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Entrevista com Lluís Codina: Inteligência Artificial, Recuperação da Informação e Criação de Conhecimento na Era Generativa / CLIP

Entrevista com Lluís Codina: Inteligência Artificial, Recuperação da Informação e Criação de Conhecimento na Era Generativa / CLIP

A conversa explora temas como a evolução dos mecanismos de busca, o papel do posicionamento nesses sistemas no contexto das tecnologias generativas, os riscos associados à confiabilidade da IA ​​e a necessidade de manter uma postura crítica diante da automação de tarefas cognitivas. Aborda também o conceito de “dívida cognitiva” – entendida como a perda gradual de habilidades decorrente da dependência intelectual excessiva de sistemas automatizados. O entrevistado analisa o grau de preparo dos profissionais de informação e comunicação para integrar essas tecnologias aos seus fluxos de trabalho, destacando uma lacuna de competências ainda significativa. Por fim, ele apresenta uma perspectiva voltada para o futuro sobre a relação entre inteligência artificial e criação de conhecimento, argumentando que essas ferramentas desempenharão um papel central em todas as etapas da pesquisa e da análise – desde que acompanhadas por protocolos de verificação rigorosos e práticas acadêmicas sólidas.

#Entrevista #IA #RecuperaçãoDaInformação

Disponível em: https://edicionsedic.es/clip/article/view/197

Compreensão e aplicação do RDA Toolkit na América Latina e no Caribe / Catalogue & Index

Compreensão e aplicação do RDA Toolkit na América Latina e no Caribe / Catalogue & Index

O lançamento do RDA Toolkit em espanhol atende a uma necessidade frequentemente expressa na região: a barreira linguística impedia os falantes de espanhol de se familiarizarem com o RDA Toolkit e de implementá-lo. Firmou-se um acordo com a ABINIA, que definiu a Biblioteca Nacional do México como responsável pela tradução, sob a coordenação de Felipe Martínez. O projeto teve início em novembro de 2023 e foi concluído em outubro de 2025, contando com o financiamento conjunto da American Library Association (ALA) e da Información Científica Internacional (ICI). Agora que a tradução para o espanhol foi lançada e está disponível para todos os catalogadores hispanofalantes, o caminho para dar continuidade ao trabalho já realizado torna-se mais claro. As próximas etapas concentram-se no treinamento para o uso do RDA Toolkit e na promoção de sua adoção e implementação em toda a América Latina. Essa questão será abordada futuramente com o desenvolvimento de um programa de treinamento. Por fim, considera-se fundamental que os catalogadores latino-americanos explorem o RDA Toolkit e se familiarizem com a ferramenta como etapa prévia à sua adoção e aplicação.

#RDA

Disponível em: https://journals.cilip.org.uk/catalogue-and-index/article/view/953

Mapeamento de tendências para o conceito de biblioteca pública como “terceiro lugar” por meio de revisão sistemática e análise de coocorrência / Infonomy

Mapeamento de tendências para o conceito de biblioteca pública como “terceiro lugar” por meio de revisão sistemática e análise de coocorrência / Infonomy

Em suma, a terminologia que envolve o conceito contemporâneo de biblioteca pública é vasta e está em constante evolução. Embora este estudo ofereça perspectivas valiosas, é importante reconhecer que as tendências identificadas podem sofrer alterações no futuro. Em vez de encarar essa situação como uma limitação, o estudo buscou fornecer uma estrutura terminológica organizada e uma base para pesquisas e reflexões sobre as bibliotecas públicas contemporâneas. Essa estrutura é adaptável e capaz de oferecer insights tanto descritivos quanto flexíveis em um ambiente de rápidas transformações.
Assim, este estudo serve como um ponto de partida exploratório que pode ser integrado a um programa de pesquisa mais amplo. Ele pode embasar futuras discussões sobre os conceitos de biblioteca pública e de “terceiro lugar”, ampliar o espectro terminológico e facilitar uma reflexão mais abrangente sobre o potencial das bibliotecas públicas para além das perspectivas tradicionais.

