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Revisão sistemática da literatura em bases científicas: aplicabilidades em Ciência da Informação / Ideia Editora

Revisão sistemática da literatura em bases científicas: aplicabilidades em Ciência da Informação / Ideia Editora

Ao abordar a Revisão Sistemática da Literatura (RSL) como instrumento científico rigoroso e reprodutível, os organizadores demonstram sensibilidade diante de uma das maiores demandas da pesquisa atual: transformar o excesso informacional em conhecimento estruturado, confiável e socialmente útil. Mais do que reunir estudos, a RSL permite identificar lacunas, tendências emergentes, redes conceituais e caminhos investigativos ainda pouco explorados, fortalecendo a maturidade epistemológica dos campos científicos.

#RevisãoSistemática

Disponível em: https://www.ideiaeditora.com.br/produto/revisao-sistematica-da-literatura-em-bases-cientificas-aplicabilidades-em-ciencia-da-informacao-wagner-junqueira-de-araujo-adelaide-helena-targino-casimiro-organizadores/

A materialização conceitual do termo para a pesquisa socioterminológica aplicada ao domínio do transtorno do espectro autista (TEA) / PPGCI – UEL

A materialização conceitual do termo para a pesquisa socioterminológica aplicada ao domínio do transtorno do espectro autista (TEA) / PPGCI – UEL

Os resultados da pesquisa demonstram 43 fichas terminológicas e um glossário sistêmico. Conclui-se que a materialização conceitual através do termo é obtida por meio da abstração do fenômeno presente nas garantias literárias exploradas no estudo socioterminológico. Além disso, o estudo utiliza a socioterminologia e os conceitos de Boaventura de Sousa Santos para validar os saberes da experiência no TEA contra o monopólio técnico-científico, buscando a despatologização do autismo e transformando a linguagem em ferramenta de inclusão e empatia, reconhecendo a legitimidade da neurodiversidade através do vocabulário.

#Autismo #Terminologia

Disponível em: https://repositorio.uel.br/items/f9d30126-aa43-441b-a3ac-603f4e8ad73a

A cadeia alimentar das revistas predatórias / Pesquisa Fapesp

A cadeia alimentar das revistas predatórias / Pesquisa Fapesp

Talvez você queira ser creditado como o criador de um “biorreator de membrana baseado em inteligência artificial para tratamento de esgoto”. Ou, quem sabe, de um “robô humanoide com aplicações industriais”. Pois se de um lado temos revistas predatórias que aceitam artigos sem muitos critérios, do outro há fábricas de artigos científicos (as paper mills) prolíficas e com um portfólio de falcatruas cada vez mais extenso. Uma reportagem do The Guardian publicada em agosto divulgou o trabalho do matemático Reese Richardson, que localizou, entre 2020 e 2026, mais de 18 mil anúncios em redes como WhatsApp, Telegram e Facebook com propostas para inflar o currículo de cientistas.

Foram identificadas 14 diferentes categorias de produtos, que vão das conhecidas ofertas para inserir artificialmente nomes em estudos falsos até a possibilidade de entrar como detentor de uma patente — a propósito, os exemplos acima são verdadeiros. A IP Australia, órgão do governo australiano onde essas patentes foram depositadas, afirmou que está aberta a analisar suspeitas de desvios, mas que não existem evidências de que a organização vem sendo usada em larga escala para esse tipo de fraude.

#RevistasPredatórias #FábricasDePapers

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-cadeia-alimentar-das-revistas-predatorias/

A personalidade das LLMs: A evolução da inteligência artificial do aprendizado de máquina ao treinamento humano / Jornal da USP

A personalidade das LLMs: A evolução da inteligência artificial do aprendizado de máquina ao treinamento humano / Jornal da USP

O autor esclarece que, embora o treinamento inicial na previsão de palavras possa dar a impressão de que as LLMs são apenas “papagaios estocásticos”, é na segunda fase de aprendizado — o reforço com feedback humano — que elas desenvolvem particularidades, comportamentos e até nichos de especialização técnica (como programação ou design).

