Home

Relatório Clarivate Pulse of the Library 2026 / Clarivate

Relatório Clarivate Pulse of the Library 2026 / Clarivate

Oren Beit-Arie, vice-presidente sênior de Estratégia e Inovação, Academia e Governo da Clarivate, disse: “Para bibliotecas, a IA marca uma mudança contínua, juntamente com um conjunto de escolhas difíceis sobre quando adotar, quando se segurar e como proteger a integridade acadêmica e os valores fundamentais da biblioteca. O que se destaca na pesquisa deste ano são as diferenças entre as bibliotecas que escolhem experimentar, aprender e construir confiança com a IA e aqueles que adotam uma abordagem de esperar para ver, seja por escolha ou porque os recursos são limitados.

#IA #Bibliotecas #Tendências

via Clarivate

Disponível em: https://clarivate.com/news/clarivate-pulse-of-the-library-2026-report-reveals-ai-adoption-gaps-across-geographies-mainland-china-advancing-fastest/

Plágio no Ensino Superior e mediação ética da informação / REBECIN

Plágio no Ensino Superior e mediação ética da informação / REBECIN

Os resultados indicam a ausência de uma política institucional articulada sobre autoria, plágio acadêmico e integridade científica, a predominância de medidas punitivas e a fragilidade dos processos de mediação da informação. A partir desses achados, propõe-se a implementação de uma estratégia de mediação ética da informação, materializada na elaboração de uma minuta de resolução institucional, concebida como instrumento pedagógico e formativo orientador das práticas de leitura, escrita e autoria. Conclui-se que o enfrentamento do plágio requer ações institucionais integradas, capazes de deslocar o foco da responsabilização individual para uma perspectiva de corresponsabilidade ética, formativa e institucional, promovendo uma cultura de integridade científica no ensino superior.

#Plágio #MediaçãoDaInformação #IntegridadeCientífica

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/475

Como o acesso aberto molda o alcance da pesquisa, as citações e a visibilidade global / Springer Nature

Como o acesso aberto molda o alcance da pesquisa, as citações e a visibilidade global / Springer Nature

As conclusões de From Access to Impact oferecem uma resposta clara: mesmo em um ecossistema de OA mais maduro, o OA “ouro” continua associado a um maior alcance e a um impacto mais expressivo em comparação com artigos que não são de OA ou que utilizam o OA “verde” (green OA). Esses efeitos são visíveis não apenas por meio de downloads, citações e métricas de atenção, mas também através de um público leitor mais amplo e geograficamente diverso, incluindo um maior engajamento em países de baixa renda e de renda média-baixa (LICs e LMICs).

O acesso, por si só, não é o objetivo final; o que se busca é ampliar o impacto da pesquisa para promover o avanço do conhecimento, das políticas públicas e das práticas.

Além disso, o OA “ouro” potencializa a disseminação e o impacto ao oferecer aos pesquisadores acesso imediato, reforçando ainda mais a vantagem dessa modalidade. Esse aumento no impacto no mundo real também foi observado no relatório da Springer Nature e da Overton intitulado From publications to policy: The impact of research towards achieving the Sustainable Development Goals (2025).

#AcessoAberto

via Springer Nature

Disponível em: https://stories.springernature.com/from-access-to-impact-open-access-research/index.html

O que é roubado, quando se rouba o museu? / a.muse.arte

O que é roubado, quando se rouba o museu? / a.muse.arte

A musealização de um objeto retira-o da circulação mercantil corrente e coloca-o num regime particular de valor: converte-se em documento, testemunho de uma sociedade, instrumento de representação política, memória material e parte de uma narrativa patrimonial coletiva. O roubo tende a inverter radicalmente esse processo, mas não da mesma maneira em todos os objetos.

Se uma joia histórica for desmontada para que as pedras e o metal circulem separadamente, perde-se, além da forma material, a sua própria biografia. Aquilo que constitui o seu maior valor no museu, como a identidade, a proveniência e a singularidade, torna-se um obstáculo à circulação ilícita, pois permite reconhecê-la. Em contrapartida, uma pintura não pode ser alterada sem perder o seu valor económico. Para continuar a “valer”, tem de continuar a ser Renoir, justamente aquilo que impede a sua circulação normal. O objeto fica suspenso entre dois regimes: conserva um enorme potencial de valor simbólico e económico, mas perde grande parte da sua liquidez. Pode então entrar em circuitos mais opacos, permanecer escondido durante décadas ou assumir funções que já não se enquadram na transação convencional de mercado.

