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Competência em busca acadêmica na era da IA ​​generativa: uma estrutura conceitual para navegar na ecologia de busca e linguagem / The Journal of Academic Librarianship

Competência em busca acadêmica na era da IA ​​generativa: uma estrutura conceitual para navegar na ecologia de busca e linguagem / The Journal of Academic Librarianship

Os pesquisadores acadêmicos de hoje navegam por um cenário de busca heterogêneo, transitando com fluidez entre o Google Acadêmico, bases de dados de bibliotecas e ferramentas de IA generativa (IAg). Apesar da rápida adoção da IAg pelos estudantes, o ensino de competência informacional em bibliotecas acadêmicas permanece ancorado em ferramentas tradicionais, com as ferramentas de IAg ocupando uma posição experimental à margem do ensino formal. (…) Este artigo conceitual busca alcançar três objetivos: desenvolver um quadro de referência que integre quatro dimensões — temporal, metodológica, contextual e cognitiva/interacional — e que esclareça por que essas tensões se manifestam de formas distintas entre disciplinas e contextos; utilizar esse quadro para examinar se os padrões de responsabilidade na síntese de evidências, desenvolvidos em áreas de vocabulário estável como a medicina, podem ou devem ser transferidos sem alterações para disciplinas de conceitos menos delimitados, nas quais a busca booleana sempre se mostrou pouco adequada; e traduzir esse quadro em orientações práticas para o ensino, as consultas e a formulação de políticas.

#FontesDeInformação #RecuperaçãoDaInformação

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.acalib.2026.103323

Mapeando três décadas de métodos de pesquisa em Biblioteconomia e Ciência da Informação / Information Matters

Mapeando três décadas de métodos de pesquisa em Biblioteconomia e Ciência da Informação / Information Matters

A primeira descoberta importante foi uma mudança da pesquisa conceitual para a pesquisa empírica. O uso de abordagens teóricas diminuiu, enquanto entrevistas e questionários se tornaram cada vez mais comuns. Os pesquisadores da área de Biblioteconomia e Ciência da Informação estão, portanto, dando maior ênfase às evidências coletadas de usuários, organizações, documentos e sistemas de informação. A análise de conteúdo foi o método mais frequentemente identificado, seguida por bibliometria, experimentos, abordagens teóricas e questionários. Juntos, esses cinco métodos representaram mais de três quartos de todas as aplicações de métodos.

A segunda descoberta foi uma mudança de foco da pesquisa centrada no sistema para a pesquisa centrada no usuário. Tópicos como sistemas de recuperação de informação, metadados, coleções e organização tradicional da informação geralmente perderam participação relativa. Em contrapartida, serviços de informação, informação em saúde, publicação de acesso aberto, processamento de texto e webometria aumentaram. Essas mudanças indicam uma atenção crescente aos usuários, às comunidades e aos contextos em que a informação é acessada e utilizada.

A terceira descoberta foi que os métodos frequentemente utilizados não eram necessariamente igualmente versáteis. A análise de conteúdo obteve a maior pontuação em variedade de aplicações, demonstrando que poderia ser usada para investigar uma gama particularmente ampla de tópicos da Biblioteconomia e Ciência da Informação. Bibliometria, entrevistas, experimentos e abordagens teóricas também demonstraram ampla aplicabilidade, enquanto o método Delphi e os diários de pesquisa foram utilizados de forma mais restrita.

#MetodologiaDaPesquisa #CI

Disponível em: https://informationmatters.org/2026/09/mapping-three-decades-of-research-methods-in-library-and-information-science/

Inovação em Museus Brasileiros: caminhos possíveis para as instituições / PPGGI – UDESC

Inovação em Museus Brasileiros: caminhos possíveis para as instituições / PPGGI – UDESC

Os resultados evidenciaram o predomínio de iniciativas de caráter incremental, contextualizado e alinhadas aos princípios da inovação frugal, demonstrando que a inovação nos museus brasileiros ultrapassa a dimensão tecnológica e se manifesta por meio de ações educativas, comunicacionais, sociais, institucionais e de relacionamento com os públicos. A pesquisa também demonstrou a ausência de mecanismos estruturados de registro, organização e compartilhamento dessas experiências, bem como desafios relacionados à atualização e à disponibilidade de informações em ambientes institucionais digitais. Como produto técnico, foi elaborado o Guia Prático de Inovação em Museus Brasileiros: mapeamento, categorias analíticas e caminhos para aplicação, acompanhado de um instrumento de autoanálise institucional destinado a apoiar processos de reflexão, planejamento e tomada de decisão.

