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Código de Ética de Catalogação / ALA

Código de Ética de Catalogação / ALA

O termo ética da catalogação é definido como um conjunto de princípios e valores que fornecem
uma estrutura de tomada de decisão intencional para aqueles que trabalham em cargos de
catalogação ou metadados.
Um subconjunto da biblioteconomia crítica, a catalogação crítica concentra-se em compreender
e mudar a forma como as organizações de conhecimento codificam os sistemas de opressão.
O termo catalogador é usado como abreviação para se referir a qualquer pessoa envolvida no
trabalho de catalogação e criação de metadados.

(Tradução para o português (Brasil) por Zaira Regina Zafalon e Isabel Cristina Ayres da Silva
Maringelli.)

#Catalogação #CódigoDeÉticaProfissional

Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1PvXtZMrG-5KGqSAkYK80_WxYQY99d7Jo/view

Metodologias de Análise de Assunto / BRAJIS

Metodologias de Análise de Assunto: mapeamento e sistematização das abordagens / BRAJIS

O levantamento bibliográfico identificou 144 documentos, dos quais 53 compuseram o corpus analítico destinado à sistematização das metodologias, enquanto outros 13 foram utilizados para complementar a fundamentação teórica e a discussão dos resultados. As metodologias foram examinadas segundo quatro dimensões analíticas: fundamentos teóricos, estratégias metodológicas, operacionalidade e aplicabilidade, e contribuições e limitações, sendo posteriormente agrupadas em seis abordagens predominantes: heurísticas empíricas, relacionais, cognitivas, construcionistas, normativas e observacionais. A análise evidencia que a evolução dessas propostas acompanha as transformações epistemológicas da Organização do Conhecimento e demonstra que nenhuma metodologia, isoladamente, contempla a complexidade da análise de assunto. Ao reunir e analisar criticamente essas propostas, o estudo oferece um panorama das principais metodologias de análise de assunto e fornece subsídios para futuras pesquisas e para o aperfeiçoamento das práticas de indexação.

#Indexação

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/18468

Produtos e serviços das bibliotecas escolares da Rede Marista de Porto Alegre e Região Metropolitana / RISC

Produtos e serviços das bibliotecas escolares da Rede Marista de Porto Alegre e Região Metropolitana / RISC

Os serviços e produtos das bibliotecas atendem à demanda, mesmo sem a intencionalidade específica de prevenir a desinformação. Por meio das atividades de orientação científica, os bibliotecários desempenham um papel de educadores, preparando os estudantes para fazer uso consciente das informações, mesmo que seu enfoque não seja a desinformação. (…) As bibliotecas escolares estudadas são atuantes na construção da consciência cidadã, cumprindo os ideais de sua mantenedora por meio de seus produtos e serviços.

#ProdutosEServiços #BibliotecasEscolares

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42330

Como os critérios de avaliação de bolsas de pesquisa moldam o valor dos periódicos: o caso da SciELO na Fondecyt / Research Evaluation

Como os critérios de avaliação de bolsas de pesquisa moldam o valor dos periódicos: o caso da SciELO na Fondecyt / Research Evaluation

Ao demonstrar como os regimes de avaliação e as infraestruturas bibliográficas condicionam a visibilidade, o estudo evidencia mecanismos estruturais que reproduzem desigualdades globais na comunicação científica. Os resultados trazem implicações diretas para a reforma da avaliação de pesquisas, sugerindo a necessidade de superar a inclusão em bases de dados como indicador de qualidade e de fortalecer o reconhecimento de sistemas regionais de publicação em acesso aberto.

#ComunivaçãoCientífica #AvaliaçãoDaCiência #Periódicos

Disponível em: https://doi.org/10.1093/reseval/rvag049

Por que as más notícias se espalham mais do que as boas notícias? / Scimago EPI

Por que as más notícias se espalham mais do que as boas notícias? / Scimago EPI

“Se sangra, vira manchete.” Este velho ditado do jornalismo anglo-saxão resume uma realidade que pesquisas vêm documentando há décadas: notícias negativas atraem mais atenção, são mais facilmente lembradas e compartilhadas mais amplamente do que notícias positivas. Isso não é mera intuição jornalística, mas sim o resultado da interação entre nossa psicologia, as rotinas profissionais da mídia e, mais recentemente, os algoritmos das plataformas digitais. (…)

Por mais de meio século, estudamos como a mídia constrói a agenda pública. Na próxima década, talvez precisemos estudar como os modelos de linguagem reconstroem essa agenda, sintetizando milhões de agendas anteriores. Eles não substituem a mídia, mas estão se tornando os principais intérpretes do que a mídia noticiou sobre o mundo.

