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Produtos e serviços em bibliotecas: o que orienta a biblioteca contemporânea / Thiagoteca

Produtos e serviços em bibliotecas: o que orienta a biblioteca contemporânea / Thiagoteca

Silveira, Mattos e Afonso (2023) definem produto como algo oferecido para satisfazer uma necessidade. Serviço, por sua vez, é uma atividade, um benefício ou uma satisfação de natureza essencialmente intangível.

Na biblioteca, essa diferença aparece o tempo todo. Observe: Um catálogo, um guia de normalização de trabalhos acadêmicos ou uma lista de leituras sobre determinado tema são produtos. Podem ser elaborados com antecedência, revisados e entregues prontos. Já a orientação para uma pesquisa, uma oficina sobre busca em bases de dados ou o atendimento a um leitor que não sabe por onde começar são serviços. Eles acontecem no encontro com o usuário.

#ProdutosEServiçosDeInformação

Disponível em: https://thiagoteca.wordpress.com/2026/09/28/produtos-servicos-bibliotecas-contemporaneas/

Divulgação científica: democratização da ciência através do Blog Conhecimento em Ação / RACin

Divulgação científica: democratização da ciência através do Blog Conhecimento em Ação / RACin

O objetivo geral é analisar ações informativas voltadas para divulgação e comunicação científica no Blog, em viés prático−teórico ao longo da pesquisa. Apresenta abordagem qualitativa, baseado na metodologia de pesquisa−ação, pois interfere no campo da pesquisa. Esta intervenção ocorre através de ações informacionais, tais como relacionadas com a criação e gerenciamento de produtos e serviços no Blog, tais como acervo de vídeos produzidos por autores de edições da Revista, contendo artigos, entrevistas com docentes e discentes, pesquisadores, e profissionais da área de escopo da referida Revista, notícias, e, por fim, resenhas e artigos de opinião.

#Blogs #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revista.uepb.edu.br/racin/pt_BR/article/view/4901

A Coleção da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil e os livros como patrimônio cultural – Entrevista com Gabriela de Carvalho Cafruni / Divulga-CI

A Coleção da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil e os livros como patrimônio cultural – Entrevista com Gabriela de Carvalho Cafruni / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Gabriela de Carvalho Cafruni, mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em sua dissertação, Gabriela analisou a coleção da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil, destacando seus significados e repercussões no Museu Chácara do Céu. Na entrevista, conheça mais sobre a construção da pesquisa e suas contribuições para a preservação da memória cultural.

#Entrevista #PatrimônioBibliográfico

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-09-set-2026/a-colecao-da-sociedade-dos-cem-bibliofilos-do-brasil-e-os-livros-como-patrimonio-cultural-entrevista-com-gabriela-de-carvalho-cafruni/

RAG aplicada a perguntas e respostas sobre documentos financeiros extensos / Papyrus

RAG aplicada a perguntas e respostas sobre documentos financeiros extensos / Papyrus

Este trabalho também avalia a geração de respostas considerando o tamanho dos modelos, os tipos de perguntas e os tipos de documentos financeiros. Os resultados demonstram que uma recuperação mais eficaz leva a melhores respostas — especialmente para perguntas numéricas que exigem evidências precisas —, mas que esse ganho varia de acordo com as categorias de documentos e perguntas.

#RAG

Disponível em: https://umontreal.scholaris.ca/items/a4092f8e-39a7-4ba0-95e8-336bda96697b

O Pisa não é o Brasileirão / Folha de S. Paulo

O Pisa não é o Brasileirão / Folha de S. Paulo

Sistemas educacionais são influenciados por inúmeros fatores externos: a situação da economia, os fluxos migratórios, a qualidade da gestão pública, os conflitos políticos, as guerras e até desastres ambientais. Sem levar isso em consideração, é impossível “ranquear” países. Singapura, no topo do Pisa, é uma cidade-estado de 6 milhões de habitantes com metade da área do município de São Paulo (750 km² contra 1.500 km²). Sua renda per capita é de aproximadamente US$ 105 mil, contra US$ 10 mil no Brasil. A Finlândia tem um coeficiente Gini de 27, enquanto o do Brasil ultrapassa 50. Como comparar a educação brasileira com a de um país dez vezes mais rico ou com a de outro muito menos desigual? E se a verdadeira história da educação brasileira for a da nossa indecente desigualdade?

