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Lançada nova edição da Divulga-CI

Lançada nova edição da Divulga-CI

Editorial: “Rede de Pesquisa em Biblioteconomia Educativa e a construção colaborativa de um campo especializado de conhecimentos e práticas: a Biblioteconomia Educativa”, por Edmir Perrotti e Ivete Pieruccini
Perspectiva: Amanda Leal de Oliveira, Andreina Alves de Sousa, Carmem Lucia Batista, Leoneide Maria Brito Martins, Marília de Abreu Martins de Paiva, Gizele de Melo Viana, Jussara Santos Pimenta e Simone Borges Paiva Okuzono
Outras divugações: “Cartilha: Curadoria de Livros em Biblioteca Escolar”, por Gabrielle Francinne de S. C. Tanus e Gisele Campos Barbosa Militão; “The Librarians (2025): : Biblioteconomia Educativa entre censura e resistência”, por Juliana Mendes Santiago.
Na foto: Membros da Rede de Pesquisa em Biblioteconomia Educativa no Colóquio Internacional de Biblioteconomia Educativa
Fotografia: Rede de Pesquisa em Biblioteconomia Educativa

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/category/v-4-n-10-out-2026/

Carta Aberta da ANCIB à Comunidade Científica Brasileira / ANCIB

Carta Aberta da ANCIB à Comunidade Científica Brasileira / ANCIB

A Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (ANCIB), por meio de sua Diretoria Executiva e de seu Conselho Fiscal, Gestão 2024-2026, dirige-se à comunidade científica e à sociedade brasileira para reafirmar seu compromisso histórico com a democracia, a produção do conhecimento científico, os direitos humanos, a justiça social e a liberdade de expressão, princípios fundamentais para a construção de uma sociedade plural, inclusiva e comprometida com a dignidade humana e para convocar sua comunidade a defender a Constituição, a democracia e a ciência no próximo dia 25 de outubro de 2026.

#ANCIB

Disponível em: https://ancib.org/noticia/carta-aberta-da-ancib-a-comunidade-cientifica-brasileira/

Manifesto Divulga-CI – Pela ciência, pela democracia, pela diversidade e pelo direito de existir / Divulga-CI

Manifesto Divulga-CI – Pela ciência, pela democracia, pela diversidade e pelo direito de existir / Divulga-CI

O Brasil precisa avançar, mas não à custa da perda de direitos e liberdades. Questionamos as propostas de “mudança” que, sob promessas de progresso, representam retrocessos sociais, científicos, ambientais e perseguição às diferenças e enfraquecimento das instituições democráticas. Não há progresso quando a sociedade perde direitos, nem liberdade quando a existência do outro é colocada em discussão.

A Divulga-CI não se pauta pela neutralidade. Nossa independência editorial não significa indiferença política, mas compromisso com princípios democráticos, com a pluralidade do conhecimento e com uma sociedade mais justa e inclusiva.

via Divulga-CI

#Manifesto

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/mais/manifesto-divulga-ci-pela-ciencia-pela-democracia-pela-diversidade-e-pelo-direito-de-existir/

A IA redesenha o mercado de trabalho global em duas vertentes distintas, valorizando as competências / PwC

A IA redesenha o mercado de trabalho global em duas vertentes distintas, valorizando as competências / PwC

O prémio salarial médio para competências em IA atinge 62%, à medida que as ofertas de emprego em IA ultrapassam o crescimento geral do mercado de trabalho
À medida que as empresas continuam a aumentar a produtividade com a IA, o prémio salarial médio para os colaboradores com competências nesta área continuou a subir—atingindo os 62%, contra os 57% do ano passado.

Este prémio salarial varia consoante o sector: chega aos 118% em algumas áreas, como os mercados de consumo, enquanto se situa nos 16% na administração pública e no sector governamental.

#CompetênciaDigital #Trabalho

via PwC

Disponível em: https://www.pwc.com/mz/pt/sala-imprensa/global-ai-jobs-barometer.html

Uma empresa chamada Springer, que não é a editora, está oferecendo os direitos de autoria à venda / Retraction Watch

Uma empresa chamada Springer, que não é a editora, está oferecendo os direitos de autoria à venda / Retraction Watch

O site da Springer Journals Online ostenta uma “taxa de aceitação de 95% nos periódicos selecionados” e “mais de 500 periódicos publicados ”. Um dos depoimentos no site é atribuído ao “Dr. Aris Thorne”, notoriamente um nome fictício gerado por inteligência artificial.

