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O que vem depois da proibição de livros? Um distrito escolar questiona as bibliotecas tradicionais / WUSF – NPR

O que vem depois da proibição de livros? Um distrito escolar questiona as bibliotecas tradicionais / WUSF – NPR

Um distrito escolar da Flórida, que já removeu centenas de livros, questiona se as bibliotecas tradicionais do ensino médio são necessárias.

Essa situação, segundo defensores do acesso a livros, representa uma evolução nas práticas de proibição de livros na Flórida, onde os distritos escolares já removeram ou restringiram mais títulos do que qualquer outro estado .

“Esta é uma conversa mais ampla que vai além de qualquer livro individual”, disse William Johnson, diretor do escritório da PEN America na Flórida . “É uma conversa sobre o futuro da leitura, a liberdade intelectual e como as bibliotecas escolares deveriam ser na Flórida.”

#Censura #BibliotecasEscolares

Disponível em: https://www.wusf.org/politics-issues/2026-07-16/after-book-bans-florida-officials-question-traditional-libraries

Sociedade da informação e acesso à cultura / PPGCI – UFF

Sociedade da informação e acesso à cultura: perspectivas sobre a estratégia federal de governo digital no contexto das fundações vinculadas ao ministério da cultura (minc) / PPGCI – UFF

Procura responder à questão: em que medida os planos de transformação digital evidenciam a capacidade (ou não) de promover o governo eletrônico nas entidades vinculadas ao Ministério da Cultura? O quanto esse cenário impacta na garantia de direitos? Para tanto, apresenta ações de informatização adotadas pelo Estado brasileiro no contexto da Sociedade da Informação, analisa os Planos de Transformação Digital e a trajetória das fundações, e verifica o cumprimento de prazos de entrega ligados ao provimento de serviços públicos em meio digital. Os resultados indicam uma capacidade limitada das fundações no que diz respeito ao cumprimento dos prazos pactuados nos Planos de Transformação Digital. Ademais, observa-se que esse trabalho vem sendo desenvolvido em meio a um contexto de dificuldades diversas, o que tem potencial para impactar negativamente a garantia do direito de acesso às instituições culturais.

#SociedadeDaInformação #Cultura #MinC

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/43648

O Papel da Biblioteca Pública no Combate à Desinformação / Arts Council England

O Papel da Biblioteca Pública no Combate à Desinformação: Uma Análise e Plano de Ação / Arts Council England

Enfrentar o impacto insidioso e disruptivo da desinformação é um desafio social urgente, porém complexo e de difícil resolução. Há questões de acesso e de disposição a considerar: as primeiras envolvem tecnologia e letramento (a capacidade das pessoas de acessar e avaliar informações), enquanto as segundas dizem respeito a atitudes e inclinações (as predisposições, crenças e motivações que influenciam os comportamentos das pessoas em relação à informação). Sem atenção a ambos os aspectos, quaisquer medidas para combater a desinformação correm o risco de ser excessivamente reducionistas e de apresentar eficácia limitada. As bibliotecas públicas — instituições cívicas comunitárias de confiança que apoiam uma sociedade informada — estão bem posicionadas para desempenhar um papel fundamental no enfrentamento da desinformação; no entanto, antes deste estudo, não havia informações suficientes sobre as respostas e práticas adotadas por essas bibliotecas. Este estudo nacional, pioneiro no Reino Unido, ouviu 372 profissionais de bibliotecas públicas na Inglaterra para investigar como eles compreendem, vivenciam e reagem à desinformação em suas comunidades, bem como de que tipo de apoio necessitam para cumprir seu papel cívico.

#BibliotecasPúblicas #Desinformação #Guias

Disponível em: https://www.artscouncil.org.uk/research-and-data/our-research-library/role-public-library-combating-misinformation-and-disinformation-review-and-action-plan

Recomendações para o desenvolvimento de políticas editoriais sobre o uso de inteligência artificial generativa na publicação científica / Revista Estudios De La Información

Recomendações para o desenvolvimento de políticas editoriais sobre o uso de inteligência artificial generativa na publicação científica / Revista Estudios De La Información

O texto está organizado em torno de três cenários hipotéticos para a formulação de políticas editoriais sobre o uso de IA: (1) proibitivo; (2) restritivo; e (3) permissivo ou experimental. Para cada cenário, são delineados princípios orientadores, usos permitidos e proibidos, mecanismos de divulgação e verificação, bem como implicações para autores, revisores e editores. Além disso, são apresentados exemplos de redação para os três cenários; estes podem servir como modelos iniciais destinados a facilitar o desenvolvimento e a adaptação de políticas a diversos contextos editoriais, disciplinas e posicionamentos institucionais em relação a essas tecnologias.

