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Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI

Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI

“(…) o Tamizdat Project foi inicialmente concebido como uma iniciativa de divulgação acadêmica pública e um arquivo on-line de documentos sobre as primeiras publicações, circulação e recepção de manuscritos de contrabando provenientes da antiga URSS e do Bloco Oriental” apresenta o pesquisador Prof. Dr. Yasha Klots, professor de Literatura Russa e Comparada no Hunter College, no CUNY Graduate Center e fundador do Tamizdat Project.

#Censura #Literatura

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/editorial-censura-guerra-e-literatura-tamizdat-project-na-defesa-de-textos-proibidos-e-da-liberdade-intelectual-por-yasha-klots/

Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato

Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato

Um painel interativo e colaborativo que reúne quais bibliotecas digitais cada instituição de ensino superior do Brasil assina — transparência para toda a comunidade acadêmica.

#BibliotecasDigitais #PainelInterativo

Disponível em: https://painelbibliotecasdigitais.com.br/

Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo

Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo

Este guia conjunto da Crossref e da DataCite explica como os metadados registrados por meio de infraestruturas acadêmicas abertas ajudam a preservar o rigor e a integridade do registro acadêmico. O documento detalha elementos específicos de metadados — presentes nos esquemas da Crossref e da DataCite — que podem auxiliar as partes interessadas a avaliar a confiabilidade dos resultados de pesquisas. O objetivo do guia é fornecer informações práticas a todos os atores da comunidade acadêmica, incentivando-os a contribuir com metadados ricos e a utilizá-los como ferramenta para a análise da integridade da pesquisa.

#Metadados #IntegridadeEmPesquisa #CrossRef #Datacite

Disponível em: https://zenodo.org/records/19695957

Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) – 2005 à 2024 / PPGMuseu – UFBA

Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) – 2005 à 2024 / PPGMuseu – UFBA

Durante o processo de pesquisa notou-se como uma instituição museu dentro do cenário da universidade é frágil no sentido político e pode ser vinculada a um ou outro órgão a depender da direção das forças políticas. Ficou claro também que a gestão do museu esteve, desde sua criação, vinculada aos antropólogos da universidade, tenham sido eles técnicos ou docentes. A partir do material encontrado sobre as exposições, principalmente os registros fotográficos, ficou claro também que não houve investimentos em mobiliário expográfico e, quando houve, não realizou a renovação dos móveis originais. No entanto, a instituição promoveu um quantitativo grande de exposições, principalmente temporárias, mas esse não foi o foco da pesquisa, por isso, não se realizou o levantamento delas, apenas algumas que deixaram registros foram pontuadas.

#Exposição #MuseusUniversitários

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44675

Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW

Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW

Angola e Moçambique são os únicos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que ainda não ratificaram o Acordo Ortográfico de 1990, apesar de terem integrado o grupo signatário do documento, assinado em Lisboa em 16 de dezembro de 1990.

No caso de Angola, o documento não foi aprovado nem em Conselho de Ministros nem ratificado pelo Parlamento.

Em Moçambique alega-se o peso das línguas nacionais e os custos da implementação, motivos invocados desde a aprovação no Conselho de Ministros, em 2012, poucos meses antes de o país africano assumir a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O documento não foi ainda ratificado pelo parlamento.
Demais países

No caso da Guiné-Bissau, o acordo foi ratificado em 2009 mas nunca foi posto em prática. Embora o português seja a língua oficial, é em crioulo que os guineenses se entendem e nas mais de 30 línguas regionais que compõem o mosaico étnico cultural do país. Nos dados mais recentes divulgados pelo governo, menos de 5% da população fala português.

#LínguaPortuguesa

via DW

Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/angola-e-mo%C3%A7ambique-ainda-n%C3%A3o-ratificaram-acordo-ortogr%C3%A1fico/a-77980925

Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA

Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA

O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) “falhou” no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje “completamente inútil” e criando tensões desnecessárias.

“Eu acho que o acordo acabou por falhar, e isso é a minha opinião, está aplicado em Portugal, sem dúvida, está aplicado no Brasil também, em alguns países africanos, mas falhou porque não criou uma unificação ortográfica, que era o seu grande objetivo”, afirmou, em entrevista à Lusa.

“Falhou porque, neste momento, temos Angola a usar a ortografia anterior, temos Portugal e Brasil a usar ortografias do acordo, mas também não são exatamente a mesma, portanto, não se fez uma unificação completa, e acabámos por ficar, na prática, com três ortografias. Aquela que é usada, por exemplo, em Angola, a que é usada em Portugal e a que é usada no Brasil”, acrescentou.

#LínguaPortuguesa

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/entrevista-marco-neves-o-acordo-ortografico-falhou-e-foi-completamente-inutil/

Biblioteca Pública Obrigatória em Todo Município Brasileiro Já! / Ideia Legislativa

Biblioteca Pública Obrigatória em Todo Município Brasileiro Já! / Ideia Legislativa

A Constituição Federal garante o direito à educação, à cultura e ao acesso à informação. Para fortalecer esses direitos, todo município brasileiro deve ser obrigado a manter uma biblioteca pública estruturada, com no mínimo 3.000 exemplares, computadores para pesquisa e coordenação de um bibliotecário (formado em Biblioteconomia). A proposta promove inclusão social, incentivo à leitura, apoio à educação e democratização do conhecimento, especialmente em cidades sem acesso adequado à informação. Atualmente, não há lei federal que obrigue os municípios a possuírem bibliotecas públicas permanentes e estruturadas.