As comparações superficiais nos distraem do que é realmente importante. Por exemplo, há indícios claros de que o uso de redes sociais e do celular prejudica a capacidade de compreensão de textos. Esse é um problema concreto que podemos enfrentar com pesquisa e boas políticas públicas.

#Pisa

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/o-pisa-nao-e-o-brasileirao.shtml

Por que cada vez menos jovens votam no Brasil — e o que explica esse fenômeno / BBC

Por que cada vez menos jovens votam no Brasil — e o que explica esse fenômeno / BBC

“A idade mediana do brasileiro, entre 2010 e 2022, subiu de 29 para 35 anos”, explica o sociólogo Rafael da Costa, diretor acadêmico da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Mas o envelhecimento da população, segundo ele, é só parte da explicação. Há também uma crise de confiança entre os jovens e a política institucional tradicional.

Uma pesquisa da Fundação Friedrich Ebert (FES) mostra que 57% dos jovens brasileiros afirmam não confiar nos partidos políticos — embora 66% ainda considerem a democracia a melhor forma de governo. “Isso não significa necessariamente um afastamento da política”, pondera Costa.

#Eleições

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdx5lwnrnr3o

A escrita acadêmica mudou: uma análise pré e pós inteligência artificial / EBBC

A escrita acadêmica mudou: uma análise pré e pós inteligência artificial / EBBC

O estudo tem como objetivo investigar a possível influência das IAs na escrita acadêmica a partir de dissertações de mestrado da área de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Quanto a metodologia, apresenta abordagem quantitativa e caráter exploratório, com análise lexical e cálculo da Razão de excesso (r) de palavras entre os períodos pré-LLM (2020-2022) e pós-LLM (2023-2025), com corpus de 917 dissertações da UFRGS. Foram selecionadas 20 palavras de estilo (verbos, advérbios e adjetivos) com maiores valores de (r) presentes em mais de 39,76% das dissertações. Os resultados sugerem aumento na frequência de termos de estilo na redação acadêmica, possivelmente influenciada pelo uso de IA,, destacando-se a palavra crucial (r=4,05), representando 305% de aumento no uso em relação ao período Pré-LLM.

#EscritaAcadêmica #IA

Disponível em: https://ebbc.inf.br/ojs/index.php/ebbc/article/view/1019

Anais Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria 2026 / EBBC

Anais Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria 2026 / EBBC

O Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria (EBBC), é o principal evento sobre Estudos Métricos da Informação do Brasil e um dos principais do ponto de vista global. É um evento tradicional, cuja primeira edição ocorreu em 2008.

A edição 2026 aconteceu na Universidade Federal do Paraná, entre os dias 22 a 24 de julho de 2026, ao celebrar o 10º aniversário desde a sua criação em 2008.

#AnaisCI #Bibliometria

Disponível em: https://ebbc.inf.br/ojs/index.php/ebbc/issue/view/15

O direito à literatura nas eleições / Quatro cinco um

O direito à literatura nas eleições / Quatro cinco um

A Quatro Cinco Um leu o plano de governo dos candidatos que marcam mais de 1% nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência — Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Romeu Zema e Augusto Cury — e procurou os diretórios das campanhas em busca de propostas detalhadas para o livro e a leitura. Eis o que descobrimos:

Nas 76 páginas de “Para o Brasil vencer o atraso”, plano de governo do favorito a enfrentar Lula num provável segundo turno, as palavras “livros” e “leitura” não são citadas nenhuma vez. A reportagem procurou a campanha do senador entre julho e agosto — por e-mails e troca de mensagens com a assessoria do seu partido, o PL, a coordenação da campanha presidencial e a assessoria no Senado —, mas não obteve respostas.

