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Lutando com Palavras: Lidando com a linguagem abusiva de críticos das bibliotecas / American Libraries Magazine

Lutando com Palavras: Lidando com a linguagem abusiva de críticos das bibliotecas / American Libraries Magazine

Character assassination. Isso inclui campanhas difamatórias destinadas a intimidar e destruir a credibilidade de funcionários de bibliotecas e dissuadir seus apoiadores. Rotular ou insultar são duas táticas. A questão se torna irrelevante; o foco se desloca para a pessoa por trás dela, rotulando-a de
forma difamatória ou negativa.

Desinformação. Os bibliotecários estão habituados a lidar com informações errôneas, mas a desinformação é o uso intencional de informações errôneas para enganar, promover uma narrativa falsa e influenciar a opinião pública ou as decisões políticas.

Gaslighting. Normalmente ouvimos falar dessa técnica no âmbito pessoal. Nesse contexto, porém, ela envolve o uso de declarações desonestas para levar a vítima a questionar a própria realidade ou a sentir que está exagerando. Essa técnica, utilizada por manifestantes contrários à liberdade intelectual, pode ser extremamente prejudicial para os funcionários que atuam na linha de frente.

Minimizing. Trata-se do uso de declarações para diluir ou reduzir o impacto percebido das ações propostas ou comportamentos problemáticos. Isso inclui caracterizar a transferência de livros para a seção adulta como “apenas bom senso” em vez de censura, ou negar o impacto da legislação que restringe o acesso a livros em bibliotecas.

Volatility. Alguns indivíduos exibem comportamentos erráticos ou imprevisíveis para intimidar ou influenciar o que está acontecendo. Em Campbell, o mágico e nossa equipe receberam ameaças, o que levou o artista a cancelar o evento por motivos de segurança. Também começamos a ver grandes grupos de moradores, em sua maioria desconhecidos, comparecendo às reuniões do conselho da biblioteca, e eles tendiam a recorrer a explosões verbais que normalmente não se veriam em uma reunião pública.

#Palavras #Censura

via American Libraries Magazine

Disponível em: https://americanlibrariesmagazine.org/2026/06/01/fighting-words/

Literaturas afro-diaspóricas: uma abordagem às categorias de interseccionalidade e Doloridad em Cartas a mi mamá de Teresa Cárdenas e Cartas para minha avó de Djamila Ribeiro / Acervo

Literaturas afro-diaspóricas: uma abordagem às categorias de interseccionalidade e *Doloridad* em *Cartas a mi mamá* de Teresa Cárdenas e *Cartas para minha avó* de Djamila Ribeiro / Acervo

A literatura afro-diaspórica expõe as experiências da diáspora negra ao redor do mundo. Investigamos duas importantes obras desse segmento: Cartas a mi mamá (2006) de Cárdenas e Cartas para minha avó(2021) de Ribeiro, analisando a partir das categorias de interseccionalidade e dororidade como essas literaturas revelam cenários em que mulheres racializadas sofrem violência e dor, enquanto constroem resistências.

#Interseccionalidade #Literatura #MulheresNegras

Disponível em: https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/2887


Uma análise crítica das implicações da Inteligência Artificial Generativa para a promoção da integridade da informação / Acceso

Uma análise crítica das implicações da Inteligência Artificial Generativa para a promoção da integridade da informação / Acceso

Foram identificados impactos da IA ​​Generativa (GenAI) nos três elementos da integridade da informação. No que diz respeito à precisão, observa-se um aumento do “efeito bolha” e da cultura de pós-verdade. Quanto à coerência, há evidências de opacidade das ferramentas, da presença de vieses discriminatórios, preconceituosos e violentos no conteúdo gerado, e da influência dos valores dos modelos de negócios das grandes empresas de tecnologia digital. Em relação à confiabilidade, há indícios de comprometimento da autoridade cognitiva devido à perda de autoria e de contexto do conteúdo, bem como à ascensão do fenômeno da infodemia — caracterizado pela produção de imagens, vídeos e áudios que criam falsas realidades com aparência de autenticidade. Conclusão: Os resultados mostram que o uso crescente da GenAI interage com outros fatores, causando efeitos prejudiciais ao ecossistema de informação digital e representando uma ameaça estrutural à promoção efetiva da integridade da informação.

