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Justiça Informacional como prática de Ciência Aberta: uma análise da revista científica “Matrizes” / PCI

Justiça Informacional como prática de Ciência Aberta: uma análise da revista científica “Matrizes” / PCI

Acreditamos que a Justiça Informacional e Ciência Aberta são movimentos orientadores em direção ao acesso equitativo e justo à informação. Consideremos isso, pois a Ciência Aberta promove um diálogo entre a produção científica e a sociedade, tornando-a acessível a todos, não apenas aos acadêmicos, valorizando e reconhecendo o processo científico e seus sujeitos contribuintes, bem como o processo e a construção dos processos metodológicos e dos dados (Sena, 2023). Logo, na próxima seção, apontamos o conjunto de critérios que vislumbramos para a checagem da presença dos princípios da Justiça Informacional em revistas científicas com práticas de Ciência Aberta, cadastradas no Diretório Miguilim.

#JustiçaInformacional #CiênciaAberta #GestãoEditorial #Editoração

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/59509

Fortalecimento identitário da pessoa negra por meio das atividades mediadoras em bibliotecas públicas baianas / Folha de Rosto

Fortalecimento identitário da pessoa negra por meio das atividades mediadoras em bibliotecas públicas baianas / Folha de Rosto

As bibliotecas públicas podem contribuir com a formação crítica dos sujeitos, proporcionando que os mesmos alcancem uma tomada de consciência que influenciará tanto em sua vida como na vida do outro, por meio de iniciativas e ações tais como os projetos apresentados, destacando temáticas que contribuem com o papel social das bibliotecas em prol da mediação do livro, da literatura e da cultura, proporcionando destaque as questões étnico-raciais, evocando a memória de uma sociedade, por meio de diálogos críticos e permitindo que as histórias que antes eram marginalizadas, sejam valorizadas e compartilhadas.

#BibliotecasPúblicas #MediaçãoDeLeitura #PopulaçãoNegra

Disponível em: https://periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/folhaderosto/article/view/1546

As apropriações da Memória na Ciência da Informação: estudos conceituais nas produções científicas do sul global / PPGCI – UFPB

As apropriações da Memória na Ciência da Informação: estudos conceituais nas produções científicas do sul global / PPGCI – UFPB

O domínio da memória, no âmbito da CI, aparece como tema apropriado por instituições de destaque, como a Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (ANCIB), em nível nacional, e a International Society for Knowledge Organization (ISKO) e a Asociación de Educación e Investigación en Ciencia de la Información de Iberoamérica y el Caribe (EDICIC), em âmbito internacional. As relações entre informação e memória são analisadas em três dimensões: humana/cognitiva, artificial/física e sociocultural. Esta última é aprofundada nos resultados por meio de nove categorias que evidenciam como o conceito de memória é representado nas produções científicas do sul global: Memória Coletiva, Memória Social, Lugares de Memória, Memória Histórica, Memória Subterrânea, Memória Cultural, Memória do Mundo, Memória Institucional e Memória Organizacional. O estudo proporcionou a compreensão ampliada sobre como a memória é representada no âmbito da Ciência da Informação nacional e internacionalmente. Com base nos elementos analisados, observa-se a predominância de referenciais teóricos franceses e anglo-saxônicos nas conceituações adotadas pelos/as pesquisadores/ras do sul global. Com base na pesquisa realizada, constatou-se que a visão eurocêntrica de mundo foi universalizada, influenciando inclusive os estudos sobre memória, apresentando o caráter colonizador do conhecimento e evidenciando a necessidade de empreendimentos teóricos que, sob uma perspectiva decolonial, proponham novos sentidos às representações conceituais estabelecidas.

#Memória

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39567

Estudantes de doutorado que escrevem sua tese com o auxílio de IA têm menos probabilidade de permanecer na vida acadêmica / Nature

Estudantes de doutorado que escrevem sua tese com o auxílio de IA têm menos probabilidade de permanecer na vida acadêmica / Nature

A equipe constatou que textos gerados por IA em resumos de teses surgiram em 2023, passando de 1,7% naquele ano para 18,8% em 2025. Entre as teses apresentadas nos primeiros cinco meses de 2026, 29,4% dos resumos continham textos gerados por IA. O uso de IA foi mais expressivo nas áreas de matemática e ciência da computação: 36% dos resumos foram redigidos com o auxílio de IA. Cerca de 41% das teses de doutorado de pesquisadores formados em países de língua não inglesa apresentavam resumos gerados por inteligência artificial (IA), em comparação com 23% das teses de pesquisadores oriundos de países de língua inglesa.

