópicos – estratégias de invasão, primeiros socorros militares, cartografia, ferrovias e pesquisa de munições.

#Bibliotecários #Guerra

Disponível em: https://magazine.1000libraries.com/how-librarians-became-americas-greatest-asset-in-wwii-intelligence/

Wiley compra Emerald Publishing por R$ 2,5 bilhões​ e aposta em conteúdo para IA / Publish News

Wiley compra Emerald Publishing por R$ 2,5 bilhões​ e aposta em conteúdo para IA / Publish News

Em comunicado, o presidente e CEO da Wiley, Matthew Kissner, afirmou que a aquisição combina catálogos complementares e aumenta a capacidade da empresa na publicação científica e nos serviços de inteligência de dados.

A operação também tem como pano de fundo a crescente corrida das editoras acadêmicas pelo mercado de inteligência artificial. A Wiley afirmou que a compra incrementa a sua base de conteúdo proprietário, considerado estratégico para treinamento de modelos de IA e desenvolvimento de ferramentas de análise de informações.

“Esta transação reflete nossa convicção de que pesquisa e IA se reforçam mutuamente: nosso conteúdo e dados proprietários alimentam a IA, e a IA acelera o ritmo de publicação”, disse Kissner, em comunicado à imprensa.

#MercadoEditorial #Emerald #Wiley

via Publish News

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/09/wiley-compra-emerald-publishing-por-r-25-bilhoes-e-aposta-em-conteudo-para-ia

Como os Brasileiros percebem a circulação da desinformação e o uso da Inteligência Artificial? / Aláfia Labs

Como os Brasileiros percebem a circulação da desinformação e o uso da Inteligência Artificial? / Aláfia Labs

A análise dos marcadores sociais de gênero, idade, classe, escolaridade, religião, raça e posicionamento político apontam como diferentes grupos reagem ao fluxo de desinformação no cotidiano e como a IA já faz parte da realidade, mas de forma segmentada.

Entendemos que a promoção de um ambiente informacional íntegro aos cidadãos é condição essencial para assegurar a qualidade do debate público. Em tempos em que a desinformação é cada vez mais frequente, além de mais sofisticada com o uso da IA, e os temas políticos lideram as narrativas falsas segundo a percepção dos brasileiros revelada nesta pesquisa, compreender como as pessoas se informam e como utilizam mecanismos para identificar e combater a desinformação é fundamental para garantir a integridade da informação no espaço público atual marcado pelas novas tecnologias, e, assim, fortalecer a democracia brasileira.

#Desinformação #IA

Disponível em: https://alafialab.org/wp-content/uploads/2026/06/Como-os-Brasileiros-percebem-a-circulacao-da-desinformacao-e-o-uso-da-Inteligencia-Artificial-1.pdf

Desinformação: Será que estamos todos sendo manipulados? / The Conversation

Desinformação: Será que estamos todos sendo manipulados? / The Conversation

Na era das redes sociais, das campanhas de desinformação e dos algoritmos que manipulam nossa atenção, a questão da manipulação da informação tornou-se central para as nossas democracias. Como as crenças são formadas? Que mecanismos influenciam nossas percepções e decisões? E até que ponto somos capazes de resistir a eles? Para responder a essas perguntas, o The Conversation France recebeu o historiador David Colon, autor de *A Guerra da Informação*, na noite de quinta-feira. Durante o debate, moderado pelo editor-chefe Laurent Bainier, ele se concentrou particularmente nas estratégias utilizadas por propagandistas em estados autoritários para manipular a informação. “O que eles mais exploram hoje é a fragilidade econômica da mídia”, enfatizou.

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/desinformation-sommes-nous-tous-manipules-284364

Entendendo os impactos ambientais da inteligência artificial / Ithaka

Entendendo os impactos ambientais da inteligência artificial / Ithaka

Hoje, estamos publicando um Guia da Biblioteca focado nos Impactos Ambientais da IA, como parte do nosso projeto Incorporando Perspectivas Ambientais à Alfabetização em IA, financiado pela Fundação Mellon. O objetivo do Guia é ajudar os usuários a obterem uma compreensão básica das diversas consequências ambientais da tecnologia de IA. Os artigos, relatórios, podcasts, vídeos, rastreadores de dados e outros recursos do Guia abordam os impactos ambientais ao longo de todo o ciclo de vida da IA. Isso inclui o uso de energia e água, emissões, mineração, construção de hardware e lixo eletrônico, bem como recursos sobre data centers e seus efeitos. O guia também inclui links para pesquisas sobre como a IA pode ser desenvolvida de forma mais sustentável, ferramentas que rastreiam a pegada ambiental da IA, recomendações de políticas públicas e muito mais.

