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Raça, branquitude e produção científica na Biblioteconomia e Ciência da Informação / RISC

Raça, branquitude e produção científica na Biblioteconomia e Ciência da Informação / RISC

Os resultados indicam um aumento recente nas publicações, com pico entre 2020 e 2022, período associado a transformações sociopolíticas que ampliaram a visibilidade global dos debates antirracistas. É evidente a proeminência de pesquisadoras negras em posições de liderança tanto em nível internacional quanto nacional, assim como uma forte concentração geográfica da produção científica em instituições estadunidenses, com o Brasil como um dos principais centros do Sul Global. Os artigos científicos predominam em bases de dados internacionais, enquanto no Brapci, destacam-se também os anais da ENANCIB, evidenciando seu papel na circulação de agendas críticas no contexto brasileiro. A análise temática revela diferenças entre os circuitos de publicação: as bases de dados internacionais apresentam abordagens mais transversais ligadas à diversidade e inclusão, enquanto o Brapci enfatiza perspectivas críticas e decoloniais. Conclui-se que essa agenda, embora em expansão, ainda possui representatividade relativamente baixa na produção científica da área.

#ProduçãoCientífica #Branquitude #Raça #BiblioteconomiaNegra

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42222

Propriedade intelectual e inovação em bibliotecas : uma revisão sistemática da literatura / RDBCI

Propriedade intelectual e inovação em bibliotecas : uma revisão sistemática da literatura / RDBCI

Os resultados apontam que: 87,5% dos estudos estão concentrados em bibliotecas universitárias, 6,25% em biblioteca digital, e 6,25% à biblioteca pública. Quanto as inovações em bibliotecas: 75% estão voltadas a propriedade intelectual, 12,5% a sustentabilidade, 6,25% a espaços maker e 6,25% na análise de vagas de emprego para bibliotecários em propriedade intelectual. Esta pesquisa contribui para compreensão de como o estado da arte da literatura mundial sobre propriedade intelectual e inovação em bibliotecas vem sendo construído, além de identificar lacunas para trabalhos futuros, dentre eles: revisões sistemáticas e estudos quantitativos em biblioteconomia; estudos similares a este voltados aos Institutos Federais; trabalhos que investiguem o envolvimento de bibliotecários na elaboração de políticas de inovação; estudos sobre estratégias para implementação de espaços maker em bibliotecas fortalecendo também a economia circular.

#Inovação #Bibliotecas

#Inovação #Bibliotecas

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8682839

Protocolo de revisão sistemática: do procedimento administrativo à garantia metodológica / biblioGETAFE

Protocolo de revisão sistemática: do procedimento administrativo à garantia metodológica / biblioGETAFE

O protocolo só serve como garantia metodológica se for elaborado antes do início da revisão, se incluir decisões suficientemente detalhadas e se permanecer rastreável ao longo da evolução do projeto. Na prática, uma parcela significativa dos problemas não decorre da completa ausência de um protocolo, mas sim de seu uso incompleto, retrospectivo ou meramente formal.

Um dos erros mais frequentes é a elaboração tardia do protocolo. Se o documento for preparado após o início da triagem ou depois que a equipe já tiver tomado decisões relevantes sobre critérios de elegibilidade, desfechos, fontes de dados ou análises, o protocolo perde sua função primordial: evitar decisões influenciadas pelos resultados obtidos. Nesse caso, ele deixa de ser um planejamento prospectivo e se torna uma reconstrução posterior do método.

#RevisãoSistemática

via biblioGETAFE

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/05/24/protocolo-de-revision-sistematica-de-tramite-administrativo-a-garantia-metodologica/

O problema com a primeira resposta: como a IA está mudando a forma como pensamos, verificamos e aprendemos / The AI School Librarian

O problema com a primeira resposta: como a IA está mudando a forma como pensamos, verificamos e aprendemos / The AI School Librarian

A busca já mudou. A maioria dos alunos simplesmente ainda não aprendeu a interagir com ela. Se você abrir o Google hoje, a primeira coisa que verá não é uma lista de links, mas sim uma resposta. Um único parágrafo, bem elaborado. Confiante. Imediato. Muitas vezes persuasivo.

Recentemente, uma reportagem do New York Times analisou a precisão dessas respostas. As conclusões confirmam o que muitos educadores já estão percebendo em sala de aula.

A questão não é apenas que a IA erre.

É que ela altera a forma como as pessoas definem o que é verdade.

