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Tendências além da comunicação acadêmica: o que você precisa saber / Scholarly Kitchen

Tendências além da comunicação acadêmica: o que você precisa saber / Scholarly Kitchen

  • A concorrência vai se intensificar. Veremos produtos e serviços mais interessantes surgindo de editoras acadêmicas, traduzindo seu conteúdo em ofertas de consultoria especializada. O cenário competitivo vai evoluir.
  • A comunidade assumirá o protagonismo. A discussão sobre o cultivo de relacionamentos diretos com o público na era da IA ​​está em pleno andamento há mais de 18 meses, e as tendências da mídia noticiosa são claras. Veremos editoras progressistas voltadas para a sociedade buscando integrar seus eventos e publicações, e uma nova gama de formatos de engajamento com o público provavelmente surgirá de editoras comerciais.
  • A IA criará trabalhos inovadores e de qualidade. As editoras não terão apenas que lidar com manuscritos gerados por IA, mas também com o uso da IA ​​em diferentes partes do processo de publicação de pesquisas, o que provavelmente exigirá uma atualização das melhores práticas. Os dados de leitura se tornarão mais detalhados. O comportamento de leitura acadêmica se transformou. E continua se transformando. As pessoas continuarão lendo, mas o quê, por quê (e como) nos dirá algo diferente do que nos dizia há alguns anos.

#ComunicaçãoCientífica #Tendências #MercadoEditorial #IA #EditorasAcadêmicas

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/09/03/guest-post-a-year-of-trends-beyond-scholarly-comms-what-you-need-to-know/

“The Librarians” ganha um Emmy por destacar a defesa da liberdade de leitura a partir das bibliotecas / Julian Marquina

“The Librarians” ganha um Emmy por destacar a defesa da liberdade de leitura a partir das bibliotecas / Julian Marquina

O documentário The Librarians, dirigido e produzido por Kim A. Snyder, ganhou o Emmy de 2026 de Mérito Excepcional em Documentário. A produção — exibida pela PBS como parte da série documental Independent Lens — concentra-se em bibliotecários dos EUA que se viram na linha de frente de iniciativas para restringir, remover e contestar livros em bibliotecas escolares e públicas. Esse reconhecimento leva ao palco do Emmy uma questão que, há muito, é uma grande preocupação para a comunidade bibliotecária americana.

#Filmes #Censura #BibliotecasEscolares

via Julian Marquina

Disponível em: https://www.julianmarquina.es/the-librarians-gana-un-emmy-por-mostrar-la-defensa-de-la-libertad-de-leer-desde-las-bibliotecas/

Entre o simbólico e o documental: a representação informacional das placas de formatura / Encontros Bibli

Entre o simbólico e o documental: a representação informacional das placas de formatura / Encontros Bibli

Resultado: Os resultados indicam que as placas de formatura comportam atributos descritivos e temáticos passíveis de sistematização, permitindo sua inserção em sistemas de organização da informação, bem como evidenciam a pertinência do paradigma indiciário para a interpretação de seus elementos simbólicos e memoriais. Conclusões: Conclui-se que a adoção de modelos descritivos adaptados e de abordagens interpretativas ampliadas contribui para o reconhecimento das placas de formatura como documentos relevantes para a memória institucional e para o campo da organização do conhecimento.

#Memória #RepresentaçãoDaInformação

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/110458

Ranking da educação: Brasil segue nas últimas posições no Pisa 2025 e fica atrás de seis vizinhos latino-americanos em matemática / G1

Ranking da educação: Brasil segue nas últimas posições no Pisa 2025 e fica atrás de seis vizinhos latino-americanos em matemática / G1

Ciências foi a área principal desta edição — a primeira vez desde 2015 que a disciplina recebe foco especial. Foi também onde o Brasil teve o melhor resultado relativo: 409 pontos, 67º lugar entre 90 países, empatado com o Azerbaijão e logo à frente de Jordânia e Peru.

Com 408 pontos, o Brasil ficou em 52º entre 89 países, empatado com México e Albânia. É a área em que o país está mais próximo do resto do mundo.

A nota ficou dois pontos abaixo da registrada em 2022, mas, novamente, a diferença não é estatisticamente significativa.

Singapura liderou, com 535 pontos. Depois aparecem o conjunto de regiões chinesas de Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang, com 527; Taiwan, com 508; Japão, com 503; e Macau e Coreia do Sul, ambos com 501 pontos.

