Aplicações de inteligência artificial em bibliotecas universitárias brasileiras / Informação e Sociedade
O bibliotecário contemporâneo precisa, além do domínio técnico, compreender algoritmos, lidar com vieses e garantir a integridade da informação. Seu papel tornase mais estratégico: supervisionar a IA validar conteúdos e promover o acesso equitativo e ético à informação. Como destacam Araújo, Handke e Debastiani (2024), ao automatizar tarefas repetitivas, a IA possibilita que o bibliotecário se concentre em funções mais criativas, como o desenvolvimento de serviços personalizados, a formação digital e a inovação. Dessa forma, esse profissional, na era da IA, não é substituído, mas sim fortalecido em sua relevância. Torna-se curador de significados e guardião da qualidade e ética da informação no século XXI (Oliveira et al., 2024)
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