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O ensino de gestão de dados na graduação em Biblioteconomia / REBECIN

O ensino de gestão de dados na graduação em Biblioteconomia / REBECIN

A experiência narrada e sua problematização revelam-se como um caderno de práticas destinado a docentes do campo da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, interessados em apresentar a Gestão de Dados enquanto disciplina que congrega o desafio de pensar intervenções teórico-metodológicas capazes de gerenciar grandes volumes de dados, de diferentes naturezas, desde sua estruturação até o reuso. Outrossim, debate como essas atividades se articulam com as práticas biblioteconômicas. O estudo proporciona aos Núcleos Docentes Estruturantes e aos docentes da área perspectivas de conteúdos programáticos e de atividades de avaliação da aprendizagem passíveis de aplicação no design pedagógico de disciplinas similares.

#EnsinoDeBiblioteconomia #GestãoDeDadoDePesquisa

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/463

21 ferramentas de IA para Bibliotecários / Stephens Lighthouse

21 ferramentas de IA para Bibliotecários / Stephens Lighthouse

Comece com *um problema real da biblioteca*. Escolha uma ferramenta, utilize-a adequadamente por um mês e veja se ela realmente economiza tempo ou melhora o serviço. A IA pode lidar com algumas tarefas repetitivas. Mas o discernimento, o contexto e a interação humana com o leitor, estudante ou pesquisador continuam sendo atribuições do bibliotecário.

#FerramentasOnline #IA

Disponível em: https://stephenslighthouse.com/2026/10/03/22-ai-tools-for-librarians/

Processos sobre desinformação e propaganda digital triplicam nas eleições de 2026 / Núcleo

Processos sobre desinformação e propaganda digital triplicam nas eleições de 2026 / Núcleo

O volume de reclamações judiciais sobre desinformação e publicidade digital irregular quase triplicou na Justiça Eleitoral em 2026 em relação às eleições de 2022, totalizando 9.571 processos no mesmo período até 1º.out.2026.

Esse montante corresponde a 11,4% do total de processos desse ciclo eleitoral, frente a 4,1% das eleições de 2022, de acordo com análise de dados feita pelo Núcleo.

A maioria desse tipo de processos envolve propaganda irregular em redes sociais e na internet em geral, inclusive impulsionamento de conteúdo denunciado.

#Desinformação #Eleições

Disponível em: https://nucleo.jor.br/interativos/2026/10/02/processos-sobre-desinformacao-e-propaganda-digital-triplicam-nas-eleicoes-de-2026/

Jornalismo científico enfrenta novo colapso 40 anos depois / Poder 360

Jornalismo científico enfrenta novo colapso 40 anos depois / Poder 360

Ao que parece, os pessimistas de hoje têm alguns pontos a seu favor: das 29 revistas de divulgação científica de destaque criadas nos Estados Unidos desde o século 19, só 11 permanecem. E 8 desses fechamentos ocorreram desde 2000.

De longe, a perda mais drástica da versão impressa nos últimos tempos é a da Popular Science, uma publicação que remonta à Popular Science Monthly de 1872. Até 2011, a Popular Science tinha uma distribuição total de mais de 1 milhão de revistas por mês. Mas a publicação passou a ser bimestral, depois trimestral e, por fim, cessou completamente a versão impressa em 2021. No final de 2023, não havia mais revista digital. A publicação continua a produzir conteúdo científico on-line e 2 podcasts.

A National Geographic, outra gigante do setor de revistas, também enfrentou dificuldades. Em 2023, demitiu vários redatores, segundo reportagem do Washington Post, e suspendeu as vendas mensais em bancas de jornal. A revista continua sendo publicada em versão impressa.

O fato de 3 das publicações mais antigas e conhecidas –Scientific American, Popular Science e National Geographic– terem sofrido cortes orçamentários nos últimos anos certamente indica que algo mais profundo está acontecendo.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.poder360.com.br/nieman/jornalismo-cientifico-enfrenta-novo-colapso-40-anos-depois/

Alfabetização no Brasil é tarefa tardia, mas inadiável / Revista Educação

Alfabetização no Brasil é tarefa tardia, mas inadiável / Revista Educação

Algumas crianças começam seu percurso escolar já tendo participado de situações em que a leitura e a escrita são utilizadas socialmente: ouvem histórias lidas por seus pais, exploram livros de literatura, observam adultos lendo e escrevendo listas, bilhetes, convites, placas etc. Outras crianças, porém, não vivenciam de forma cotidiana contatos com as práticas de escrita e de leitura antes de ingressar na escola e deverá ser nesse ambiente que se iniciarão como leitoras e escritoras efetivamente.