#IALiteracy

via The AI School Librarian

Disponível em: https://aischoollibrarian.substack.com/p/the-first-answer-problem

Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários / Pesquisa Fapesp

Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários / Pesquisa Fapesp

Manter uma revista acadêmica universitária operando é desafiador, avalia a dentista Ana Carolina Magalhães, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), campus de Bauru. Há três anos, ela é editora do Journal of Applied Oral Science (Jaos), uma das 204 publicações científicas ligadas à USP. A revista, que integra a biblioteca SciELO desde 2003 e opera no modelo diamante, recebe cerca de 800 submissões por ano e publica em média 90 artigos, de 66 países. Entre os principais desafios, Magalhães destaca a manutenção da sustentabilidade financeira e da mão de obra qualificada, além da necessidade de encontrar bons pareceristas. Com mais de 30 anos, a revista do curso de odontologia tem duas editoras-chefes não remuneradas, enquanto três bibliotecários da universidade dedicam parte do seu tempo às questões operacionais da publicação.

via Pesquisa Fapesp

#Periódicos #GestãoEditorial

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/noticias/brasil-ocupa-3o-lugar-entre-os-paises-com-mais-periodicos-cientificos-universitarios/

A Soberania Digital indígena na Amazônia / Outras palavras

A Soberania Digital indígena na Amazônia / Outras palavras

Em Santarém, projeto que uniu reapropriação tecnológica e reconstrução comunitária deu origem ao hacktivismo no Baixo Amazonas. Hoje, através do letramento digital, lutam por uma governança territorial orientada por dados, saberes e pensamento contracolonial

O que me pareceu particularmente instigante ao longo das nossas conversas é como pensadores contracoloniais e indígenas como Nego Bispo, com noções como a colonização do imaginário, se encontram com a filosofia continental da tecnologia. Conceitos como alienação técnica, que Gama mobiliza em diálogo com Paulo Freire e Álvaro Vieira Pinto, são articulados com a filosofia de Gilbert Simondon sobre individuação e objetos técnicos. Aqui, a luta pela soberania digital deixa de ser enquadrada como um problema meramente técnico ou de infraestrutura e se torna cultural, epistêmica e ontológica. Trata-se de como cultivar um território digital enraizado em saberes ancestrais ao mesmo tempo em que se engaja criticamente com os sistemas tecnológicos globais.

#SoberaniaDigital #CulturaIndígena

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/descolonizacoes/a-soberania-digital-indigena-na-amazonia/

Fórum Internacional de Biblioteconomia Educativa – UNIR – UNIRIO

Fórum Internacional de Biblioteconomia Educativa – UNIR – UNIRIO

Data: 27/05
Modalidade: Somente Online
Link de Inscrição: Link
Link da transmissão: Canal do Youtube da Biblioteconomia – UNIR

Tema: Biblioteca e Educação: questões emergentes
13:30–14:00 | Abertura. Profa. Dra. Simone Borges Paiva Okuzono (UNIRIO), Profa. Dra. Jussara S. Pimenta (UNIR), Prof Dr. Pedro Andretta (UNIR) e Profa. Dra. Kelly Melo (UNIRIO).
14:00–14:50 | PalestraExperiências em Biblioteconomia e Inclusão Social: Práticas desenvolvidas por organizações da sociedade civil: Biblioteconomia, Educação e inclusão digital: contribuições em contextos de vulnerabilidade. Dra. Rossana Moura (Presidente do Instituto Anjos Digitais – IAD)
Mediação: Profa. Dra. Kelly Melo (UNIRIO)
14h50–15h40 | PalestraBiblioteca e Educação: Biblioteca como Espaço Educativo: entre Arquitetura, Organização Multinível e Práticas de Formação. Dra. Miriã Santana Veiga (IFRO) e Me. Kazuo Kadowaki (UNIR)
Mediação: Profa. Dra. Marina Moreira (IFC)
15h40–15h50 | Intervalo
15h50–16h40 | Palestra: Referenciais internacionais: O desenvolvimento de bibliotecas escolares, ensino e aprendizagem: uma perspectiva do Québec, Canadá. Doutoranda Marie-Hélène Charest, sob orientação do Prof. Dr. Érick Falardeau, Univ. Laval (Bibliotecária Escolar, MSI).
Mediação: Profa. Dra. Simone Borges Paiva Okuzono (UNIRIO)

#BiblioteconomiaEducativa #BibliotecasEscolares #EventosCI

Disponível em: https://www.biblioteconomiaeducativa.com.br/cibe2026/2026/04/02/sessao-unirio-unir/

Museum Ludens: O jogo digital como ponte entre o museu e o (não) público – Entrevista com Jessica Botelho / Divulga-CI

Museum Ludens: O jogo digital como ponte entre o museu e o (não) público – Entrevista com Jessica Botelho / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a museóloga e pesquisadora Jessica Oliveira da Silva Botelho, mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Patrimônio e Museologia da UNIRIO e do MAST. Em sua dissertação, Jessica investigou o potencial dos jogos digitais como ponte entre museus e diferentes públicos, destacando novas formas de mediação, aprendizagem e relação com o patrimônio. Na entrevista, conheça o percurso e expectativas da pesquisadora.