#PolíticasEditoriais #IA #GestãoEditorial

Disponível em: https://revistascientificas.uach.mx/index.php/Estudios_Informacion/article/view/2193

A Wikipédia e a ciência: uma história de amor (finalmente) feliz / CNRS

A Wikipédia e a ciência: uma história de amor (finalmente) feliz / CNRS

Vinte e cinco anos após o seu lançamento, a enciclopédia online mais lida do mundo faz da confiabilidade de seu conteúdo — fundamentado no consenso científico — o tema central de sua conferência em Paris, de 21 a 25 de julho. Delphine Montagne, wikipedista residente no Urfist Paris, analisa a relação cada vez melhor entre a comunidade de pesquisa e a Wikipédia.

#Wikipedia

Disponível em: https://www.cnrs.fr/fr/actualite/wikipedia-et-la-science-une-histoire-damour-enfin-heureuse

Projeto OpenEval: Avaliação transparente de revisão por pares com suporte a LLMs / OpenEval

Projeto OpenEval: Avaliação transparente de revisão por pares com suporte a LLMs / OpenEval

O projeto OpenEval oferece uma avaliação transparente e sistemática do desempenho de grandes modelos de linguagem (LLMs) na revisão por pares científica. Comparamos pareceres gerados por LLMs com revisões tradicionais por pares para avaliar sua precisão, consistência e confiabilidade na identificação de afirmações e na avaliação de evidências científicas. Explore nosso conjunto de dados de manuscritos abaixo. Clique em qualquer artigo para visualizar comparações detalhadas, afirmação por afirmação, entre as avaliações dos LLMs e dos revisores humanos. Todos os artigos são publicados sob a licença CC-BY e estão disponíveis em sua forma original no site da eLife. Os artigos apresentados aqui foram modificados para destacar as afirmações neles contidas.

#AvaliaçãoPorPares #OpenEval #IA

via OpenEval

Disponível em: https://openevalproject.com/

Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Verdes – Manual de Implementação Passo a Passo / IFLA

Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Verdes – Manual de Implementação Passo a Passo / IFLA

A Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA) elaborou as *Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Verdes* com o objetivo de apoiar bibliotecas em todo o mundo no avanço da sustentabilidade ambiental, social e econômica. Essas diretrizes reconhecem as bibliotecas como instituições comunitárias poderosas, capazes de liderar pelo exemplo, reduzir sua pegada ambiental e promover o conhecimento, a inclusão e a resiliência. Este Manual de Implementação Passo a Passo baseia-se nos princípios estabelecidos nas Diretrizes, oferecendo um roteiro prático e sequencial para a ação. Ele traduz conceitos estratégicos de sustentabilidade em medidas viáveis ​​que bibliotecas de todos os tipos e portes — públicas, acadêmicas, escolares, nacionais e especializadas — podem adaptar aos seus contextos locais.

#BibliotecasVerdes #BibliotecasSustentáveis #IFLA

Disponível em: https://repository.ifla.org/items/b982f466-67b3-4fa5-b6a7-c1b56e53a4e6

Desinformação e religiões de matriz africana: as bibliotecas comunitárias no combate ao racismo religioso / PPGCI – UFF

Desinformação e religiões de matriz africana: as bibliotecas comunitárias no combate ao racismo religioso / PPGCI – UFF

A pesquisa tem por objetivo geral analisar o fenômeno da desinformação como vetor para o racismo religioso no Brasil, bem como identificar formas de contribuição para mitigar a proliferação do racismo sobre este grupo religioso. (…). Trata-se de uma pesquisa explicativa que busca relacionar a desinformação ao contexto do racismo, com abordagem predominantemente qualitativa, possuindo como tipo de pesquisa o estudo de caso junto às bibliotecas “Comunitária Afro-indígena Maria da Glória – Dagó” e “Biblioteca Erê”, que compõem o objeto empírico deste estudo. Conclui-se que a desinformação tem contribuído significativamente para a perpetuação de estereótipos, mas também identificamos espaços, que atuam como caminhos para propagação de informação étnico-racial que valorize a cultura afro-brasileira, como anteparo de proteção ao preconceito e ao racismo que circundam as religiões de matriz africana.

