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Nem tudo o que parece é! As bibliotecas públicas no combate à desinformação / BAD atas

Nem tudo o que parece é! As bibliotecas públicas no combate à desinformação / BAD atas

Os projetos CLAD, NEDLib e MIL-CC têm em comum o objetivo de fortalecer o papel das bibliotecas no enfrentamento da desinformação e na promoção da literacia mediática e informacional. Enquanto o CLAD aposta em metodologias participativas e fóruns cidadãos para transformar bibliotecas em espaços de debate democrático, o NEDLib investe na formação de bibliotecários por meio da metodologia train the trainers, criando uma rede europeia de multiplicadores. Já o MIL-CC concentra-se na capacitação de profissionais de bibliotecas públicas em áreas emergentes, como literacia algorítmica e literacia em inteligência artificial, ampliando a resposta das bibliotecas aos desafios da informação digital contemporânea.

#BibliotecasPúblicas #Desinformação

Disponível em: https://publicacoes.bad.pt/revistas/index.php/congressosbad/article/view/3221

Políticas institucionais de catalogação / Biblos

Políticas institucionais de catalogação / Biblos

Este artigo objetivou mapear a produção científica brasileira sobre políticas de catalogação, discutindo seu papel como instrumento de gestão da informação bibliográfica no contexto das bibliotecas. (…) O levantamento bibliográfico, com recorte temporal de 2016 a 2025, evidenciou uma reduzida produção científica nacional sobre a temática. Conclui-se que essa lacuna reforça a necessidade de novos estudos voltados ao fortalecimento do arcabouço teórico das políticas de catalogação, da gestão da informação bibliográfica e das práticas de catalogação em bibliotecas.

#Catalogação

Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/20813

Com a expansão da censura, bibliotecas autônomas estão surgindo para preencher as lacunas / Truthout

Com a expansão da censura, bibliotecas autônomas estão surgindo para preencher as lacunas / Truthout

Além de abrigar acervos, as bibliotecas autônomas oferecem espaços de encontro cruciais para o trabalho político. “Quando eu era uma jovem organizadora, nos reuníamos em cafeterias aleatórias”, disse Lulu. “Mas agora temos um tipo diferente de vigilância.” As bibliotecas autônomas também oferecem um refúgio para quem precisa de uma pausa no ativismo online. “As pessoas se esgotam com o ritmo e a sobrecarga da vida virtual”, disse Felber. Reunir-se em uma biblioteca de movimento permite a educação política, o planejamento e a elaboração de estratégias, ao mesmo tempo que atende às crescentes necessidades de segurança de dados. “As pessoas precisam poder se encontrar, compartilhar ideias, traçar estratégias, planejar, aprender com a história, conversar com pessoas mais experientes”, disse Lulu. “Isso pode acontecer aqui.”
A biblioteca de Felber é sobre rodas, transformando qualquer calçada em Portland em um espaço de engajamento textual radical. Bancos alinham-se em frente às estantes da Biblioteca Popular da Sociedade Livre, convidando as pessoas a sentarem, lerem e aprenderem. “Vamos aonde as pessoas já estão”, disse Felber ao Truthout , “para que elas possam seguir com suas rotinas diárias e ainda assim saírem de lá com uma ideia radical.”

#Censura #Bibliotecas

Disponível em: https://truthout.org/articles/as-censorship-expands-autonomous-libraries-are-springing-up-to-fill-the-gaps/

Bibliochecker: uma ferramenta para detectar alucinações de IA em referências bibliográficas

Bibliochecker: uma ferramenta para detectar alucinações de IA em referências bibliográficas

O Bibliochecker exemplifica como novas ferramentas de verificação automatizada podem se tornar aliadas estratégicas na preservação da integridade acadêmica contra os erros e ilusões produzidos pela inteligência artificial generativa. (…)

A plataforma automatiza a verificação por meio da comparação das informações fornecidas com bancos de dados acadêmicos consolidados, como CrossRef, Semantic Scholar e OpenAlex, permitindo que os usuários verifiquem a existência real de um documento, validem identificadores DOI e comparem a consistência entre título, autoria e data de publicação.

