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As tendências e os desafios na gestão de bibliotecas e unidades de informação universitária / PPGCI – USP

As tendências e os desafios na gestão de bibliotecas e unidades de informação universitária / PPGCI – USP

Nesta dissertação são abordados os desafios que as bibliotecas enfrentam considerando o relatório de tendências para bibliotecas da IFLA e da ALA, organizados em três grupos: Tecnologia, Comportamento do Usuário e Qualificação Profissional. Analisa as principais tendências para verificar se as bibliotecas estão preparadas para os desafios que elas representam e como é percebida a importância da qualificação profissional pelos bibliotecários, através de um estudo de caso de uma biblioteca universitária privada. A implantação de tecnologias, inclusive de acessibilidade, bem como o uso de recursos online vem sendo amplamente utilizadas, porém nem sempre são funcionais, pois, falta maior domínio sobre elas. A mudança constante no comportamento do usuário, que é cada vez mais exigente, traz à tona a necessidade de inovação e adaptação de serviços. Percebe-se que os maiores desafios estão relacionados com a tecnologia e as mudanças no comportamento dos usuários, sendo a qualificação profissional vista não apenas como necessária para o desenvolvimento do bibliotecário, como também na superação desses desafios.

#GestãoDeBibliotecas #Tendências

Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27163/tde-18082025-141930/pt-br.html

Orientações sobre o uso de inteligência artificial em bibliotecas / ALA

Orientações sobre o uso de inteligência artificial em bibliotecas / ALA

O objetivo deste documento é fornecer orientações da ALA para bibliotecas que estejam desenvolvendo ou revisando políticas locais de uso de inteligência artificial (IA), procedimentos e práticas de avaliação de fornecedores. Essas orientações identificam valores profissionais e pontos de decisão para determinar quando e se devem ser utilizados sistemas de IA, recursos habilitados por IA e integrações com fornecedores. (…) A ALA recomenda que todas as organizações de bibliotecas avaliem sistemas de IA, recursos habilitados por IA e integrações com fornecedores candidatos com base em valores profissionais fundamentais, ética, políticas locais, legislação aplicável, impactos trabalhistas, necessidades da comunidade e confiança pública, além de atuarem em nome das bibliotecas para tratar de falhas da IA ​​junto aos fornecedores. A avaliação deve identificar o propósito de serviço público, os benefícios prováveis, os riscos significativos, as salvaguardas necessárias, a capacidade da equipe, os efeitos na comunidade e as opções adequadas, sejam elas baseadas em IA ou não. O resultado da avaliação pode ser a adoção, o uso limitado, o teste piloto, o adiamento, a pausa, a não adoção, a remoção ou a descontinuação. A adoção ou o uso limitado são apropriados quando a biblioteca consegue documentar um benefício claro para o serviço e a existência de salvaguardas adequadas.

#IA #Bibliotecas #ALA #Guias

via ALA

Disponível em: https://www.ala.org/tools/standards-and-guidelines/guidance-use-artificial-intelligence-libraries

A censura e o papel dos bibliotecários na luta pela democracia / Publishing Perspectives

A censura e o papel dos bibliotecários na luta pela democracia / Publishing Perspectives

No mês passado, a bibliotecária americana Amanda Jones fez um discurso de abertura no simpósio anual Libraries Connected, no Reino Unido, onde falou sobre a importância de defender a liberdade de leitura. “Quando permitimos que grupos políticos retirem livros que apresentam personagens marginalizados, não estamos apenas removendo tinta e papel. Estamos enviando uma mensagem clara e devastadora aos estudantes de que suas histórias, suas identidades e suas próprias vidas não importam”, disse Jones. “Não podemos, e não vamos, tolerar isso.”

#Censura #Bibliotecários

via Publishing Perspectives

Disponível em: https://publishingperspectives.com/2026/07/censorship-and-the-role-of-librarians-in-the-fight-for-democracy/

‘Literatura é também uma forma de vingança’, diz Milton Hatoum sobre trilogia ambientada na ditadura / BBC

‘Literatura é também uma forma de vingança’, diz Milton Hatoum sobre trilogia ambientada na ditadura / BBC

“Porque é um pesadelo. A minha geração viveu dos 12 aos 30 anos sob uma ditadura. É toda uma juventude e uma parte da vida adulta.”

“A ditadura continua sendo um fantasma para nós”, diz o escritor, ao citar a tentativa de golpe pela qual Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, após decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.