#BibliotecasPúblicas #TerceiroLugar #ProduçãoCientífica

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/143

Repositório digital fortalece a memória e amplia o acesso ao conhecimento produzido no Colégio Pedro II / CI Express

Repositório digital fortalece a memória e amplia o acesso ao conhecimento produzido no Colégio Pedro II / CI Express

O artigo “Implantação do Repositório Institucional Petrus no Colégio Pedro II: história, desenvolvimento e perspectivas”, de Priscila de Assunção Barreto Côrbo, Tatyana Marques de Macedo Cardoso, Douglas Felipe de Andrade, Simone Alves da Silva e Cristiane Almeida Rodrigues, apresenta a trajetória de criação do Repositório Institucional Petrus, plataforma lançada oficialmente em dezembro de 2024 para preservar, organizar e ampliar a visibilidade da produção intelectual do Colégio Pedro II. O estudo demonstra como a implantação do repositório representa um avanço estratégico para a preservação da memória institucional e para o fortalecimento das práticas de Ciência Aberta e Acesso Aberto no Brasil.

#Repositórios

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/reposit%C3%B3rio-digital-fortalece-a-mem%C3%B3ria-e-amplia-o-acesso-ao-conhecimento-produzido-no-col%C3%A9gio-pedro

Legitimada, mas não amada: o que os bibliotecários acadêmicos pensam sobre a IA / Scholarly Kitchen

Legitimada, mas não amada: o que os bibliotecários acadêmicos pensam sobre a IA / Scholarly Kitchen

Quando quase 90% dos bibliotecários acadêmicos dizem que a IA agora é reconhecida como uma ferramenta legítima em sua instituição, pode parecer que o debate foi resolvido. Em nossa recente pesquisa global com 311 bibliotecários em 31 países, esse foi de fato o número principal. Mas a legitimidade, ao que parece, não é o mesmo que entusiasmo – e os dados abaixo desse número contam uma história muito mais complicada. A aceitação no nível institucional não se traduz em convicção no nível pessoal.

De fato, em várias regiões, os bibliotecários se descreveram como mais cautelosos sobre a IA do que os administradores e a equipe acadêmica. Isso talvez não seja surpreendente: ao contrário dos administradores focados na implantação ou pesquisadores entusiasmados com novos recursos, os bibliotecários estão exclusivamente posicionados para ver os benefícios potenciais e as desvantagens práticas da tecnologia.

#IA #Bibliotecários

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/06/23/guest-post-legitimate-but-not-loved-what-academic-librarians-think-about-ai/

Práticas de ciência aberta em humanidades digitais: um estudo de caso na Universidade de Colônia / Acervo

Práticas de ciência aberta em humanidades digitais: um estudo de caso na Universidade de Colônia / Acervo

A ciência aberta é uma proposta alternativa a modelos tradicionais de produção científica, enquanto as humanidades digitais se configuram como um campo que combina métodos computacionais com humanidades. Descrevemos como as práticas de pesquisa em ciência aberta se relacionam com as de humanidades digitais. Os dados foram coletados por meio de questionários, entrevistas e observação direta. Os resultados sugerem que as práticas abertas estão disseminadas, mas ainda há que se avançar na adoção de seus valores.

#CiênciaAberta #HumanidadesDigitais

Disponível em: https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/2753

Sua faculdade precisa de um bibliotecário de IA? / The Chronicle of Higher Education

Sua faculdade precisa de um bibliotecário de IA? / The Chronicle of Higher Education

“Todos nós sabemos que temos uma responsabilidade muito especial neste momento”, disse Daniel D. Chamberlain, vice-diretor de bibliotecas, pesquisa e estratégias digitais do Dartmouth College. Ele contratou recentemente um “bibliotecário de inteligência artificial crítica” focado em apoiar estudantes e promover a alfabetização em IA, além de ajudar “nossas comunidades a compreender a mudança epistêmica decorrente de fontes de informação inferenciais e incertas”, segundo a descrição do cargo.

Somos os responsáveis ​​por garantir o acesso a recursos acadêmicos confiáveis. Refletimos muito sobre o que significa preservar o patrimônio cultural ao longo de décadas e séculos”, afirmou Chamberlain. Todas essas questões, segundo ele, ganham maior relevância neste momento em que a inteligência artificial se configura como uma transformação social, cultural, política e tecnológica mais ampla.

#BibliotecáriosDeIA #IALiteracy

via The Chronicle of Higher Education

Disponível em: https://www.chronicle.com/article/does-your-college-need-an-ai-librarian

Acesse em: https://archive.ph/SxxqT

As políticas públicas de incentivo à leitura e à leitura literária no Brasil / Biblos

As políticas públicas de incentivo à leitura e à leitura literária no Brasil / Biblos

Observa-se que, embora programas de incentivo tenham ampliado o acesso ao livro e à leitura, a formação de leitores literários ainda enfrenta desafios estruturais, especialmente no que se refere à valorização da literatura, à formação de mediadores de leitura e à continuidade das políticas públicas. Conclui-se que a democratização do acesso ao livro, embora necessária, não é suficiente para garantir a formação de leitores críticos, sendo imprescindível a articulação entre políticas públicas consistentes, práticas pedagógicas significativas e valorização da leitura literária no contexto escolar.

