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Políticas de preservação digital em repositórios institucionais brasileiros / Revista Brasileira de Preservação Digital

Políticas de preservação digital em repositórios institucionais brasileiros / Revista Brasileira de Preservação Digital

Resultados:Os resultados evidenciam que um número reduzido de instituições dispõe de políticas formais, completas e publicamente acessíveis de preservação digital. Nesse contexto, destaca-se a Política de Preservação Digital da Rede Cariniana, coordenada pelo IBICT, concebida como um modelo orientador para subsidiar a elaboração de políticas institucionais próprias. Conclusão: Conclui-se que o fortalecimento da governança da preservação digital no Brasil depende da formalização de políticas institucionais alinhadas aos padrões internacionais e às normativas nacionais vigentes, de modo a assegurar a preservação e o acesso contínuo aos objetos digitais científicos a longo prazo.

#PreservaçãoDigital #Repositórios

Disponível em: https://doi.org/10.20396/rebpred.v7i00.21034

Memória, informação e esquecimento: uma análise histórico-discursiva dos relatórios técnicos institucionais da Biblioteca Pública Benedito Leite (1915-1919) / Transinformação

Memória, informação e esquecimento: uma análise histórico-discursiva dos relatórios técnicos institucionais da Biblioteca Pública Benedito Leite (1915-1919) / Transinformação

 Entre 1915 e 1919, os relatórios da Biblioteca Pública Benedito Leite constroem, de forma progressiva, uma narrativa institucional que oscila entre a reivindicação de reconhecimento e a consagração simbólica. Esses documentos evidenciam a valorização do acervo como patrimônio cultural e a autoafirmação da biblioteca como agente social. Ao mesmo tempo, os relatórios revelam dinâmicas de esquecimento institucionalizado, como perdas documentais, degradação física e ausência de políticas de preservação. A memória projetada nesses relatórios convive com silenciamentos e seleções que configuram o acervo como espaço de disputas simbólicas. Assim, a construção da memória institucional não é neutra, mas resulta de estratégias discursivas que buscam afirmar a relevância da Biblioteca Pública Benedito Leite diante dos desafios da preservação e da continuidade histórica.

#BibliotecasPúblicas #Memória #Esquecimento

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202638e2616005

Buscador de Revistas Diamante – Digitalab

Buscador de Revistas Diamante – Digitalab

O objetivo desta ferramenta é fornecer aos autores uma lista de periódicos Diamond, permitindo-lhes explorar, analisar e selecionar um periódico para publicação. Esta lista combina características de qualidade científica e editorial com visibilidade nos índices internacionalmente reconhecidos Web of Science e Scopus.

Utilize o mecanismo de busca para encontrar periódicos elegíveis de seu interesse para publicação em acesso aberto que não cobram taxas de publicação (APCs).

A ferramenta inclui os seguintes filtros de busca: áreas temáticas (categoria e subcategoria), país, região e idioma de publicação. A lista de resultados inclui informações sobre indicadores de impacto dos periódicos (Fator de Impacto Web of Science, CiteScore Scopus e Scimago Journal Rank). As listas podem ser baixadas em formato .CSV.

#Periódicos #Buscadores #AcessoAbertoDiamante

Disponível em: https://digitalab-ssie.unam.mx/acuerdos/buscador_diamante

Mobilizações em defesa dos periódicos científicos brasileiros / IBICT

Mobilizações em defesa dos periódicos científicos brasileiros / IBICT

Nas últimas semanas, ganhou destaque no cenário da comunicação científica nacional uma mobilização envolvendo diferentes atores do ecossistema editorial brasileiro. O movimento surge em um contexto de debates sobre modelos de financiamento da publicação científica, sustentabilidade dos periódicos nacionais e o papel das infraestruturas públicas que historicamente apoiam a Ciência Aberta no país.

A discussão ocorre em um momento considerado estratégico para o futuro dos periódicos científicos editados no Brasil, especialmente diante de mudanças recentes nas políticas e diretrizes de fomento, que têm gerado reflexões sobre impactos estruturais no sistema editorial científico.

#Periódicos

via IBICT

Disponível em: https://manuelzao.ibict.br/mobilizacao-em-defesa-dos-periodicos-cientificos-brasileiros/

Ibict lança hackaton de combate à violência contra a mulher / Canal Ciência

Ibict lança hackaton de combate à violência contra a mulher / Canal Ciência

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), em parceria com o programa Antes que Aconteça, anunciou o lançamento do hackaton “Tecnologia pela Vida: inovação no combate à violência contra a mulher”.