Ao e-mail indicado pela assessoria foram encaminhadas mensagens para entender se Flávio tem ideias para o enfrentamento da perda de leitores e para a reversão dos baixos índices brasileiros no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) — em 2022, entre os 81 países avaliados, o Brasil figurou na 52ª posição em leitura.

via Quatro Cinco Um

#Leitura #Eleições #Pisa #PolíticasPúblicasEmLeitura

Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/reportagens/politica/o-direito-a-literatura-nas-eleicoes/

Acesso Aberto Diamante? / Ubiquity Press

Acesso Aberto Diamante? / Ubiquity Press

Enquanto a via comercial do acesso aberto é atualmente percebida como resistente a transformações, as expectativas voltam-se agora para uma via sem fins lucrativos (*Diamond Open Access*), organizacionalmente distinta da primeira. Os esforços para expandir infraestruturas de publicação não comerciais constituem uma reação aos contratos de transformação firmados com o oligopólio editorial dominante. Entre as diversas consequências indesejadas desses contratos, destacam-se: a persistência do modelo de publicação híbrida; a ausência, em grande medida, de uma transição do modelo de assinatura para periódicos de acesso aberto “Dourado” (*Gold Open Access*); a realocação de recursos de aquisição e publicação das instituições financiadoras em benefício do oligopólio; e, consequentemente, o aprofundamento da dependência em relação às editoras. Contudo, o incentivo crescente ao *Diamond Open Access* não aponta tanto para a substituição da via comercial das grandes editoras científicas, mas sim para uma relação de coexistência e concorrência criativa entre as duas trajetórias. Para melhor compreensão do tema, o artigo traça um panorama do debate sobre o *Diamond Open Access*, no qual questões normativas do sistema de publicação científica e a perspectiva do Sul Global desempenham um papel central: a produção científica é compreendida como um bem comum (*commons*).

#AcessoAbertoDiamante

Disponível em: https://ubiquitypress.com/chapters/e/10.5334/bdh.d

Análise Temática em um Estudo de Métodos Mistos: Diretrizes e Considerações para a Integração / Journal of Mixed Methods Research

Análise Temática em um Estudo de Métodos Mistos: Diretrizes e Considerações para a Integração / Journal of Mixed Methods Research

A análise temática é uma forma de análise qualitativa amplamente utilizada e de vasta aplicabilidade, embora sua implementação possa apresentar desafios. Devido à sua utilização em diversas perguntas de pesquisa, tradições qualitativas e áreas do conhecimento, a análise temática também é frequente em estudos de métodos mistos. Apesar de seu uso generalizado, o termo “análise temática” é frequentemente confundido e nem sempre bem descrito em estudos empíricos. Além disso, há poucas orientações sobre como utilizar a análise temática no contexto de pesquisas de métodos mistos para assegurar o rigor do delineamento do estudo e a integração dos métodos. Portanto, o objetivo deste artigo é descrever as definições, o uso e as variações da análise temática, bem como explorar como a integração e a validade dos métodos mistos podem ser afetadas em estudos dessa natureza.

#AnáliseTemática #MétodosQualitativos

Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/15586898241257546

Pare de pagar editoras predatórias – Uma proposta de política para restaurar a integridade científica e a transparência /FEBS

Pare de pagar editoras predatórias – Uma proposta de política para restaurar a integridade científica e a transparência /FEBS

A publicação científica atravessa um colapso sistêmico. Milhares de periódicos cobram atualmente taxas de processamento de artigos (APCs) — pagas cada vez mais com recursos públicos de pesquisa — ao mesmo tempo em que oferecem supervisão editorial mínima. Isso compromete padrões, distorce incentivos e ameaça a confiança pública na ciência. Os pagamentos de APCs a seis grandes editoras ultrapassaram 8 bilhões de dólares entre 2019 e 2023, praticamente sem transparência sobre como essas taxas são definidas ou utilizadas. Essa situação não pode perdurar. Propomos que recursos públicos e institucionais apoiem periódicos — seja por meio de APCs, assinaturas ou acordos de pacotes — apenas quando estes forem credenciados com base em um padrão de qualidade transparente e passível de fiscalização. Implementado de forma gradual e liderado por agências de fomento e sociedades científicas, tal credenciamento reduziria o espaço de atuação de periódicos predatórios, sem recorrer a listas negras.

#RevistasPredatórias #APCs #PolíticasCientíficas

Disponível em: https://febs.onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1002/1873-3468.70451