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Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome

Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome

O dia 21 de maio é uma data estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2002 (após a Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, de 2001). Mais do que uma celebração festiva das expressões folclóricas, esta data exige uma análise crítica e estrutural do papel da cultura na coesão social, na geopolítica e nos direitos humanos no âmbito da prática bibliotecária. (…)

Nos campos da Biblioteconomia, da Ciência da Informação e da Ciência da Computação, o Dia Internacional da Diversidade Cultural (21 de maio) não é um evento isolado; pelo contrário, ele toca o próprio cerne dessas disciplinas. Neste século, a biblioteca, enquanto instituição social, deve ser o espaço democrático por excelência para garantir o direito à memória, o acesso à informação e o diálogo pluralista e intercultural.

#BibliotecasMulticulturais

via Infohome

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1659

O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas

O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas

A integração dos profissionais de informação em equipas de investigação tem-se traduzido num aumento de publicações científicas com a sua coautoria como reconhecimento do seu contributo intelectual em áreas que não a da Ciência da Informação. A aposta na formação contínua dos profissionais de informação, a criação do Núcleo de Apoio à Investigação, a colaboração no Ensino, as formações lecionadas e a presença de uma bibliotecária e médica na equipa da biblioteca sustentou essa evolução. Esta comunicação pretende partilhar as estratégias implementadas, as boas práticas desenvolvidas e os resultados alcançados, refletindo sobre o papel dos profissionais de informação como investigadores e coautores em publicações médicas, assim como os desafios enfrentados.

#Bibliotecários #RevisãoSistemática #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://publicacoes.bad.pt/revistas/index.php/congressosbad/article/view/3191

Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE

Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE

É cada vez mais comum que profissionais de saúde, educadores e pesquisadores utilizem ferramentas de inteligência artificial generativa para ler, resumir, traduzir, organizar informações ou preparar documentos científicos. A pergunta que se repete com frequência em bibliotecas de ciências da saúde é: posso enviar um artigo para o ChatGPT, Copilot, Gemini, Claude, Elicit, Consensus ou outra ferramenta de IA para que ele seja resumido? A resposta curta é: depende. Mas a resposta útil é um pouco mais precisa: Não se trata de proibir o uso da inteligência artificial. Trata-se de saber que tipo de conteúdo podemos enviar, sob qual licença, para qual ferramenta e com qual finalidade.

#PesquisaCientífica #IA

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/06/17/puedo-subir-este-pdf-a-chatgpt-uso-de-articulos-cientificos-e-inteligencia-artificial-guia-practica-para-no-cruzar-lineas-rojas/

A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto

A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto

Esse aumento não é distribuído uniformemente entre os países. Algumas sociedades apresentam níveis particularmente elevados de rejeição às notícias. A Turquia lidera a lista com 61%, seguida pelo Reino Unido com 46%, enquanto os Estados Unidos chegam a 42%. (…)O Japão representa uma relativa exceção, com apenas 11%, embora mesmo lá a porcentagem tenha aumentado em comparação com anos anteriores.

Por trás dessa tendência, encontram-se causas psicológicas e culturais cada vez mais estudadas. O relatório identifica um dos principais motivos para a rejeição às notícias como seu impacto negativo no humor: aproximadamente 39% daqueles que evitam as notícias indicam que elas afetam negativamente seu bem-estar emocional. Soma-se a isso a sensação de exaustão causada pela cobertura excessiva de guerras e conflitos internacionais, mencionada por quase 30% dos entrevistados. Num contexto dominado pelo “doomscrolling” — o consumo compulsivo de notícias negativas nas redes sociais — muitas pessoas desenvolvem estratégias deliberadas para limitar a sua exposição à informação como um mecanismo de autoproteção psicológica.

#ConsumoDeInformação

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2026/06/18/el-cansancio-informativo-dispara-el-rechazo-al-consumo-de-noticias-en-todo-el-mundo/

Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História

Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História

Ao longo de sua trajetória, Ginzburg também refletiu sobre os métodos da pesquisa histórica. Em textos como “Mitos, emblemas, sinais”, defendeu a importância dos detalhes, vestígios e indícios para a reconstrução do passado. Seus trabalhos dialogaram com áreas como a literatura, a antropologia e a história da arte, contribuindo para renovar as fronteiras da disciplina histórica e influenciando gerações de pesquisadores em todo o mundo.