O evento desafia estudantes do ensino médio e universitários do estado do Rio de Janeiro a desenvolverem soluções que fortaleçam a rede de proteção às mulheres e reduzam os impactos da violência de gênero no Brasil.

Idealizado pela deputada federal Soraya Santos e coordenado pelo Ibict, o hackaton não é apenas uma competição de programação, mas um movimento de popularização da ciência voltado para a resolução de problemas reais.

#ViolênciaContraAMulher

via Canal Ciência

Disponível em: https://canalciencia.ibict.br/noticias/ibict-lanca-hackaton-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher/

Pesquisadores criam ferramenta de IA que tenta prever falhas em estudos científicos / Folha de S. Paulo

Pesquisadores criam ferramenta de IA que tenta prever falhas em estudos científicos / Folha de S. Paulo

Cientistas publicam mais de 10 milhões de estudos e outras publicações por ano. Algumas dessas descobertas vão se somar ao acervo de conhecimento da humanidade. Mas algumas estarão erradas.

Para avaliar um estudo, cientistas podem replicá-lo para ver se obtêm o mesmo resultado. Mas há sete anos, uma equipe de centenas de cientistas se propôs a encontrar uma maneira mais rápida de avaliar a nova literatura científica. Eles construíram sistemas de inteligência artificial para prever se os estudos resistiriam ao escrutínio.

O projeto, financiado pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa, na sigla em inglês) foi chamado de Confiança Sistematizada em Pesquisa Aberta e Evidência (Score, na sigla em inglês). A ideia veio de Adam Russell, então gerente de programa da agência. Ele imaginou gerar uma espécie de pontuação de crédito para a ciência.

#Ciência #PesquisaCientífica

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2026/04/pesquisadores-criam-ferramenta-de-ia-que-tenta-prever-falhas-em-estudos-cientificos.shtml

Lançada nova edição da Divulga-CI

Lançada nova edição da Divulga-CI

Editorial: Trudruá Dorrico Makuxi – É Sempre Ritual de Iniciação: Abya Yala
Entrevistas: Diego Leonardo de Souza Fonseca, Lilian Aguilar Teixeira e Priscila Maria Ferreira Guarate
Perspectivas: Carina Pataxó, Carlos Alexandre Barros Trubiliano, Fábio Alkmin e Francisco Aquinei Timóteo Queirós
Outras divulgações: Rodrigo Lins Barbosa – Indígenas e ditadura militar: crimes e corrupção no Serviço de Proteção aos Índios e Funai; Brisa Pozzi, Luana Cristina Alarcão e Patrícia Carneiro – Biblio Indexa e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas
Na foto: Arte de Raysse Tupinambá no corredor da Faculdade de Biblioteconomia da Universidade Federal do Pará
Fotografia: João Arlindo dos Santos Neto

#PovosIndígenas #CulturaIndígena #RevistasCI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/category/v-4-n-04-abr-2026/

Acessibilidade e Bibliotecas da State University of New York

Acessibilidade e Bibliotecas da State University of New York

O Escritório de Serviços de Biblioteca e Informação da SUNY (OLIS) e os Serviços de Biblioteca da SUNY (SLS) estão comprometidos em apoiar os esforços da Biblioteca da SUNY e da Equipe de Acessibilidade da SUNY EIT para garantir a acessibilidade para docentes, funcionários, alunos e membros da comunidade que visitam nossos campi e utilizam nossos recursos online.
Iniciativas de acessibilidade do OLIS:
– Programação sobre acessibilidade.
– Oportunidades de discussão por meio de grupos de interesse e comunidades de prática.
– Serviços de revisão de páginas da web para as Bibliotecas da SUNY.
– Atualização do conteúdo da web dos campi de apoio para atender às diretrizes do Título II.
– Revisão e correção de todo o conteúdo da web do SUNY OLIS.

via SUNY

#Acessibilidade #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://sunyolis.libguides.com/sls-accessibility/home

Resenha do Manual de Acessibilidade Digital para Bibliotecas / Journal of New Librarianship

Resenha do Manual de Acessibilidade Digital para Bibliotecas / Journal of New Librarianship

