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Periódicos predatórios: práticas científicas questionáveis? / PPGCI – UFPB

Periódicos predatórios: práticas científicas questionáveis? / PPGCI – UFPB

O uso de periódicos predatórios configura-se como um fenômeno social e informacional que se manifesta em práticas acadêmicas institucionais e que, ao ser analisado a partir de padrões e tendências identificáveis, permite evidenciar repercussões e produzir subsídios analíticos para o enfrentamento da publicação predatória. (…) Constatou-se que o uso desses periódicos não é representativo da totalidade da produção científica da instituição, mas revela um fenômeno que merece atenção institucional. O estudo buscou compreender o comportamento de uso de periódicos que não asseguram práticas editoriais éticas e transparentes. Assim, se pode inferir que o uso de periódicos predatórios e a associação de seus pesquisadores a revistas dessa natureza podem comprometer a percepção pública sobre a credibilidade da instituição e da ciência produzida. As considerações finais reforçam que o enfrentamento desse fenômeno demanda ações educativas e institucionais, mais do que punitivas.

#RevistasPredatórias

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39142

12 recomendações para quem entra pela primeira vez em uma biblioteca já adulto / Julian Marquina

12 recomendações para quem entra pela primeira vez em uma biblioteca já adulto / Julian Marquina

1. Entre, mesmo que queira apenas dar uma olhada
2. Vá ao balcão e diga que é a sua primeira vez
3. Pergunte o que você pode fazer lá
4. Informe-se sobre como fazer a carteirinha
5. Aprenda apenas o básico sobre o catálogo
6. Não se limite a procurar livros
7. Pergunte antes de levar algo emprestado
8. Descubra a biblioteca também de casa
9. Confira a agenda de atividades
10. Observe como os espaços são utilizados
11. Peça recomendações sem medo
12. Volte uma segunda vez

#Bibliotecas

Disponível em: https://www.julianmarquina.es/recomendaciones-para-quien-entra-por-primera-vez-en-una-biblioteca-siendo-adulto/

Ninguém conserva algo que não sabe que existe / Informação Arquivistica

Ninguém conserva algo que não sabe que existe: práticas de arquivo e memória audiovisual na América Latina / Informação Arquivistica

A partir de um conjunto heterogêneo de iniciativas, tais como projetos de cinemas indígenas, arquivos comunitários, cinematecas regionais e festivais de cinema, este artigo propõe analisar as singularidades dessas práticas de arquivo audiovisual com o objetivo de investigar os deslocamentos conceituais, epistemológicos e materiais que elas introduzem em relação aos registros da memória audiovisual. Essas práticas propõem uma noção de “corpo-arquivo” (cuerpo-archivo), que faz viver aquilo que o arquivo colonial-moderno historicamente apagou ou excluiu.

#Arquivos #Preservação #PatrimônioAudiovisual #Memória

Disponível em: https://www.aaerj.org.br/ojs/index.php/informacaoarquivistica/article/view/240

Devemos entrar em contato com os autores para obter dados faltantes em uma revisão sistemática? / biblioGETAFE

Devemos entrar em contato com os autores para obter dados faltantes em uma revisão sistemática? / biblioGETAFE

Durante a extração de dados de uma revisão sistemática, é comum encontrar publicações que não fornecem todas as informações necessárias. Podem faltar características da população, detalhes da intervenção, resultados numéricos ou informações imprescindíveis para avaliar o risco de viés. Diante dessa situação, surge uma dúvida metodológica: é aceitável entrar em contato com os autores para solicitar esses dados? As informações obtidas por e-mail podem ser incorporadas à revisão? A resposta é afirmativa: entrar em contato com os autores fornece informações relevantes e é metodologicamente válido, desde que o procedimento seja sistemático, rastreável e transparente.

via biblioGETAFE

#RevisãoSistemática

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/09/17/debemos-contactar-con-los-autores-para-obtener-datos-faltantes-en-una-revision-sistematica/

A inteligência artificial impede as crianças de aprenderem? / School Information System

A inteligência artificial impede as crianças de aprenderem? / School Information System

Estudantes e crianças estão utilizando cada vez mais a inteligência artificial . Uma pesquisa realizada no ano passado pela Chegg, uma empresa de tecnologia educacional, revelou que 80% dos estudantes universitários de países desenvolvidos a utilizavam em seus estudos. Pesquisas mais recentes apontam para 94% na Grã-Bretanha e 93% na Alemanha.