Os pesquisadores também analisaram os perfis de formação e emprego de doutores na plataforma LinkedIn. Entre aqueles que concluíram a graduação nos Estados Unidos, os que apresentaram resumos gerados por IA tiveram 17% menos probabilidade de atuar no meio acadêmico do que aqueles que não utilizaram a tecnologia. Por outro lado, o uso de IA aumentou em 16% a probabilidade de esses doutores trabalharem no setor industrial. Os autores observaram que a relação entre o uso de IA e a obtenção de um cargo na academia foi menos acentuada entre os pesquisadores que cursaram a graduação fora dos Estados Unidos. Os autores reconhecem que os resultados não permitem determinar se a redação assistida por IA comprometeu a capacidade de pesquisa do doutor, nem explicam por que o uso da tecnologia reduziu a probabilidade de atuação no meio acadêmico.

#EscritaAcadêmica #IA #PósGraduação

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-03253-2]

ArXiv versus IA Slop (conteúdo de baixa qualidade gerado por IA): limitar a submissão de preprints funcionará? / Nature

ArXiv versus IA Slop (conteúdo de baixa qualidade gerado por IA): limitar a submissão de preprints funcionará? / Nature

Na tentativa de lidar com a enxurrada de manuscritos que recebe atualmente, o servidor de preprints arXiv anunciou um limite de dois artigos por mês para cada pesquisador, medida que entrou em vigor em 1º de outubro. A decisão ocorre após um aumento acentuado no número de submissões, impulsionado, em grande parte, por conteúdos de baixa qualidade gerados por ferramentas de inteligência artificial, afirma Steinn Sigurðsson, astrofísico da Universidade Estadual da Pensilvânia, em University Park, e diretor científico do arXiv. Em setembro, 40 mil preprints foram enviados ao arXiv — um salto em relação à média de 30 mil registrada entre março e julho.

#IASlop #Arxiv #Preprints

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-03194-w

Patrimônios periféricos em busca de reconhecimento / Jornal da Ciência

Patrimônios periféricos em busca de reconhecimento / Jornal da Ciência

Do hip hop às vilas operárias, memórias e culturas produzidas nas periferias ainda enfrentam a resistência de instituições responsáveis por reconhecer e preservar o patrimônio. Confira na nova edição da revista Ciência & Cultura!

CC-3E26-reportagem-patrimonio-periferico-capa-site-ru9xr6c37jsedbb0cwxv01pnsez1uglxc44o4r27woComo esperar que algo que é socialmente marginalizado seja reconhecido como patrimônio? Além da luta por suas existências, os patrimônios periféricos lutam para que suas trajetórias sejam valorizadas. Do hip hop a vilas operárias, a cultura nascida fora dos centros de elite vive um momento tenso, no qual órgãos que deveriam proteger suas memórias se recusam a reconhecer o seu valor histórico.

#Patrimônio

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/patrimonios-perifericos-em-busca-de-reconhecimento/

Biblioterapia: uma análise histórica do protagonismo bibliotecário na prática biblioterapêutica / Biblionline

Biblioterapia: uma análise histórica do protagonismo bibliotecário na prática biblioterapêutica / Biblionline

Observa-se que, com o fortalecimento da biblioterapia ao longo dos anos, o profissional da biblioteconomia passou a ocupar uma posição de maior destaque e liderança nesse campo. Conclui-se, portanto, que a biblioterapia mantém uma relação histórica e inseparável com a biblioteconomia, evidenciando a importância do bibliotecário como mediador da leitura e agente de promoção do bem-estar, do desenvolvimento humano e da transformação social.

#Biblioterapia

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/78820

Entre a classificação automatizada e o julgamento profissional: competências bibliotecárias na validação de classificações produzidas por LLMs / ENECIN

Entre a classificação automatizada e o julgamento profissional: competências bibliotecárias na validação de classificações produzidas por LLMs / ENECIN

Os resultados demonstram que apenas 21,7% das classificações apresentaram coincidência, enquanto as demais demandam diferentes níveis de intervenção profissional. A análise identificou, transversalmente, competências relacionadas à Organização do Conhecimento, à avaliação profissional e à documentação, rastreabilidade e responsabilização informacional, além de análise de assunto, conhecimento de domínio e competências algorítmica, contextual/institucional e ética. Conclui que o ensino de Biblioteconomia e Ciência da Informação deve articular conhecimentos classificatórios consolidados às capacidades de avaliação crítica, supervisão e governança responsável de sistemas de inteligência artificial.