O Manual de Acessibilidade Digital para Bibliotecas contém um prefácio e quatorze capítulos. Cada capítulo começa com alguns cenários reais de bibliotecas que se aplicam ao tema do capítulo e dão ao leitor uma ideia de como a acessibilidade desempenha um papel nas operações diárias da biblioteca. Cada capítulo também termina com entrevistas e dicas de especialistas na área (incluindo bibliotecários, advogados e designers de UX), que são creditados como colaboradores no final do livro. Por exemplo, Jingjing Wu, bibliotecária da web nas Bibliotecas da Universidade Texas Tech, oferece dicas sobre o uso da inteligência artificial (IA) como uma ferramenta complementar para melhorar a acessibilidade (p. 193-196).

#AcessibilidadeDigital #Bibliotecas

Disponível em: https://newlibs.org/index.php/jonl/article/view/4957

Catalogação cooperativa e fontes primárias / Biblionline

Catalogação cooperativa e fontes primárias / Biblionline

Este artigo explora o projeto LACLI – Latin American, Caribbean, U.S. Latinx, and Iberian Online Free E-Resources, uma iniciativa colaborativa internacional que visa criar um repositório referencial de recursos online gratuitos e de conteúdo aberto sobre América Latina, Caribe e Península Ibérica. Liderado pelo Latin America North East Libraries Consortium (LANE), o projeto busca promover coleções informacionais para facilitar o acesso a elas, com a participação de instituições no Brasil, México e Estados Unidos que trabalharam na identificação e catalogação de fontes.

#CatalogaçãoCooperativa

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/76042

Os jovens franceses e a leitura em 2026 / Centre National du Livre

Os jovens franceses e a leitura em 2026 / Centre National du Livre

Apesar de um número geralmente estável de jovens leitores, a taxa de abandono escolar durante a adolescência permanece significativa e a qualidade da leitura está diminuindo.
No geral, embora a leitura entre os jovens esteja estável em comparação com 2024 (84% leem na escola/estudos/trabalho; 81% leem por lazer), ainda é muito menor entre os jovens de 16 a 19 anos (-26 pontos em comparação com os de 7 a 12 anos para leitura na escola/estudos/trabalho; -24 pontos em comparação com os de 7 a 12 anos para leitura por lazer), muitos dos quais ainda não leem de forma alguma (mais de um terço).

Para a leitura por lazer, ela diminui com a idade, particularmente entre os meninos: 76% deles liam entre 13 e 15 anos (-15 pontos em comparação com os meninos de 7 a 12 anos); 56% entre 16 e 19 anos (-35 pontos). Além disso, os hábitos de leitura dos jovens permanecem fragmentados, variando de acordo com a idade: 21% fazem outra coisa enquanto leem entre 7 e 9 anos; 45% entre os 13 e 15 anos; e 67% entre os 16 e 19 anos. E, em relação aos livros mais recentes lidos para a escola, estudos ou trabalho, os adolescentes são muito menos propensos do que as crianças mais novas a compreendê-los, apreciá-los ou lê-los com facilidade.

#Jovens #Leitura #França

Disponível em: https://centrenationaldulivre.fr/donnees-cles/les-jeunes-francais-et-la-lecture-en-2026

Navegando pelos conflitos de interesse na academia / Papyrus

Navegando pelos conflitos de interesse na academia / Papyrus

Reunindo os resultados de mais de uma década de pesquisa realizada na Université de Montréal, este livro oferece percepções sobre políticas e práticas de gestão de conflitos de interesse. Ele aborda as diferentes abordagens regulatórias entre instituições e enfatiza a importância não apenas de estabelecer políticas claras, mas também de promover uma cultura de consciência ética e conformidade. Estruturado em três partes — 1) Professores e Estudantes, 2) Pesquisa e Publicação, e 3) Políticas Institucionais — o livro fornece recursos práticos para atores universitários. Cada seção apresenta estudos de caso, análises conceituais e discussões de políticas para auxiliar professores e gestores seniores na identificação, avaliação e gestão eficaz de conflitos de interesse. O objetivo é oferecer ferramentas que possam ampliar a compreensão sobre conflitos de interesse e apoiar a implementação de práticas éticas na academia.

#Cientistas #ConflitoDeInteresse #MásCondutasCientíficas

Disponível em: https://umontreal.scholaris.ca/items/22fb6c4b-7688-414a-acec-1da8101cfa13