#PolíticasPúblicas #Leitura

Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/21359

Mitologia Bibliotecária: Sobre a Autoria do Primeiro Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas (1949) / Infonomy

Mitologia Bibliotecária: Sobre a Autoria do Primeiro Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas (1949) / Infonomy

Esta nota de pesquisa analisa a origem e a persistência desse erro historiográfico por meio de uma revisão de fontes primárias e secundárias. O texto examina o contexto institucional da colaboração entre a IFLA e a UNESCO no pós-guerra; apresenta evidências documentais que confirmam a autoria coletiva do documento — produzido pela Seção de Bibliotecas da UNESCO em cooperação com o Comitê de Bibliotecas Públicas da IFLA; propõe uma hipótese que atribui a confusão ao ensaio sobre bibliotecas que Maurois de fato escreveu para a UNESCO em 1961; e apresenta os resultados de um experimento com sistemas de IA generativa que ilustra como esse erro tem sido perpetuado no ecossistema de informação contemporâneo. A pesquisa conclui que restaurar a autoria coletiva e institucional do Manifesto de 1949 não é apenas um exercício de rigor historiográfico, mas um ato de justiça simbólica para a própria profissão bibliotecária.

#BibliotecasPúblicas #IFLA

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/146

Gestão de dados de pesquisa e Ciência Aberta / Código 31

Gestão de dados de pesquisa e Ciência Aberta / Código 31

Conclui-se que a gestão de dados pelos pesquisadores deve ocorrer por meio do PGD, que orienta as ações ao longo de todo o ciclo de vida dos dados, assegurando preservação, compartilhamento, acesso e reuso. Como contribuição, o estudo oferece orientações conceituais para a gestão de dados de pesquisa, ao detalhar as etapas do ciclo de vida e sua aplicação por meio do PGD, além de fornecer subsídios tanto para a prática de profissionais da informação quanto para o desenvolvimento de políticas institucionais.

#GestãoDeDadosDePesquisa #PlanoDeGestãoDeDados

Disponível em: https://revista.fumec.br/index.php/codigo31/article/view/10699

Todo mundo já usa IA na escola. Quase ninguém usa como método / Revista Educação

Todo mundo já usa IA na escola. Quase ninguém usa como método / Revista Educação

O Brasil é o país onde os estudantes mais usam inteligência artificial no mundo. Não é força de expressão: segundo o Adobe Digital Insights de 2025, lideramos a adoção global de IA entre estudantes, à frente até da Índia. Internamente, a pesquisa da Fundação Itaú confirma a escala — 84% dos estudantes brasileiros já usaram ferramentas de IA.

E não é só o aluno. A mesma pesquisa da Fundação Itaú aponta que 79% dos professores brasileiros já recorreram à IA.

Olhando esses números, parece que vencemos. Não vencemos. Lemos errado.

#EducaçãoBásica #Escolas #IA

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/06/19/todo-mundo-ja-usa-ia-na-escola/

Quando a ciência sai da estante / Jornal da USP

Quando a ciência sai da estante / Jornal da USP

Portanto, o que frequentemente faz a diferença não está apenas na ciência em si, mas também na eficiência das cadeias de tradução. Quando essas cadeias funcionam bem, ideias que poderiam passar despercebidas podem gerar consequências materiais de proporções consideráveis. Quando falham, mesmo as descobertas importantes permanecem incapazes de promover uma reorganização social significativa.

A pandemia de covid-19 mostrou isso de forma dramática. Nunca a humanidade produziu tanta informação científica em tão pouco tempo. Sequenciamento genético, epidemiologia, imunologia e modelagem matemática avançaram de forma extraordinária. Mas a circulação desse conhecimento encontrou sistemas sociais profundamente fragmentados.

(…) Talvez seja justamente aqui que a ciência da informação, a semiótica e os sistemas complexos se tornem fundamentais para o século 21.

#DivulgaçãoCientífica #Ciência #Universidades

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/quando-a-ciencia-sai-da-estante/