#Musealização #Roubo #Arte

via a.muse.arte

Disponível em: https://amusearte.hypotheses.org/14676

Tamboralidade negra: música e relações étnico-raciais / Livros Abertos USP

Tamboralidade negra: música e relações étnico-raciais / Livros Abertos USP

O conceito de tamboralidade negra nomeia precisamente esse campo de forças em que ritmo, corporeidade, oralidade, territorialidade e experiência comunitária se entrelaçam, desafiando leituras eurocêntricas da cultura e afirmando outras formas de sentir, pensar e educar. Nessa perspectiva, esta publicação propõe uma escuta crítica das musicalidades negras e de suas reverberações no cinema, na festa popular, na educação e na vida cotidiana. Trata-se de reconhecer que a música, aqui, não comparece apenas como expressão artística, mas como princípio organizador de visões de mundo, como pedagogia do sensível e como dispositivo de afirmação ontológica da negritude. Ao reunir textos de Celso Luiz Prudente com parceiros e parceiras de pensamento, pesquisa e vida, o livro compõe uma escrita em coro, coerente com o universo que investiga: plural, relacional, diaspórico e insurgente.

#QuestõesÉtnicoRaciais

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/2030

Manual gratuito oferece guia prático sobre TDAH para famílias e educadores / Jornal da USP

Manual gratuito oferece guia prático sobre TDAH para famílias e educadores / Jornal da USP

A iniciativa nasceu do contato direto com a realidade das famílias, do aumento dos diagnósticos e da necessidade de responder a dúvidas e sentimentos de desorientação. O objetivo do projeto foi mapear as principais dúvidas e traduzir o conhecimento científico em uma ferramenta simples de consulta rápida. “A construção do material foi realizada na forma de perguntas e respostas para facilitar a compreensão de todas as pessoas, com uma linguagem acessível e objetiva”, afirma a enfermeira, que liderou a autoria ao lado da professora Camila Cristina Rodrigues, coordenadora nacional de enfermagem na Cogna Educação.

Em formato prático, o guia apresenta formas de lidar com o dia a dia da criança, abordando cuidados com a rotina, regulação emocional e direitos educacionais, além das etapas de avaliação diagnóstica e opções de tratamento.

#TDAH #Guias

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/manual-gratuito-oferece-guia-pratico-sobre-tdah-para-familias-e-educadores/

Missão Informação / Pedro Andretta

Missão Informação / Pedro Andretta

O futuro precisa de quem sabe buscar.

Entre em uma missão sobre tecnologia, memória, cultura, pesquisa e acesso à informação. Descubra seu perfil e por que a Biblioteconomia pode ser o seu próximo passo.

(Conheça essa gamificação criada para o evento: “Universidade de Portas Abertas da UNIR” para divulgar o Curso de Biblioteconomia entre estudantes do Ensino Médio. No game, a depender do nome adicionado sua missão será diferente; a medida que acerta as questões o “radar de talentos” vai construindo seu perfil; a última questão tem maior peso na construção do perfil. Ao concluir, você pode ganhar 4 opções de brindes. Se errar 3 vezes, é game over.)

#Gamificação #Biblioteconomia

Disponível em: https://www.labci.online/missaoinformacao/

Não, nós, bibliotecários, não “apenas organizamos livros”: 6 mitos sobre a nossa profissão / Soy Bibliotecario

Não, nós, bibliotecários, não “apenas organizamos livros”: 6 mitos sobre a nossa profissão / Soy Bibliotecario

MITO 1: “O bibliotecário apenas organiza livros”

MITO 2: “Com a internet, não são mais necessários bibliotecários”

MITO 3: “As bibliotecas são lugares silenciosos e entediantes”

MITO 4: “Qualquer um pode fazer o trabalho”

MITO 5: “Os bibliotecários trabalham apenas em bibliotecas”

MITO 6: “É uma profissão do passado”

#Bibliotecários

via Soy bibliotecario

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2026/09/no-los-bibliotecarios-no-solo.html

A IA está arruinando a produção acadêmica / Chronicle

A IA está arruinando a produção acadêmica / Chronicle

Pergunte a qualquer editor de periódico hoje sobre os efeitos da IA ​​generativa na publicação acadêmica e você ouvirá um sermão. Não se trata apenas de o estilo da IA ​​ser irritante (embora seja). Além do estilo sintaticamente plano, lexicalmente rebuscado, afetado e enfadonho da escrita gerada por IA, os editores de periódicos estão recebendo solicitações completas de revisão e reenvio executadas milagrosamente em uma única noite. E estamos sendo inundados por submissões. Em conferências acadêmicas recentes em linguística aplicada e estudos da escrita, editores de periódicos acadêmicos relataram que suas taxas de submissão dobraram ou até triplicaram no último ano.