Até os últimos anos de vida, o historiador permaneceu ativo no debate intelectual, publicando livros e participando de discussões sobre memória, verdade e interpretação histórica. Sua obra, traduzida para dezenas de idiomas, consolidou-se como referência indispensável para os estudos históricos contemporâneos. Com sua morte, a historiografia perde um de seus mais criativos e respeitados representantes.

#CarloGinzburg

via Café História

Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/morre-carlo-ginzburg/

O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda

O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda

A ciência que interessa ao Brasil, nunca duvidemos disso, é a ciência que interessa ao povo – e não ao agronegócio, à especulação financeira. Sob a imposição de traços culturais retrógrados – patriarcalismo, machismo – e de acordo com a orientação dos tempos pós-modernos, o país é repleto de não-saberes que (muito infelizmente) também são poderes.[iii]

Portanto, como indicado no início, é possível partir da premissa de que a ciência é um processo de investigação que segue padrões ou modelos específicos (metodologia científica), com destaque para a observação, prospecção (“experimentação”), catalogação, análise (refutação ou confirmação de postulados, teorias anteriores), em que a “massa crítica” surge com a insatisfação (incerteza) diante das afirmações predominantes, sem que se anule todas as interferências externas (não cientificas) advindas da política, da economia, da cultura, da moral e da própria visão de mundo do sujeito cognoscente sobre o objeto cognoscível (e que pode ser o mesmo sujeito, com “lugar de fala”).

#Ciência #CiênciaBrasileira

via A Terra é redonda

Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/o-que-e-ciencia-afinal/

A transparência de custos não entra em conflito com os valores da biblioteca. Pelo contrário, pode nos ajudar a defendê-los / Katina

A transparência de custos não entra em conflito com os valores da biblioteca. Pelo contrário, pode nos ajudar a defendê-los / Katina

O valor que as bibliotecas trazem para a atividade de pesquisa é mais intrínseco, técnico e essencial para a conformidade do que nunca. Para proteger nosso financiamento, precisamos ser capazes de explicar o custo de nossos serviços.

A biblioteca universitária atual oferece suporte a praticamente todas as fases do ciclo de vida da pesquisa, incluindo revisões sistemáticas e síntese de evidências, planejamento de gerenciamento de dados, conformidade com o acesso aberto, serviços de informação para pesquisa, apoio à publicação e depósito e curadoria de dados. Essas são responsabilidades especializadas, orientadas pela conformidade e em constante expansão. E não se tratam apenas de serviços de apoio; são infraestrutura essencial para a pesquisa, tão fundamentais para um projeto financiado quanto equipamentos de laboratório ou pessoal. Os pesquisadores que dependem dessa infraestrutura realizam um trabalho sério: combatem doenças, modelam ecossistemas e formam a próxima geração de cientistas. A biblioteca é o tecido conjuntivo dessa empreitada.

#ImpactoDasBibliotecas #GovernoTrump

via Katina

Disponível em: https://katinamagazine.org/content/article/future-of-work/2026/cost-transparency-library-values

Fazendo o conhecimento florescer, da Ciência Aberta à Ciência Responsável / SciELO em Perspectiva

Fazendo o conhecimento florescer, da Ciência Aberta à Ciência Responsável / SciELO em Perspectiva

O artigo Ciência Aberta e Ciência Responsável, publicado na Revista De Administração Contemporânea (vol. 30, no. 1, 2026), discute os benefícios e disfunções da ciência aberta, sugerindo como mitigá-las pela prática da ciência responsável. Na origem da reflexão de que trata o artigo encontra-se uma questão de ordem prática vivenciada pelas autoras recentemente – localizar um instrumento utilizado em um estudo publicado – evidenciou o estado precário de um dos pilares da ciência aberta, a transparência no fazer científico. É fato que a prática da ciência aberta pode reduzir a incidência de comportamentos reprováveis que podem prejudicar a legitimidade da ciência perante a sociedade.

