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Escrever artigos e projetos de pesquisa exige habilidades diferentes / Science Arena

Escrever artigos e projetos de pesquisa exige habilidades diferentes / Science Arena

O artigo situa o problema em um cenário de pressão crescente: a competição por financiamento externo nos Estados Unidos aumentou nas últimas duas décadas, com queda nas taxas de aprovação de propostas tanto no NIH (Institutos Nacionais de Saúde) quanto na NSF (Fundação Nacional de Ciência) em relação a vinte anos atrás, ainda que o número de propostas submetidas tenha recuado um pouco desde o pico registrado em 2021.

As autoras também recuperam um estudo de referência, que identificou uma incongruência entre os objetivos dos doutorandos, o treinamento recebido e as carreiras que de fato seguem — dentro ou fora da academia.

#EscritaCientífica #Pesquisadores #Desigualdade

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/escrever-artigos-e-projetos-de-pesquisa-exige-habilidades-diferentes/

China desestimula publicação de estudos em revistas científicas de fora do país / Folha de S. Paulo

China desestimula publicação de estudos em revistas científicas de fora do país / Folha de S. Paulo

Artigos de autores baseados na China representaram quase um terço do total global no SCI – um banco de dados dos principais periódicos científicos internacionais – em 2024, contra 5% duas décadas antes.

Mas a ênfase em publicações indexadas no SCI também criou incentivos que alimentam má conduta acadêmica, incluindo registros de publicação inflados e artigos baseados em dados manipulados ou fabricados.

Pequim revelou nos últimos anos regras destinadas a reduzir a dominância do SCI na avaliação acadêmica, que tem sido descrita na China como “culto ao SCI”.

Em agosto passado, a Fundação Nacional de Ciências Naturais da China exigiu pela primeira vez que pelo menos 20% dos artigos representativos produzidos por seus projetos financiados fossem publicados em periódicos chineses.

#Ciência #China #ScienceCitationIndex

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2026/07/china-desestimula-publicacao-de-estudos-em-revistas-cientificas-de-fora-do-pais.shtml

Inteligência artificial, ética e pesquisa em comunicação e informação na sociedade digital, por Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Milton Shintaku / Divulga-CI

Inteligência artificial, ética e pesquisa em comunicação e informação na sociedade digital, por Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Milton Shintaku / Divulga-CI

“Na pesquisa em comunicação e informação, a IA pode reconfigurar objetos e metodologias de investigação. Algoritmos, plataformas, cultura de dados, desinformação e comunicação automatizada consolidam-se como novos objetos de estudo em uma sociedade orientada por dados.” propõem os pesquisadores Profa. Dra. Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Prof. Dr. Milton Shintaku, do Grupo de Pesquisa “Estudos sobre ferramentas para gestão de redes de participação social”/IBICT.

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-06-jun-2026/inteligencia-artificial-etica-e-pesquisa-em-comunicacao-e-informacao-na-sociedade-digital-por-rosilene-paiva-marinho-de-sousa-e-milton-shintaku/

Comunicação entre bibliotecários e usuários: estamos conseguindo nos conectar? / Soy Bibliotecario

Comunicação entre bibliotecários e usuários: estamos conseguindo nos conectar? / Soy Bibliotecario

No universo das bibliotecas, não apenas utilizaremos tecnologias diversas, mas também precisaremos garantir que nosso estilo de comunicação e nosso conteúdo sejam concisos, claros, precisos e acessíveis. Isso levanta uma série de questões relacionadas a bibliotecas e museus:

Já temos uma ideia clara de como comunicamos ou disseminamos informações? Faremos isso por meio de interações diretas entre pessoas? Que canais utilizaremos para garantir que os usuários recebam o que precisam? Dispomos de um cadastro de contatos ou como faremos essa gestão? A comunicação ocorrerá via redes sociais ou pelo nosso site institucional? As informações serão transmitidas por meio de webinars, blogs, podcasts, newsletters ou outros formatos? Qual é o melhor meio para garantir que, uma vez online, o conteúdo possa ser acessado por qualquer usuário? As redes de bibliotecas desempenharão algum papel na disseminação para assegurar que a mensagem chegue ao seu destino? Todas as bibliotecas estão equipadas para receber comunicações online? Elas conseguem interagir, colaborar ou receber informações em tempo real? Como levaremos as informações até as bibliotecas mais remotas? A IA intervirá e alterará o conteúdo durante o processo de comunicação? A biblioteca está preparada para combater a desinformação? Será capaz de eliminar ou reduzir vieses e manter a ética da informação?

via MarketingEmBibliotecas

via Soy Bibliotecario

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2026/07/la-comunicacion-entre-bibliotecarios-y.html

