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Biblioteconomia educativa na UFMA: a formação do bibliotecário educador e a extensão universitária como práxis de transformação social, por Leoneide Martins / Divulga-CI

Biblioteconomia educativa na UFMA: a formação do bibliotecário educador e a extensão universitária como práxis de transformação social, por Leoneide Martins / Divulga-CI

“A Biblioteconomia Educativa consolida-se como o ramo da Ciência da Informação focado em transformar a biblioteca em um centro de aprendizagem ativa e dispositivo pedagógico essencial. Ela rompe com o paradigma tradicional focado no “objeto e na custódia” do acervo (…) e migra decisivamente para o foco no “sujeito e na mediação”.”, relata a Profa. Dra. Leoneide Maria Brito Martins, da Universidade Federal do Maranhão.

#BiblioteconomiaEducativa

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-10-out-2026/biblioteconomia-educativa-na-ufma-a-formacao-do-bibliotecario-educador-e-a-extensao-universitaria-como-praxis-de-transformacao-social-por-leoneide-martins/

Do acesso ao impacto: como o acesso aberto molda o alcance, as citações e a visibilidade global da pesquisa / Information Research

Do acesso ao impacto: como o acesso aberto molda o alcance, as citações e a visibilidade global da pesquisa / Information Research

O relatório da Springer Nature, ” Do Acesso ao Impacto” , explora como diferentes vias de acesso aberto afetam a visibilidade, o alcance e a influência da pesquisa publicada em periódicos híbridos. Com base na análise de mais de 200.000 artigos em mais de 1.800 periódicos, as conclusões mostram que o acesso aberto dourado continua associado a maior alcance e impacto, além de estar ligado a uma disseminação mais rápida do que artigos em acesso aberto verde e artigos que não são de acesso aberto.

O documento também examina como o acesso aberto dourado pode ajudar a pesquisa a alcançar um público mais amplo em diferentes regiões geográficas, incluindo países de baixa renda e de renda média-baixa, apoiando uma participação mais abrangente no ecossistema global de pesquisa.

#AcessoAberto

via Information Research

Disponível em: https://www.researchinformation.info/white-paper/from-access-to-impact-how-open-access-shapes-research-reach-citations-and-global-visibility/

Quando a Inteligência Artificial Medeia a Informação Estratégica / Informação & Sociedade

Quando a Inteligência Artificial Medeia a Informação Estratégica / Informação & Sociedade

A teoria do alinhamento estratégico, incluída sua dimensão social, é revista à luz da visão da organização como sistema de processamento e de interpretação da informação, tendo como estrutura heurística um modelo que articula propósito, processos e pessoas por meio da informação. Argumenta-se que a inteligência artificial, ao produzir, selecionar e sintetizar informação, passa a participar da própria produção do alinhamento, e propõe-se, a partir da literatura sobre monocultura algorítmica e homogeneização, uma tipologia de quatro estados: convergência ampliada, convergência aparente, fragmentação e pluralidade interpretativa. Formulam-se, ainda, seis proposições refutáveis e uma agenda de pesquisa.

#IA #MediaçãoDaInformação #Administração

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/view/81239

O que DEI significa para nós e para nossas bibliotecas / ACRL

O que DEI significa para nós e para nossas bibliotecas / ACRL

Equidade significa abordar as barreiras sistêmicas de acesso. Não apenas proporcionamos acesso, mas também identificamos lacunas na acessibilidade e desafiamos pontos cegos e barreiras sistêmicas para criar novos caminhos de acesso. Buscamos atender a todos em nossa comunidade, independentemente das barreiras que enfrentam.

Equidade em nossas bibliotecas refere-se aos serviços oferecidos a estudantes e usuários, mas também considera as barreiras e a justiça dentro da nossa profissão. Buscamos ainda a equidade no campo da biblioteconomia em termos de acesso à educação e ao desenvolvimento profissional, às oportunidades de emprego e pesquisa e ao reconhecimento. Servimos nossos usuários, mas também olhamos para dentro, para garantir que a equidade comece em nós, na base do serviço.

