Leitura por opção, sem obrigação / Leitura e Contexto
Já Daniel Pennac, no livro Como um romance, diz que ”O verbo ler não tolera o imperativo. É um tédio que compartilha com alguns outros: o verbo ‘amar’… o verbo ‘sonhar’.” Ele defende os ‘direitos do leitor’, como o direito de ler qualquer coisa e o de não terminar um livro. (…) Portanto, a clareza e a autonomia do leitor juntamente com a mediação informativa sem imposição e a biblioteca escolar com todos os seus recursos físicos, humanos e tecnológicos, trazendo um espaço vivo e acolhedor, são fundamentais para a formação de leitores.
#Leitura
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