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RDA: Perspectivas teóricas e práticas no Brasil / Ed. UDESC

RDA: Perspectivas teóricas e práticas no Brasil / Ed. UDESC

Neste livro, apresentamos textos de palestrantes do I Encontro de RDA no Brasil, realizado de 16 a 18 de abril de 2019, em Florianópolis – SC. O Encontro, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação e pelo Departamento de Biblioteconomia e Gestão da Informação da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), teve entre seus apoiadores a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Santa Catarina (SENAC-SC). O Resource Description and Access (RDA), geralmente traduzido como “Recurso: Descrição e Acesso”, surgiu com a necessidade de revisão do Anglo-American Cataloging Rules, 2nd edition (AACR2r), código de catalogação anglo-americano utilizado na representação de recursos informacionais principalmente em bibliotecas. Embora tenha surgido no contexto anglo-americano, esse código passou a ser utilizado em diversos países, inclusive no Brasil.

#RDA

Disponível em: https://rdanobrasil.org/wp-content/uploads/2021/05/rda-perspectivas-teoricas-e-praticas-no-brasil.pdf

Levantamento inédito mapeia o avanço dos periódicos predatórios no Brasil / Sobrevivendo na Ciência

Levantamento inédito mapeia o avanço dos periódicos predatórios no Brasil / Sobrevivendo na Ciência

“Seu artigo foi selecionado”, “Publicação em 48 horas”, “Submeta agora”. Se você é pesquisador, sua caixa de e-mails provavelmente está inundada por convites insistentes como esses. O que parece um reconhecimento do seu trabalho, no entanto, costuma ser o primeiro contato com um mercado em franca expansão: o dos periódicos predatórios, ou seja, aqueles que não realizam a devida revisão por pares. O fenômeno foi detalhado no mapeamento inédito que foi publicado no periódico internacional Scientometrics e coincide com a chegada do engenheiro de computação Fábio Manoel França Lobato ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. (…) O estudo aponta ainda para uma assimetria regional e estrutural. Programas de pós-graduação menores e fora dos grandes centros de excelência sofrem com a sobrecarga de trabalho dos docentes, o que sufoca o debate sobre a integridade científica. “Nós não podemos cobrar se não ensinamos. É preciso uma campanha nacional de sensibilização, envolvendo as agências de fomento”, defende o professor do ICMC, que contou com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

#RevistasPredatórias

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em: https://marcoarmello.wordpress.com/2026/07/21/comvive2026a/

Quem na Academia é contra a Universidade Indígena? / Outras Palavras

Quem na Academia é contra a Universidade Indígena? / Outras Palavras

O argumento central de Yamashita é tão frágil quanto uma função de onda não normalizada: se a universidade existe para produzir ciência, e ciência é um método universal, então não haveria razão para uma universidade “indígena”. Erro crasso, digno de um calouro no primeiro dia de aula de mecânica quântica.

Vamos por partes. A ciência, em especial, a Física, a Química e a Biologia podem ter pretensões de universalidade em seu método. Mas a universidade? Essa invenção medieval europeia é profundamente particular em sua história, em suas hierarquias, em seus mecanismos de exclusão, silenciamento e apagamento. Yamashita parece acreditar que a universidade brasileira é um espaço neutro, asséptico, onde o conhecimento flui livremente, independente de quem o produz ou de onde vem. Essa é a fantasia do cientista que nunca precisou olhar para o próprio chão.

#Universidades #PovosIndígenas #Unind

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/descolonizacoes/quem-na-academia-e-contra-a-universidade-indigena/

Livro infantil incentiva crianças a enxergar a inclusão como responsabilidade de todos / Jornal da USP

Livro infantil incentiva crianças a enxergar a inclusão como responsabilidade de todos / Jornal da USP

convivência com as diferenças pode começar nos primeiros anos de vida, em gestos simples como dividir um brinquedo, fazer um novo amigo ou abrir espaço para que todos participem de uma brincadeira. É essa reflexão que inspira o livro Eu Também Quero Brincar, escrito pelas pesquisadoras Maria Eugênia Queiroz Nassur e Daniela Gonçalves de Abreu Favacho, do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.

#LiteraturaInfantil #PessoasComDeficiência #Inclusão

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/livro-infantil-incentiva-criancas-a-enxergar-a-inclusao-como-responsabilidade-de-todos/

França proíbe acesso às redes sociais a menores de 15 anos / CCA

França proíbe acesso às redes sociais a menores de 15 anos / CCA

O parlamento francês aprovou hoje em definitivo uma proposta de lei que proíbe o acesso às redes sociais a menores de 15 anos, tornando-se o primeiro país da União Europeia a aplicar esta interdição a adolescentes desta idade.