#FerramentasOnline #Normalização #ReferênciasBibliográficas

Disponível em: https://alexescazu24-ship-it.github.io/verificador-referencias2026.2/

Instrumentos de RepresentaçãoDescritiva da Informação / Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque

Instrumentos de RepresentaçãoDescritiva da Informação / Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque

Unidade 1: percursos históricos da catalogação e dos catálogos

Unidade 2: instrumentos de representação descritiva da informação: normas e códigos

Unidade 3: instrumentos de representação descritiva: formatos de intercâmbio

Unidade 4: geração, utilização e avaliação dos instrumentos de representação descritiva

#Catalogação #HistóriaDaCatalogação #AACR2

Disponível em: https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/00243107052021Aula_01.pdf

Bots estão coletando dados abertos — como os pesquisadores devem reagir? / Nature

Bots estão coletando dados abertos — como os pesquisadores devem reagir? / Nature

O que está claro é que a extração de dados por IA é comum. Uma pesquisa publicada em junho do ano passado pela Confederação de Repositórios de Acesso Aberto (CAAR) constatou que mais de 90% das organizações membros que responderam se deparam com extração de dados por bots, sendo que a maioria delas observa uma atividade anormalmente alta de bots pelo menos uma vez por semana¹. Frequentemente, essa extração é feita para fornecer dados de treinamento para modelos de IA. Esses dados também estão sendo usados ​​para produzir novos resultados de pesquisa gerados inteiramente por modelos de IA. (…)
No entanto, simplesmente bloquear conjuntos de dados atrás de uma barreira anti-bot não seria do melhor interesse do progresso científico, afirma Katie Corker, diretora executiva da ASAPbio, uma organização sem fins lucrativos com sede em São Francisco, Califórnia, que promove a ciência aberta e pressiona pela transparência no processo de publicação de pesquisas. “Se pensarmos com a perspectiva de um cientista ideal, o objetivo deveria ser compartilhar abertamente os dados de pesquisa e usá-los para fazer descobertas que melhorem a vida humana”, diz Corker. E se os contribuintes pagaram pela pesquisa que coleta esses dados, é questionável se os pesquisadores deveriam se opor ao seu uso público, acrescenta ela.

#DadosDePesquisa #Bots #IAScraping

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-01689-0

Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome

Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome

O dia 21 de maio é uma data estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2002 (após a Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, de 2001). Mais do que uma celebração festiva das expressões folclóricas, esta data exige uma análise crítica e estrutural do papel da cultura na coesão social, na geopolítica e nos direitos humanos no âmbito da prática bibliotecária. (…)

Nos campos da Biblioteconomia, da Ciência da Informação e da Ciência da Computação, o Dia Internacional da Diversidade Cultural (21 de maio) não é um evento isolado; pelo contrário, ele toca o próprio cerne dessas disciplinas. Neste século, a biblioteca, enquanto instituição social, deve ser o espaço democrático por excelência para garantir o direito à memória, o acesso à informação e o diálogo pluralista e intercultural.

#BibliotecasMulticulturais

via Infohome

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1659

O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas

O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas

A integração dos profissionais de informação em equipas de investigação tem-se traduzido num aumento de publicações científicas com a sua coautoria como reconhecimento do seu contributo intelectual em áreas que não a da Ciência da Informação. A aposta na formação contínua dos profissionais de informação, a criação do Núcleo de Apoio à Investigação, a colaboração no Ensino, as formações lecionadas e a presença de uma bibliotecária e médica na equipa da biblioteca sustentou essa evolução. Esta comunicação pretende partilhar as estratégias implementadas, as boas práticas desenvolvidas e os resultados alcançados, refletindo sobre o papel dos profissionais de informação como investigadores e coautores em publicações médicas, assim como os desafios enfrentados.