#Pisa #Leitura

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/09/08/brasil-ultimas-posicoes-pisa-2025.ghtml

Diferença de nota em ciências entre ricos e pobres chega a 96 pontos no Brasil, mostra Pisa / Folha de S. Paulo

Diferença de nota em ciências entre ricos e pobres chega a 96 pontos no Brasil, mostra Pisa / Folha de S. Paulo

Os 25% dos estudantes brasileiros de maior nível socioeconômico tiveram desempenho 96 pontos superior ao dos 25% de menor nível socioeconômico em ciências no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (8).

Nos extremos, a média em ciências foi de 380 pontos entre os mais desfavorecidos e de cerca de 476 pontos entre os mais favorecidos, patamar próximo ao da média da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), responsável pelo levantamento, de 482. A média do país foi de 409.

#PISA #Desigualdade #Educação

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/diferenca-de-nota-em-ciencias-entre-ricos-e-pobres-chega-a-96-pontos-no-brasil-mostra-pisa.shtml

Pisa: Brasil está entre os países que mais avançaram em educação nos últimos 20 anos / INEP

Pisa: Brasil está entre os países que mais avançaram em educação nos últimos 20 anos / INEP

Nos últimos 7 anos, período que inclui os anos da pandemia de Covid-19, o desempenho brasileiro variou de forma diferente entre os três domínios. Em Ciências, o resultado de 2025 ficou acima do registrado em 2018. Em Leitura e Matemática, as perdas registradas no período foram menores que as observadas, em média, nos países da OCDE.

No Brasil, a aplicação do Pisa é realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entidade vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Em 2025, Ciências foi o domínio principal da avaliação, com maior cobertura de itens.

via INEP

Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/acoes-internacionais/pisa-brasil-esta-entre-os-paises-que-mais-avancaram-em-educacao-nos-ultimos-20-anos

Indicadores de impacto em periódicos de ciências sociais: uma revisão exploratória sob uma perspectiva global e latino-americana / Revista General de Información y Documentación

Indicadores de impacto em periódicos de ciências sociais: uma revisão exploratória sob uma perspectiva global e latino-americana / Revista General de Información y Documentación

Entre as constatações mais notáveis, destaca-se a crescente prevalência de estudos que examinam a relação entre métricas alternativas e citações, com o número de leitores no Mendeley surgindo como um indicador-chave, apesar de apresentar, em geral, uma correlação fraca a moderada com as métricas tradicionais. Além disso, observou-se uma mudança temática de abordagens centradas em citações para análises focadas no impacto social e na visibilidade digital, particularmente por meio de plataformas de redes sociais. Em nível regional, a adoção de métricas alternativas na América Latina está em expansão, embora persistam desafios relacionados à cobertura, visibilidade e reconhecimento institucional. Tais resultados evidenciam a necessidade de repensar os modelos atuais de avaliação de pesquisas — especialmente nas ciências sociais —, incorporando abordagens mais inclusivas e sensíveis ao contexto, alinhadas às dinâmicas em evolução do ecossistema acadêmico contemporâneo.

#Periódicos

Disponível em: https://revistas.ucm.es/index.php/RGID/en/article/view/103599

Desenvolvimento de acervo na biblioteca escolar / SCIS

Desenvolvimento de acervo na biblioteca escolar / SCIS

Pergunte aos alunos o que eles querem!

A maneira mais fácil de comprar livros relevantes para a comunidade que você atende é perguntar a ela o que deseja! Você pode fazer isso de várias maneiras:

  • Mantenha um livro ou caixa de sugestões onde os alunos possam anotar seus pedidos – minha principal dica é pedir que eles usem o catálogo da biblioteca para verificar se a biblioteca já possui o item antes de adicioná-lo à lista!
  • Semelhante a isso, mas em versão digital – um formulário online de pedido de livros no Microsoft Forms, no Google Forms ou em qualquer plataforma de formulários que sua escola possa acessar.
  • Peça aos professores que, em sala de aula, façam um brainstorming com suas turmas sobre tópicos ou títulos específicos que gostariam de encontrar na biblioteca; ou, se você for um bibliotecário escolar que atende a todos, pode fazer isso em uma sessão na biblioteca.
  • Se você tiver monitores ou líderes de biblioteca, ou um grupo interessado de amantes de bibliotecas, vocês podem formar um “grupo consultivo da biblioteca” que represente seus pares com o objetivo de desenvolver o acervo e realizar reuniões para discutir o acervo e quais lacunas precisam ser preenchidas.