Contudo, essa etapa humana insere vieses intencionais e “personalidades” nas ferramentas, refletindo a visão de mundo, os valores políticos e os interesses econômicos das empresas ou países que as financiam, além de incentivar uma postura bajuladora para garantir o engajamento dos usuários.

#LLMs #IA #MachineLearning

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-personalidade-das-llms/

Viés da IA ​​generativa contra a novidade científica / Scientometrics

Viés da IA ​​generativa contra a novidade científica: um alerta a partir de uma avaliação de propostas de pesquisa com amostra reduzida / Scientometrics

Utilizando o GPT-4o, geramos decisões de financiamento baseadas em IA por meio de comparações pareadas dentro de cada área, agregadas em classificações por área, simulando um processo de seleção competitivo. As decisões de financiamento baseadas em IA coincidiram com as decisões humanas em 60% dos casos. A regressão logística condicional com efeitos fixos por área mostra que, entre as quatro dimensões de avaliação, a novidade é a única significativamente associada à discordância. Análises logit condicionais e multinomiais mostram, ainda, que a novidade prediz sistematicamente a direção da discordância. Propostas avaliadas como mais inovadoras por revisores humanos têm uma probabilidade substancialmente maior de serem financiadas por humanos e não pelo LLM. O padrão observado é consistente com uma tendência conservadora na avaliação baseada em LLMs, refletindo potencialmente a lógica estatística de previsão do próximo token (unidade de texto) treinada com base em produções científicas anteriores.

#Financiamento #LLMs #AvaliaçãoPorPares

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05792-x

Soberania se constrói com ciência / Jornal da Ciência

Soberania se constrói com ciência / Jornal da Ciência

A SBPC mantém, como sempre, sua independência político-partidária. O Observatório não apoia, recomenda ou se opõe a candidaturas. Seu papel é oferecer informação, promover o debate e dar transparência aos compromissos assumidos. Queremos que ciência, tecnologia e inovação sejam discutidas nas eleições com propostas, metas, recursos e responsabilidades claramente apresentados à sociedade.

Convidamos a comunidade científica e toda a sociedade a participar. Conheçam as propostas, consultem as adesões, enviem perguntas e levem esse debate às candidaturas de seus estados. Às candidatas e aos candidatos, o convite é igualmente aberto: conheçam a agenda construída pela comunidade científica, dialoguem conosco e assumam publicamente os compromissos que estiverem de acordo com seus projetos para o País.

#Eleições #CiênciaBrasileira

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-soberania-se-constroi-com-ciencia/

Representação semântica de cadernos abertos de pesquisa / TPBCI

Representação semântica de cadernos abertos de pesquisa: aplicação do padrão de metadados Data Documentation Initiative (DDI) / TPBCI

Os cadernos de pesquisa, ou notebook science, também denominados de cadernos de laboratório eletrônicos (ELNs), são instrumentos de anotações de dados, principalmente experimentais, gerados em laboratórios, para fundamentar as publicações científicas, que são divulgadas normalmente em suas configurações finais, seja no formato de teses ou dissertações, publicações de livros, artigos de periódicos e comunicações de congressos. Para Schnell (2019), o caderno de laboratório registra as hipóteses, experimentos e análises iniciais ou interpretações dos experimentos; e serve como um registro legal de propriedades das ideias e resultados obtidos por um cientista.

#CadernoAbertoDeLaboratório #DadosDePesquisa #Metadados

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/826

A perspectivas sociocultural na curadoria digital de patrimônios culturais – Entrevista com Maria Ligia Triques / Divulga-CI

A perspectivas sociocultural na curadoria digital de patrimônios culturais – Entrevista com Maria Ligia Triques / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Profa. Maria Lígia Triques, doutora em Ciência da Informação pela Universidade Estadual de Londrina. Em sua tese, Maria Lígia analisou a perspectiva sociocultural na organização e representação da informação e do conhecimento aplicada à curadoria digital de patrimônios culturais. Na entrevista, conheça mais sobre a construção da tese, seus desafios e as contribuições da pesquisadora.

