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A transparência de custos não entra em conflito com os valores da biblioteca. Pelo contrário, pode nos ajudar a defendê-los / Katina

A transparência de custos não entra em conflito com os valores da biblioteca. Pelo contrário, pode nos ajudar a defendê-los / Katina

O valor que as bibliotecas trazem para a atividade de pesquisa é mais intrínseco, técnico e essencial para a conformidade do que nunca. Para proteger nosso financiamento, precisamos ser capazes de explicar o custo de nossos serviços.

A biblioteca universitária atual oferece suporte a praticamente todas as fases do ciclo de vida da pesquisa, incluindo revisões sistemáticas e síntese de evidências, planejamento de gerenciamento de dados, conformidade com o acesso aberto, serviços de informação para pesquisa, apoio à publicação e depósito e curadoria de dados. Essas são responsabilidades especializadas, orientadas pela conformidade e em constante expansão. E não se tratam apenas de serviços de apoio; são infraestrutura essencial para a pesquisa, tão fundamentais para um projeto financiado quanto equipamentos de laboratório ou pessoal. Os pesquisadores que dependem dessa infraestrutura realizam um trabalho sério: combatem doenças, modelam ecossistemas e formam a próxima geração de cientistas. A biblioteca é o tecido conjuntivo dessa empreitada.

#ImpactoDasBibliotecas #GovernoTrump

via Katina

Disponível em: https://katinamagazine.org/content/article/future-of-work/2026/cost-transparency-library-values

Fazendo o conhecimento florescer, da Ciência Aberta à Ciência Responsável / SciELO em Perspectiva

Fazendo o conhecimento florescer, da Ciência Aberta à Ciência Responsável / SciELO em Perspectiva

O artigo Ciência Aberta e Ciência Responsável, publicado na Revista De Administração Contemporânea (vol. 30, no. 1, 2026), discute os benefícios e disfunções da ciência aberta, sugerindo como mitigá-las pela prática da ciência responsável. Na origem da reflexão de que trata o artigo encontra-se uma questão de ordem prática vivenciada pelas autoras recentemente – localizar um instrumento utilizado em um estudo publicado – evidenciou o estado precário de um dos pilares da ciência aberta, a transparência no fazer científico. É fato que a prática da ciência aberta pode reduzir a incidência de comportamentos reprováveis que podem prejudicar a legitimidade da ciência perante a sociedade.

#CiênciaAberta #CiênciaResponsável

via SciELO em Perspectiva

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2026/06/16/fazendo-o-conhecimento-florescer-da-ciencia-aberta-a-ciencia-responsavel/

Desbaste x descarte / Leitura e Contexto

Desbaste x descarte / Leitura e Contexto

Desbaste e descarte em bibliotecas são atividades distintas, fundamentais para o desenvolvimento e a manutenção de coleções bibliográficas atualizadas, úteis e alinhadas às necessidades dos usuários e aos objetivos da instituição. (…)

Toda biblioteca deve estar de olho nessas duas atividades, pois ambas contribuem para melhorar a gestão da coleção da seguinte forma:

  • mantêm o acervo atualizado e relevante;
  • otimizam o espaço físico disponível;
  • facilitam a localização dos materiais pelos usuários;
  • direcionam recursos para a aquisição de obras mais adequadas às demandas informacionais.

Portanto, tanto o desbaste como o descarte não representam a perda de patrimônio bibliográfico, mas sim ações estratégicas de gestão que garantem a qualidade, a eficiência e a atualidade do acervo da biblioteca.

#Descarte #FormaçãoDeColeções

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/06/desbaste-x-descarte.html

Por que as livrarias em Seul estão se tornando os novos pontos de encontro mais badalados? / 1000 libraries

Por que as livrarias em Seul estão se tornando os novos pontos de encontro mais badalados? / 1000 libraries

Jovens começaram a visitar livrarias deliberadamente, na esperança de conhecer alguém atraente. Vídeos nas redes sociais mostrando pessoas “esperando para serem abordadas” em livrarias explodiram online, especialmente no Instagram e no Threads. Um vídeo viral filmado dentro da filial da Kyobo em Gwanghwamun teria alcançado quase dois milhões de visualizações.

Agora existem “seções quentes” não oficiais dentro das livrarias, onde pretendentes românticos supostamente permanecem mais tempo do que o necessário. Livros de finanças pessoais passaram a ser associados a homens ambiciosos. Seções de literatura atraem o público artístico. Prateleiras de filosofia aparentemente sinalizam profundidade e inteligência emocional.

Para algumas pessoas, a transformação das livrarias em espaços sociais parece algo empolgante e moderno. Para outras, parece invasivo. Há também uma crescente preocupação de que as livrarias estejam se transformando em palcos para redes sociais em vez de ambientes de leitura propriamente ditos. Vídeos virais agora mostram criadores gravando “desafios de retirada de livros em livrarias” e dando dicas estratégicas sobre onde ficar para chamar a atenção.