#IntegridadeDaInformação #IA

Disponível em: https://revistas.upr.edu/index.php/acceso/article/view/23025

Tree of Science

Tree of Science

Plante suas sementes
Pesquise seu tema na Scopus ou na Web of Science e importe seus dados para o aplicativo Tree of Science.
Construa sua árvore
Construa sua Árvore da Ciência com os algoritmos mais modernos e analise seus dados à medida que avança.
Identifique teorias relevantes
Identifique as teorias relevantes nas quais o campo se fundamenta (raízes), os trabalhos essenciais (tronco) e as publicações mais recentes (folhas).
Extraia sua lista de literatura
Extraia sua lista de referências bibliográficas e comece a escrever.

#FerramentasOnline #LevantamentoBibliográfico #Scopus #WebOfScience #FontesDeInformação

Disponível em: https://tos.coreofscience.com/

Guia de Ferramentas de IA / UNESP

Guia de Ferramentas de IA / UNESP

Este guia reúne ferramentas de Inteligência Artificial externas mapeadas, organizadas por categoria e finalidade de uso. O objetivo é oferecer uma visão confiável e atualizada de soluções que podem apoiar atividades de ensino, pesquisa, gestão e inovação.

As ferramentas aqui listadas não pertencem à UNESP, mas foram selecionadas por seu potencial de aplicação prática e relevância no contexto acadêmico e profissional.

Recomendamos a leitura dos termos de uso dessas feramentas antes de utilizá-las.

#Guias #IA #PesquisaCientífica

Disponível em: https://www2.unesp.br/portal#!/laf/ferramentas-ia/guia-ferramentas-ia/

A máquina consome a si mesma: a inteligência artificial e o fim do “publicar ou perecer” / Postdigital Science and Education

A máquina consome a si mesma: a inteligência artificial e o fim do “publicar ou perecer” / Postdigital Science and Education

Com base em Bourdieu, o artigo interpreta o meio acadêmico como um campo cuja doxa dominante é o produtivismo métrico, no qual a contagem de publicações funciona como capital simbólico. Apoiando-se em Slaughter e Leslie, Peters e Jandrić, bem como no Manifesto de Leiden, o texto demonstra como essa doxa caracteriza a lógica de mercado que coloniza a produção do conhecimento. Recorrendo a Lyotard e a Lave e Wenger, argumenta-se que a redução pós-moderna da legitimidade à performatividade é agora literalmente materializada por máquinas que participam do jogo de linguagem das publicações acadêmicas, ao passo que o caminho de aprendizado para a construção de uma identidade acadêmica está sendo rompido. Trata-se de uma crise incremental e existencial: a relação entre publicação, trabalho, julgamento e reconhecimento — sobre a qual repousa a lógica do “publicar ou perecer” — torna-se cada vez mais insustentável. O artigo conclui esboçando um modelo de bens comuns acadêmicos pós-digitais, fundamentado na contribuição, no diálogo e na prática situada. Qual é o sentido da atividade acadêmica na era das máquinas?

#PublishOrPerish #Ciência #IA #ProdutivismoAcadêmico

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s42438-026-00666-0

O valor social da biblioteca pública / Biblogtecarios

O valor social da biblioteca pública / Biblogtecarios

Por fim, entre 2021 e 2024 – após a intensa dependência de procedimentos digitais durante a pandemia -, a atenção voltou-se novamente para o valor da biblioteca como um espaço físico seguro e agradável. Ela é singularmente adequada para o desenvolvimento comunitário e a interação interpessoal, bem como para o combate a problemas sociais como a solidão indesejada, transtornos mentais e a exclusão de grupos específicos.

Esses esforços continuam hoje, com foco especial em promover a cidadania digital – garantindo acesso igualitário, capacitação para o uso e a capacidade de distinguir conteúdos confiáveis ​​- e em defender a biblioteca como um refúgio climático diante do avanço do aquecimento global.

É um fato indiscutível que a biblioteca pública não pode ser vista dissociada de sua função social; consequentemente, ela deve ser gerida pelo poder público — as únicas entidades que, por definição, são responsáveis ​​por garantir direitos fundamentais, um mandato que está no próprio cerne da missão da biblioteca.

#BibliotecasPúblicas #ImpactoDasBibliotecas

via Biblogtecarios

Colocando o OA Journals Toolkit em prática nas bibliotecas publicadoras / DOAJ

Colocando o OA Journals Toolkit em prática nas bibliotecas publicadoras / DOAJ

Costumo indicar aos editores a seção “Ética de publicação e políticas editoriais relacionadas” quando solicitam orientações sobre a redação de suas políticas; a seção “Identificadores persistentes” ao explicar por que atribuímos Identificadores de Objeto Digital (DOIs) ao conteúdo; e a seção “Elaboração de diretrizes para autores” para obter informações sobre o que incluir na seção de diretrizes para autores do site de um periódico.