#DEI #BibliotecasUniversitárias

via ACRL

Disponível em: https://acrl.ala.org/acrlinsider/val-spotlight-series-2-0-what-dei-means-to-us-and-our-libraries/

Comunicação visual de informações nas humanidades digitais. Referências e novas propostas / HTXT

Comunicação visual de informações nas humanidades digitais. Referências e novas propostas / HTXT

O objetivo deste trabalho é abordar algumas das referências e novos avanços na disciplina de visualização, no campo das humanidades digitais. Para alcançar esse objetivo, organizamos o trabalho em diferentes seções. Nesse sentido, a fim de justificar a seleção das propostas analisadas, explicamos como foi conduzida uma investigação de evidências utilizando o framework SALSA. Em seguida, nas duas seções subsequentes, identificamos algumas propostas que podem ser consideradas para a representação visual de unidades textuais e eventos ou ocorrências históricas no campo das humanidades digitais. A seção seguinte trata de uma série de visualizações que, embora não sejam comumente empregadas como estratégia de análise nas disciplinas que compõem as humanidades, podem representar um método inovador para a análise visual de informações e dados abordados em pesquisas nessas áreas do conhecimento.

#HumanidadesDigitais #VisualizaçãoDeDados #VisualizaçãoDaInformação

Disponível em:https://raco.cat/index.php/Hipertext/article/view/9800203

Entendendo o ISSN-H – um identificador mais inteligente / Information Research

Entendendo o ISSN-H – um identificador mais inteligente / Information Research

O Centro Internacional ISSN tem o prazer de anunciar a publicação de um novo relatório técnico dedicado ao ISSN-H, um identificador inovador concebido para melhorar a identificação e a gestão de publicações contínuas em todo o ecossistema da comunicação científica.

#ISSN

via Information Research

Disponível em: https://www.researchinformation.info/white-paper/understanding-issn-h/

Sistemas de Organização do Conhecimento : definições, tipologias, características e instrumentos: mapeamento e análise da literatura

Sistemas de Organização do Conhecimento : definições, tipologias, características e instrumentos: mapeamento e análise da literatura

Os resultados evidenciam a diversidade terminológica associada ao termo SOC, a ausência de consenso quanto à sua delimitação conceitual e a multiplicidade de tipologias e modelos analíticos. Observa-se que os SOC apresentam dimensões estruturais, funcionais e contextuais que ampliam sua compreensão como instrumentos de organização e recuperação da informação. Verifica-se, ainda, que esses sistemas não seguem uma lógica evolutiva linear, mas um movimento de continuidade, reconfiguração e integração, especialmente em contextos digitais e interoperáveis. Conclui-se que a análise dos SOC demanda abordagens que considerem sua natureza multidimensional, sociotécnica e contextualmente situada.

#SistemasDeOrganizaçãoDoConhecimento

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/moci/article/view/65646

Aplicação das 11 abordagens da análise de domínio no estudo sobre a Ditadura Militar / Em Questão

Aplicação das 11 abordagens da análise de domínio no estudo sobre a Ditadura Militar / Em Questão

A pesquisa teve como objetivo identificar e classificar os campos epistemológicos em que se inserem as discussões sobre o tema, analisando 68 publicações disponíveis na Base de Dados em Ciência da Informação, produzidas entre 1998 e 2023. Adotou-se o método de Análise de Domínio tanto como aporte teórico quanto como metodologia de investigação, aplicando, especificamente, quatro de suas abordagens: Indexação e Recuperação Especializada, Estudos Bibliométricos, Estudos Históricos e Estudos Críticos Epistemológicos. Os resultados indicam que os campos mais recorrentes entre as publicações analisadas são os relacionados à Indexação e Recuperação da Informação, Estudos Históricos e Epistemológicos, evidenciando uma predominância de abordagens voltadas à preservação da memória e ao acesso à informação. A partir da categorização das publicações nas onze abordagens, foi possível constatar uma epistemologia compartilhada entre os pesquisadores da área, confirmando a existência de uma comunidade discursiva ativa que compreende a Ditadura Militar como um domínio consolidado na Ciência da Informação.