No Brasil, segundo dados de 2025 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), cerca de 29% da população entre 15 e 64 anos é considerada analfabeta funcional. São pessoas sem a capacidade de ler e compreender textos com algum grau de complexidade e igualmente de produzir textos, exceto uma lista ou um bilhete.

#Alfabetização

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/09/30/alfabetizacao-no-brasil-e-tarefa-tardia/

Presenças indígenas na universidade: deslocamentos e multiletramentos / Trabalhos em Linguística Aplicada

Presenças indígenas na universidade: deslocamentos e multiletramentos / Trabalhos em Linguística Aplicada

Fundamentado teoricamente em autores como Brian Street, Davi Kopenawa, Célia Xakriabá e André Baniwa, o trabalho analisa as tensões decorrentes da centralidade do modelo autônomo de escrita alfabética e das dinâmicas eurocêntricas acadêmicas, tecendo diálogos com as práticas comunicativas orais e visuais de diferentes populações indígenas. O material empírico, mobilizado para a análise de diferentes regimes de conhecimento e práticas de letramento, reúne experiências didáticas desenvolvidas com estudantes indígenas, com destaque para a produção de memes sobre suas vivências acadêmicas. A análise dessas produções evidencia tensões relacionadas à linguagem acadêmica, à escrita, à leitura, ao uso de referências e às normas de produção científica, ao mesmo tempo em que revela pontes dialógicas possíveis entre diferentes modos de aprender, comunicar e produzir conhecimentos, em direção à justiça epistêmica. Defende-se, assim, que os letramentos acadêmicos podem ser compreendidos como espaços de interlocução e transformação dos próprios modos de produção e legitimação do conhecimento na universidade.

#PovosIndígenas #Universidades #EducaçãoIndígena

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8684638

Lançada nova edição Páginas A & B

Lançada nova edição Páginas A & B

O presente número especial de Páginas a&b resulta de uma parceria com o Grupo de Pesquisa em Informação e Comunicação (GRUPIC), liderado pelas Professoras Guilhermina Terra e Thaís Trindade, da Universidade Federal do Amazonas, Brasil. Nele se publica uma seleção de trabalhos apresentados na III Jornada de Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia (JABIM), um evento online realizado nos dias 14 a 17 de abril de 2026.

#RevistasCI #Sustentabilidade

Disponível em: https://ojs.letras.up.pt/index.php/paginasaeb/issue/view/1012

Guia para o planejamento de produtos e serviços orientados ao impacto social nas bibliotecas do Sesc / PPGI – UDESC

Guia para o planejamento de produtos e serviços orientados ao impacto social nas bibliotecas do Sesc / PPGI – UDESC

Os resultados evidenciaram que os profissionais reconhecem potenciais transformações associadas à atuação das bibliotecas, especialmente nas dimensões educacional, cultural, social e informacional. Contudo, verificou-se que os processos de registro e acompanhamento permanecem predominantemente apoiados em métricas de atividade e desempenho e em evidências qualitativas pouco sistematizadas, revelando uma distância entre perceber potenciais impactos e geri-los de maneira estruturada. A integração entre os achados empíricos e o referencial teórico subsidiou a elaboração do Guia para o planejamento de produtos e serviços orientados ao impacto social nas Bibliotecas do Sesc, concebido como proposta técnico-profissional inicial para articular diagnóstico, definição de problemas e públicos, impactos pretendidos, resultados esperados, planejamento de ações, pressupostos, indicadores, evidências, monitoramento, avaliação e replanejamento.