#Livrarias

via 1000 libraries

Disponível em: https://magazine.1000libraries.com/why-bookstores-in-seoul-are-becoming-the-hottest-new-dating-spots/

Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026 / Tilt – UOL

Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026 / Tilt – UOL

As únicas faixas etárias para as quais a televisão continua sendo a principal fonte de informação são de 45 a 54 anos e acima de 55 anos. Já os sites e aplicativos da mídia tradicional não são citados como principal via de informação por nenhum grupo de idade.

Apenas 17% dos entrevistados afirmam pagar por informação online, e uma grande parcela do mercado publicitário é captada pelas grandes empresas de tecnologia, em detrimento dos veículos tradicionais.

via Tilt – UOL

#ConsumoDeInformação

Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/afp/2026/06/16/redes-sociais-e-videos-superam-midia-tradicional-como-fonte-de-informacao-em-2026.htm

Saúde mental: “Não é papel do educador diagnosticar nada” / Revista Educação

Saúde mental: “Não é papel do educador diagnosticar nada” / Revista Educação

(…) o papel do educador é o de estar presente no momento, de estar atento às características do aluno, atento à necessidade de acolhimento que esse aluno pode necessitar em determinadas situações — o que já é importante no quesito de promoção da saúde.

É ainda papel do educador identificar padrões de autocuidado que possam ser interessantes, uma vez que ele é, de certa forma, um porto seguro do aluno, o auxiliando na autorregulação. Um educador com mais informações consegue identificar níveis de sofrimento que o aluno apresenta. Por exemplo, de uma hora para outra o aluno pode se isolar, ficar mais agitado, mudar a postura na apresentação de um trabalho, demonstrar queda na produtividade em sala da de aula, ou evadir.

#Escolas #Professores #SaúdeMental

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/06/16/saude-mental-nao-e-papel-do-educador-diagnosticar/

A biblioteca para além da biblioteca: reformulando a proposta de valor da biblioteca para alcançar visibilidade e impacto / OCLC Research

A biblioteca para além da biblioteca: reformulando a proposta de valor da biblioteca para alcançar visibilidade e impacto / OCLC Research

Uma conclusão extraída do nosso processo de desenvolvimento da estrutura “Biblioteca Além da Biblioteca” é que a agilidade é a palavra de ordem do futuro. As bibliotecas operam em ambientes voláteis, incertos, complexos e ambíguos que exigem agilidade. À medida que as prioridades institucionais, as tecnologias e as necessidades dos usuários evoluem, as bibliotecas devem avaliar e recalibrar continuamente seus serviços, reduzindo alguns e expandindo outros. Para criar configurações operacionais flexíveis que atendam às necessidades em constante evolução, as bibliotecas podem precisar aproveitar novas parcerias no campus e formalizar as existentes. A agilidade também se estende à narrativa: à medida que os serviços e a expertise da biblioteca evoluem, sua proposta de valor mudará, exigindo novas narrativas.

Há custos em levar a biblioteca além da biblioteca — a mudança requer investimento. Mas, como nossas conversas com líderes de bibliotecas destacaram, também há custos em ficar parado. Bibliotecas que não se alinham às prioridades institucionais correm o risco de ter sua relevância, impacto e influência diminuídos dentro da universidade, afetando potencialmente o quadro de funcionários e os orçamentos futuros. Aquelas que estabelecem serviços de apoio à pesquisa isoladamente de outras unidades do campus correm o risco de operar em uma escala subótima, com alcance limitado de usuários, prejudicando tanto a eficiência quanto a eficácia.

#BibliotecasUniversitárias #ImpactoDasBibliotecas #Tendêncidas #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://www.oclc.org/content/dam/research/publications/2026/library-beyond-the-library/library-beyond-the-library_usletter.pdf

O que as bibliotecas realmente fazem / Libraries as Epistemic Institutions

O que as bibliotecas realmente fazem / Libraries as Epistemic Institutions

A proliferação de ferramentas de IA na pesquisa e na busca de informações não exige que as bibliotecas se tornem algo novo. Exige que as bibliotecas sejam, de forma mais completa, aquilo que Shera e Egan descreveram há sete décadas. (…) As bibliotecas que se entendem como infraestrutura epistêmica, como sistemas que tornam certos tipos de conhecimento possíveis para suas comunidades, estão em posição de realizar esse trabalho. As bibliotecas que se entendem principalmente como pontos de acesso ao conteúdo têm mais dificuldade em articular por que são importantes quando o acesso se tornou fácil e onipresente.

Para os bibliotecários que estão lendo isto: é por isso que o trabalho que vocês já realizam é ​​filosoficamente sério, e não apenas prático. Para os administradores e líderes institucionais presentes: entender as bibliotecas como infraestrutura epistêmica muda o verdadeiro significado das decisões tomadas a respeito delas.