#BibliotecasEscolares #FormaçãoDeColeções

Disponível em: https://scis.edublogs.org/2026/08/27/collection-development-in-the-school-library/

Responsabilidade e Integridade: Política de IA em Bibliotecas Públicas / Public Library Quarterly

Responsabilidade e Integridade: Política de IA em Bibliotecas Públicas / Public Library Quarterly

À medida que a inteligência artificial remodela tanto o trabalho nas bibliotecas quanto o ambiente de informação, as bibliotecas públicas precisam decidir se e como incorporar a IA, preservando, ao mesmo tempo, os valores da biblioteca. Até onde sabemos, não existe nenhuma análise publicada sobre como as políticas de IA de bibliotecas públicas dos EUA e do Canadá relacionam os valores da biblioteca à adoção de tecnologia. Para suprir essa lacuna, realizamos um levantamento nos sites de bibliotecas públicas a fim de identificar e analisar declarações de políticas de IA. Nossa análise de mais de 200 sites de bibliotecas identificou 32 políticas de IA. Todas elas fazem referência a pelo menos dois valores, sendo privacidade, segurança e responsabilidade os mais frequentemente citados.

#PolíticasDeIA #BibliotecasPúblicas #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://doi.org/10.1080/01616846.2026.2725502

Preocupado com notícias geradas por IA? / Statista

Preocupado com notícias geradas por IA? / Statista

Em uma pesquisa realizada pela Statista Consumer Insights em 32 países , a maioria dos entrevistados indicou não estar muito preocupada com notícias geradas por inteligência artificial. Houve variação entre os países, no entanto, com 16% a 45% dos entrevistados afirmando, em uma questão de múltipla escolha, que gostariam de saber se as notícias que consumiam eram geradas por IA. Na mesma pesquisa, os entrevistados foram questionados, entre outras coisas, se se preocupavam com a manipulação de notícias pela mídia tradicional, e entre 24% e 51% responderam afirmativamente.

O menor interesse em descobrir a possível origem das notícias geradas por IA foi detectado em países da América Latina, como Argentina e Colômbia, além da Coreia do Sul e do Japão. Nesses locais, entre 16% e 26% das pessoas disseram que gostariam de saber se as notícias foram escritas por IA. Em seguida, vieram França, Holanda, Bélgica e México, com 26% a 29%. A maior preocupação foi registrada no Vietnã, com 45%, Malásia e Filipinas, com 41% a 42%, e também no Brasil, com 41%.

#Notícias #Jornalismo #IA

via Statista

Disponível em: https://www.statista.com/chart/36327/share-of-respondents-concerned-about-ai-generated-news/

A interiorização da universidade brasileira / A Terra é redonda

A interiorização da universidade brasileira / A Terra é redonda

O desafio consiste justamente em combinar presença, circulação e enraizamento.

Talvez tenha chegado o momento de uma segunda geração das políticas de interiorização. A primeira cumpriu uma tarefa histórica extraordinária: colocou universidades e institutos federais em lugares onde eles simplesmente não existiam. A próxima precisa enfrentar uma questão mais difícil: como transformar presença institucional em desenvolvimento territorial sem transformar trabalhadores em colonos encarregados de ocupar uma fronteira?

Isso exige políticas de desenvolvimento das cidades e regiões que recebem instituições federais; infraestrutura; transporte; cultura; conectividade; incentivos; redes de pesquisa; integração entre municípios; cooperação entre universidades, institutos federais e governos locais; e mecanismos capazes de fazer circular conhecimento entre centro e interior em ambas as direções. Sobretudo, exige abandonar uma concepção segundo a qual interiorizar significa apenas fixar.

#UniversidadesPúblicas #CiênciaBrasileira

via A Terra é redonda

Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/a-interiorizacao-da-universidade-brasileira/

O que a ascensão das universidades chinesas tem a nos ensinar / Pesquisa Fapesp

O que a ascensão das universidades chinesas tem a nos ensinar / Pesquisa Fapesp

Em 2003, a Universidade Tsinghua estava no grupo das 201-250 melhores universidades do mundo, de acordo com a classificação do ARWU, que também é conhecido como Ranking de Shanghai (a listagem foi feita inicialmente por uma equipe de acadêmicos da Shanghai Jiao Tong). A Universidade de Pequim figurava na sequência, no grupo das 251-300 melhores universidades globais. Ambas ficavam “atrás” da USP, que estava no grupo das 152-200 melhores do mundo naquela época.

Na última edição do ranking, publicada em setembro, no entanto, a China contava com três universidades no chamado primeiro quartil da listagem: Tsinghua (18º lugar no mundo), Pequim (23°) e Zhejiang (24°) — uma ascensão sem paralelos. A USP ainda é a única instituição brasileira entre as 200 melhores universidades do mundo: no último ARWU, figura no grupo das 101-150 melhores universidades globais.

#Universidades #China

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-que-a-ascensao-das-universidades-chinesas-tem-a-nos-ensinar/