A medida, que entrará em vigor em setembro, foi aprovada com 279 votos a favor e 81 contra e era uma promessa de final de mandato do Presidente francês, Emmanuel Macron.

Outros países europeus, incluindo Portugal, estão a discutir ou já adotaram medidas semelhantes, mas fixaram, na maioria dos casos, a idade nos 16 anos.

As novas regras vão exigir que as plataformas implementem mecanismos de verificação da idade. O texto aprovado inclui também a proibição de telemóveis nas escolas secundárias.

#MídiasSociais #Crianças

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/franca-proibe-acesso-as-redes-sociais-a-menores-de-15-anos/

Aportes teórico-metodológicos para organização do conhecimento interdisciplinar: uma proposta aplicável ao conhecimento étnico-racial brasileiro / PPGCI – UFF

Aportes teórico-metodológicos para organização do conhecimento interdisciplinar: uma proposta aplicável ao conhecimento étnico-racial brasileiro / PPGCI – UFF

Como resultado apresenta um conjunto de aportes – Teoria da Decolonialidade, Teoria dos Objetos de Fronteira, Teoria do conceito e outras teorias para definições de conceitos, Teoria dos Níveis Integrativos, Teoria da Interseccionalidade, Teoria da Classificação Facetada e a atribuição de identificadores únicos – distribuídos em sete etapas para a representação de conceitos em contextos interdisciplinares. A validação da proposta de aportes foi realizada pela representação dos conceitos de raça e a viabilidade da aplicação da proposta foi averiguada pela aplicação na Integrative Levels Classification. Os resultados obtidos demonstram a capacidade do conjunto de aportes em representar conceitos relacionados a um mesmo referente, utilizados por diferentes disciplinas e enquadramentos epistemológicos, sob perspectiva ecológica, sem subordinações indevidas ou invisibilização, o que é fundamental para a representação do conhecimento interdisciplinar. Conclui-se que a organização do conhecimento interdisciplinar sob perspectiva ecológica pode ser aplicada ao campo dos estudos étnico-raciais e se constitui em uma metodologia replicável para outros campos interdisciplinares que possuem conceitos disputados e semanticamente variáveis.

#Decolonialidade #QuestõesÉtnicoRaciais #OrganizaçãoDoConhecimento

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/43515

Perspectivas decoloniais e saberes tradicionais na Ciência da Informação brasileira / RDBCI

Perspectivas decoloniais e saberes tradicionais na Ciência da Informação brasileira: um estudo dos trabalhos publicados nos anais do ENANCIB / RDBCI

Resultados:Os resultados evidenciam a predominância de estudos orientados pelas perspectivas decoloniais, especialmente a partir de 2021. As publicações concentram-se em Grupos de Trabalho que discutem as dimensões epistemológica, política e sociocultural da informação. Predominam métodos de abordagem qualitativa, análises teórico-conceituais e pesquisas empíricas em contextos indígenas, afro-diaspóricos e comunitários, observando-se diferentes níveis de aprofundamento conceitual e articulação entre os temas.Conclusão: Conclui-se que os assuntos vêm ganhando visibilidade no evento de maneira heterogênea, evidenciando temas em construção e a necessidade de aprofundamento das pesquisas que integrem criticamente perspectivas decoloniais e saberes tradicionais às práticas informacionais.

#ENANCIB #FundamentosDaCI #Decolonialidade

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8682532

Incentivo à leitura em bibliotecas universitárias / Revista ACB

Incentivo à leitura em bibliotecas universitárias / Revista ACB

Relato de experiência de ações implementadas pelo Grupo de Trabalho em Informação (GT INFO) da Biblioteca Central Irmão José Otão da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) para o incentivo e promoção da leitura na comunidade acadêmica. Contextualização na literatura sobre a importância das ações de incentivo e estímulo à leitura como uma das competências das bibliotecas, com ênfase na biblioteca universitária. Demonstrar as competências e a importância da biblioteca universitária em ações de incentivo à leitura e formação do leitor. Relato de experiência quanto aos projetos implementados na Biblioteca da PUCRS, como Teia Literária, Deu Match e o Espaço #DICASDELEITURA. Apresenta os resultados dessas ações demonstrando o impacto na comunidade e estímulo para outras iniciativas em bibliotecas universitárias.