#Museus #Inovação

Disponível em: https://repositorio.udesc.br/entities/publication/c449c16b-7061-463a-b266-054b96c002a0

Centenas de periódicos acadêmicos “gratuitos” começaram a cobrar taxas / Nature

Centenas de periódicos acadêmicos “gratuitos” começaram a cobrar taxas / Nature

A análise, publicada como preprint no início deste ano, identificou 440 títulos que inicialmente utilizavam o modelo de acesso aberto diamante — no qual os custos de publicação são cobertos por fontes como instituições, organizações sem fins lucrativos e bibliotecas, em vez de leitores e autores —, mas que migraram para outros modelos de publicação entre 2009 e 2026.

Dos 440 títulos, 369 passaram para o acesso aberto “ouro”, modalidade em que os autores pagam uma taxa de processamento de artigo (APC); 52 adotaram o acesso aberto híbrido, no qual periódicos baseados em assinatura disponibilizam artigos individuais para leitura gratuita mediante uma taxa adicional; e 19 passaram a exigir pagamento para acesso a todo o conteúdo (paywall).

As taxas de processamento de artigo (APCs) implementadas pelos periódicos variavam de US$ 8 a US$ 5.300 e dependiam, em grande parte, do tipo de editora: aquelas que os autores classificam como “editoras profissionais” geralmente começaram a cobrar taxas mais altas, enquanto organizações de pesquisa e sociedades científicas que atuam como editoras passaram, na maioria dos casos, a cobrar valores mais baixos.

#AcessoAbertoDiamante #APC

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-02818-5

Objetos de Aprendizagem e Acessibilidade para Síndrome de Down – Entrevista com Isledna Rodrigues / Divulga-CI

Objetos de Aprendizagem e Acessibilidade para Síndrome de Down – Entrevista com Isledna Rodrigues / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora e docente Isledna Rodrigues de Almeida, da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Em sua tese, defendida no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba, Isledna analisou objetos de aprendizagem voltados a pessoas com Síndrome de Down, propondo melhorias de acessibilidade e usabilidade. Na entrevista, conheça mais sobre a construção da pesquisa, seus desafios e as principais contribuições.

#Entrevista #ObjetosDeAprendizagem #Entrevista

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-09-set-2026/objetos-de-aprendizagem-e-acessibilidade-para-sindrome-de-down-entrevista-com-isledna-rodrigues/

Bots atacam e extraem dados de catálogos de bibliotecas / Intellectual Freedom Blog

Bots atacam e extraem dados de catálogos de bibliotecas / Intellectual Freedom Blog

Um dos impactos mais imediatamente perceptíveis da atividade de bots no trabalho das bibliotecas é a invalidação das estatísticas de busca pelo enorme influxo de dados de busca provenientes de usuários externos.

Os funcionários de bibliotecas dependem das estatísticas de busca por diversos motivos. Os dois mais importantes são: 1) orientar o treinamento em busca no catálogo para auxiliar os usuários da biblioteca na descoberta de informações e 2) orientar o desenvolvimento do acervo, de modo que autores e títulos procurados, mas não encontrados pelos usuários, possam ser adicionados ao acervo para atender às suas necessidades.

O tráfego de bots corrompe esse valioso conjunto de dados, tornando-o inutilizável se detectado. Pior ainda, quando o tráfego de bots não é detectado, pode levar a biblioteca a comprar itens que foram pesquisados ​​por bots em buscas de spam, mas não procurados pelos usuários da biblioteca, desviando recursos da biblioteca

#Bots #Bibliotecas #AutomaçãoDeBibliotecas #IAScraping

Disponível em: https://www.oif.ala.org/bots-attacking-scraping-library-catalogs/

Produtos e serviços em bibliotecas: o que orienta a biblioteca contemporânea / Thiagoteca

Produtos e serviços em bibliotecas: o que orienta a biblioteca contemporânea / Thiagoteca

Silveira, Mattos e Afonso (2023) definem produto como algo oferecido para satisfazer uma necessidade. Serviço, por sua vez, é uma atividade, um benefício ou uma satisfação de natureza essencialmente intangível.

Na biblioteca, essa diferença aparece o tempo todo. Observe: Um catálogo, um guia de normalização de trabalhos acadêmicos ou uma lista de leituras sobre determinado tema são produtos. Podem ser elaborados com antecedência, revisados e entregues prontos. Já a orientação para uma pesquisa, uma oficina sobre busca em bases de dados ou o atendimento a um leitor que não sabe por onde começar são serviços. Eles acontecem no encontro com o usuário.

