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Perspectiva sobre o movimento Library Publishing em bibliotecas universitárias brasileiras – Entrevista com Lucas Silva / Divulga-CI

Perspectiva sobre o movimento Library Publishing em bibliotecas universitárias brasileiras – Entrevista com Lucas Silva / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com o bibliotecário e pesquisador Lucas dos Santos Souza da Silva, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Em sua dissertação, Lucas investigou o movimento Library Publishing em bibliotecas universitárias brasileiras. Na entrevista, conheça mais sobre o processo de construção da dissertação e as contribuições do pesquisador.

#BibliotecasPublicadoras #BibliotecasUniversitárias

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/perspectiva-sobre-o-movimento-library-publishing-em-bibliotecas-universitarias-brasileiras-entrevista-com-lucas-silva/

Documentos encantados de axé: a expressão da memória encantada na produção documental dos terreiros de candomblé / PPGCI – UFBA

Documentos encantados de axé: a expressão da memória encantada na produção documental dos terreiros de candomblé / PPGCI – UFBA

O estudo foi desenvolvido em três terreiros localizados em Salvador e Lauro de Freitas, o Ilê Axé Opô Aganju, Ilê Àṣe Iba Omi Àjọ Ewé – Oyá Matamba e Ilê Axé Inginoquê Omorossí, por meio de observação participante, entrevistas, análise documental e diário de campo. Os resultados revelam que a gênese documental nos terreiros é coletiva e espiritual, e que a preservação da informação está profundamente ligada à continuidade da tradição, à hierarquia religiosa e à oralidade. Ao reconhecer o terreiro como instituição de memória e o documento como expressão do axé, a pesquisa propõe uma ampliação da teoria arquivística, incorporando conhecimentos afro-brasileiros e práticas de resistência cultural. O documento encantado e a memória encantada emergem, assim, como novas categorias analíticas na Arquivologia e na Ciência da Informação, reafirmando que preservar é resistir, e que lembrar é reencantar a vida.

#Memória #Candomblé #Documento

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44545

Políticas e ferramentas de compartilhamento de dados / University of California

Gestão de Dados Científicos Abertos: a experiência da University of California (UC) / University of California

Dados Abertos é o movimento para tornar os conjuntos de dados de pesquisa abertos, permitindo assim o compartilhamento, a reutilização e a transparência das descobertas da pesquisa. Semelhante ao movimento de Acesso Aberto para artigos, os Dados Abertos são essenciais para o avanço da pesquisa científica e humanística. Embora existam muitas razões para tornar seus dados de pesquisa acessíveis e reutilizáveis, aqui nos concentraremos em dois grupos de motivações: requisitos de políticas públicas e benefícios individuais e disciplinares.

Cada vez mais financiadores, editoras (PLOS, Elsevier, Springer-Nature e outras), instituições e outras partes interessadas no setor de pesquisa exigem que os pesquisadores tornem seus dados publicamente acessíveis. Veja, por exemplo, os requisitos do plano de gerenciamento de dados da Fundação Nacional de Ciência (NSF) e dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH). Em 2022, o Escritório de Políticas de Ciência e Tecnologia (OSTP) atualizou a política de acesso público para aumentar o número de agências federais com requisitos de compartilhamento de dados e tornar as publicações e pesquisas financiadas publicamente acessíveis gratuitamente, sem embargo ou custo.

#GestãoDeDadosDePesquisa #DMPTool #Dryad #RepositóriosDeDados

via University of California

Disponível em: https://osc.universityofcalifornia.edu/for-authors/open-data/

Uma análise comparativa de infraestruturas bibliográficas abertas e comerciais: escala, padronização de metadados e implicações para a avaliação bibliométrica / SCImago

Uma análise comparativa de infraestruturas bibliográficas abertas e comerciais: escala, padronização de metadados e implicações para a avaliação bibliométrica / SCImago

Este relatório avalia a viabilidade estrutural de infraestruturas bibliográficas abertas para fins de avaliação da pesquisa, com foco particular em como as principais bases de dados abertas se comparam ao Scopus em termos de abrangência, qualidade dos metadados, transparência, interoperabilidade e adequação aos fluxos de trabalho de avaliação da pesquisa. Embora estruturas políticas recentes, como a Coalition for Advancing Research Assessment (CoARA) e a Declaração de Barcelona, ​​exijam uma transição para dados de pesquisa abertos, uma análise empírica revela um gargalo crítico: uma compensação estrutural entre escala e padronização de metadados. Plataformas como o OpenAIRE, que agrega mais de 150 milhões de registros, e plataformas bibliográficas abertas, incluindo o OpenAlex e o The Lens, cada uma com mais de 200 milhões de registros, superam significativamente o volume de publicações abrangido por bases de dados comerciais curadas, principalmente o Scopus, no período analisado de 1996 a 2024.

