Home

Leitura por opção, sem obrigação / Leitura e Contexto

Leitura por opção, sem obrigação / Leitura e Contexto

Já Daniel Pennac, no livro Como um romance, diz que ​”O verbo ler não tolera o imperativo. É um tédio que compartilha com alguns outros: o verbo ‘amar’… o verbo ‘sonhar’.” Ele defende os ‘direitos do leitor’, como o direito de ler qualquer coisa e o de não terminar um livro. (…) Portanto, a clareza e a autonomia do leitor juntamente com a mediação informativa sem imposição e a biblioteca escolar com todos os seus recursos físicos, humanos e tecnológicos, trazendo um espaço vivo e acolhedor, são fundamentais para a formação de leitores.

#Leitura

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/08/leitura-por-opcao-sem-obrigacao.html

“O livro, para a gente, não é uma mercadoria. É o resultado histórico de uma comunidade” –  Entrevista com Rafael Limongelli, co-idealizador da FLIPEI / O Odisseu

“O livro, para a gente, não é uma mercadoria. É o resultado histórico de uma comunidade” –  Entrevista com Rafael Limongelli, co-idealizador da FLIPEI / O Odisseu

“O livro não é uma mercadoria, uma commodity. O livro é um lugar de encontro, de cristalização do bem comum, de construção comunitária. A gente vem tentando, nos últimos anos, pensar que a nossa ação em relação a transformações macropolíticas vem dessa frente ampla de defesa do livro”. – Rafael Limongelli.

#Leitura

via Odisseu

Disponível em: https://oodisseu.com.br/o-livro-para-a-gente-nao-e-uma-mercadoria-entrevista-com-rafael-limongelli-flipei/

Claude lança marca d’água invisível em textos para identificar conteúdo gerado por IA / Infomoney

Claude lança marca d’água invisível em textos para identificar conteúdo gerado por IA / Infomoney

A partir dos modelos lançados em ou após 2 de agosto, a Anthropic afirma que está incorporando um sinal imperceptível e legível por máquina diretamente nos textos gerados pelo Claude. As pessoas não conseguirão vê-lo, e a empresa diz que ele não afetará a qualidade nem a legibilidade. Mas ele foi projetado para acompanhar o texto quando você copia e cola, e pode até sobreviver a algumas edições. (Uma reescrita pesada ou uma tradução pode eliminá-lo, porém.)

Como a marca d’água está no nível do modelo, ela acompanha o resultado do Claude em todos os lugares e aparecerá quando os usuários interagirem com o Claude pelo chatbot, pela API e até por ferramentas como o Claude Code. As imagens também receberão uma marca d’água que indica que o Claude processou o arquivo e sinaliza se alguém o adulterou desde então.

#Claude #IA

via Infomoney

Disponível em: https://www.infomoney.com.br/business/global/claude-lanca-marca-dagua-invisivel-em-textos-para-identificar-conteudo-gerado-por-ia/

Violência contra a mulher cresce 28,9% em dias de jogos de futebol, aponta estudo / Exame

Violência contra a mulher cresce 28,9% em dias de jogos de futebol, aponta estudo / Exame

Os casos de violência contra as mulheres chegam a subir até 28,9% em dias de jogos de futebol, enquanto as ocorrências de ameaças registram alta de 27,4% na comparação com dias sem partidas. A informação é da segunda edição da pesquisa “Futebol e violência contra a mulher”, divulgada nesta terça-feira, 11, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (…)

Entre mulheres de 15 a 29 anos, os casos de ameaças e lesões corporais subiram 44% nos dias de jogos, sendo o principal grupo de vítimas. O aumento nos registros superou o observado entre 2015 e 2018, na primeira edição do estudo. Na época, os dias de jogos marcavam 23,7% de alta em ameaças (3,7 pontos percentuais abaixo da média desta edição) e de 20,8% em lesões corporais intencionais (8 pontos percentuais menor).