#ProdutosEServiçosDeInformação

Disponível em: https://thiagoteca.wordpress.com/2026/09/28/produtos-servicos-bibliotecas-contemporaneas/

Divulgação científica: democratização da ciência através do Blog Conhecimento em Ação / RACin

Divulgação científica: democratização da ciência através do Blog Conhecimento em Ação / RACin

O objetivo geral é analisar ações informativas voltadas para divulgação e comunicação científica no Blog, em viés prático−teórico ao longo da pesquisa. Apresenta abordagem qualitativa, baseado na metodologia de pesquisa−ação, pois interfere no campo da pesquisa. Esta intervenção ocorre através de ações informacionais, tais como relacionadas com a criação e gerenciamento de produtos e serviços no Blog, tais como acervo de vídeos produzidos por autores de edições da Revista, contendo artigos, entrevistas com docentes e discentes, pesquisadores, e profissionais da área de escopo da referida Revista, notícias, e, por fim, resenhas e artigos de opinião.

#Blogs #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revista.uepb.edu.br/racin/pt_BR/article/view/4901

A Coleção da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil e os livros como patrimônio cultural – Entrevista com Gabriela de Carvalho Cafruni / Divulga-CI

A Coleção da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil e os livros como patrimônio cultural – Entrevista com Gabriela de Carvalho Cafruni / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Gabriela de Carvalho Cafruni, mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em sua dissertação, Gabriela analisou a coleção da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil, destacando seus significados e repercussões no Museu Chácara do Céu. Na entrevista, conheça mais sobre a construção da pesquisa e suas contribuições para a preservação da memória cultural.

#Entrevista #PatrimônioBibliográfico

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-09-set-2026/a-colecao-da-sociedade-dos-cem-bibliofilos-do-brasil-e-os-livros-como-patrimonio-cultural-entrevista-com-gabriela-de-carvalho-cafruni/

RAG aplicada a perguntas e respostas sobre documentos financeiros extensos / Papyrus

RAG aplicada a perguntas e respostas sobre documentos financeiros extensos / Papyrus

Este trabalho também avalia a geração de respostas considerando o tamanho dos modelos, os tipos de perguntas e os tipos de documentos financeiros. Os resultados demonstram que uma recuperação mais eficaz leva a melhores respostas — especialmente para perguntas numéricas que exigem evidências precisas —, mas que esse ganho varia de acordo com as categorias de documentos e perguntas.

#RAG

Disponível em: https://umontreal.scholaris.ca/items/a4092f8e-39a7-4ba0-95e8-336bda96697b

O Pisa não é o Brasileirão / Folha de S. Paulo

O Pisa não é o Brasileirão / Folha de S. Paulo

Sistemas educacionais são influenciados por inúmeros fatores externos: a situação da economia, os fluxos migratórios, a qualidade da gestão pública, os conflitos políticos, as guerras e até desastres ambientais. Sem levar isso em consideração, é impossível “ranquear” países. Singapura, no topo do Pisa, é uma cidade-estado de 6 milhões de habitantes com metade da área do município de São Paulo (750 km² contra 1.500 km²). Sua renda per capita é de aproximadamente US$ 105 mil, contra US$ 10 mil no Brasil. A Finlândia tem um coeficiente Gini de 27, enquanto o do Brasil ultrapassa 50. Como comparar a educação brasileira com a de um país dez vezes mais rico ou com a de outro muito menos desigual? E se a verdadeira história da educação brasileira for a da nossa indecente desigualdade?

As comparações superficiais nos distraem do que é realmente importante. Por exemplo, há indícios claros de que o uso de redes sociais e do celular prejudica a capacidade de compreensão de textos. Esse é um problema concreto que podemos enfrentar com pesquisa e boas políticas públicas.

#Pisa

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/o-pisa-nao-e-o-brasileirao.shtml

Por que cada vez menos jovens votam no Brasil — e o que explica esse fenômeno / BBC

Por que cada vez menos jovens votam no Brasil — e o que explica esse fenômeno / BBC

“A idade mediana do brasileiro, entre 2010 e 2022, subiu de 29 para 35 anos”, explica o sociólogo Rafael da Costa, diretor acadêmico da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Mas o envelhecimento da população, segundo ele, é só parte da explicação. Há também uma crise de confiança entre os jovens e a política institucional tradicional.

Uma pesquisa da Fundação Friedrich Ebert (FES) mostra que 57% dos jovens brasileiros afirmam não confiar nos partidos políticos — embora 66% ainda considerem a democracia a melhor forma de governo. “Isso não significa necessariamente um afastamento da política”, pondera Costa.

#Eleições

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdx5lwnrnr3o