#BasesDeDados #OpenAlex #TheLens #OpenAIRE #Scopus #Metadados

Disponível em: https://www.scimagoepi.com/wp-content/uploads/2026/05/a-comparative-analysis.pdf

Tendências da utilização do ChatGPT no Ensino Superior e impacto nas Bibliotecas Académicas / Évora

Tendências da utilização do ChatGPT no Ensino Superior e impacto nas Bibliotecas Académicas / Évora

Os resultados preliminares indicam que, embora o ChatGPT possa ser útil para questões básicas, ele não substitui a experiência humana dos bibliotecários na abordagem de questões mais complexas. Portanto, as bibliotecas devem continuar a investir no atendimento individualizado e na formação em literacia da informação, nomeadamente, digital, para atender às necessidades específicas dos estudantes. Esta investigação contribui para o entendimento do impacto do ChatGPT no ensino superior e nas bibliotecas universitárias, destacando preocupações éticas e práticas importantes. Sugere-se que futuras investigações considerem essas questões para garantir uma integração eficaz e responsável da IA no ambiente académico.

#ChatGPT #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://dspace.uevora.pt/rdpc/handle/10174/37214

Senado aprova piso de R$ 5.130 para professores e nova regra de reajuste / Agência Senado

Senado aprova piso de R$ 5.130 para professores e nova regra de reajuste / Agência Senado

O Senado aprovou nesta terça-feira (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026 — um aumento de 5,4% sobre o valor anterior, de R$ 4.867,77, com ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação. Como o texto sofreu alterações durante a tramitação, a MP 1.334/2026 foi convertida no PLV 4/2026 e vai à sanção.

O texto aprovado muda o critério de atualização do piso. Pelo novo cálculo, o reajuste anual será a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundeb nos cinco anos anteriores. A fórmula anterior teria resultado em recomposição de apenas 0,37% — a nova garante 5,4%.

O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento da educação pública no Brasil. O fundo repassa recursos a estados e municípios para custear a educação básica.

via Agência Senado

#Professores

Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/05/26/senado-aprova-piso-de-r-5-130-para-professores-e-nova-regra-de-reajuste

Raça, branquitude e produção científica na Biblioteconomia e Ciência da Informação / RISC

Raça, branquitude e produção científica na Biblioteconomia e Ciência da Informação / RISC

Os resultados indicam um aumento recente nas publicações, com pico entre 2020 e 2022, período associado a transformações sociopolíticas que ampliaram a visibilidade global dos debates antirracistas. É evidente a proeminência de pesquisadoras negras em posições de liderança tanto em nível internacional quanto nacional, assim como uma forte concentração geográfica da produção científica em instituições estadunidenses, com o Brasil como um dos principais centros do Sul Global. Os artigos científicos predominam em bases de dados internacionais, enquanto no Brapci, destacam-se também os anais da ENANCIB, evidenciando seu papel na circulação de agendas críticas no contexto brasileiro. A análise temática revela diferenças entre os circuitos de publicação: as bases de dados internacionais apresentam abordagens mais transversais ligadas à diversidade e inclusão, enquanto o Brapci enfatiza perspectivas críticas e decoloniais. Conclui-se que essa agenda, embora em expansão, ainda possui representatividade relativamente baixa na produção científica da área.

#ProduçãoCientífica #Branquitude #Raça #BiblioteconomiaNegra

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42222

Propriedade intelectual e inovação em bibliotecas : uma revisão sistemática da literatura / RDBCI

Propriedade intelectual e inovação em bibliotecas : uma revisão sistemática da literatura / RDBCI

Os resultados apontam que: 87,5% dos estudos estão concentrados em bibliotecas universitárias, 6,25% em biblioteca digital, e 6,25% à biblioteca pública. Quanto as inovações em bibliotecas: 75% estão voltadas a propriedade intelectual, 12,5% a sustentabilidade, 6,25% a espaços maker e 6,25% na análise de vagas de emprego para bibliotecários em propriedade intelectual. Esta pesquisa contribui para compreensão de como o estado da arte da literatura mundial sobre propriedade intelectual e inovação em bibliotecas vem sendo construído, além de identificar lacunas para trabalhos futuros, dentre eles: revisões sistemáticas e estudos quantitativos em biblioteconomia; estudos similares a este voltados aos Institutos Federais; trabalhos que investiguem o envolvimento de bibliotecários na elaboração de políticas de inovação; estudos sobre estratégias para implementação de espaços maker em bibliotecas fortalecendo também a economia circular.

