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O acesso aos tesouros literários da Biblioteca Pública de Santa Catarina: estudo das obras raras gerais dos séculos XVII e XVIII / PPGCI – UDESC

O acesso aos tesouros literários da Biblioteca Pública de Santa Catarina: estudo das obras raras gerais dos séculos XVII e XVIII / PPGCI – UDESC

análise possibilitou identificar, descrever e sistematizar as principais características das obras raras gerais dos séculos XVII e XVIII, contemplando informações como autoria, título, assunto, descrição física, idioma e imagens das folhas de rosto. Esses dados foram organizados em quadros descritivos e subsidiaram a elaboração de um catálogo descritivo, produto da dissertação, que reúne informações essenciais sobre o acervo. O catálogo contribui para a preservação da memória bibliográfica, amplia a visibilidade da coleção e favorece o acesso de pesquisadores e da sociedade ao patrimônio documental custodiado pela Biblioteca Pública de Santa Catarina.

#ObrasRaras #BibliotecasPúblicas #PatrimônioBibliográfico

Disponível em: https://repositorio.udesc.br/entities/publication/18ee67fe-2eee-4a44-bde7-353227e0cfaa

Serviços informacionais inovadores: contribuições das Bibliotecas Universitárias Brasileiras para o ODS 4 da Agenda 2030 / PPGCI – UEL

Serviços informacionais inovadores: contribuições das Bibliotecas Universitárias Brasileiras para o ODS 4 da Agenda 2030 / PPGCI – UEL

Os resultados indicam que as contribuições das BUs para o ODS 4 se manifestam principalmente por meio de ações de acessibilidade e inclusão informacional, de capacitação e competência em informação, de mediação de tecnologias digitais, de apoio à pesquisa e à produção científica, além da configuração de espaços de aprendizagem. Também foram identificadas barreiras recorrentes, como limitações arquitetônicas, fragilidades informacionais e comunicacionais, insuficiência de recursos e de gestão e lacunas na formação profissional, fatores que afetam a consolidação de ambientes educacionais inclusivos. Conclui-se que, embora parte da produção científica aborde o ODS 4 de forma implícita, a literatura analisada evidencia convergência entre as práticas bibliotecárias e as metas da Agenda 2030, o que reforça o papel estratégico das BUs na promoção da educação de qualidade no ensino superior

#BibliotecasUniversitárias #ODS #Agenda2030 #Educação

Disponível em: https://repositorio.uel.br/items/245bd655-03fc-48c6-b606-c53f7688908a

Os 11 melhores mecanismos de busca alternativos ao Google em 2026 / SEO

Os 11 melhores mecanismos de busca alternativos ao Google em 2026 / SEO

Nos últimos anos, o Google implementou mudanças significativas que afetaram especialmente editores e outros criadores de conteúdo. Paralelamente, observamos a ascensão de mecanismos de busca alternativos. Embora o Google continue a dominar o mercado, existem muitos motivos para considerar outras opções. Compilamos e testamos uma lista de alternativas em nosso ambiente. Com base em um teste padronizado de 12 consultas em desktop, nossa recomendação para a maioria das pessoas é o DuckDuckGo No-AI. Ele se destacou como a melhor alternativa gratuita testada integralmente, obtendo 58 pontos (contra 58 do Google) em uma escala de 60. Escolha o Brave Search se um índice independente for mais importante do que uma interface totalmente livre de IA; o Startpage para resultados convencionais sem resumos gerados por IA; o Kagi se você estiver disposto a pagar por mais controle; e o Ecosia se o financiamento de causas ambientais e a infraestrutura de busca emergente da Europa forem suas prioridades.

#Buscadores

via SEO

Disponível em: https://searchenginewatch.com/best-google-alternative-search-engines/

10 reflexões para trabalhar culturas indígenas na escola sem estereótipos / Porvir

10 reflexões para trabalhar culturas indígenas na escola sem estereótipos / Porvir

Reconhecer que não existe uma única cultura indígena, buscar produções de autoria indígena e rever materiais que ainda apresentam esses povos como pertencentes ao passado estão entre os caminhos apontados por educadores para trabalhar o tema na escola sem reproduzir estereótipos.

A discussão também passa pelo enfrentamento ao racismo, pela formação de professores e pela aplicação da Lei 11.645/2008, que tornou obrigatório o ensino de história e cultura africana, afro-brasileira e indígena na educação básica.

(…)

O encontro reuniu Brisa Flow, artista, pesquisadora e educadora indígena; Aly Chiriguano, educador do projeto Letramentos Indígenas e da equipe educativa do Museu das Culturas Indígenas; e Jennifer Tupinambá, pesquisadora, comunicadora e ciberativista.