via Exame

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://exame.com/brasil/violencia-contra-a-mulher-cresce-289-em-dias-de-jogos-de-futebol-aponta-estudo/

Agentes de IA e serviços de referência: a promessa da quinta revolução industrial nas bibliotecas / Business Information Review

Agentes de IA e serviços de referência: a promessa da quinta revolução industrial nas bibliotecas / Business Information Review

A revisão indica que a IA agentica pode aprimorar significativamente os serviços de referência por meio de busca autônoma de literatura, suporte personalizado à pesquisa, descoberta inteligente de conhecimento, assistência multilíngue e resolução de consultas complexas. No entanto, questões relacionadas a vieses algorítmicos, alucinação, transparência, privacidade de dados, propriedade intelectual e responsabilidade profissional exigem uma governança cuidadosa. O artigo argumenta que uma implementação bem-sucedida depende de letramento em IA, supervisão ética, colaboração entre humanos e IA, estruturas de governança institucional, acesso equitativo e avaliação contínua. O texto apresenta uma estrutura estratégica para o avanço de serviços de referência inovadores, éticos e sustentáveis, habilitados por IA.

#IA #Bibliotecas #ServiçoDeReferência #AgentesDeIA

Disponível em: https://doi.org/10.1177/02663821261475992

Tornar postagens de blog capturáveis ​​pelo Zotero e preservar a capitalização nos campos de citação / Martin Paul Eve

Tornar postagens de blog capturáveis ​​pelo Zotero e preservar a capitalização nos campos de citação / Martin Paul Eve

Este é um post rápido de “como fazer” porque aprendi algo sobre o Zotero. Quero que as postagens deste site sejam facilmente citáveis. O nome do site que eu gostaria de usar nas citações é “eve.gd: Martin Paul Eve”. Mas aqui está o problema: quando você usa isso como título de blog (ou título de site) e depois tenta citá-lo em um documento, o CSL o reformata para o formato feio “Eve.Gd: Martin Paul Eve”. Enfim, descobri como resolver isso!

#Zotero #WordPress

via Martin Paul Eve

Disponível em: https://eve.gd/2026/06/23/making-blog-posts-harvestable-by-zotero-and-preserving-case-in-citation-fields/

Entre livros e dedicatórias, Rachel de Queiroz e Manuel Bandeira revelam laços de uma geração literária / Divulga-CI

Entre livros e dedicatórias, Rachel de Queiroz e Manuel Bandeira revelam laços de uma geração literária / Divulga-CI

Pesquisa da Universidade Federal do Ceará revela relações de amizade, sociabilidade e memória preservadas na literatura brasileira do século XX.
Conheça a dissertação “Rede de afeto e memórias: uma análise de conteúdo das dedicatórias manuscritas entre Rachel de Queiroz e Manuel Bandeira”, de Ana Wanessa Barroso Bastos (2024), orientada pelo Prof. Dr. Jefferson Veras Nunes.

#Literatura

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/entre-livros-e-dedicatorias-rachel-de-queiroz-e-manuel-bandeira-revelam-lacos-de-uma-geracao-literaria/

Fascismo em rede: por que o conhecimento se tornou alvo de ataques? / Jornal da USP

Fascismo em rede: por que o conhecimento se tornou alvo de ataques? / Jornal da USP

“As instituições de ensino superior, especialmente aquelas voltadas às ciências humanas, vêm sendo, há décadas, alvo de discursos que as acusam de promover doutrinação ideológica de esquerda”, afirma Marcelo de Trói, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e primeiro autor do artigo. Segundo o pesquisador, esse tipo de narrativa procura deslegitimar a produção do conhecimento científico ao apresentar universidades, professores e pesquisadores como agentes de um projeto político-partidário. Na avaliação de Trói, esse discurso ganhou força nos últimos anos com a ampliação das redes sociais e passou a alimentar ações de confronto contra instituições acadêmicas, transformando os campi universitários em alvos de mobilizações de grupos de extrema-direita.