#DitaduraMilitar #AnáliseDeDomínio

Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/149744

O bibliotecário nas revisões sistemáticas: propostas para um modelo de competências / RBBD

O bibliotecário nas revisões sistemáticas: propostas para um modelo de competências / RBBD

As Revisões Sistemáticas são consideradas o padrão-ouro da evidência científica, mas frequentemente sofrem com falhas metodológicas, especialmente nas estratégias de busca. Em resposta a este desafio, instituições de referência metodológica internacionais como Cochrane e o Joanna Briggs Institute recomendam a inclusão de bibliotecários nas equipes de pesquisa para incrementar a qualidade, a transparência e a abrangência das revisões. O objetivo deste estudo e propõe ideias para um marco conceitual de competências para bibliotecários, dividido em três macroáreas: Pesquisa e Recuperação da Informação, Suporte Metodológico e Colaboração, e Formalização e Gestão de Serviços. Cada área é detalhada com conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias. Algumas barreiras e recomendações para periódicos, agências de fomento, instituições e bibliotecários, são discutidas.

#AtuaçãoProfissional #RevisãoSistemática

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2148

50 pontos essenciais sobre divulgação científica / De Gruyter

50 pontos essenciais sobre divulgação científica / De Gruyter

A divulgação científica está se tornando cada vez mais importante. Instituições de pesquisa, cientistas e divulgadores científicos buscam interagir com a sociedade, compartilhar seus conhecimentos e construir confiança. Ao mesmo tempo, há uma disputa por verbas de pesquisa e por talentos de alto nível. Então, como acertar — e o que é preciso levar em conta ao desenvolver uma estratégia de comunicação? Este livro, prático e envolvente, apresenta os fundamentos da divulgação científica orientada a objetivos. A obra é voltada para cientistas que estão construindo sua carreira e para qualquer pessoa que deseje dar os primeiros passos na área da divulgação científica. Autores internacionais com vasta experiência no campo compartilham reflexões essenciais sobre aspectos importantes da divulgação científica contemporânea.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica #LivrosCI

Disponível em: https://www.degruyterbrill.com/document/doi/10.1515/9783110763577/html

A baixa produção de inovação no Brasil tem tudo a ver com a fraca relação entre a universidade pública e o setor privado / Jornal da USP

A baixa produção de inovação no Brasil tem tudo a ver com a fraca relação entre a universidade pública e o setor privado / Jornal da USP

A universidade brasileira que precisa ser parabenizada pela produção crescente e expressiva de docentes e de pesquisa científica de altíssimo nível é a mesma universidade que não consegue e não sabe se relacionar com as empresas privadas para lhes prover tecnologia, como acontece em outros países reconhecidos como importantes protagonistas.

Qual a saída? Incentivos para os dois lados passarem a se relacionar. É o que acontece na Coreia do Sul. Os professores que conseguem fazer acordos com empresas privadas para desenvolver suas pesquisas são premiados, e as empresas que apoiam as universidades recebem grandes isenções tributárias.

#Inovação #UniversidadesPúblicas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/paulo-feldmann/a-baixa-producao-de-inovacao-no-brasil-tem-tudo-a-ver-com-a-fraca-relacao-entre-a-universidade-publica-e-o-setor-privado/

Quem controlou a visibilidade das candidaturas nestas eleições? As big techs e poder político no Brasil / GizBr

Quem controlou a visibilidade das candidaturas nestas eleições? As big techs e poder político no Brasil / GizBr

s plataformas reconfiguraram a competição porque controlam infraestruturas centrais de visibilidade. Seu poder não depende de escolher um candidato em público, mas de definir regras que afetam quem alcança públicos e constrói reputação.

No fim, a questão decisiva não é só quem venceu, mas quem controlou as condições em que a disputa se tornou visível. Igualdade democrática exige mais do que o direito de publicar. Exige condições justas de circulação, transparência e responsabilização.The Conversation

#BigTechs #Eleições

via GizBr

Disponível em: https://gizbr.uol.com.br/quem-controlou-a-visibilidade-das-candidaturas-nestas-eleicoes-as-big-techs-e-poder-politico-no-brasil/