#CulturaIndígena

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/10-reflexoes-culturas-indigenas-escola/

Editoras ucranianas pedem ajuda internacional após destruição de milhões de livros / Publish News

Editoras ucranianas pedem ajuda internacional após destruição de milhões de livros / Publish News

Mais de dez milhões de livros destruídos, além de editoras, gráficas, armazéns, livrarias e bibliotecas atingidos. Depois de uma série de ataques russos que provocaram graves danos à infraestrutura do livro na Ucrânia nos últimos meses, o Instituto Ucraniano do Livro (UBI, na sigla em inglês) lançou um apelo à comunidade editorial internacional em busca de apoio para a reconstrução do setor.

Segundo o Instituto, apenas os ataques deste verão destruíram o equivalente a cerca de 30% da produção anual de livros do país. O impacto ganha contornos ainda mais urgentes com a proximidade do início do ano letivo. Embora o governo ucraniano prepare recursos para a recuperação da infraestrutura atingida, as editoras dependem também de ajuda internacional para repor os estoques perdidos.

#GuerraNaUcrânia #Livros #Editoras #Ucrânia

via Publish News

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2026/08/14/editoras-ucranianas-pedem-ajuda-internacional-apos-destruicao-de-milhoes-de-livros

Claude enfrenta onda de cancelamentos após criar marca invisível em textos gerados por IA / Exame

Claude enfrenta onda de cancelamentos após criar marca invisível em textos gerados por IA / Exame

Usuários do Claude estão cancelando assinaturas após a Anthropic implementar uma marca invisível em textos produzidos por determinados modelos de inteligência artificial. O recurso foi anunciado pela empresa nesta semana e passou a ser aplicado globalmente aos textos de modelos compatíveis desde 2 de agosto.

(…)

A informação foi publicada pelo Business Insider, que conversou com quatro usuários que afirmaram ter cancelado seus planos. Eles relataram preocupação com a possibilidade de a marca acompanhar conteúdos usados em atividades profissionais, mesmo quando o Claude é utilizado apenas para revisão, tradução ou outras tarefas de edição.

#Claude

via Exame

Disponível em: https://exame.com/inteligencia-artificial/claude-enfrenta-onda-de-cancelamentos-apos-criar-marca-invisivel-em-textos-gerados-por-ia/

Palestra presencial – Violência informativa: saber, reconhecer, enfrentar. Bibliotecas, leitura e letramento para transformar informação em proteção / siseb

Palestra presencial – Violência informativa: saber, reconhecer, enfrentar. Bibliotecas, leitura e letramento para transformar informação em proteção (Profa. Dra. Bruna Lessa)/ siseb

A palestra apresenta o conceito de violência informativa e discute sua importância para o enfrentamento de outras formas de violência, especialmente aquelas que atingem mulheres, meninas e grupos vulnerabilizados. A atividade propõe refletir sobre como a falta, a distorção, a fragmentação ou a inacessibilidade da informação pode dificultar o reconhecimento de direitos, o acesso a redes de apoio e a tomada de decisões seguras.

#ViolênciaInfomativa

via siseb

Disponível em: https://siseb.sp.gov.br/evento/palestra–violencia-informativa-saber-reconhecer-enfrentar-bibliotecas-leitura-e-letramento-para-transformar-informacao-em-protecao-

Competência em informação, interseccionalidade e justiça informacional / Brajis

Competência em informação, interseccionalidade e justiça informacional: tokenismo e desafios para uma agenda emancipatória na Ciência da Informação / Brajis

Propõe-se o conceito de tokenismo informacional para designar a incorporação simbólica, fragmentada e desproporcional das perspectivas e saberes de grupos minorizados nas práticas informacionais, sem que as estruturas que sustentam a exclusão sejam efetivamente transformadas. Como resultado, são formulados seis princípios orientadores para uma CoInfo interseccional: estruturalidade da desigualdade informacional; interseccionalidade como método; participação real como condição de legitimidade; reconhecimento dos saberes comunitários como fontes legítimas; compromisso antiopressivo como condição constitutiva; e avaliação como prática de accountability. Argumenta-se que a CoInfo só pode cumprir seu potencial emancipatório se abandonar a pretensão de neutralidade e assumir um compromisso explícito com a justiça informacional.