Essa ampla adoção alimentou preocupações sobre o impacto que a tecnologia pode estar tendo na aprendizagem. Professores relatam corrigir redações idênticas que suspeitam terem sido produzidas em massa pelo ChatGPT. No entanto, evidências concretas sobre os efeitos da IA ​​na educação ainda são escassas.

(…) Os resultados são surpreendentes. Após seis meses, os alunos que utilizaram IA viram sua nota média nas tarefas de casa aumentar 18% em todas as disciplinas. O tempo gasto para concluir cada tarefa caiu de uma média de 64 minutos para 45. Mas, na época das provas, esses mesmos alunos obtiveram notas 20% inferiores às dos colegas que não contaram com a ajuda da IA. Antes, as notas das tarefas de casa previam o desempenho nas provas; agora, paradoxalmente, aqueles que obtêm as notas mais altas têm maior probabilidade de se sair pior nas provas.

#IA #SedentarismoCognitivo #Educação

Disponível em: https://www.schoolinfosystem.org/2026/08/19/does-ai-stop-children-from-learning/

Ver também: https://www.economist.com/graphic-detail/2026/08/18/does-ai-stop-children-from-learning

A leitura no mundo digital e os resultados do Pisa / Folha de S. Paulo

A leitura no mundo digital e os resultados do Pisa / Folha de S. Paulo

Os resultados de leitura, em geral, mostram um quadro preocupante. Segundo a OCDE, de 2018 a 2025 houve piora nas habilidades particularmente relevantes em um ambiente informacional cada vez mais digital: avaliar informações, fazer conexões entre múltiplas fontes e pensar criticamente sobre as mensagens que consumimos. Ao mesmo tempo, a parcela de “leitores precipitados” quase dobrou no período considerado. No contexto do Pisa, esse termo refere-se aos estudantes que leem às pressas e dão respostas rápidas, mas incorretas, para as perguntas sobre a leitura.

Em relação ao Brasil, o Pisa apontou que apenas 1% dos estudantes alcançaram excelência (nível 5 ou superior) em leitura. Nesse patamar, os adolescentes conseguem compreender textos extensos, lidar com conceitos abstratos ou contraintuitivos e distinguir fatos de opiniões com base em pistas implícitas relacionadas ao conteúdo ou à fonte da informação. A média da OCDE, de 6%, tampouco pode ser considerada alentadora. (…)

Em uma sociedade em que nunca foi tão fácil produzir, acessar e compartilhar informação, saber ler deixou de significar apenas compreender o que está escrito. Significa também saber perguntar quem escreveu, com que evidências, para qual finalidade, em qual contexto e por que aquela informação chegou até nós.

#Leitura #Pisa #Coinfo

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/a-leitura-no-mundo-digital-e-os-resultados-do-pisa.shtml

Especialização em Letramento Informacional / UFG

Especialização em Letramento Informacional / UFG

Estão abertas as inscrições para a Especialização em Letramento Informacional da Universidade Federal de Goiás (UFG).

🗓️ Período de inscrições: 1º a 30 de setembro
💻 Curso totalmente a distância
💰 Taxa de inscrição: R$ 50,00
💳 Mensalidade: R$ 200,00

A especialização oferece uma formação abrangente, com disciplinas voltadas à leitura, ao comportamento informacional, à inclusão, à pesquisa, ao currículo e ao desenvolvimento de programas de letramento informacional.

#Cursos

Disponível em: https://celi.fic.ufg.br/

Arquivos, bibliotecas e museus na Agenda 2030: contribuições para o desenvolvimento sustentável, por Guilhermina Terra / Divulga-CI

Arquivos, bibliotecas e museus na Agenda 2030: contribuições para o desenvolvimento sustentável, por Guilhermina Terra / Divulga-CI

“As contribuições de arquivos, bibliotecas e museus para o desenvolvimento sustentável podem ser observadas, sobretudo, nas dimensões educacional, social, cultural e informacional, uma vez que essas instituições funcionam como espaços complementares de aprendizagem, disponibilizando acervos, fontes de informação, exposições, atividades culturais e oportunidades de formação”, apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Guilhermina de Melo Terra, da Universidade Federal do Amazonas e Líder do Grupo de Pesquisa em Informação e Comunicação.