A mídia noticia os acontecimentos; a ciência estuda as tendências; e os modelos de linguagem tentam sintetizar ambos. Esperemos que nenhum dos três ofusque os outros. Um acontecimento sem contexto pode levar ao alarmismo; uma tendência sem acontecimentos carece de credibilidade. Compreender o mundo exige ambas as perspectivas.

#Notícias #Jornalismo #IA

via Scimago EPI

Disponível em: https://www.scimagoepi.com/por-que-las-malas-noticias-se-difunden-mas-que-las-buenas/

Ideb 2025: não é o caso de comemorar e sim de refletir / Jornal da USP

Ideb 2025: não é o caso de comemorar e sim de refletir / Jornal da USP

O Ministério da Educação (MEC) divulgou na última quarta-feira (5) o mais recente boletim do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) sobre o desempenho da educação básica brasileira relativo ao ano de 2025. De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Ideb do ensino fundamental brasileiro nas redes públicas e privadas passou de 6 para 6,3 nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano) e de 5 para 5,3 nos anos finais (do 6º ao 9º ano). Por sua vez, o Ideb do ensino médio em ambas as redes passou de 4,3 para 4,5. No tocante apenas à rede pública, o resultado passou de 5,7 para 6,1 nos anos iniciais; de 4,7 para 5,0 nos anos finais; e de 4,1 para 4,3 no ensino médio. Com isso, o Ideb obteve, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.

via Jornal da USP

#IDEB

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ideb-2025-nao-e-o-caso-de-comemorar-e-sim-de-refletir/

Percursos de pesquisa em Ciência da Informação: duas coletâneas que celebram a graduação, por Zaira Zafalon e Márcia Ivo Braz / Divulga-CI

Percursos de pesquisa em Ciência da Informação: duas coletâneas que celebram a graduação, por Zaira Zafalon e Márcia Ivo Braz / Divulga-CI

“Ao dar voz e visibilidade a discentes e orientadores de todo o país, esperamos ter oferecido à comunidade acadêmica um recurso valioso para o ensino, a pesquisa e a extensão, reafirmando o compromisso da Abecin com a formação de profissionais críticos, éticos e tecnicamente preparados para os desafios contemporâneos.” destacam as pesquisadoras Dra. Zaira Zafalon e Dra. Márcia Braz, da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação.

via Divulga-CI

#LivrosCI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/percursos-de-pesquisa-em-ciencia-da-informacao-duas-coletaneas-que-celebram-a-graduacao-por-zaira-zafalon-e-marcia-ivo-braz/

Prática profissional e ética: por que os bibliotecários brasileiros chamam de código de ética ao seu código de conduta profissional / Infohome

Prática profissional e ética: por que os bibliotecários brasileiros chamam de código de ética ao seu código de conduta profissional / Infohome

O Programa FAIFE – Free Access to Information and Freedom of Expression – da IFLA* arrola 34 países (exceto o Brasil) que dispõem de dispositivos de regulação da prática profissional. Tais dispositivos são definidos como diretrizes para orientar a atuação de bibliotecários e de outros empregados em bibliotecas e são adotados por iniciativa de bibliotecas nacionais ou associações de bibliotecários ou implementados por organismos governamentais. Esses dispositivos não são denominados exclusivamente de Código de Ética. Na verdade, é possível observar doze formas distintas de designação, que abaixo estão descritas, tendo, ou não, a menção “ética” e os países ou regiões que os adotam:

a) Código de Ética do (ou para o) bibliotecário: Coréia, Eslovênia, Estônia, Hungria, Indonésia, Israel, Japão, Lituânia, Polônia e Ucrânia.
b) Código de Ética: Croácia, Hong Kong (China), Jamaica, Malaisia, República Checa, Singapura e Estados Unidos da América.
c) Código de Ética Profissional: Chile, Federação Russa, México e Portugal.
d) Código de Ética para Bibliotecários registrados: Filipinas
e) Código de Conduta e Ética Profissional: Sri Lanka
f) Código de Conduta do Bibliotecário: Inglaterra, Itália e Nova Zelândia.
g) Código de Deontologia do Bibliotecário: França e Suíça.
h) Código de Postura Profissional do Bibliotecário: Armênia
i) Tomada de Posição sobre Ética Profissional: Austrália, Canadá.
j) Princípios Éticos dos Profissionais de Bibliotecas e Informação: Alemanha
l) Encargos Profissionais de bibliotecários em Bibliotecas Públicas: Holanda
m) Profissionalismo e Ética Profissional: Suécia

#CódigoDeÉticaProfissional

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=831

Educação em Informação: fundamentos e práticas em bibliotecas universitárias / UFRGS

Educação em Informação: fundamentos e práticas em bibliotecas universitárias / UFRGS

Objetivos: Promover a compreensão dos fundamentos e da evolução das competências infocomunicacionais e da educação em informação, refletindo sobre o papel das bibliotecas universitárias no cenário informacional contemporâneo.

