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Percursos de pesquisa em Ciência da Informação: duas coletâneas que celebram a graduação, por Zaira Zafalon e Márcia Ivo Braz / Divulga-CI

Percursos de pesquisa em Ciência da Informação: duas coletâneas que celebram a graduação, por Zaira Zafalon e Márcia Ivo Braz / Divulga-CI

“Ao dar voz e visibilidade a discentes e orientadores de todo o país, esperamos ter oferecido à comunidade acadêmica um recurso valioso para o ensino, a pesquisa e a extensão, reafirmando o compromisso da Abecin com a formação de profissionais críticos, éticos e tecnicamente preparados para os desafios contemporâneos.” destacam as pesquisadoras Dra. Zaira Zafalon e Dra. Márcia Braz, da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação.

via Divulga-CI

#LivrosCI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/percursos-de-pesquisa-em-ciencia-da-informacao-duas-coletaneas-que-celebram-a-graduacao-por-zaira-zafalon-e-marcia-ivo-braz/

Prática profissional e ética: por que os bibliotecários brasileiros chamam de código de ética ao seu código de conduta profissional / Infohome

Prática profissional e ética: por que os bibliotecários brasileiros chamam de código de ética ao seu código de conduta profissional / Infohome

O Programa FAIFE – Free Access to Information and Freedom of Expression – da IFLA* arrola 34 países (exceto o Brasil) que dispõem de dispositivos de regulação da prática profissional. Tais dispositivos são definidos como diretrizes para orientar a atuação de bibliotecários e de outros empregados em bibliotecas e são adotados por iniciativa de bibliotecas nacionais ou associações de bibliotecários ou implementados por organismos governamentais. Esses dispositivos não são denominados exclusivamente de Código de Ética. Na verdade, é possível observar doze formas distintas de designação, que abaixo estão descritas, tendo, ou não, a menção “ética” e os países ou regiões que os adotam:

a) Código de Ética do (ou para o) bibliotecário: Coréia, Eslovênia, Estônia, Hungria, Indonésia, Israel, Japão, Lituânia, Polônia e Ucrânia.
b) Código de Ética: Croácia, Hong Kong (China), Jamaica, Malaisia, República Checa, Singapura e Estados Unidos da América.
c) Código de Ética Profissional: Chile, Federação Russa, México e Portugal.
d) Código de Ética para Bibliotecários registrados: Filipinas
e) Código de Conduta e Ética Profissional: Sri Lanka
f) Código de Conduta do Bibliotecário: Inglaterra, Itália e Nova Zelândia.
g) Código de Deontologia do Bibliotecário: França e Suíça.
h) Código de Postura Profissional do Bibliotecário: Armênia
i) Tomada de Posição sobre Ética Profissional: Austrália, Canadá.
j) Princípios Éticos dos Profissionais de Bibliotecas e Informação: Alemanha
l) Encargos Profissionais de bibliotecários em Bibliotecas Públicas: Holanda
m) Profissionalismo e Ética Profissional: Suécia

#CódigoDeÉticaProfissional

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=831

Educação em Informação: fundamentos e práticas em bibliotecas universitárias / UFRGS

Educação em Informação: fundamentos e práticas em bibliotecas universitárias / UFRGS

Objetivos: Promover a compreensão dos fundamentos e da evolução das competências infocomunicacionais e da educação em informação, refletindo sobre o papel das bibliotecas universitárias no cenário informacional contemporâneo.

Público-Alvo: Equipes das bibliotecas e outros interessados

Órgão Responsável pela ação de aperfeiçoamento: Biblioteca Central

Conteúdo Programático:
– Fundamentos das competências infocomunicacionais
– Evolução terminológica e conceitual do campo
– Cenário contemporâneo da informação: desinformação, mediação algorítmica e inteligência artificial
– O papel das bibliotecas na formação de usuários e na mediação da informação e comunicação
– Modelos de competência em informação
– Debate e troca de experiências

via Biblioteca Central da UFRGS

#Cursos

Disponível em: https://www.ufrgs.br/bibliotecacentral/educacao-em-informacao-fundamentos-e-praticas-em-bibliotecas-universitarias/

Bibliotecas adotam clubes de Pokémon / I love libraries

Bibliotecas adotam clubes de Pokémon / I love libraries

O programa de clubes de Pokémon em bibliotecas tem sido tão bem-sucedido que a presidente da AASL, Amanda Kordeliski, concedeu uma Menção Honrosa da Presidência à The Pokémon Company International durante a Conferência Anual da ALA de 2026, em reconhecimento à sua dedicação em promover a alfabetização, a criatividade e o aprendizado contínuo. Essa distinção homenageia organizações cujo trabalho contribui de forma significativa para o avanço da missão das bibliotecas escolares. “Por meio do programa de clubes de Pokémon, a The Pokémon Company International demonstrou como a brincadeira, a alfabetização, a criatividade e a comunidade podem se unir para criar espaços acolhedores, onde cada aluno tem a oportunidade de se conectar, aprender e sentir que pertence ao grupo”, afirmou Kordeliski. “Essa parceria capacitou bibliotecários escolares a atrair novos públicos e a inspirar o amor pelo aprendizado ao longo da vida.”

#Pokémom #Jogos #Bibliotecas

via I love libraries

Disponível em: https://ilovelibraries.org/article/libraries-embrace-pokemon-clubs/

Guia da PALCI sobre Interoperabilidade e Seleção de Sistemas / Partnership for Academic Library Collaboration and Innovation

Guia da PALCI sobre Interoperabilidade e Seleção de Sistemas / Partnership for Academic Library Collaboration and Innovation

Um guia para ajudar as bibliotecas membros da PALCI a avaliar sistemas de biblioteca e fornecedores com base em padrões abertos de interoperabilidade durante os processos de seleção e aquisição.

O PALCI Guide to Interoperability and System Selection é um documento estratégico elaborado para orientar bibliotecas acadêmicas na seleção e aquisição de sistemas de gestão de bibliotecas (ILS) e outras plataformas tecnológicas, posicionando a interoperabilidade como o critério central para qualquer decisão tecnológica.

#AutomaçãoDeBibliotecas #Interoperabilidade

Disponível em: https://palci.org/wp-content/uploads/2026/07/PUBLIC-PALCI-Guide-to-Interoperability-and-System-Selection.pdf


A folksonomia assistida e a representação da informação: uma análise exploratória da ficção juvenil nas produções literárias, audiovisuais e do fandom / PPGCI – UFF

A folksonomia assistida e a representação da informação: uma análise exploratória da ficção juvenil nas produções literárias, audiovisuais e do fandom / PPGCI – UFF

A amostra inclui os cabeçalhos de assunto da LC, os campos gênero e forma, as palavras-chave do IMDb e a análise das tags das fanfictions completas no AO3. Em razão da natureza distinta entre as versões da obra e os ambientes de informação analisados, os resultados demonstram que a representação da informação na LC e no IMDb prioriza os gêneros literários ou cinematográficos, temas centrais e elementos narrativos. Em contrapartida, a representação das fanfictions no AO3 por meio das tags, destaca temas que revelam aspectos psicológicos, relacionamentos afetivos e personagens secundários, e permite a representação de nuances semânticas que os sistemas tradicionais não abordam. Conclui-se que a folksonomia assistida amplia as dimensões representacionais ao incorporar perspectivas subjetivas e participativas, muitas vezes ausentes, nas representações tradicionais. Além disso, a representação da informação emerge como uma prática socialmente contextualizada, e ressalta a complementaridade entre linguagens documentárias e folksonomia. Essa interação fortalece a representação da informação e aprimora os processos de organização da informação.

#Folksonomia

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/43936

As bibliotecas devem recusar obras produzidas por inteligência artificial? / Jornal da USP

As bibliotecas devem recusar obras produzidas por inteligência artificial? / Jornal da USP

A simples exclusão pouco acrescenta ao debate. É compreensível que bibliotecas estejam preocupadas com a qualidade da informação, a confiabilidade dos conteúdos e os critérios utilizados para selecionar aquilo que será preservado e disponibilizado ao público. No entanto, a recusa não responde a uma questão mais profunda: o que torna uma obra digna de ser preservada?

Se olharmos para a história das bibliotecas, perceberemos que a autoria nunca foi o único critério utilizado para legitimar uma obra. Diversos textos filosóficos chegaram até nós com autoria incerta ou contestada. O mesmo pode ser dito de obras religiosas que atravessaram séculos sendo traduzidas, reinterpretadas e transmitidas por diferentes grupos sociais. Ainda assim, continuam presentes em bibliotecas do mundo inteiro.

O que garantiu a permanência desses documentos não foi apenas a certeza sobre quem os escreveu. Foi o significado que adquiriram ao longo do tempo. Talvez a pergunta não seja “quem escreveu esta obra?”, mas “por que esta obra é significativa para uma comunidade?”. Essa mudança de perspectiva desloca o debate da tecnologia para a cultura.

#Autoria #IA #Literatura

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/as-bibliotecas-devem-recusar-obras-produzidas-por-inteligencia-artificial/

Leitores preferem contos escritos por IA e não conseguem distingui-los dos humanos, diz estudo / O Globo

Leitores preferem contos escritos por IA e não conseguem distingui-los dos humanos, diz estudo / O Globo

Pesquisa da Universidade Villanova mostra que histórias geradas pelo ChatGPT receberam avaliações superiores às de autores humanos; quando os leitores acreditavam que o texto era humano, a nota era ainda maior.

Leitores não apenas têm dificuldade para distinguir contos escritos por inteligência artificial daqueles produzidos por seres humanos, como também tendem a preferir as histórias criadas por IA. A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Villanova, nos Estados Unidos, que aponta uma mudança na percepção sobre a capacidade criativa dos sistemas de inteligência artificial. A pesquisa mostrou ainda que textos gerados pelo ChatGPT receberam avaliações mais altas de qualidade e envolvimento do que obras de autores humanos.

#Literatura #IA

Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/08/05/leitores-preferem-contos-escritos-por-ia-e-nao-conseguem-distingui-los-dos-humanos-diz-estudo.ghtml

Como engajar o corpo docente no uso da biblioteca digital no ensino superior / Minha Biblioteca

Como engajar o corpo docente no uso da biblioteca digital no ensino superior / Minha Biblioteca

A biblioteca digital só alcança todo o seu potencial quando faz parte da rotina de ensino. Os professores atuam como mediadores entre os estudantes e o acervo, transformando a plataforma em uma extensão natural da sala de aula.

Quando os docentes incorporam livros digitais às disciplinas, utilizam recursos da plataforma durante as aulas e estimulam consultas frequentes ao acervo, a tendência é que o número de acessos cresça de forma consistente.
O efeito influenciador: o aluno lê o que o professor recomenda

#MarketingEmBibliotecas #BibliotecaDigital

via Minha Biblioteca

Disponível em: https://minhabiblioteca.com.br/blog/educacao-superior/engajar-o-corpo-docente/

Estatísticas de uso do Sci-Hub: países com o maior número de downloads e limitações metodológicas dos dados / Universo Abierto

Estatísticas de uso do Sci-Hub: países com o maior número de downloads e limitações metodológicas dos dados / Universo Abierto

A tabela também ilustra uma disparidade acentuada no uso da plataforma. A China registra aproximadamente 4,3 vezes mais downloads do que os Estados Unidos e mais de vinte vezes o volume da Índia, que ocupa a terceira posição. Isso indica que o uso do Sci-Hub não é distribuído de forma uniforme, concentrando-se, em vez disso, em poucos países com grandes comunidades de pesquisa.

No entanto, o próprio site reconhece limitações metodológicas significativas que devem ser consideradas ao interpretar essas estatísticas. Em particular, os dados não foram ajustados para levar em conta o uso de redes privadas virtuais (VPNs), servidores proxy ou acessos automatizados via bots. Consequentemente, a localização geográfica indicada pelos endereços IP pode não corresponder à localização real do usuário. Um exemplo específico citado é o Reino Unido, onde o acesso ao Sci-Hub tem sido frequentemente restringido; muitos usuários utilizam servidores VPN sediados nos EUA para acessar o serviço, fazendo com que seus downloads sejam registrados como provenientes daquele país. Esse fenômeno pode distorcer significativamente a distribuição geográfica observada, levando a uma superestimação do uso em certas regiões e a uma subestimação em outras.

#SciHub

Disponível em: https://universoabierto.org/2026/08/06/estadisticas-de-uso-de-sci-hub-paises-con-mayor-numero-de-descargas-y-limitaciones-metodologicas-de-los-datos/

Jornais usam algoritmo para definir preço de renovação de assinaturas / Poder 360

Jornais usam algoritmo para definir preço de renovação de assinaturas / Poder 360

Você pode ter se deparado com preços dinâmicos –às vezes chamados de preços algorítmicos, personalizados ou de vigilância– ao reservar um voo ou comprar mantimentos no Instacart (empresa norte-americana de mídia e entrega de varejo). Isso acontece quando o algoritmo de uma empresa decide quanto cobrar com base no seu histórico de compras e outros comportamentos. E os assinantes de notícias estão percebendo isso cada vez mais quando suas assinaturas estão para serem renovadas.

“O jornalismo tem valor real, e as organizações de notícias têm todo o direito de buscar um modelo de negócios lucrativo”, disse Giordano. “Mas a precificação individualizada, determinada por sistemas de IA opacos que usam dados pessoais, e até mesmo características legalmente protegidas, está fora dos limites da concorrência justa e da legislação de proteção ao consumidor. Esse tipo de especulação de preços impulsionada por IA coloca informações essenciais atrás de um paywall que se move simplesmente dependendo de quem você é. Isso mina a confiança pública em um dos pilares fundamentais da democracia.

via Poder 360

#Jornalismo #IA

Disponível em: https://www.poder360.com.br/nieman/jornais-usam-algoritmo-para-definir-preco-de-renovacao-de-assinaturas/

Quantos vencem quando uma pessoa da família chega à universidade? / Thiagoteca

Quantos vencem quando uma pessoa da família chega à universidade? / Thiagoteca

As narrativas de primeira geração universitária revelam dimensões da educação que dificilmente aparecem por inteiro nos indicadores institucionais. Elas evidenciam barreiras de acesso, estratégias de permanência, deslocamentos territoriais, redes de apoio, conflitos, renúncias, afetos e transformações produzidas pelo encontro com a universidade.

A democratização do ensino superior não pode ser analisada somente pelo número de vagas ofertadas, matrículas realizadas ou diplomas concedidos. Também precisamos compreender quem chega à universidade, em quais condições permanece, como vivencia esse espaço e quais mudanças essa experiência produz em seu entorno.

#Universidade

Disponível em: https://thiagoteca.wordpress.com/2026/08/06/primeira-geracao-universitaria-transformacao-social-cariri/