#CiênciaAberta #CiênciaResponsável

via SciELO em Perspectiva

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2026/06/16/fazendo-o-conhecimento-florescer-da-ciencia-aberta-a-ciencia-responsavel/

Desbaste x descarte / Leitura e Contexto

Desbaste x descarte / Leitura e Contexto

Desbaste e descarte em bibliotecas são atividades distintas, fundamentais para o desenvolvimento e a manutenção de coleções bibliográficas atualizadas, úteis e alinhadas às necessidades dos usuários e aos objetivos da instituição. (…)

Toda biblioteca deve estar de olho nessas duas atividades, pois ambas contribuem para melhorar a gestão da coleção da seguinte forma:

  • mantêm o acervo atualizado e relevante;
  • otimizam o espaço físico disponível;
  • facilitam a localização dos materiais pelos usuários;
  • direcionam recursos para a aquisição de obras mais adequadas às demandas informacionais.

Portanto, tanto o desbaste como o descarte não representam a perda de patrimônio bibliográfico, mas sim ações estratégicas de gestão que garantem a qualidade, a eficiência e a atualidade do acervo da biblioteca.

#Descarte #FormaçãoDeColeções

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/06/desbaste-x-descarte.html

Por que as livrarias em Seul estão se tornando os novos pontos de encontro mais badalados? / 1000 libraries

Por que as livrarias em Seul estão se tornando os novos pontos de encontro mais badalados? / 1000 libraries

Jovens começaram a visitar livrarias deliberadamente, na esperança de conhecer alguém atraente. Vídeos nas redes sociais mostrando pessoas “esperando para serem abordadas” em livrarias explodiram online, especialmente no Instagram e no Threads. Um vídeo viral filmado dentro da filial da Kyobo em Gwanghwamun teria alcançado quase dois milhões de visualizações.

Agora existem “seções quentes” não oficiais dentro das livrarias, onde pretendentes românticos supostamente permanecem mais tempo do que o necessário. Livros de finanças pessoais passaram a ser associados a homens ambiciosos. Seções de literatura atraem o público artístico. Prateleiras de filosofia aparentemente sinalizam profundidade e inteligência emocional.

Para algumas pessoas, a transformação das livrarias em espaços sociais parece algo empolgante e moderno. Para outras, parece invasivo. Há também uma crescente preocupação de que as livrarias estejam se transformando em palcos para redes sociais em vez de ambientes de leitura propriamente ditos. Vídeos virais agora mostram criadores gravando “desafios de retirada de livros em livrarias” e dando dicas estratégicas sobre onde ficar para chamar a atenção.

#Livrarias

via 1000 libraries

Disponível em: https://magazine.1000libraries.com/why-bookstores-in-seoul-are-becoming-the-hottest-new-dating-spots/

Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026 / Tilt – UOL

Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026 / Tilt – UOL

As únicas faixas etárias para as quais a televisão continua sendo a principal fonte de informação são de 45 a 54 anos e acima de 55 anos. Já os sites e aplicativos da mídia tradicional não são citados como principal via de informação por nenhum grupo de idade.

Apenas 17% dos entrevistados afirmam pagar por informação online, e uma grande parcela do mercado publicitário é captada pelas grandes empresas de tecnologia, em detrimento dos veículos tradicionais.

via Tilt – UOL

#ConsumoDeInformação

Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/afp/2026/06/16/redes-sociais-e-videos-superam-midia-tradicional-como-fonte-de-informacao-em-2026.htm

Saúde mental: “Não é papel do educador diagnosticar nada” / Revista Educação

Saúde mental: “Não é papel do educador diagnosticar nada” / Revista Educação

(…) o papel do educador é o de estar presente no momento, de estar atento às características do aluno, atento à necessidade de acolhimento que esse aluno pode necessitar em determinadas situações — o que já é importante no quesito de promoção da saúde.

É ainda papel do educador identificar padrões de autocuidado que possam ser interessantes, uma vez que ele é, de certa forma, um porto seguro do aluno, o auxiliando na autorregulação. Um educador com mais informações consegue identificar níveis de sofrimento que o aluno apresenta. Por exemplo, de uma hora para outra o aluno pode se isolar, ficar mais agitado, mudar a postura na apresentação de um trabalho, demonstrar queda na produtividade em sala da de aula, ou evadir.

#Escolas #Professores #SaúdeMental

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/06/16/saude-mental-nao-e-papel-do-educador-diagnosticar/