#DiscursoDeÓdio #USP #MídiasSociais

Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/fascismo-em-rede-por-que-o-conhecimento-se-tornou-alvo-de-ataques/

A Grokipedia parou de revisar edições em abril. Não avisou ninguém / Lawfare

A Grokipedia parou de revisar edições em abril. Não avisou ninguém / Lawfare

Sistemas de referência gerados por inteligência artificial (IA) estão a caminho de se tornar uma parte significativa da infraestrutura do conhecimento público. A Grokipedia — a enciclopédia que a xAI lançou em outubro de 2025 como uma alternativa à Wikipédia escrita por máquinas — é o exemplo atual mais claro disso: seus verbetes são redigidos e mantidos por um modelo de linguagem de grande porte que decide não apenas o que escrever, mas também quando editar a si mesmo.

É por isso que é relevante o fato de a Grokipedia aparentemente não ter atualizado nenhum artigo desde 24 de abril. A enciclopédia parou de editar a si mesma e de processar sugestões de edição feitas por humanos. Pelo que se pode constatar, nenhum verbete sofreu alterações há mais de três meses.

#Grokipedia

Disponível em: https://www.lawfaremedia.org/article/grokipedia-stopped-reviewing-edits-in-april.-it-didn-t-tell-anyone

A internet era alugada / B9

A internet era alugada: O Google segue lendo o nosso site. Só parou de mandar gente / B9

O acordo era simples, e mesmo sem ninguém nunca ter assinado nada, a gente obedecia. O Google entrava no site, organizava o que a gente publicava e, em troca, mandava audiência. Hoje ele continua entrando, continua lendo, continua usando. Só que, em vez de mandar a pessoa pra cá, entrega uma respostinha pronta.

#Google

via B9

Disponível em: https://www.b9.com.br/a-internet-era-alugada/

Código de Ética de Catalogação / ALA

Código de Ética de Catalogação / ALA

O termo ética da catalogação é definido como um conjunto de princípios e valores que fornecem
uma estrutura de tomada de decisão intencional para aqueles que trabalham em cargos de
catalogação ou metadados.
Um subconjunto da biblioteconomia crítica, a catalogação crítica concentra-se em compreender
e mudar a forma como as organizações de conhecimento codificam os sistemas de opressão.
O termo catalogador é usado como abreviação para se referir a qualquer pessoa envolvida no
trabalho de catalogação e criação de metadados.

(Tradução para o português (Brasil) por Zaira Regina Zafalon e Isabel Cristina Ayres da Silva
Maringelli.)

#Catalogação #CódigoDeÉticaProfissional

Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1PvXtZMrG-5KGqSAkYK80_WxYQY99d7Jo/view

Metodologias de Análise de Assunto / BRAJIS

Metodologias de Análise de Assunto: mapeamento e sistematização das abordagens / BRAJIS

O levantamento bibliográfico identificou 144 documentos, dos quais 53 compuseram o corpus analítico destinado à sistematização das metodologias, enquanto outros 13 foram utilizados para complementar a fundamentação teórica e a discussão dos resultados. As metodologias foram examinadas segundo quatro dimensões analíticas: fundamentos teóricos, estratégias metodológicas, operacionalidade e aplicabilidade, e contribuições e limitações, sendo posteriormente agrupadas em seis abordagens predominantes: heurísticas empíricas, relacionais, cognitivas, construcionistas, normativas e observacionais. A análise evidencia que a evolução dessas propostas acompanha as transformações epistemológicas da Organização do Conhecimento e demonstra que nenhuma metodologia, isoladamente, contempla a complexidade da análise de assunto. Ao reunir e analisar criticamente essas propostas, o estudo oferece um panorama das principais metodologias de análise de assunto e fornece subsídios para futuras pesquisas e para o aperfeiçoamento das práticas de indexação.

#Indexação

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/18468