#Bibliotecas

Disponível em: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=219831

A distinção entre seleção e censura na atuação do bibliotecário / Biblos

A distinção entre seleção e censura na atuação do bibliotecário / Biblos

A análise das entrevistas revelou que os bibliotecários enfrentam limitações significativas em sua autonomia profissional, decorrentes da ausência de políticas claras de desenvolvimento de coleções e da centralização das decisões sobre os acervos. Também foram identificadas manifestações de censura institucional e velada, influenciadas por pressões políticas e hierárquicas. Apesar dessas restrições, emergem atitudes de resistência ética e esforços para preservar a diversidade informacional nas bibliotecas escolares. Conclusões: A pesquisa aponta para a necessidade de fortalecimento das políticas institucionais e da formação ética e técnica dos profissionais, de modo a garantir a autonomia na seleção de materiais e a defesa da liberdade intelectual nas bibliotecas escolares. O estudo contribui para o debate sobre o papel do bibliotecário como mediador crítico e agente de promoção da pluralidade informacional.

#Censura #AtuaçãoProfissional

Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/21157

Fatores cristalizadores de decisão na adoção (ou não) de práticas de Ciência Aberta / RISC

Fatores cristalizadores de decisão na adoção (ou não) de práticas de Ciência Aberta / RISC

Resultados: Os resultados evidenciam que a decisão de abrir ou fechar cadernos de laboratório na área da saúde é condicionada por fatores cristalizadores de decisão de natureza comportamental, institucional, técnica e cultural, que atuam como pontos de inflexão entre abertura e sigilo. Conclusão: Conclui-se que a abertura dos cadernos de laboratório constitui um processo gradual, condicionado pela cultura acadêmica e pela proteção da privacidade científica, e dependente do redesenho dos fatores decisórios à luz dos princípios da Ciência Aberta.

#CadernoAbertodeDeLaboratório

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42745

O arquivo que não guarda: quando a memória virou cálculo / Jornal da USP

O arquivo que não guarda: quando a memória virou cálculo / Jornal da USP

O arquivo sempre foi um campo de poder. Decidir o que merece ser guardado é decidir o que merece ser lembrado, e decidir o que merece ser lembrado é, em parte, decidir o que existe. A novidade algorítmica não inventou essa dimensão política, subtraiu o humano, radicalizou-a e a tornou mais opaca.

Se os sistemas de inteligência artificial vão mesmo se tornar a infraestrutura central da memória coletiva, e há bons motivos para acreditar que sim, então a Arquivologia precisa estar dentro dessa infraestrutura, não apenas diante dela. Precisa participar das decisões sobre como os dados são curados, como os modelos são treinados, como as saídas são documentadas. Precisa transformar a custódia sociotécnica de conceito em prática.

O arquivo que não guarda — que calcula, projeta, reconfigura — ainda é um arquivo. Mas é um arquivo que exige de nós uma nova forma de atenção.

#Arquivos #IA

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/o-arquivo-que-nao-guarda-quando-a-memoria-virou-calculo/

A desinformação em tempo de algoritmos e ‘air fryers’ / Cuadernos de Periodistas

A desinformação em tempo de algoritmos e ‘air fryers’ / Cuadernos de Periodistas

A produção de desinformação e propaganda tornou-se incrivelmente barata; além disso, esse conteúdo é criado e disseminado para atingir um segmento da população cuidadosamente selecionado — tal como acontece quando, após decidir que precisa de uma “air fryer”, seu feed do Instagram é subitamente inundado de anúncios desses aparelhos. Neste caso, porém, em vez de fritadeiras elétricas, falamos de conteúdo que alimenta seus preconceitos mais profundos, especificamente para provocar raiva. Ainda assim, os padrões da guerra cognitiva permanecem os mesmos: explorar a desconfiança e o ódio para semear a divisão.

#Desinformação #IA #MediaçãoAlgorítmica

Disponível em: https://www.cuadernosdeperiodistas.com/la-desinformacion-en-tiempos-de-algoritmos-y-air-fryers/

Guia de descolonização da Ucrânia para museus é apresentado em Kyiv / Museums Journal

Guia de descolonização da Ucrânia para museus é apresentado em Kyiv / Museums Journal

Profissionais de museus ucranianos e internacionais reuniram-se no mês passado para celebrar o lançamento da tradução ucraniana de “Apoio à Descolonização em Museus: Foco na Ucrânia”.

O guia foi originalmente publicado no ano passado com o objetivo de ajudar museus no Reino Unido e em todo o mundo a interpretar o patrimônio cultural ucraniano em suas coleções através de uma perspectiva decolonial.

Foi criado como parte de um projeto de parceria iniciado pelo Instituto Ucraniano em colaboração com o Conselho Internacional de Museus (Icom) do Reino Unido, o Icom Ucrânia e a Associação de Museus, com o apoio do British Council.

O guia funciona como uma ferramenta prática para apoiar profissionais de museus e especialistas em patrimônio cultural a incluírem a Ucrânia em suas práticas de descolonização e a combaterem “narrativas prejudiciais, estereótipos e representações distorcidas da cultura e do patrimônio ucranianos”.

#Museus #Descolonização

Disponível em: https://www.museumsassociation.org/museums-journal/news/2026/07/ukraine-decolonisation-guide-for-museums-presented-in-kyiv/