#Leitores #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/2242

Como realizar uma revisão sistemática da literatura e uma análise bibliométrica nas ciências sociais: um novo guia prático para pesquisadores / Data and Information Management

Como realizar uma revisão sistemática da literatura e uma análise bibliométrica nas ciências sociais: um novo guia prático para pesquisadores / Data and Information Management

• Foi apresentada uma visão geral de métodos e técnicas para a realização de revisões sistemáticas da literatura e análises bibliométricas.

• Foram explicadas as complementaridades entre a revisão sistemática da literatura e a análise bibliométrica.

• Foram explicadas as seguintes abordagens: análise cienciométrica, revisão narrativa, metanálise, revisão integrativa, revisão de escopo, informetria e webometria.

• Foram explicadas técnicas para identificar lacunas de pesquisa, temas e estruturas conceituais.

• Foram destacadas as principais características de artigos de revisão e as boas práticas acadêmicas para maximizar a qualidade da pesquisa.

#RevisãoSistemática #Bibliometria #BoasPráticas

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.dim.2026.100141

A diminuição da difusão científica após a mudança de título de um periódico / Research Evaluation

A diminuição da difusão científica após a mudança de título de um periódico / Research Evaluation

No meio acadêmico, os nomes de periódicos funcionam como sinais, influenciando o número de leitores e as citações. Investigamos os efeitos sobre a difusão do conhecimento publicado quando um periódico altera seu nome. Ao analisar mais de duzentos periódicos, constatamos que os artigos publicados antes da mudança de nome recebem menos citações após a alteração. Esse fenômeno varia conforme o momento da mudança, a extensão da alteração no título e a ocorrência de múltiplas mudanças em um curto intervalo de tempo. Nossas conclusões oferecem subsídios para editoras e processos de avaliação de pesquisas, especialmente na era digital, em que a queda no número de citações é ainda mais acentuada.

#GestãoEditorial

Disponível em: https://doi.org/10.1093/reseval/rvag040

O futuro da avaliação da pesquisa nas ciências humanas / Scientometrics

O futuro da avaliação da pesquisa nas ciências humanas / Scientometrics

Para explorar o futuro da avaliação nas humanidades em 2040, o estudo integra os resultados de uma revisão de escopo com a técnica de backcasting. A revisão da literatura resulta em uma classificação em três níveis de transições, requisitos e restrições que moldam as perspectivas futuras da avaliação de pesquisas em humanidades. Para cada categoria, apresenta-se uma descrição abrangente, delineando o estado atual e as medidas políticas correspondentes para o futuro, juntamente com as ações práticas necessárias para concretizá-las. O estudo delineia três transições: 1. do índice para o impacto, 2. de modelos isolados (silos) para a ciência aberta e 3. de hardware/software para a tecnopólio. Também sugere 9 políticas, 12 ações práticas de primeiro nível e 28 ações práticas de nível subsequente para concretizar as transições propostas. As políticas recomendadas são: 1. cultura de “publicar e prosperar”, 2. avaliação dinâmica e integrada, 3. avaliação adaptativa, 4. governança combinada, 5. desenvolvimento de inteligência em avaliação, 6. hibridização entre resultados e processos, 7. democratização da avaliação, 8. oportunidades iguais e imparciais e 9. maior tecnocracia. O trabalho também estabelece as bases para pesquisas futuras voltadas ao aprimoramento da qualidade da avaliação de pesquisas em humanidades.

#Humanidades #Tendências #ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05690-2

Arte negra sergipana em rede: mapeamento geográfico e fluxos informacionais sobre artistas negros em galerias e centros culturais de Aracaju / PPGCI – UFS

Arte negra sergipana em rede: mapeamento geográfico e fluxos informacionais sobre artistas negros em galerias e centros culturais de Aracaju / PPGCI – UFS

O estudo tem como objetivo compreender de que modo os registros institucionais desses espaços refletem a visibilidade de artistas negros e como essas informações podem ser sistematizadas em uma plataforma pedagógica digital. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, descritiva e aplicada, desenvolvida a partir de levantamento documental em livros de registro, catálogos, sites institucionais, bases digitais e reportagens. (…) Como produto técnico, foi desenvolvida a ampliação da plataforma virtual pedagógica PreteSe, voltada à organização e difusão de informações sobre artistas negros sergipanos, além de reunir materiais pedagógicos que articulam arte, memória e ensino. O trabalho contribui para a consolidação de práticas informacionais mais inclusivas e para o fortalecimento da visibilidade da arte negra em Sergipe, reafirmando a informação como instrumento de memória, pertencimento e resistência cultural.

#CulturaNegra #Arte

Disponível em: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25069