#Bibliotecários #RevisãoSistemática #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://publicacoes.bad.pt/revistas/index.php/congressosbad/article/view/3191

Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE

Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE

É cada vez mais comum que profissionais de saúde, educadores e pesquisadores utilizem ferramentas de inteligência artificial generativa para ler, resumir, traduzir, organizar informações ou preparar documentos científicos. A pergunta que se repete com frequência em bibliotecas de ciências da saúde é: posso enviar um artigo para o ChatGPT, Copilot, Gemini, Claude, Elicit, Consensus ou outra ferramenta de IA para que ele seja resumido? A resposta curta é: depende. Mas a resposta útil é um pouco mais precisa: Não se trata de proibir o uso da inteligência artificial. Trata-se de saber que tipo de conteúdo podemos enviar, sob qual licença, para qual ferramenta e com qual finalidade.

#PesquisaCientífica #IA

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/06/17/puedo-subir-este-pdf-a-chatgpt-uso-de-articulos-cientificos-e-inteligencia-artificial-guia-practica-para-no-cruzar-lineas-rojas/

A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto

A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto

Esse aumento não é distribuído uniformemente entre os países. Algumas sociedades apresentam níveis particularmente elevados de rejeição às notícias. A Turquia lidera a lista com 61%, seguida pelo Reino Unido com 46%, enquanto os Estados Unidos chegam a 42%. (…)O Japão representa uma relativa exceção, com apenas 11%, embora mesmo lá a porcentagem tenha aumentado em comparação com anos anteriores.

Por trás dessa tendência, encontram-se causas psicológicas e culturais cada vez mais estudadas. O relatório identifica um dos principais motivos para a rejeição às notícias como seu impacto negativo no humor: aproximadamente 39% daqueles que evitam as notícias indicam que elas afetam negativamente seu bem-estar emocional. Soma-se a isso a sensação de exaustão causada pela cobertura excessiva de guerras e conflitos internacionais, mencionada por quase 30% dos entrevistados. Num contexto dominado pelo “doomscrolling” — o consumo compulsivo de notícias negativas nas redes sociais — muitas pessoas desenvolvem estratégias deliberadas para limitar a sua exposição à informação como um mecanismo de autoproteção psicológica.

#ConsumoDeInformação

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2026/06/18/el-cansancio-informativo-dispara-el-rechazo-al-consumo-de-noticias-en-todo-el-mundo/

Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História

Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História

Ao longo de sua trajetória, Ginzburg também refletiu sobre os métodos da pesquisa histórica. Em textos como “Mitos, emblemas, sinais”, defendeu a importância dos detalhes, vestígios e indícios para a reconstrução do passado. Seus trabalhos dialogaram com áreas como a literatura, a antropologia e a história da arte, contribuindo para renovar as fronteiras da disciplina histórica e influenciando gerações de pesquisadores em todo o mundo.

Até os últimos anos de vida, o historiador permaneceu ativo no debate intelectual, publicando livros e participando de discussões sobre memória, verdade e interpretação histórica. Sua obra, traduzida para dezenas de idiomas, consolidou-se como referência indispensável para os estudos históricos contemporâneos. Com sua morte, a historiografia perde um de seus mais criativos e respeitados representantes.

#CarloGinzburg

via Café História

Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/morre-carlo-ginzburg/

O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda

O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda

A ciência que interessa ao Brasil, nunca duvidemos disso, é a ciência que interessa ao povo – e não ao agronegócio, à especulação financeira. Sob a imposição de traços culturais retrógrados – patriarcalismo, machismo – e de acordo com a orientação dos tempos pós-modernos, o país é repleto de não-saberes que (muito infelizmente) também são poderes.[iii]

Portanto, como indicado no início, é possível partir da premissa de que a ciência é um processo de investigação que segue padrões ou modelos específicos (metodologia científica), com destaque para a observação, prospecção (“experimentação”), catalogação, análise (refutação ou confirmação de postulados, teorias anteriores), em que a “massa crítica” surge com a insatisfação (incerteza) diante das afirmações predominantes, sem que se anule todas as interferências externas (não cientificas) advindas da política, da economia, da cultura, da moral e da própria visão de mundo do sujeito cognoscente sobre o objeto cognoscível (e que pode ser o mesmo sujeito, com “lugar de fala”).

#Ciência #CiênciaBrasileira

via A Terra é redonda

Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/o-que-e-ciencia-afinal/