#Bibliotecas

Disponível em: https://laurenpressley.com/library/2026/03/23/what-libraries-actually-do/

Liberdade acadêmica é a chave para a vitória; mandato de acesso aberto na Alemanha é declarado inconstitucional / Scholarly Kitchen

Liberdade acadêmica é a chave para a vitória; mandato de acesso aberto na Alemanha é declarado inconstitucional / Scholarly Kitchen

Como observou o Tribunal de Baden-Württemberg, uma coisa é a Lei de Direitos Autorais Secundários (SPR) impedir que os autores cedam seus direitos exclusivamente às editoras, e outra bem diferente é exigir o exercício desses direitos como condição para emprego ou vínculo empregatício. Conforme declarado no comunicado de imprensa em inglês do Tribunal: “O fato de os destinatários da disposição se limitarem a pessoas ligadas ao ensino superior não altera o fato de que as pessoas afetadas são instadas a exercer seus direitos legais de publicação secundária, que lhes pertencem como autores dos artigos acadêmicos relevantes”. Independentemente das intenções, a SPR contribuirá principalmente para a degradação do registro científico. Ela não direciona o leitor à versão oficial do registro. Compete com o acesso aberto como uma via falha para o acesso aberto. Cria riscos de controle de versão. E aumenta a probabilidade de uso indiscriminado em sistemas de inteligência artificial.

#DireitosAutorais #AcessoAberto #Alemanha

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/06/16/academic-freedom-for-the-win-open-access-mandate-in-germany-declared-unconstitutional/

O que o cruzamento entre dados cientométricos e a Plataforma Lattes revela sobre a ciência nacional? / Jornal da USP

O que o cruzamento entre dados cientométricos e a Plataforma Lattes revela sobre a ciência nacional? / Jornal da USP

A primeira informação que salta aos olhos é que, embora o Brasil represente cerca de 2,7% da população mundial, quando se analisam os artigos publicados de 1960 até o presente, o Brasil participa com apenas 0,43% dos pesquisadores listados. Quando o recorte é feito apenas nos anos da análise (2019-2023), esse número sobe para 0,577% dos pesquisadores. Em outras palavras: nossa participação entre os pesquisadores mais influentes do mundo é proporcionalmente menor do que seria esperado para um país do nosso tamanho.

Também encontramos uma forte concentração da produção científica brasileira a depender da área e subárea. Das 20 áreas avaliadas, três delas não apresentam pesquisadores brasileiros e das 174 subáreas avaliadas, mais de 100 ou não têm pesquisadores brasileiros ou seu número é expressivamente pequeno em relação ao potencial brasileiro.

#CiênciaBrasileira

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/o-que-o-cruzamento-entre-dados-cientometricos-e-a-plataforma-lattes-revela-sobre-a-ciencia-nacional/

Dois tipos de ex-líbris: gravura ou carimbo? / Ex-Libris

Dois tipos de ex-líbris: gravura ou carimbo? / Ex-Libris

O ex-líbris em formato de gravura ou etiqueta é o mais tradicional. Sua origem remonta às primeiras marcas de propriedade produzidas por meio da xilogravura, técnica utilizada nos primórdios do ex-librismo. Esses exemplares eram amplamente empregados por nobres, religiosos e grandes colecionadores de livros. Além de identificarem a posse da obra, tornaram-se verdadeiras peças de arte e, por isso, são muito valorizados pelos colecionadores, que buscam exemplares raros e de grande qualidade artística.

Já o ex-líbris em carimbo tornou-se uma opção bastante popular nos dias atuais. Sua principal vantagem é a praticidade: pode ser aplicado diretamente no livro, possui menor custo de produção e é mais acessível para quem deseja marcar sua biblioteca pessoal. Essa alternativa atende perfeitamente à função principal do ex-líbris, que é identificar o proprietário da obra.

#ExLibris

via Ex-Libris

Disponível em: https://www.cacadoradeexlibris.com/post/dois-tipos-de-ex-l%C3%ADbris-gravura-ou-carimbo

Junho traz campanha inédita do Iphan em homenagem ao forró, nosso patrimônio / IPHAN

Junho traz campanha inédita do Iphan em homenagem ao forró, nosso patrimônio / IPHAN

Ao longo de todo o mês de junho, o Iphan homenageia uma das maiores expressões da cultura popular brasileira: o forró. O ritmo genuinamente brasileiro, registrado desde 2021 como patrimônio imaterial, pode ter reconhecimento internacional, já que é candidato a Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

Grandes nomes da música participam da campanha: Alceu Valença, Mestrinho, Duquinha, Targino e outras vozes do forró tradicional gravaram lindos depoimentos para levar o forró aos quatro cantos do mundo.

#Forró #PatrimônioCultural

via IPHAN

Disponível em: https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/forro-do-mundo