#PatrimônioCultural #CuradoriaDigital #Entrevista

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-08-ago-2026/a-perspectivas-sociocultural-na-curadoria-digital-de-patrimonios-culturais-entrevista-com-maria-ligia-triques/

RAG na Ciência da Informação: O que precisamos saber? / Advances in Knowledge Representation

RAG na Ciência da Informação: O que precisamos saber? / Advances in Knowledge Representation

Esta pesquisa teve como objetivo investigar como a técnica RAG tem sido implementada e utilizada atualmente — em 2026 — sob a ótica da organização e representação da informação, por meio de uma revisão da literatura acadêmica e científica. Observou-se que o RAG é uma técnica amplamente utilizada em diversas áreas; contudo, na Ciência da Informação, permanece relativamente pouco comum, apesar de os fundamentos da área — organização, representação e recuperação da informação — alinharem-se a essa técnica, o que justifica uma nova perspectiva para aproximar a área de técnicas computacionais relacionadas à Recuperação da Informação.

#RAG #RecuperaçãoDaInformação

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/advances-kr/article/view/67585


Da desinformação à competência informacional nas bibliotecas / Item

Da desinformação à competência informacional nas bibliotecas / Item

Pessoalmente, acredito que o papel das bibliotecas deve ir além de uma capacitação predominantemente técnica, para se concentrar no desenvolvimento do senso crítico. Pretendo deslocar o foco centrado no instrumental e no digital para o pensamento crítico e criativo, incidindo mais sobre o “para quê” do que sobre o “como”.

É necessário dar um passo além da simples instrumentalização da tecnologia e concentrar-se não apenas no “fazer”, mas também no “saber fazer”, desenvolvendo atividades que contribuam para o fortalecimento de capacidades criativas associadas à produção de conteúdo. Essas atividades ajudam a compreender e internalizar os processos envolvidos na seleção dos conteúdos, das fontes e da apresentação final da informação e constituem, em última análise, um excelente treinamento contra a desinformação.

#Desinformação #CoInfo #Bibliotecas

Disponível em: https://raco.cat/index.php/Item/article/view/9900245

Reconfiguração da representação descritiva da informação em ecossistemas informacionais digitais: interoperabilidade, automação e inteligência artificial / Advances in Knowledge Representation

Reconfiguração da representação descritiva da informação em ecossistemas informacionais digitais: interoperabilidade, automação e inteligência artificial / Advances in Knowledge Representation

As análises sugerem que a automação, a interoperabilidade e a inteligência artificial não promovem uma ruptura com os fundamentos da representação descritiva, mas reconfiguram os modelos, instrumentos e práticas por meio dos quais esses fundamentos são operacionalizados em ambientes digitais. Como contribuição, o artigo propõe compreender a representação descritiva não como um campo em declínio diante das tecnologias emergentes, mas como um domínio em transformação, cuja relevância se amplia à medida que cresce a necessidade de estruturas semânticas, metadados interoperáveis ​​e processos de mediação que sustentem ambientes informacionais cada vez mais complexos e conectados.

#Catalogação #Interoperabilidade #IA

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/advances-kr/article/view/67063

Uso da IA ​​na The Scholarly Kitchen / The Scholarly Kitchen

Uso da IA ​​na The Scholarly Kitchen / The Scholarly Kitchen

Preocupa-me que o uso de ferramentas de escrita com IA leve a uma produção de textos muito mais monótonos e medíocres, todos iguais. Os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs, na sigla em inglês) são máquinas de previsão de palavras — suas respostas baseiam-se na previsão da próxima palavra mais provável em uma sequência. Assim, eles tendem a homogeneizar a qualidade dos textos. Isso provavelmente é bom se você for um escritor abaixo da média e a ferramenta melhorar a qualidade da sua produção. Mas não é tão bom se você for um escritor acima da média, pois a ferramenta rebaixa seu nível, elimina seu estilo pessoal e torna sua escrita mais insossa. Na escrita, assim como na pesquisa, há muito valor nos casos atípicos e nos extremos, e forçar tudo a se encaixar no meio da curva normal significa muita homogeneidade e muitas descobertas perdidas.

#IA #EscritaAcadêmica

via The Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/08/27/ai-use-in-the-scholarly-kitchen/