A seção “Recursos para adequação de acessibilidade” é a parte do kit de ferramentas que mais utilizo. Os recursos nela contidos — como as diretrizes de texto alternativo (alt-text) para autores, o site da ferramenta de treinamento Poet, as orientações sobre fontes, layout e formatação, e as ferramentas de contraste de cores — são documentos e recursos que compartilho frequentemente com os editores. Nosso programa participou da criação dos recursos de diretrizes de texto alternativo para autores com o objetivo de ajudar os editores a estruturar as diretrizes de submissão de seus periódicos; além disso, já utilizamos esse material para atualizar a redação das diretrizes de pelo menos dois dos periódicos que apoiamos.

#Guias #BibliotecasPublicadoras #GestãoEditorial

Disponível em: https://blog.doaj.org/2026/08/17/putting-the-oa-journals-toolkit-to-work-in-library-publishing/

Configuração do campo da Biblioteconomia e Ciência da Informação na Ibero-América: habitus e formas de capital na produção científica / Bibliotecas

Configuração do campo da Biblioteconomia e Ciência da Informação na Ibero-América: habitus e formas de capital na produção científica / Bibliotecas

Os resultados mostram um crescimento sustentado da produção científica – com um aumento notável desde 2018 – associado à inclusão de novos periódicos ibero-americanos na Web of Science. O Brasil e a Espanha são responsáveis ​​pela maior parte dessa produção científica e pela liderança acadêmica regional. Além disso, predominam as pesquisas relacionadas à ciência da informação, à gestão de dados e à biblioteconomia. Conclui-se que a área apresenta uma estrutura científica liderada pela Espanha e pelo Brasil, caracterizada por uma crescente internacionalização das pesquisas. As redes de colaboração concentram-se principalmente nesses países e demonstram um foco temático predominantemente voltado para a ciência da informação e a gestão do conhecimento.

#ProduçãoCientífica #Biblioteconomia

Disponível em: https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/bibliotecas/article/view/22959

ChatGPT Work pode pesquisar e preparar arquivos por você; veja como usar o Work / Giz

ChatGPT Work pode pesquisar e preparar arquivos por você; veja como usar o Work / Giz

O ChatGPT consegue receber uma tarefa completa e conduzir o trabalho até a entrega. Você define o objetivo, apresenta os critérios e escolhe o formato. A inteligência artificial pesquisa, lê os materiais disponíveis e organiza o resultado.

Essa forma de uso aparece na documentação da OpenAI como ChatGPT Work. O recurso serve para atividades que exigem várias etapas, como comparar produtos, analisar documentos, preparar uma viagem ou montar uma apresentação.

#ChatGPT

via Giz

Disponível em: https://gizbr.uol.com.br/chatgpt-work-pesquisar-criar-arquivos/

Entrevista. Editora Kiala nasce para publicar autores negros e rejeita ideia de segregação editorial / CCA

Entrevista. Editora Kiala nasce para publicar autores negros e rejeita ideia de segregação editorial / CCA

A nova editora Kiala, criada para publicar exclusivamente autores negros, surge como resposta à reduzida presença destes escritores nos catálogos portugueses, suscitando o debate sobre como criar espaço para autores negros sem os pôr numa categoria editorial à parte. (…) “Gostaria muito que a ideia de criar uma chancela só para autores negros não fizesse sentido, numa sociedade que fosse diversa e publicasse todas as vozes e desse oportunidades iguais a todas as pessoas, mas não é o caso. Mas para mim, o sucesso para a Kiala, tirando essa visão que infelizmente ainda é bastante utópica, é a sustentabilidade a longo prazo, continuarmos a trazer livros para cá e que as pessoas nos leiam”.

#MercadoEditorial #LiteraturaNegra

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/entrevista-editora-kiala-nasce-para-publicar-autores-negros-e-rejeita-ideia-de-segregacao-editorial/

Literatura é também para se escutar / Jornal da Universidade

Literatura é também para se escutar / Jornal da Universidade

Se nos pedem para imaginar uma cena de leitura, é seguro supor que a imagem que mais facilmente vem à mente é a do leitor silencioso, concentrado, dedicado ao ritual imersivo da leitura. De fato, o silêncio é, em geral, tido como condição necessária ao próprio ato de ler. A atividade de leitura em voz alta, por outro lado, acaba sendo vista como uma exceção, uma ação esporádica, um desvio à leitura dita silenciosa, essa, sim, a “verdadeira” leitura. A partir de minha experiência com a leitura em voz alta, no entanto, venho tentando relativizar um pouco essa perspectiva ainda tão dicotômica.

#Leitura

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/literatura-e-tambem-para-se-escutar/