#CoInfo #Interseccionalidade #TokenismoInformacional

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/19108

Metodologias, técnicas e ferramentas para avaliação da qualidade na web / Infonomy

Metodologias, técnicas e ferramentas para avaliação da qualidade na web / Infonomy

Este artigo detalha os métodos, técnicas e ferramentas mais relevantes para a avaliação da qualidade na web. Com base em uma revisão sistemática da literatura, apresenta uma definição formal do conceito e analisa três abordagens de avaliação predominantes: experiencial, funcional e estratégica. Descreve também metodologias de inspeção heurística (ou por especialistas) e estudos de experiência do usuário, sintetizando, ao final, um framework de cinco etapas para o desenvolvimento de novos instrumentos de avaliação. O artigo conclui que a triangulação metodológica assegura uma análise abrangente e exaustiva de qualquer site.

#UX #ProjetosWeb

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/156

Do parasitismo à simbiose: escapando da pressão dos pares e das editoras com fins lucrativos por meio do Acesso Aberto Diamante / Scholarly Kitchen

Do parasitismo à simbiose: escapando da pressão dos pares e das editoras com fins lucrativos por meio do Acesso Aberto Diamante / Scholarly Kitchen

A ascensão da publicação em acesso aberto (AA), impulsionada pela crescente demanda e reforçada por exigências de financiadores, remodelou rapidamente o ecossistema da publicação científica. Os periódicos baseados em assinatura viram uma importante fonte de recursos diminuir, à medida que instituições e pesquisadores foram pressionados a se adequar às novas políticas.

Alguns atores se adaptaram ocupando novos nichos, lançando periódicos totalmente em Acesso Aberto Dourado ou desenvolvendo modelos híbridos (isto é, periódicos que dependem do modelo baseado em assinaturas, mas também oferecem uma via de Acesso Aberto Dourado). Grandes editoras com fins lucrativos, antes aparentemente em risco, demonstraram grande resiliência ( Larivière, Haustein e Mongeon, 2015 ; Butler et al., 2023 ). Ao introduzir taxas de processamento de artigos (APCs) para publicação via Acesso Aberto Dourado, elas transferiram o custo da publicação para os autores e suas instituições, transformando o Acesso Aberto em um novo fluxo de recursos estável ( Frank, Foster e Pagliari, 2023 ).

#AcessoAbertoDiamante

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/07/16/guest-post-from-parasitism-to-symbiosis-escaping-peer-pressure-and-for-profit-publishers-through-diamond-open-access/

BMJ Group “despublica” artigo sobre vacinas contra COVID-19 e mortalidade apresentado em audiência no Senado dos EUA / Retraction Watch

BMJ Group “despublica” artigo sobre vacinas contra COVID-19 e mortalidade apresentado em audiência no Senado dos EUA / Retraction Watch

O BMJ Public Health retratou um artigo que alguns — incluindo uma testemunha em uma recente audiência de uma subcomissão do Senado dos EUA — usaram para associar as vacinas contra a COVID-19 a mortes. A ação ocorre mais de dois anos depois que um pesquisador citado no trabalho apontou problemas no estudo.

Publicado em 6 de maio de 2024, o artigo utilizou o banco de dados “Our World in Data” e o World Mortality Dataset para analisar as mortes relacionadas à COVID-19 durante o auge da pandemia. Diversos veículos de imprensa noticiaram o fato, desde o The Telegraph — que publicou a manchete “ vacinas podem ter contribuído para o aumento do número de mortes em excesso ” — até o New York Post, que citou declarações do artigo sobre supostos “ferimentos graves e mortes após a vacinação”, uma informação que foi posteriormente corrigida.

#Retratação #Vacinação #Covid19

via Retraction Watch

Disponível em: https://retractionwatch.com/2026/08/11/bmj-public-health-retraction-covid-19-vaccines-death-senate-hearing/

Memórias de uma Dissertação em Tempos Analógicos / Eliana Rezende

Memórias de uma Dissertação em Tempos Analógicos / Eliana Rezende

Neste 13 de agosto de 2026, acordei e me dei conta de que há exatos 30 anos defendia minha Dissertação de Mestrado, Alquimia Sedutora, Substanciada em Imagem: a Crônica Fotográfica de São Paulo nas Primeiras Décadas do Século XX. E, ao pensar nesses trinta anos, não me ocorreu apenas aquilo que pesquisei, escrevi ou defendi. Vieram junto as formas pelas quais aquele trabalho foi sendo feito, os objetos que me cercavam, as tecnologias de que dispúnhamos, os arquivos que percorri, os documentos que tive nas mãos e até os medos que acompanhavam a escrita.

Uma lembrança foi chamando outra, como costuma acontecer.

E foi assim que comecei a me lembrar não apenas da dissertação, mas de como aquela dissertação foi materialmente produzida.

#HistóriaDaEscrita

Disponível em: https://www.eliana-rezende.com.br/memorias-de-uma-dissertacao-em-tempos-analogicos/