Fateman respondeu: “Seu convite parece antiético – adicionar meu nome à lista de autores de uma publicação na qual não participei da redação.”

#FábricasDePapers #RevistasPredatórias

via Retraction Watch

Disponível em: https://retractionwatch.com/2026/10/12/springer-journals-online-authorship-for-sale/

O Brasil digitalizou a exclusão / Jacobina

O Brasil digitalizou a exclusão / Jacobina

Digitalizar uma sociedade desigual não elimina automaticamente suas desigualdades. Se milhões de pessoas chegam ao mundo digital depois de terem acesso desigual à escola, ao tempo, à renda, aos livros e às oportunidades de aprendizagem, não existe razão para imaginar que a simples chegada de uma nova tecnologia apagará essas diferenças.

Ela pode ampliá-las. A questão que o Brasil precisa enfrentar, portanto, não é apenas como colocar mais pessoas online.

É quem controla as condições para que elas possam ler, compreender, trabalhar, participar e exercer direitos nesse mundo.

Porque, se o direito à educação continua sendo distribuído de maneira desigual, o risco é transformar a promessa de democratização digital em algo muito mais antigo e conhecido no Brasil: uma nova tecnologia para administrar velhas desigualdades.

#Educação #CompetênciaDigital #ExclusãoDigital #Desigualdade

via Jacobina

Disponível em: https://jacobin.com.br/2026/10/o-brasil-digitalizou-a-exclusao/

Políticas públicas e preservação digital / Em questão

Políticas públicas e preservação digital / Em questão

Este artigo discute o papel das políticas públicas na consolidação de uma Política Nacional de Arquivos, com ênfase na preservação digital em um contexto de transformação governamental acelerada. Metodologicamente, trata-se de pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e analítico, baseada em análise documental de atos normativos, instrumentos técnicos e Relatórios institucionais. Inicialmente, apresenta-se o arcabouço legal brasileiro – especialmente a Lei n. 8.159/1991 e o Decreto n. 4.073/2002 – que orienta a gestão de documentos e atribui ao Conselho Nacional de Arquivos a responsabilidade de formular diretrizes para o setor.

#Arquivos #PreservaçãoDigital

Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/147685

Durante a Semana dos Livros Banidos, bibliotecários avaliam a ameaça da “censura branda”/ CT Mirror

Durante a Semana dos Livros Banidos, bibliotecários avaliam a ameaça da “censura branda”/ CT Mirror

Lançada pela ALA em 1982, a Semana dos Livros Banidos (*Banned Books Week*) é uma celebração de obras literárias banidas ou alvo de contestações, buscando também chamar a atenção para a censura em bibliotecas e distritos escolares de todo o país. Uma contestação formal de livro ocorre quando um indivíduo ou grupo de pessoas preenche a documentação necessária solicitando a realocação ou a remoção de uma obra.

No ano passado, o Escritório de Liberdade Intelectual da ALA registrou contestações a um total de 4.235 títulos distintos — desde *Sold*, de Patricia McCormick, que aborda o tráfico sexual infantil, até *Last Night at the Telegraph Club*, de Malinda Lo, cuja trama se passa em um bar lésbico na região da Baía de São Francisco (Califórnia) durante o período do macarthismo, na década de 1950. Segundo a ALA, mais de 90% dessas contestações partiram de “grupos de pressão”, como o *Moms for Liberty*, e de autoridades eleitas nas esferas municipal, estadual e federal. (…)

Nos últimos anos, ela tem demonstrado especial preocupação com o aumento do número de livros banidos nas escolas — a organização de defesa da literatura PEN America registrou 11.982 casos no ano letivo de 2025-2026. Quando um livro é banido ou sofre contestação, o processo “não permite que os leitores tenham acesso a uma literatura com a qual possam se identificar”, disse ela. “Se os livros são retirados das prateleiras, as obras não terão a chance de ser lidas.”

#Censura

Disponível em: https://ctmirror.org/2026/10/09/banned-books-week-librarians-soft-censorship/

Inteligência artificial generativa para a pesquisa e a elaboração de teses: guia prático para estudantes, orientadores e instituições de ensino / MDPI

Inteligência artificial generativa para a pesquisa e a elaboração de teses: guia prático para estudantes, orientadores e instituições de ensino / MDPI

*Generative AI for Research and Thesis Work*, publicado em setembro de 2026 pela MDPI em acesso aberto, oferece um guia prático para incorporar a inteligência artificial generativa à pesquisa acadêmica e à elaboração de trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses. Ao longo de suas 272 páginas, a obra aborda as diversas etapas do processo de pesquisa, desde a formulação da pergunta de investigação e a revisão bibliográfica até a análise de dados, a redação, a revisão final e a defesa do trabalho.