Chegou a hora da IA ​​na revisão por pares, e as políticas de publicação precisam reconhecer isso / Scholarly Kitchen

Chegou a hora da IA ​​na revisão por pares, e as políticas de publicação precisam reconhecer isso / Scholarly Kitchen

As consultas e discussões em curso na WCRI oferecem uma oportunidade importante para começar a estabelecer um consenso em torno dos princípios fundamentais que já estão surgindo em todo o setor: transparência, responsabilidade, confidencialidade, supervisão e limites claros sobre onde a IA pode — e onde não pode — apoiar a revisão por pares. Essas discussões não devem se limitar a tópicos de debate em conferências; elas devem servir de base para diretrizes práticas e expectativas harmonizadas que periódicos, editores e revisores possam aplicar de forma eficaz.

Se o setor não agir, a lacuna entre política e prática continuará a aumentar. O uso de IA na revisão por pares não desaparecerá; ele simplesmente permanecerá desigual, insuficientemente visível e regido por normas inconsistentes. Isso representa um risco para a confiança. O objetivo não é tratar a IA como uma solução ou como uma ameaça à revisão por pares, mas sim definir onde ela pode apoiar adequadamente o processo, onde deve haver restrições e como a responsabilidade humana pode ser preservada em todas as etapas. O que se faz necessário agora são diretrizes práticas e oportunas que reflitam a evolução real da revisão por pares e ajudem o setor a responder com consistência e confiança.

#RevisãoPorPares #IA

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/06/30/guest-post-now-is-the-time-for-ai-in-peer-review-and-publishing-policies-need-to-recognize-this/

O cenário em transformação do trabalho acadêmico / UNESCO

O cenário em transformação do trabalho acadêmico / UNESCO

O trabalho e o emprego acadêmicos passaram por uma transformação significativa desde a adoção da Recomendação de 1997. O surgimento de diversas funções acadêmicas, incluindo cargos de “terceiro espaço” (*third-space positions*), aliado ao crescimento de condições de trabalho precárias, alterou fundamentalmente a natureza das carreiras acadêmicas. Essas mudanças, somadas a barreiras estruturais persistentes à promoção e ao reconhecimento — especialmente para grupos sub-representados —, indicam que ainda há muito a fazer para enfrentar as complexidades do trabalho acadêmico, fornecer orientações sobre práticas de emprego justas para todas as categorias de pessoal acadêmico e oferecer suporte sólido ao desenvolvimento de carreira em diversas trajetórias acadêmicas.

#Cientista #ProfessoresUniversitários #EnsinoSuperior #UNESCO

Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000398466

Revista Questão de Ciência deixa de ser atualizada / Questão de Ciência

Revista Questão de Ciência deixa de ser atualizada / Questão de Ciência

Em quase oito anos de existência, a RQC ajudou a posicionar no debate público questões até então ignoradas, quando não interditadas por correntes culturais dominantes e grupos de interesse entranhados, como a presença de terapias de base pseudocientífica no Sistema Único de Saúde (SUS) e a influência de lobbies políticos e grupos de interesse sobre decisões públicas que deveriam ser guiadas por evidências.

Fomos pioneiros ao denunciar, em voz alta, a complacência do meio científico brasileiro e da mídia com a promoção acrítica e o ensino de pseudociências com recursos públicos, docemente tolerados em nossas universidades, sustentadas pelo instinto corporativista da comunidade acadêmica.

Fomos também os primeiros a denunciar a presença da constelação familiar no SUS e no Judiciário, a levantar uma crítica persistente e sustentada à psicanálise e a abrir espaço para uma defesa ampla da psicologia baseada em evidências.

Durante a pandemia, também fomos os primeiros no Brasil a furar a bolha inicial de deslumbramento com as pesquisas iniciais com cloroquina, a denunciar o caráter suspeito dos estudos – conduzidos no Brasil e em outras partes do mundo – apontando a suposta eficácia de falsas panaceias e de tratamentos ditos “precoces”.

via Questão de Ciência

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/06/29/revista-questao-de-ciencia-deixa-de-ser-atualizada

Decreto – 11754/2023, de 25 de outubro de 2023

Decreto – 11754/2023, de 25 de outubro de 2023 – Institui o Programa Nacional de Popularização da Ciência – Pop Ciência e o Comitê de Popularização da Ciência e Tecnologia – Comitê Pop