#ProduçãoCientífica #IA #ComunicaçãoCientífica #IASlop

via Chronicle

Disponível em: https://www.chronicle.com/article/ai-is-ruining-scholarship

GPT-6 Astra conclui jogo de Captcha e recebe “certificado” de humano / Tecnoblog

GPT-6 Astra conclui jogo de Captcha e recebe “certificado” de humano / Tecnoblog

O Captcha é uma das principais barreiras usadas por plataformas online contra bots e, agora, IAs agênticas. Mas não parece ser um problema para o modelo GPT-6 Astra, recém-anunciado pela OpenAI: em um teste, o modelo conseguiu concluir as 48 fases do jogo “I am not a Robot” (Não sou um Robô), criado pelo desenvolvedor Neal Agarwal.

A demonstração foi publicada pelo programador Sharif Shameem, que mostrou a IA usando um navegador para resolver os desafios até o fim, quando a própria página emitiu um certificado digital de “humano verificado”.

#IA #Captcha

via Tecnoblog

Disponível em: https://tecnoblog.net/noticias/gpt-6-astra-conclui-jogo-de-captcha-e-recebe-certificado-de-humano/

PISA 2025: a IA é responsável pela queda nos resultados? / The Conversation

PISA 2025: a IA é responsável pela queda nos resultados? / The Conversation

  • Embora o uso da IA ​​generativa esteja em plena expansão, o desempenho dos alunos já havia começado a cair antes do surgimento dessas ferramentas.
  • Entre os sistemas educacionais de melhor desempenho, as formas de utilização da IA ​​variam significativamente. O estudo PISA sugere distinguir os usos que substituem o esforço cognitivo daqueles que podem apoiá-lo. Os resultados do PISA 2025 são preocupantes.

Entre 2015 e 2025, a média dos países da OCDE caiu 22 pontos em matemática — o equivalente a pouco mais de um ano de aprendizado — e 28 pontos em leitura. Além disso, 20% dos jovens de 15 anos encontram-se agora abaixo do nível básico de competência nas três áreas avaliadas, em comparação com 16% em 2022.

(…)

Embora a IA permita delegar certas atividades cognitivas necessárias à aprendizagem — como resumir, escrever, argumentar ou resolver problemas —, ela também pode servir de suporte ao fornecer uma pista, uma explicação ou um retorno que permita ao aluno dar continuidade à sua reflexão.

É, portanto, essencial distinguir os usos que substituem o esforço cognitivo daqueles que contribuem para sustentá-lo e favorecem uma aprendizagem mais personalizada. O modelo #ppAI6 permite distinguir esses diferentes níveis de uso, desde a delegação excessiva à IA até usos criativos e transformadores.

#Pisa

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/pisa-2025-lia-est-elle-responsable-de-la-baisse-des-resultats-291580

Pedro Bandeira: ‘Sem os professores, eu não sou ninguém’ / Porvir

Pedro Bandeira: ‘Sem os professores, eu não sou ninguém’ / Porvir

Pedro Bandeira – A sala de aula me fez escritor, porque, infelizmente, o Brasil não é o país do livro. Uma grande parte da população brasileira é mal letrada. Isso é um grande problema que nós temos. Quem faz um país é um povo. Se você tem um povo mal preparado, a coisa é difícil.

Por isso, o trabalho do professor é fundamental, porque as nossas famílias não dão tanta atenção à educação como deveriam. As professoras que nos leem sabem que, quando convocam uma reunião de pais, comparecem aqueles pais dos alunos que são bonzinhos, que fazem tudo direitinho. O pai do “demoninho”, ela nem sabe a cara dele. Por isso que ele é um “demoninho”. Nunca ouviu uma historinha no colo da mamãe, nunca recebeu um livrinho, uma revistinha, um quadrinho para folhear.

Essa é uma dificuldade com a qual a professora tem que lidar. Ainda mais em um país como o Brasil, em que a carreira do professor não tem o merecimento que deveria.

#Escritores #Professores #Entrevista #Educação

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/pedro-bandeira-sem-os-professores-eu-nao-sou-ninguem/