#ProdutosEServiços #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://repositorio.udesc.br/entities/publication/b43135c7-cf4a-46ad-abbe-f5b61d0e7b7e

Violência contra a mulher: levantamento e análise terminológica / PPGCI – UFSC

Violência contra a mulher: levantamento e análise terminológica / PPGCI – UFSC

As divergências revelam racionalidades discursivas distintas: a perspectiva pedagógica favorece a circulação, a tradução e a contextualização de conceitos relacionados à violência contra a mulher, enquanto a racionalidade jurídica privilegia categorias operacionais voltadas à tipificação, responsabilização e institucionalização das condutas, além de promover a aglutinação de conceitos específicos sob categorias normativas mais abrangentes. As lacunas identificadas indicam que os processos de incorporação e institucionalização terminológica ocorrem em ritmos distintos, observados tanto pela presença de conceitos amplamente difundidos nos materiais educativos, como violência obstétrica, ainda não incorporados ao corpus normativo federal analisado, quanto pela ausência, nas cartilhas temáticas, de conceitos recentemente incorporados à legislação federal, como violência vicária. Conclui-se que os domínios educativo-informativo e normativo-jurídico desempenham funções complementares na representação e institucionalização do conhecimento sobre a violência contra a mulher, reforçando a necessidade de atualização contínua dos instrumentos de organização e representação do conhecimento para favorecer a interoperabilidade semântica entre esses domínios.

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276925

Brasil não tem nenhum município com condições adequadas para mulheres, aponta índice de gênero / Exame

Brasil não tem nenhum município com condições adequadas para mulheres, aponta índice de gênero / Exame

Em 726 municípios brasileiros, nenhuma mulher foi eleita vereadora nas últimas eleições de 2024. Em 614, nenhuma gestante fez seis ou mais consultas de pré-natal. E em quase sete de cada dez cidades, não existe sequer um Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.

Os números fazem parte de um retrato do Índice Municipal de Gênero (IMG), realizado pela consultoria Tewá, após analisar os 5.570 municípios do país e concluir que nenhum deles oferece condições adequadas de vida para as mulheres.

A cidade mais bem colocada, Águas de São Pedro (SP), soma 67,06 pontos em uma escala de 0 a 100. A pior, Uiramutã (RR), tem 28,14. Nenhuma ultrapassa os 70 pontos, o corte que, em analogia ao IDH, marcaria um desempenho alto.

A média nacional é de 50,60, e mais de 90% dos municípios ficam entre 40 e 60 pontos, o que mostra que asdesigualdades se repetem em praticamente todo o território.

#Gênero #Política #DesigualdadeDeGênero

Disponível em: https://exame.com/esg/brasil-nao-tem-nenhum-municipio-com-condicoes-adequadas-para-mulheres-aponta-indice-de-genero/

Quando a máquina começa a escrever o arquivo / Jornal da USP

Quando a máquina começa a escrever o arquivo / Jornal da USP

A fala de Cármen Lúcia sobre a tecnoditadura aponta para um problema de poder, quem controla as infraestruturas capazes de interferir sobre aquilo que as pessoas veem, acreditam e fazem. O tecnodocumento aponta para um problema de memória, quem controla, produz ou transforma as condições pelas quais os registros passam a existir.

São problemas diferentes. Mas pertencem ao mesmo tempo histórico.

Se o documento tradicional guardava a marca de uma ação, o tecnodocumento precisa guardar também a memória de seu processamento. Porque, quando uma máquina passa a participar da escrita dos registros, preservar o documento já não significa apenas conservar aquilo que foi escrito.

#Documento #IA

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/quando-a-maquina-comeca-a-escrever-o-arquivo/

Procrastinação duvidosa / Pesquisa Fapesp

Procrastinação duvidosa / Pesquisa Fapesp

Experimento que avaliou se espaçar prazos de entrega reduz atrasos é retratado por manipulação de dados.

“Retratações são uma das piores coisas que podem acontecer a um cientista (…). Infelizmente, os problemas de dados apresentados invalidam as descobertas de nosso artigo de 2002. Ainda assim, um artigo meu anterior (Wertenbroch, 1998) (…) e a replicação de Hyndman e Bisin (2026) mostram os custos específicos de prazos de entrega. Estou triste, mas também feliz que a equipe do Data Colada está pondo essa história em pratos limpos”, declarou.

#Retratação

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/procrastinacao-duvidosa/