Art. 3º São princípios do Programa Pop Ciência:
I – a reflexão crítico-criativa que parte da realidade concreta para a transformação do mundo;
II – a democratização do conhecimento científico;
III – a inclusão social, a acessibilidade e a justiça social;
IV – a valorização da cidadania e do diálogo como meio de engajamento do público na ciência;
V – a valorização da cultura científica e o fortalecimento da educação formal e não formal;
VI – a promoção da informação e do combate à desinformação e ao negacionismo científico;
VII – a promoção do desenvolvimento sustentável e do enfrentamento das mudanças climáticas;
VIII – o respeito à diversidade e à igualdade de gênero;
IX – o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação;
X – a valorização dos saberes tradicionais e suas tecnologias; e
XI – o enfrentamento das desigualdades regionais.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11754.htm

Bolsa amarela de Lygia Bojunga: de novo retirado da escola / Infohome

Bolsa amarela de Lygia Bojunga: de novo retirado da escola / Infohome

Como uma fã disciplinada busco sempre me manter informada sobre ela. Lygia tem mais de 93 anos, mantém uma vida reservada, pois acredita que são as suas obras que devem ficar em evidência. Continua ativa e lúcida; recentemente, após a censura de sua obra A bolsa amarela no Distrito Federal, ela se manifestou dizendo:

“Não leram o livro até o fim. Tem que entender o que a Raquel está falando, mas para isso precisava ler o livro inteiro. Se lessem, veriam que desde o início tudo conversa sobre uma luta por direitos iguais.”

#Censura #LiteraturaInfatojuvenil

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1663

A importância da Mediação da Informação para a sociedade / Francisco Foz

A importância da Mediação da Informação para a sociedade / Francisco Foz

Portanto, a mediação da informação deve ser compreendida como um processo essencial para a construção de uma sociedade mais democrática, inclusiva e participativa. Por meio do diálogo, da formação crítica, da sensibilidade humana e do compromisso ético e político, ela possibilita que a informação seja apropriada pelos sujeitos e convertida em instrumento de emancipação, inclusão social e exercício pleno da cidadania.

Entretanto, refletir sobre a mediação da informação na contemporaneidade também exige olhar para os desafios trazidos pelas transformações tecnológicas. Em um cenário cada vez mais conectado por meio de algoritmos, pela personalização de conteúdos e pelo crescimento da inteligência artificial generativa, o acesso à informação tornou-se mais amplo do que em qualquer outro período da história.

#MediaçãoDaInformação

via Francisco Foz

Disponível em: https://franciscofoz.medium.com/a-import%C3%A2ncia-da-media%C3%A7%C3%A3o-da-informa%C3%A7%C3%A3o-para-a-sociedade-766fd107fb75

Uso de Inteligência Artificial Generativa como Ferramenta de Apoio a Bibliotecários / Anales de Documentación

Uso de Inteligência Artificial Generativa como Ferramenta de Apoio a Bibliotecários: Uma Comparação entre ChatGPT, Gemini, DeepSeek, Grok, Copilot e CatalogerGPT na Catalogação / Anales de Documentación

O estudo apresentou o desempenho de seis ferramentas de IA generativa: ChatGPT, Gemini, DeepSeek, Grok, CoPilot e uma específica para a catalogação de acervos, denominada CatalogerGPT. Foram utilizados os mesmos comandos, entretanto, as respostas dos chatbots foram diferentes. Todos, no entanto, apresentaram respostas contendo elementos que não haviam sido fornecidos ou solicitados, assim como todos, sem exceção, trouxeram informações incorretas.

O artigo avançou para o campo mostrando o desempenho das IAs generativas na catalogação. Após os testes, percebeu-se que os chatbots podem ser ferramentas auxiliares ao profissional catalogador, apoiando na execução de tarefas. Entretanto, destaca-se que não dispensam a presença do profissional na correção dos metadados e na checagem da veracidade das informações fornecidas pela IA.

#Catalogação #IA

Disponível em: https://revistas.um.es/analesdoc/article/view/678511

Motivos pelos quais periódicos não são encontrados no DOAJ / Nordlyd

Motivos pelos quais periódicos não são encontrados no DOAJ / Nordlyd

O DOAJ (Directory of Open Access Journals) é considerado por muitos a principal base de dados de periódicos acadêmicos de acesso aberto. Ainda assim, muitos desses periódicos não constam nela. Com base em dados de rejeição do DOAJ, este artigo busca esclarecer algumas das principais razões pelas quais as solicitações de periódicos são rejeitadas. Compreender os motivos dessas rejeições pode indicar o que pode ser feito para melhorar a situação. Os dados apontam a falta de recursos como um problema importante. Muitas solicitações provêm de periódicos que não atendem aos critérios ou são predatórios, mas muitas também vêm de periódicos que certamente mereceriam figurar no DOAJ — eles apenas não conseguem concluir a solicitação com todas as informações relevantes devidamente apresentadas.

#DOAJ #Indexadores

Disponível em: https://septentrio.uit.no/index.php/nordlyd/article/view/8707