#ODS #Agenda2030 #Bibliotecas #Arquivos #Museus

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-09-set-2026/arquivos-bibliotecas-e-museus-na-agenda-2030-contribuicoes-para-o-desenvolvimento-sustentavel-por-guilhermina-terra/

Biblioteca da Faculdade de Educação da USP volta a alagar em São Paulo / Folha de S. Paulo

Biblioteca da Faculdade de Educação da USP volta a alagar em São Paulo / Folha de S. Paulo

Quatro meses após parte do teto da biblioteca da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo) desabar, prédio voltou a sofrer com alagamentos, e servidores criticam a demora da instituição em fazer obras no local para proteger o acervo.

Desde sábado (12), a biblioteca tem sofrido com inundações em razão das fortes e constantes chuvas que atingem São Paulo. Segundo os servidores, o problema ocorre porque, desde maio, quando parte do teto cedeu, o prédio continua com uma cobertura provisória.

Em nota, a direção da Faculdade de Educação disse que a cobertura provisória não foi suficiente para impedir uma nova entrada “significativa de água” na biblioteca diante das chuvas da última semana.

#Preservação #ConservaçãoERestauro

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/biblioteca-da-faculdade-de-educacao-da-usp-volta-a-alagar-em-sao-paulo.shtml

Ambiente monitorado, uso de luvas e segurança reforçada: manuscrito e partitura originais do Hino Nacional Brasileiro têm cuidado redobrado / G1

Ambiente monitorado, uso de luvas e segurança reforçada: manuscrito e partitura originais do Hino Nacional Brasileiro têm cuidado redobrado / G1

Para manter o documento com suas características originais, procedimentos rigorosos são adotados. Entre as medidas estão o manuseio exclusivo com luvas, o controle de temperatura e umidade e o armazenamento em materiais apropriados para evitar a deterioração do papel.

Já a partitura original da melodia, composta por Francisco Manuel da Silva, está sob os cuidados da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Lá, o manuseio com luvas e o cuidado redobrado também é o padrão.

#ConservaçãoERestauro

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/09/07/manuscrito-do-hino-nacional-brasileiro-cuidados.ghtml

Programas de alfabetização informacional nas universidades mexicanas: experiências, evolução e perspectivas de futuro / UACJ

Programas de alfabetização informacional nas universidades mexicanas: experiências, evolução e perspectivas de futuro / UACJ

Este livro concentra-se em divulgar os esforços realizados e as experiências adquiridas em programas de alfabetização informacional (ALFIN) que promovem o desenvolvimento de competências informacionais. O objetivo é refletir sobre os avanços alcançados nessa área no contexto do ensino superior no México nos últimos vinte e cinco anos, além de realizar um exercício de prospecção — em uma perspectiva de curto prazo — buscando antecipar os fatores que afetarão esses programas nos próximos anos.

#CoInfo #LivrosCI

Disponível em: https://elibros.uacj.mx/omp/index.php/publicaciones/catalog/book/353

UE quer restringir redes sociais, jogos online e chatbots para menores de 15 anos / Olhar digital

UE quer restringir redes sociais, jogos online e chatbots para menores de 15 anos / Olhar digital

A União Europeia pretende restringir o acesso de crianças a redes sociais, plataformas de compartilhamento de vídeos, chatbots e jogos online. A proposta, que deve ser apresentada formalmente na quinta-feira (17), estabelece 15 anos como idade mínima para criação de contas próprias e prevê diferentes níveis de acesso para crianças mais novas, sempre com supervisão dos responsáveis.

(…) O projeto prevê ainda mudanças na forma como os serviços digitais são desenvolvidos. Recursos considerados viciantes, como rolagem infinita, notificações artificiais e determinadas funções de recompensa, seriam proibidos para crianças.

#Regulamentação #MídiasSociais

via Olhar Digital

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2026/09/15/internet-e-redes-sociais/ue-quer-restringir-redes-sociais-jogos-online-e-chatbots-para-menores-de-15-anos/