#Desinformação #ReligiõesAfroBrasileiras #BibliotecasComunitárias #RacismoReligioso

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/43516

RDA: Perspectivas teóricas e práticas no Brasil / Ed. UDESC

RDA: Perspectivas teóricas e práticas no Brasil / Ed. UDESC

Neste livro, apresentamos textos de palestrantes do I Encontro de RDA no Brasil, realizado de 16 a 18 de abril de 2019, em Florianópolis – SC. O Encontro, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação e pelo Departamento de Biblioteconomia e Gestão da Informação da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), teve entre seus apoiadores a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Santa Catarina (SENAC-SC). O Resource Description and Access (RDA), geralmente traduzido como “Recurso: Descrição e Acesso”, surgiu com a necessidade de revisão do Anglo-American Cataloging Rules, 2nd edition (AACR2r), código de catalogação anglo-americano utilizado na representação de recursos informacionais principalmente em bibliotecas. Embora tenha surgido no contexto anglo-americano, esse código passou a ser utilizado em diversos países, inclusive no Brasil.

#RDA

Disponível em: https://rdanobrasil.org/wp-content/uploads/2021/05/rda-perspectivas-teoricas-e-praticas-no-brasil.pdf

Levantamento inédito mapeia o avanço dos periódicos predatórios no Brasil / Sobrevivendo na Ciência

Levantamento inédito mapeia o avanço dos periódicos predatórios no Brasil / Sobrevivendo na Ciência

“Seu artigo foi selecionado”, “Publicação em 48 horas”, “Submeta agora”. Se você é pesquisador, sua caixa de e-mails provavelmente está inundada por convites insistentes como esses. O que parece um reconhecimento do seu trabalho, no entanto, costuma ser o primeiro contato com um mercado em franca expansão: o dos periódicos predatórios, ou seja, aqueles que não realizam a devida revisão por pares. O fenômeno foi detalhado no mapeamento inédito que foi publicado no periódico internacional Scientometrics e coincide com a chegada do engenheiro de computação Fábio Manoel França Lobato ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. (…) O estudo aponta ainda para uma assimetria regional e estrutural. Programas de pós-graduação menores e fora dos grandes centros de excelência sofrem com a sobrecarga de trabalho dos docentes, o que sufoca o debate sobre a integridade científica. “Nós não podemos cobrar se não ensinamos. É preciso uma campanha nacional de sensibilização, envolvendo as agências de fomento”, defende o professor do ICMC, que contou com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

#RevistasPredatórias

via Sobrevivendo na Ciência

Disponível em: https://marcoarmello.wordpress.com/2026/07/21/comvive2026a/

Quem na Academia é contra a Universidade Indígena? / Outras Palavras

Quem na Academia é contra a Universidade Indígena? / Outras Palavras

O argumento central de Yamashita é tão frágil quanto uma função de onda não normalizada: se a universidade existe para produzir ciência, e ciência é um método universal, então não haveria razão para uma universidade “indígena”. Erro crasso, digno de um calouro no primeiro dia de aula de mecânica quântica.

Vamos por partes. A ciência, em especial, a Física, a Química e a Biologia podem ter pretensões de universalidade em seu método. Mas a universidade? Essa invenção medieval europeia é profundamente particular em sua história, em suas hierarquias, em seus mecanismos de exclusão, silenciamento e apagamento. Yamashita parece acreditar que a universidade brasileira é um espaço neutro, asséptico, onde o conhecimento flui livremente, independente de quem o produz ou de onde vem. Essa é a fantasia do cientista que nunca precisou olhar para o próprio chão.

#Universidades #PovosIndígenas #Unind

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/descolonizacoes/quem-na-academia-e-contra-a-universidade-indigena/

Livro infantil incentiva crianças a enxergar a inclusão como responsabilidade de todos / Jornal da USP

Livro infantil incentiva crianças a enxergar a inclusão como responsabilidade de todos / Jornal da USP

convivência com as diferenças pode começar nos primeiros anos de vida, em gestos simples como dividir um brinquedo, fazer um novo amigo ou abrir espaço para que todos participem de uma brincadeira. É essa reflexão que inspira o livro Eu Também Quero Brincar, escrito pelas pesquisadoras Maria Eugênia Queiroz Nassur e Daniela Gonçalves de Abreu Favacho, do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.

#LiteraturaInfantil #PessoasComDeficiência #Inclusão

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/livro-infantil-incentiva-criancas-a-enxergar-a-inclusao-como-responsabilidade-de-todos/