Público-Alvo: Equipes das bibliotecas e outros interessados

Órgão Responsável pela ação de aperfeiçoamento: Biblioteca Central

Conteúdo Programático:
– Fundamentos das competências infocomunicacionais
– Evolução terminológica e conceitual do campo
– Cenário contemporâneo da informação: desinformação, mediação algorítmica e inteligência artificial
– O papel das bibliotecas na formação de usuários e na mediação da informação e comunicação
– Modelos de competência em informação
– Debate e troca de experiências

via Biblioteca Central da UFRGS

#Cursos

Disponível em: https://www.ufrgs.br/bibliotecacentral/educacao-em-informacao-fundamentos-e-praticas-em-bibliotecas-universitarias/

Bibliotecas adotam clubes de Pokémon / I love libraries

Bibliotecas adotam clubes de Pokémon / I love libraries

O programa de clubes de Pokémon em bibliotecas tem sido tão bem-sucedido que a presidente da AASL, Amanda Kordeliski, concedeu uma Menção Honrosa da Presidência à The Pokémon Company International durante a Conferência Anual da ALA de 2026, em reconhecimento à sua dedicação em promover a alfabetização, a criatividade e o aprendizado contínuo. Essa distinção homenageia organizações cujo trabalho contribui de forma significativa para o avanço da missão das bibliotecas escolares. “Por meio do programa de clubes de Pokémon, a The Pokémon Company International demonstrou como a brincadeira, a alfabetização, a criatividade e a comunidade podem se unir para criar espaços acolhedores, onde cada aluno tem a oportunidade de se conectar, aprender e sentir que pertence ao grupo”, afirmou Kordeliski. “Essa parceria capacitou bibliotecários escolares a atrair novos públicos e a inspirar o amor pelo aprendizado ao longo da vida.”

#Pokémom #Jogos #Bibliotecas

via I love libraries

Disponível em: https://ilovelibraries.org/article/libraries-embrace-pokemon-clubs/

Guia da PALCI sobre Interoperabilidade e Seleção de Sistemas / Partnership for Academic Library Collaboration and Innovation

Guia da PALCI sobre Interoperabilidade e Seleção de Sistemas / Partnership for Academic Library Collaboration and Innovation

Um guia para ajudar as bibliotecas membros da PALCI a avaliar sistemas de biblioteca e fornecedores com base em padrões abertos de interoperabilidade durante os processos de seleção e aquisição.

O PALCI Guide to Interoperability and System Selection é um documento estratégico elaborado para orientar bibliotecas acadêmicas na seleção e aquisição de sistemas de gestão de bibliotecas (ILS) e outras plataformas tecnológicas, posicionando a interoperabilidade como o critério central para qualquer decisão tecnológica.

#AutomaçãoDeBibliotecas #Interoperabilidade

Disponível em: https://palci.org/wp-content/uploads/2026/07/PUBLIC-PALCI-Guide-to-Interoperability-and-System-Selection.pdf


A folksonomia assistida e a representação da informação: uma análise exploratória da ficção juvenil nas produções literárias, audiovisuais e do fandom / PPGCI – UFF

A folksonomia assistida e a representação da informação: uma análise exploratória da ficção juvenil nas produções literárias, audiovisuais e do fandom / PPGCI – UFF

A amostra inclui os cabeçalhos de assunto da LC, os campos gênero e forma, as palavras-chave do IMDb e a análise das tags das fanfictions completas no AO3. Em razão da natureza distinta entre as versões da obra e os ambientes de informação analisados, os resultados demonstram que a representação da informação na LC e no IMDb prioriza os gêneros literários ou cinematográficos, temas centrais e elementos narrativos. Em contrapartida, a representação das fanfictions no AO3 por meio das tags, destaca temas que revelam aspectos psicológicos, relacionamentos afetivos e personagens secundários, e permite a representação de nuances semânticas que os sistemas tradicionais não abordam. Conclui-se que a folksonomia assistida amplia as dimensões representacionais ao incorporar perspectivas subjetivas e participativas, muitas vezes ausentes, nas representações tradicionais. Além disso, a representação da informação emerge como uma prática socialmente contextualizada, e ressalta a complementaridade entre linguagens documentárias e folksonomia. Essa interação fortalece a representação da informação e aprimora os processos de organização da informação.

#Folksonomia

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/43936