Na conversa com a BBC Brasil, Hatoum lembrou de suas passagens pela prisão, episódios que, segundo ele, aconteceram quando era estudante e participava de manifestações pacíficas contra a ditadura.

“Em 1968, eu participei de uma passeata na avenida W3 em Brasília e fui detido. Eu passei um dia e uma noite em uma cela na delegacia e ouvia os gritos dos estudantes universitários mais velhos que estavam sendo torturados.”

#Literatura #Ditadura #Entrevista

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7ndq0p08o

Excesso de cautela com defeso eleitoral gera apagão de dados públicos que compromete acesso à informação / The Conversation

Excesso de cautela com defeso eleitoral gera apagão de dados públicos que compromete acesso à informação / The Conversation

Publicidade não é sinônimo de informação. Conteúdos meramente informativos e técnicos não se confundem com promoção da gestão. As próprias orientações do Poder Executivo federal para 2026 fazem essa distinção.

Tanto a cartilha de condutas vedadas da AGU quanto a cartilha de defeso eleitoral da Secom separam a publicidade institucional das informações divulgadas em cumprimento aos deveres de transparência ativa.

O que elas exigem é apenas a adequação das páginas: remoção de nomes, símbolos, slogans e elementos de enaltecimento pessoal ou governamental.

Em suma: a lei manda retirar a propaganda, não os dados. A estatística sobre o desmatamento produzida pelo Inpe não é, em si, publicidade institucional.

#DefesoEleitoral

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/excesso-de-cautela-com-defeso-eleitoral-gera-apagao-de-dados-publicos-que-compromete-acesso-a-informacao-287648

DEFESO ELEITORAL 2026 – Biblioteca Digital do IPHAN

DEFESO ELEITORAL 2026 – Biblioteca Digital do IPHAN

Em atendimento às normas que regem o período de defeso eleitoral das Eleições 2026, informamos que o portal Biblioteca Digital do IPHAN permanecerá temporariamente indisponível.

A medida visa assegurar o cumprimento da legislação eleitoral, em especial o disposto no art. 73, inciso VI, alínea “b”, da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei das Eleições), que veda, nos três meses que antecedem o pleito, a publicidade institucional dos órgãos e entidades da Administração Pública, ressalvadas as exceções previstas em lei.

(Pessoalmente, acho desnecessário fechar o acesso ao repositório em tempo de defeso eleitoral)

#DefesoEleitoral #Repositório

Disponível em: https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/

Competência crítica em informação no contexto dos povos originários brasileiros: das críticas literárias decoloniais aos mecanismos contracoloniais / PPGCI – UFPB

Competência crítica em informação no contexto dos povos originários brasileiros: das críticas literárias decoloniais aos mecanismos contracoloniais / PPGCI – UFPB

(…) constatou-se que a competência crítica em informação ultrapassa a dimensão técnica e assume caráter político, ético e epistêmico, articulado à defesa da vida, do território e dos modos de existir desses povos, configurando-se como macroprocesso formativo que pode tensionar a colonialidade do poder, do saber e do ser, fortalecendo processos de autorrepresentação e consolidando a autonomia informacional como horizonte de transformação e de contracolonialdiade. Considera-se que, ao ser articulada às perspectivas contracoloniais, essa competência alarga seu caráter político, epistêmico e transformador, possibilitando a ampliação do debate no campo da Ciência da Informação e de áreas afins, fomentando novas pesquisas voltadas ao contexto dos povos originários brasileiros.

#CoInfo #PovosIndígenas

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38332

Distribuição e crescimento da publicação em revistas com indícios de práticas editoriais predatórias / PPGCI – UnB

Distribuição e crescimento da publicação em revistas com indícios de práticas editoriais predatórias : análise da produção científica de pesquisadores vinculados a programas brasileiros de pós-graduação / PPGCI – UnB

Os resultados indicam que 4,62% dos artigos publicados em revistas no período analisado estão associados a revistas com indícios de práticas editoriais predatórias. Embora proporcionalmente reduzido, o fenômeno apresenta tendência de crescimento ao longo do período analisado, passando de 3.577 artigos em 2017 para 15.623 em 2020, um aumento de mais de 330%. A análise evidencia ainda forte concentração de publicações em um número restrito de revistas e instituições de ensino e pesquisa, bem como diferenças expressivas quando se observam os valores proporcionais entre as instituições. Enquanto algumas apresentam menos de 2% de sua produção científica publicada em revistas com indícios de práticas editoriais predatórias, outras registram percentuais que ultrapassam 40%, evidenciando assimetrias no uso desses canais de publicação. Observa-se também baixa transparência nos processos editoriais de um subconjunto de revistas analisadas, especialmente no que tange aos procedimentos de avaliação por pares. Conclui-se que a presença de revistas com indícios de práticas editoriais predatórias nos programas brasileiros de pós-graduação trata-se de um fenômeno que está relacionado com diferentes fatores contextuais, como políticas de financiamento e avaliação da pesquisa.