#Entrevista #Museus #Gamificação

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/museum-ludens-o-jogo-digital-como-ponte-entre-o-museu-e-o-nao-publico-entrevista-com-jessica-botelho/

Roubo na Biblioteca Mário de Andrade foi encomendado por ‘maior ladrão de obras de arte do Brasil’, diz polícia / G1

Roubo na Biblioteca Mário de Andrade foi encomendado por ‘maior ladrão de obras de arte do Brasil’, diz polícia / G1

O crime, ocorrido em 7 de dezembro de 2025, resultou no roubo de 13 obras de alto valor histórico: oito ilustrações da série “Jazz”, de Matisse, e cinco gravuras feitas por Candido Portinari para a obra Menino de Engenho. O roubo foi planejado para ocorrer exatamente no último dia da exposição “Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade”.

#Roubo #BibliotecaMárioDeAndrade

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/05/22/roubo-na-biblioteca-mario-de-andrade-foi-encomendado-por-maior-ladrao-de-obras-de-arte-do-brasil-diz-policia.ghtml

Estratégias de comunicação digital dos websites dos parques temáticos mais visitados do mundo / Infonomy

Estratégias de comunicação digital dos websites dos parques temáticos mais visitados do mundo / Infonomy

Com base em seis variáveis ​​de estudo, compostas por 65 categorias temáticas, o principal objetivo deste trabalho é analisar o design e as características de websites e seus recursos de comunicação. Apenas 17,07% dos websites analisados ​​oferecem a opção de compartilhar experiências ou opiniões. O estudo conclui que há uma tendência de influência da mídia na estratégia de comunicação de parques temáticos e observa uma tendência recorrente em relação a certos formatos e tipos de conteúdo. O uso limitado de conteúdo imersivo e a subutilização da realidade aumentada ou mista, entre outros aspectos, são particularmente notáveis.

#ComunicaçãoDigital #ArquiteturaDaInformação

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/132

Por que a IA não consegue fazer boa ciência sem humanos? / Nature

Por que a IA não consegue fazer boa ciência sem humanos? / Nature

Os cientistas não devem permitir que uma visão negativa da IA ​​os impeça de explorar as possibilidades que a colaboração com cientistas que utilizam IA pode trazer para a pesquisa. Da mesma forma, porém, devem se elevar acima do ruído da propaganda exagerada sobre IA e defender sua própria importância — para lembrar ao público em geral, aos financiadores e aos colegas pesquisadores que a ciência ainda precisa da humanidade e que nem toda proposta de financiamento precisa incluir um projeto de IA.

Perutz iniciou seu ensaio com uma falsa dialética que também assola muitas discussões modernas sobre IA: “A pesquisa científica é a busca mais nobre da mente humana, da qual brota um fluxo incessante de descobertas benéficas, ou é uma vassoura de feiticeiro que nos ameaça com a destruição?”. Esses extremos opostos, ambos verdadeiros à sua maneira, não devem distorcer o verdadeiro potencial da IA ​​— nem obscurecer suas limitações.

via Nature

#Ciência #IA

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-01551-3

Prompts organizados de acordo com o processo de pesquisa real / Cristian Sepúlveda-Irribarra

Prompts organizados de acordo com o processo de pesquisa real / Cristian Sepúlveda-Irribarra

Um repositório independente para pesquisar, selecionar e copiar temas acadêmicos. A navegação principal segue três etapas: pré-pesquisa, processo de pesquisa e pós-pesquisa. Dentro de cada etapa, subabas são exibidas para seções comuns do manuscrito.

Esses prompts foram concebidas para apoiar o trabalho intelectual do pesquisador. Elas não substituem a leitura crítica, a tomada de decisões metodológicas, a verificação das fontes, a responsabilidade autoral ou as diretrizes éticas de cada instituição ou periódico.

via Cristian Sepúlveda-Irribarra

#EngenhariaDePrompts #EscritaCientífica #PesquisaCientífica

Disponível em: https://cristiansepulvedai.com/prompt_research.html