#Classificação #IA #CDD #CDU

Disponível em: https://www.telescopium.ufscar.br/index.php/enecin2026/enecin2026/paper/viewFile/864/642

Mapeamento de pesquisas sobre competência informacional crítica: uma revisão de escopo / Journal of Information Science

Mapeamento de pesquisas sobre competência informacional crítica: uma revisão de escopo / Journal of Information Science

Os resultados revelam um campo fundamentado na pedagogia crítica e na prática reflexiva, porém geograficamente concentrado nos Estados Unidos e em outros contextos ocidentais ou anglófonos. A análise de redes de palavras-chave aponta cinco temas centrais: competência informacional crítica e conhecimento aberto; identidade profissional; pedagogia e ética; design instrucional; e contextos institucionais. Trabalhos recentes expandem o escopo para questões relacionadas à diversidade, desinformação e equidade, refletindo uma transição de uma pedagogia centrada na sala de aula para uma crítica institucional e sistêmica mais ampla. O estudo oferece uma perspectiva fundamentada em dados sobre o desenvolvimento da produção acadêmica em competência informacional crítica dentro da literatura científica da área. As conclusões servem de referência para educadores, pesquisadores e profissionais da Ciência da Informação e Biblioteconomia que buscam integrar perspectivas pedagógicas críticas às práticas de competência informacional.

#CoInfo

Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/01655515261489764?mi=ehikzz

CAPES-Lattes — Área 27 / Linkedin

CAPES-Lattes — Área 27 / Linkedin

Sua produção científica no Lattes, com mais informações para análise!
Está disponível a versão v3.9.2 do CAPES-Lattes — Área 27, uma extensão gratuita para Google Chrome vinculada ao NEPECON da Universidade de Brasília (UnB).
Desenvolvida com foco em Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo, a ferramenta apresenta, diretamente no Currículo Lattes:
✅ Classificações MB / B / R / F / NC para publicações a partir de 2022;
✅ Qualis Referência 2021–2024;
✅ Pontuação por período e gráficos da produção científica;
✅ Identificação de periódicos por ISSN e título;
✅ Listagem de artigos com suas respectivas classificações.

#CAPES #Administração #FerramentasOnline #CurrículoLattes

via Linkedin

Disponível em: https://www.linkedin.com/posts/tiago-de-moura-85581a211_curraedculolattes-produaexaetocientaedfica-share-7515750880214900737-jHA2/

O dia em que as máquinas começaram a investigar / Enrique Dans

O dia em que as máquinas começaram a investigar / Enrique Dans

Deveríamos considerar dar crédito àqueles que formulam boas perguntas, àqueles que gerenciam sistemas, verificam resultados e os tornam compreensíveis; e, além disso, valorizar também dados, softwares e recursos que facilitem a replicação. Uma avaliação baseada no conteúdo e nas contribuições, e não em métricas substitutas — ou melhor, métricas que já se tornaram, na prática, prostituídas. A inteligência artificial não precisa nos obrigar a abandonar a meritocracia, mas exige que repensemos suas métricas: é preciso parar de confundir mérito com a quantidade de artigos ou com o suposto prestígio do periódico em que foram publicados. Se não aproveitarmos esta oportunidade para repensar os sistemas de avaliação acadêmica, acabaremos fossilizando a pesquisa em torno de uma simples caricatura de si mesma, sustentada por métricas grotescamente exageradas.

#Ciência #IA

via Enrique Dans

Disponível em: https://www.enriquedans.com/2026/10/el-dia-en-que-las-maquinas-empezaron-a-investigar.html

Recordar é viver: Bolsonaros querem ver ciência do país derreter / Folha de S. Paulo

Recordar é viver: Bolsonaros querem ver ciência do país derreter / Folha de S. Paulo

Cronologia do bolsonarismo mostra conflito constante e meta de descredibilizar as universidades
Mais de 90% da pesquisa nacional vem de instituições públicas; ministro se dobrou à sanha de Jair

1) Não existe pesquisa nas universidades públicas, diz BolsoPai: em abril de 2019, seu Jair deflagrou sua ofensiva contra a ciência nacional afirmando coisas nas quais nenhuma pessoa bem informada seria capaz de acreditar. “Poucas universidades têm pesquisa, e, dessas poucas, grande parte está na iniciativa privada, como a Mackenzie em São Paulo”, declarou ele.

No mundo real, claro, mais de 90% da pesquisa brasileira continua acontecendo nas instituições públicas, e a Universidade Presbiteriana Mackenzie ocupa apenas a 74ª posição no ranking nacional desse quesito.

via Folha de S. Paulo

#GovernoBolsonaro #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldojoselopes/2026/10/recordar-e-viver-bolsonaros-querem-ver-ciencia-do-pais-derreter.shtml