O livro explica como utilizar ferramentas como ChatGPT e Claude para gerar ideias, organizar a literatura científica, analisar materiais, aprimorar a escrita e preparar avaliações. Também inclui exemplos de instruções (*prompts*), modelos, listas de verificação e fluxos de trabalho que permitem integrar essas tecnologias de maneira sistemática às atividades acadêmicas. Além disso, aborda o papel de orientadores, docentes e gestores institucionais na orientação dos estudantes e no desenvolvimento de políticas de uso da inteligência artificial.

#EngenhariaDePrompts #EscritaAcadêmica #IA

Disponível em: https://mdpi-res.com/bookfiles/mono/13230/Generative_AI_for_Research_and_Thesis_Work.pdf?v=1791767753

O Bibliotecário Empreendedor: Criando Valor Além dos Serviços Tradicionais / The Professional Librarian

O Bibliotecário Empreendedor: Criando Valor Além dos Serviços Tradicionais / The Professional Librarian

Por gerações, a identidade profissional do bibliotecário esteve estreitamente associada à função de guardião e gestor: organizar o conhecimento, proporcionar acesso à informação, apoiar o aprendizado e preservar recursos intelectuais. Essas responsabilidades permanecem fundamentais, mas o ambiente em que os bibliotecários atuam está mudando rapidamente. As universidades estão sob pressão para inovar, diversificar fontes de financiamento, demonstrar impacto, apoiar o empreendedorismo e responder às tecnologias emergentes. Nesse cenário, uma nova mentalidade profissional torna-se cada vez mais importante: a do bibliotecário empreendedor.

#Empreendedorismo

via The Professional Librarian

Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/entrepreneurial-librarian-creating-value-beyond-onyebuchi-ekpolomo-dvn8e/

O declínio da leitura de livros marca o fim do pensamento racional? / Nature

O declínio da leitura de livros marca o fim do pensamento racional? / Nature

“A morte da escrita agrava a morte da leitura”, diz Marriott. Ainda não chegamos a esse ponto e, numa conclusão surpreendentemente otimista de seu excelente livro, ele sugere que a leitura e a escrita ainda têm futuro — embora um futuro menos glamoroso do que aquele que autores e entusiastas talvez se apressem a defender.

Os livros não devem ser vistos como uma forma de puro entretenimento. É melhor apreciá-los como o meio que realiza o trabalho cognitivo mais exigente do entretenimento. Eles nos tornam “pessoas melhores e mais instruídas”, com acesso aos “propósitos mais elevados e aos consolos mais profundos da existência humana”.

Mais importante ainda: essas qualidades fazem dos livros o melhor antídoto para a distração tóxica e vazia que consome a maior parte das 24 horas que um adulto típico passa no smartphone a cada semana. Esse tempo seria suficiente para ler *O Idiota*, de Dostoiévski, e avançar bastante na leitura de *A Casa Soturna* (Bleak House). E Marriott não hesita em dizer qual você deve escolher: “Se não estivermos dispostos a afirmar que um passatempo é um uso melhor do nosso tempo livre do que outro, estaremos caminhando em direção ao vazio”.

#Leitura

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-03224-7

Desenvolvedor recria Photoshop, Word e Excel com IA e disponibiliza de graça / Olhar digital

Desenvolvedor recria Photoshop, Word e Excel com IA e disponibiliza de graça / Olhar digital

Depois de recriar programas da Adobe, Thomas ampliou o projeto para incluir ferramentas de produtividade da Microsoft. Os novos programas são o WordCraft, o DeckCraft e o GridCraft, desenvolvidos como alternativas ao Word, ao PowerPoint e ao Excel, respectivamente.

O desenvolvedor também lançou outras ferramentas, como SoundCraft, DesignCraft e CADCraft. Todas fazem parte da marca ArtCraft, que reúne aplicativos voltados à criação de conteúdo com inteligência artificial e funciona como uma iniciativa comercial.

Apesar da proposta de acesso gratuito, ainda não está claro se os programas conseguirão conquistar usuários de forma duradoura. A iniciativa também levanta questionamentos sobre a viabilidade de substituir softwares consolidados por alternativas desenvolvidas com assistência de IA.

via Olhar digital

#Sotfwares

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2026/10/12/inteligencia-artificial/desenvolvedor-recria-photoshop-word-e-excel-com-ia-e-disponibiliza-de-graca/