#Inovação #Bibliotecas

#Inovação #Bibliotecas

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8682839

Protocolo de revisão sistemática: do procedimento administrativo à garantia metodológica / biblioGETAFE

Protocolo de revisão sistemática: do procedimento administrativo à garantia metodológica / biblioGETAFE

O protocolo só serve como garantia metodológica se for elaborado antes do início da revisão, se incluir decisões suficientemente detalhadas e se permanecer rastreável ao longo da evolução do projeto. Na prática, uma parcela significativa dos problemas não decorre da completa ausência de um protocolo, mas sim de seu uso incompleto, retrospectivo ou meramente formal.

Um dos erros mais frequentes é a elaboração tardia do protocolo. Se o documento for preparado após o início da triagem ou depois que a equipe já tiver tomado decisões relevantes sobre critérios de elegibilidade, desfechos, fontes de dados ou análises, o protocolo perde sua função primordial: evitar decisões influenciadas pelos resultados obtidos. Nesse caso, ele deixa de ser um planejamento prospectivo e se torna uma reconstrução posterior do método.

#RevisãoSistemática

via biblioGETAFE

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/05/24/protocolo-de-revision-sistematica-de-tramite-administrativo-a-garantia-metodologica/

O problema com a primeira resposta: como a IA está mudando a forma como pensamos, verificamos e aprendemos / The AI School Librarian

O problema com a primeira resposta: como a IA está mudando a forma como pensamos, verificamos e aprendemos / The AI School Librarian

A busca já mudou. A maioria dos alunos simplesmente ainda não aprendeu a interagir com ela. Se você abrir o Google hoje, a primeira coisa que verá não é uma lista de links, mas sim uma resposta. Um único parágrafo, bem elaborado. Confiante. Imediato. Muitas vezes persuasivo.

Recentemente, uma reportagem do New York Times analisou a precisão dessas respostas. As conclusões confirmam o que muitos educadores já estão percebendo em sala de aula.

A questão não é apenas que a IA erre.

É que ela altera a forma como as pessoas definem o que é verdade.

#IALiteracy

via The AI School Librarian

Disponível em: https://aischoollibrarian.substack.com/p/the-first-answer-problem

Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários / Pesquisa Fapesp

Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários / Pesquisa Fapesp

Manter uma revista acadêmica universitária operando é desafiador, avalia a dentista Ana Carolina Magalhães, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), campus de Bauru. Há três anos, ela é editora do Journal of Applied Oral Science (Jaos), uma das 204 publicações científicas ligadas à USP. A revista, que integra a biblioteca SciELO desde 2003 e opera no modelo diamante, recebe cerca de 800 submissões por ano e publica em média 90 artigos, de 66 países. Entre os principais desafios, Magalhães destaca a manutenção da sustentabilidade financeira e da mão de obra qualificada, além da necessidade de encontrar bons pareceristas. Com mais de 30 anos, a revista do curso de odontologia tem duas editoras-chefes não remuneradas, enquanto três bibliotecários da universidade dedicam parte do seu tempo às questões operacionais da publicação.

via Pesquisa Fapesp

#Periódicos #GestãoEditorial

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/noticias/brasil-ocupa-3o-lugar-entre-os-paises-com-mais-periodicos-cientificos-universitarios/

A Soberania Digital indígena na Amazônia / Outras palavras

A Soberania Digital indígena na Amazônia / Outras palavras

Em Santarém, projeto que uniu reapropriação tecnológica e reconstrução comunitária deu origem ao hacktivismo no Baixo Amazonas. Hoje, através do letramento digital, lutam por uma governança territorial orientada por dados, saberes e pensamento contracolonial

O que me pareceu particularmente instigante ao longo das nossas conversas é como pensadores contracoloniais e indígenas como Nego Bispo, com noções como a colonização do imaginário, se encontram com a filosofia continental da tecnologia. Conceitos como alienação técnica, que Gama mobiliza em diálogo com Paulo Freire e Álvaro Vieira Pinto, são articulados com a filosofia de Gilbert Simondon sobre individuação e objetos técnicos. Aqui, a luta pela soberania digital deixa de ser enquadrada como um problema meramente técnico ou de infraestrutura e se torna cultural, epistêmica e ontológica. Trata-se de como cultivar um território digital enraizado em saberes ancestrais ao mesmo tempo em que se engaja criticamente com os sistemas tecnológicos globais.

#SoberaniaDigital #CulturaIndígena

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/descolonizacoes/a-soberania-digital-indigena-na-amazonia/