#MeioAmbiente #ImpactoAmbiental #IA

Disponível em: https://sr.ithaka.org/blog/understanding-the-environmental-impacts-of-artificial-intelligence/

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa / Divulga-CI

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa / Divulga-CI

“O principal desafio para os museus brasileiros não é apenas inovar, mas transformar inovação em conhecimento compartilhado. Isso implica reconhecer que muitas das soluções mais relevantes já estão em prática (…). Torná-las acessíveis exige investimento em gestão da informação, fortalecimento de redes e desenvolvimento de estratégias de sistematização”, indica a pesquisadora Raisa Ramoni Rosa, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

#Museus #Inovação

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/inovacao-em-museus-brasileiros-entre-praticas-invisiveis-e-futuros-possiveis-por-raisa-ramoni-rosa/

A pesquisa-ação como instrumento de transformação da biblioteca escolar / Fontes Documentais

A pesquisa-ação como instrumento de transformação da biblioteca escolar / Fontes Documentais

a pesquisa-ação constitui-se como um instrumento eficiente para a Educação? Em que medida contribui para a transformação da prática na biblioteca escolar? Qual é o papel da participação e da reflexão dos sujeitos envolvidos nesse processo? Ao superar os limites das abordagens teóricas tradicionais, essa metodologia promove impacto direto na realidade social e contribui para a construção de práticas pedagógicas mais críticas, participativas e alinhadas às necessidades das comunidades escolares.

#BibliotecasEscolares #PesquisaAção

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/RFD/article/view/72373

Prefácio: Resistindo ao apagamento: Bibliotecas na Palestina e a Palestina nas Bibliotecas / CUNY

Prefácio: Resistindo ao apagamento: Bibliotecas na Palestina e a Palestina nas Bibliotecas / CUNY

Este prefácio abre uma antologia que explora pesquisas e experiências na interseção entre a Palestina e as bibliotecas. A primeira parte examina como bibliotecários, arquivistas e indivíduos palestinos resistem ao apagamento, preservando materiais e narrativas palestinas e garantindo o acesso dos palestinos aos recursos bibliotecários em meio a ciclos recorrentes de destruição e confisco. A segunda parte explora como bibliotecários nos Estados Unidos respondem à pressão de grupos de direita e pró-Israel que rapidamente rotulam qualquer esforço para incluir os palestinos e suas histórias como antissemita.

#Bibliotecas #Resistência #Palestina

Disponível em: https://academicworks.cuny.edu/qc_pubs/693/

Ciência cidadã avança para modelos mais inclusivos e transforma a produção do conhecimento científico / CI Express

Ciência cidadã avança para modelos mais inclusivos e transforma a produção do conhecimento científico / CI Express

Em um contexto marcado pela circulação de desinformação, desafios ambientais globais e demandas por maior participação social nas decisões públicas, a ciência cidadã tem se consolidado como uma estratégia capaz de aproximar pesquisadores e sociedade. Nessa abordagem, cidadãos não especialistas colaboram com pesquisas científicas, contribuindo não apenas para a geração de dados, mas também para a construção coletiva de soluções para problemas complexos. Segundo os autores, essa interação fortalece a confiança pública na ciência e amplia a capacidade da sociedade de compreender e utilizar o conhecimento científico (Martins; Valadão, 2026).

#CiênciaCidadã

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/ci%C3%AAncia-cidad%C3%A3-avan%C3%A7a-para-modelos-mais-inclusivos-e-transforma-a-produ%C3%A7%C3%A3o-do-conhecimento-cient%C3%ADfic

Anotações em livros ou marginália / Leitura e Contexto

Anotações em livros ou marginália / Leitura e Contexto

Enquanto a marginália é qualquer rastro que o leitor deixa no papel, a glosa nasceu como uma ferramenta de estudo para tornar um texto compreensível. Sem as glosas dos estudiosos do passado, muito comuns em textos antigos e livros medievais e renascentistas, teriam se tornado completamente ilegíveis para nós hoje.

​Para alguns leitores mais puristas, riscar um livro é quase um crime. No entanto, para historiadores e literatos, a marginália é uma mina de ouro. Pode revelar o processo intelectual de leitores famosos ou fornecer contexto histórico sobre como uma obra foi recebida.

#Leitura #HistóriaDaLeitura

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/06/anotacoes-em-livros-ou-marginalia.html

Negacionismo fez brasileiros “perderem” 3,4 anos de vida na pandemia / Agência Brasil

Negacionismo fez brasileiros “perderem” 3,4 anos de vida na pandemia / Agência Brasil

A expectativa de vida da população brasileira caiu 3,4 anos durante a pandemia de covid-19, após aumento de 27,6% na mortalidade. É o que mostra a análise nacional do Estudo Carga Global de Doenças, maior pesquisa mundial sobre o impacto das doenças e fatores de risco nas populações de mais de 200 países.

Para os pesquisadores que participaram do levantamento, esse retrocesso é resultado da postura negacionista do governo federal da época, sob comando do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os três estados com a maior redução ficam na região Norte:

Rondônia: 6,01 anos;
Amazonas: 5,84 anos;
Roraima: 5,67 anos. 

Na outra ponta, com a menor redução, estão três estados da região Nordeste:

Maranhão: 1,86 anos;
Alagoas: 2,01;
Rio Grande do Norte: 2,11 anos. 

#Negacionismo #Pandemia #GovernoBolsonaro

via Agência Brasil

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia