Home

A história da informação como objeto de investigação para a Ciência da Informação / Pedro & João Editores

A história da informação como objeto de investigação para a Ciência da Informação / Pedro & João Editores

Este texto parte do trânsito deste autor entre diferentes campos vinculados à produção, à organização, à circulação, à preservação, à mediação, à comunicação e à apropriação da informação. Uma graduação em Jornalismo, 2017 antecede um bacharelado em Biblioteconomia (finalizado em 2020) e uma especialização em Comunicação (2021); seguem-se um mestrado em Ciência da Informação (findo em 2024) e um mestrado em Museologia e Patrimônio, este em fase de conclusão, aos quais se somam, no presente momento da escrita deste texto, uma graduação em Arquivologia e o início do doutoramento em Ciência da Informação.

#LivrosCI #Informação #FundamentosDaCI

Disponível em: https://pedroejoaoeditores.com.br/produto/a-historia-da-informacao-como-objeto-de-investigacao-para-a-ciencia-da-informacao/

Mediação da informação: cartografias de saberes e práticas / E-book UFCA

Mediação da informação: cartografias de saberes e práticas / E-book UFCA

Esta coletânea reúne sete capítulos derivados de dissertações, teses e pesquisas vinculadas ao grupo “Informação: Mediação, Cultura, Leitura e Sociedade”, registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e articulado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).

#LivrosCI #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://ebooks.ufca.edu.br/catalogo/mediacao-da-informacao-cartografias-de-saberes-e-praticas/

Reutilizar livros infantis deteriorados: ideias criativas para dar a eles uma segunda vida na biblioteca / ALSC

Reutilizar livros infantis deteriorados: ideias criativas para dar a eles uma segunda vida na biblioteca / ALSC

Um livro de cartonado pode se transformar em:

Um quebra-cabeça simples: Corte uma página ilustrada em algumas peças grandes.
Um cartão para alinhavar: Recorte uma forma resistente, faça furos ao redor da borda e passe um barbante ou fio.
Elementos para contar histórias: Guarde imagens de pessoas, animais, objetos e cenários interessantes que as crianças possam combinar para inventar novas histórias.
Peças para classificar ou combinar: Cores, formas, animais, letras, números e objetos familiares podem servir como material para atividades de classificação e associação.
Um fantoche: Fixe um palito de sorvete em um personagem recortado e crie uma história totalmente nova para ele. (Veja mais!)

#LivrosInfantis

Disponível em: https://www.alsc.ala.org/blog/2026/09/dont-toss-that-board-book-transform-it-into-something-wonderful/

Inteligência artificial amplia o acesso a acervos históricos e transforma o trabalho dos bibliotecários / CI Express

Inteligência artificial amplia o acesso a acervos históricos e transforma o trabalho dos bibliotecários / CI Express

A inteligência artificial (IA) está abrindo novas possibilidades para preservar e tornar acessíveis documentos históricos que, durante décadas, permaneceram restritos aos arquivos físicos de bibliotecas. Essa transformação é discutida no artigo “Inteligência artificial e seu uso na catalogação retrospectiva: diálogos entre tecnologia e expertise humana”, de autoria da pesquisadora Cintia de Azevedo Lourenço.

O estudo analisa como ferramentas de IA, reconhecimento de textos manuscritos e plataformas de automação podem modernizar a catalogação retrospectiva, processo de conversão de registros bibliográficos antigos em informações digitais pesquisáveis. A principal contribuição da pesquisa é demonstrar, com base na literatura científica, que essas tecnologias podem aumentar a eficiência dos serviços bibliotecários sem substituir o conhecimento especializado dos profissionais responsáveis pela organização da informação.

#IA #Bibliotecários

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/intelig%C3%AAncia-artificial-ajuda-a-revelar-acervos-hist%C3%B3ricos-e-transforma-o-trabalho-dos-bibliotec%C3%A1rio

ICOM Brasil publica nota em defesa dos museus brasileiros e da democracia / ICOM

ICOM Brasil publica nota em defesa dos museus brasileiros e da democracia / ICOM

Há mais de 200 anos, os museus no Brasil preservam um rico patrimônio cultural, referência das memórias do nosso povo.
Nas últimas décadas, o Brasil tem desempenhado um papel inovador, com experiências pioneiras de práticas museais participativas e comunitárias, destacando-se no cenário internacional. Além de seu compromisso com pautas políticas e questões de impacto social, os museus constituem uma força estratégica para a economia nacional.

Esse cenário promissor, construído também por meio de políticas públicas voltadas aos museus, está sujeito a retrocessos e perdas irreparáveis. No segundo turno das eleições presidenciais, estão em disputa dois projetos políticos diametralmente opostos, com implicações para os direitos básicos da sociedade brasileira.

Um dos lados da disputa faz parte do grupo que esteve à frente da presidência da República entre 2018 e 2022 e que extinguiu o Ministério da Cultura, defendeu a censura a museus e buscou intervir em algumas dessas instituições. Esse grupo perseguiu muitos profissionais do setor, promoveu o negacionismo científico e histórico e ameaçou a Lei Rouanet, uma das mais importantes fontes de financiamento de museus brasileiros. Também esteve associado à tentativa de golpe de Estado que culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando foi depredado um importante conjunto do patrimônio cultural brasileiro.

#ICOM #Eleições

via ICOM

Disponível em: https://icom.org.br/nota-em-defesa-dos-museus-brasileiros-e-da-democracia/

Um plano para vencer a censura digital / Outras palavras

Um plano para vencer a censura digital / Outras palavras

Eleições somam mais de mil denúncias contra a Meta, que censura os críticos da ultradireita. Debates reais ficam à margem. Organizações lançam manual de três estratégias para jornalistas e perfis progressistas ampliarem seu conteúdo sem as travas das big techs.

(…) A estratégia se resume a três movimentos: ocupe as plataformas fechadas, preserve nas mídias abertas e organize-se nas redes seguras. Isso significa estar presente onde o público está, mas nunca depender exclusivamente desses espaços. O conteúdo publicado nas mídias sociais abertas deve ser o espelho do que vai para as fechadas, e todo canal deve divulgar sua versão nas redes da Web Social Aberta.

Um Plano de Contingência Digital também exige cuidados com a segurança. Senhas fortes e únicas, verificação em duas etapas, backups regulares e comunicações sensíveis criptografadas são práticas essenciais.

#BigTechs #Censura

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/um-plano-para-vencer-a-censura-digital/

Justiça Informacional como prática de Ciência Aberta: uma análise da revista científica “Matrizes” / PCI

Justiça Informacional como prática de Ciência Aberta: uma análise da revista científica “Matrizes” / PCI

Acreditamos que a Justiça Informacional e Ciência Aberta são movimentos orientadores em direção ao acesso equitativo e justo à informação. Consideremos isso, pois a Ciência Aberta promove um diálogo entre a produção científica e a sociedade, tornando-a acessível a todos, não apenas aos acadêmicos, valorizando e reconhecendo o processo científico e seus sujeitos contribuintes, bem como o processo e a construção dos processos metodológicos e dos dados (Sena, 2023). Logo, na próxima seção, apontamos o conjunto de critérios que vislumbramos para a checagem da presença dos princípios da Justiça Informacional em revistas científicas com práticas de Ciência Aberta, cadastradas no Diretório Miguilim.

#JustiçaInformacional #CiênciaAberta #GestãoEditorial #Editoração

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/59509

Fortalecimento identitário da pessoa negra por meio das atividades mediadoras em bibliotecas públicas baianas / Folha de Rosto

Fortalecimento identitário da pessoa negra por meio das atividades mediadoras em bibliotecas públicas baianas / Folha de Rosto

As bibliotecas públicas podem contribuir com a formação crítica dos sujeitos, proporcionando que os mesmos alcancem uma tomada de consciência que influenciará tanto em sua vida como na vida do outro, por meio de iniciativas e ações tais como os projetos apresentados, destacando temáticas que contribuem com o papel social das bibliotecas em prol da mediação do livro, da literatura e da cultura, proporcionando destaque as questões étnico-raciais, evocando a memória de uma sociedade, por meio de diálogos críticos e permitindo que as histórias que antes eram marginalizadas, sejam valorizadas e compartilhadas.

#BibliotecasPúblicas #MediaçãoDeLeitura #PopulaçãoNegra

Disponível em: https://periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/folhaderosto/article/view/1546

As apropriações da Memória na Ciência da Informação: estudos conceituais nas produções científicas do sul global / PPGCI – UFPB

As apropriações da Memória na Ciência da Informação: estudos conceituais nas produções científicas do sul global / PPGCI – UFPB

O domínio da memória, no âmbito da CI, aparece como tema apropriado por instituições de destaque, como a Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (ANCIB), em nível nacional, e a International Society for Knowledge Organization (ISKO) e a Asociación de Educación e Investigación en Ciencia de la Información de Iberoamérica y el Caribe (EDICIC), em âmbito internacional. As relações entre informação e memória são analisadas em três dimensões: humana/cognitiva, artificial/física e sociocultural. Esta última é aprofundada nos resultados por meio de nove categorias que evidenciam como o conceito de memória é representado nas produções científicas do sul global: Memória Coletiva, Memória Social, Lugares de Memória, Memória Histórica, Memória Subterrânea, Memória Cultural, Memória do Mundo, Memória Institucional e Memória Organizacional. O estudo proporcionou a compreensão ampliada sobre como a memória é representada no âmbito da Ciência da Informação nacional e internacionalmente. Com base nos elementos analisados, observa-se a predominância de referenciais teóricos franceses e anglo-saxônicos nas conceituações adotadas pelos/as pesquisadores/ras do sul global. Com base na pesquisa realizada, constatou-se que a visão eurocêntrica de mundo foi universalizada, influenciando inclusive os estudos sobre memória, apresentando o caráter colonizador do conhecimento e evidenciando a necessidade de empreendimentos teóricos que, sob uma perspectiva decolonial, proponham novos sentidos às representações conceituais estabelecidas.

#Memória

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39567

Estudantes de doutorado que escrevem sua tese com o auxílio de IA têm menos probabilidade de permanecer na vida acadêmica / Nature

Estudantes de doutorado que escrevem sua tese com o auxílio de IA têm menos probabilidade de permanecer na vida acadêmica / Nature

A equipe constatou que textos gerados por IA em resumos de teses surgiram em 2023, passando de 1,7% naquele ano para 18,8% em 2025. Entre as teses apresentadas nos primeiros cinco meses de 2026, 29,4% dos resumos continham textos gerados por IA. O uso de IA foi mais expressivo nas áreas de matemática e ciência da computação: 36% dos resumos foram redigidos com o auxílio de IA. Cerca de 41% das teses de doutorado de pesquisadores formados em países de língua não inglesa apresentavam resumos gerados por inteligência artificial (IA), em comparação com 23% das teses de pesquisadores oriundos de países de língua inglesa.

Os pesquisadores também analisaram os perfis de formação e emprego de doutores na plataforma LinkedIn. Entre aqueles que concluíram a graduação nos Estados Unidos, os que apresentaram resumos gerados por IA tiveram 17% menos probabilidade de atuar no meio acadêmico do que aqueles que não utilizaram a tecnologia. Por outro lado, o uso de IA aumentou em 16% a probabilidade de esses doutores trabalharem no setor industrial. Os autores observaram que a relação entre o uso de IA e a obtenção de um cargo na academia foi menos acentuada entre os pesquisadores que cursaram a graduação fora dos Estados Unidos. Os autores reconhecem que os resultados não permitem determinar se a redação assistida por IA comprometeu a capacidade de pesquisa do doutor, nem explicam por que o uso da tecnologia reduziu a probabilidade de atuação no meio acadêmico.

#EscritaAcadêmica #IA #PósGraduação

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-03253-2]

ArXiv versus IA Slop (conteúdo de baixa qualidade gerado por IA): limitar a submissão de preprints funcionará? / Nature

ArXiv versus IA Slop (conteúdo de baixa qualidade gerado por IA): limitar a submissão de preprints funcionará? / Nature

Na tentativa de lidar com a enxurrada de manuscritos que recebe atualmente, o servidor de preprints arXiv anunciou um limite de dois artigos por mês para cada pesquisador, medida que entrou em vigor em 1º de outubro. A decisão ocorre após um aumento acentuado no número de submissões, impulsionado, em grande parte, por conteúdos de baixa qualidade gerados por ferramentas de inteligência artificial, afirma Steinn Sigurðsson, astrofísico da Universidade Estadual da Pensilvânia, em University Park, e diretor científico do arXiv. Em setembro, 40 mil preprints foram enviados ao arXiv — um salto em relação à média de 30 mil registrada entre março e julho.

#IASlop #Arxiv #Preprints

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-03194-w

Patrimônios periféricos em busca de reconhecimento / Jornal da Ciência

Patrimônios periféricos em busca de reconhecimento / Jornal da Ciência

Do hip hop às vilas operárias, memórias e culturas produzidas nas periferias ainda enfrentam a resistência de instituições responsáveis por reconhecer e preservar o patrimônio. Confira na nova edição da revista Ciência & Cultura!

CC-3E26-reportagem-patrimonio-periferico-capa-site-ru9xr6c37jsedbb0cwxv01pnsez1uglxc44o4r27woComo esperar que algo que é socialmente marginalizado seja reconhecido como patrimônio? Além da luta por suas existências, os patrimônios periféricos lutam para que suas trajetórias sejam valorizadas. Do hip hop a vilas operárias, a cultura nascida fora dos centros de elite vive um momento tenso, no qual órgãos que deveriam proteger suas memórias se recusam a reconhecer o seu valor histórico.

#Patrimônio

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/patrimonios-perifericos-em-busca-de-reconhecimento/