#RevistasPredatórias

Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/54847

Participação cidadã em bibliotecas: metodologias, objetivos e níveis de envolvimento / Infonomy

Participação cidadã em bibliotecas: metodologias, objetivos e níveis de envolvimento / Infonomy

Abordagens baseadas no engajamento constituem a metodologia mais comum (39,5%), seguidas pela participação pública ou cidadã (12,4%), pelo design participativo (7,8%) e pelo codesign (7,5%). Os principais objetivos identificados são a inclusão social (22,5%), a produção de conhecimento (20,8%) e a aprendizagem e o letramento (18,1%). Além disso, as bibliotecas são conceituadas principalmente como espaços de aprendizagem (37,7%) e plataformas comunitárias (23,1%). Quanto à intensidade da participação, predominam iniciativas baseadas em consulta ou envolvimento básico (52,3%), embora uma parcela significativa envolva abordagens de cocriação ou empoderamento (27,3%). Também são observadas diferenças por categoria nos objetivos perseguidos e nos níveis de participação promovidos.

#ParticipaçãoCidadã #Bibliotecas

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/150

O Bibliotecário na era da Experiência do Usuário (UX) / RISC

O Bibliotecário na era da Experiência do Usuário (UX) / RISC

A análise demonstrou que a ênfase da Biblioteconomia na mediação, organização e gestão da informação constitui uma base fundamental para as práticas de UX. Competências historicamente cultivadas na formação bibliotecária, como o estudo de usuários, a arquitetura da informação, a construção de taxonomias e a gestão de projetos, mostram-se diretamente aplicáveis e valorizadas nas subáreas de UX Research,UX Writing eUX Strategy. Esse achado contribuipara desconstrução de percepções restritivas acerca da profissão, ampliando significativamente o seu horizonte de atuação e confirmando que o bibliotecário deve, de fato, interagir com o mundo do trabalho atual, com especialização e qualificação adequadas

#UX

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/41826

O uso de inteligência artificial na redação acadêmica e na pesquisa: uma ferramenta essencial de produtividade / Computer Methods and Programs in Biomedicine Update

O uso de inteligência artificial na redação acadêmica e na pesquisa: uma ferramenta essencial de produtividade / Computer Methods and Programs in Biomedicine Update

A IA revoluciona significativamente a escrita acadêmica e a pesquisa em diversas áreas. As recomendações incluem uma integração mais ampla de ferramentas de IA nos fluxos de trabalho de pesquisa, com ênfase no uso ético e transparente, na oferta de treinamento adequado aos pesquisadores e na manutenção de um equilíbrio entre a utilidade da IA ​​e o discernimento humano.

#EscritaCientífica #IA

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.cmpbup.2024.100145

Revista Humanos / SESC

Revista Humanos / SESC

A Revista Humanos surge da ideia do quão encantador é o conhecimento, apresentando pesquisas, cientistas, artistas, jornalistas, pensadores, coletivos e contextos a partir das interseções entre arte, ciência e tecnologia.

Com distribuição e acesso gratuitos das versões impressa e virtual, nosso objetivo, a cada edição, é apresentar ao leitor temas e discuti-los a partir de múltiplos olhares. Acreditamos que a circulação de informações e de novas ideias é fundamental e buscamos socializar a ciência nos diferentes campos do conhecimento, pois a educação científica traz novas e alegres sociabilidades.

O caráter sempre inovador do “conhecer”, a vontade de diálogo e a proposta para redes de temas e públicos exigem ampla pesquisa e dedicação do corpo editorial e de diversos convidados – intelectuais, cientistas e realizadores, tanto de trajetória extensa, como também de jovens pesquisadores.

(Revista mto bacana! Mas eu gosto mais da Divulga-CI!)

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revistahumanos.com.br/