Do Marc 21 ao Moderno Marc: novas diretrizes para codificação catalográfica / InfoHome

Do Marc 21 ao Moderno Marc: novas diretrizes para codificação catalográfica / InfoHome

Apesar de ter comentado, nesta coluna, sobre a descontinuidade do formato MARC, o formato segue resistindo, oxigenado por novas intervenções de sua preceptora – a Library of Congress (LC).

Atualmente, ela concentra esforços catalográfico na criação de registros bibliográficos MARC mais “modernos”. A LC sinaliza mudança do MARC 21 para nova denominação “Modern” MARC (ou Moderno MARC). Bibliotecários de catalogação devem atentar para procedimentos que visam adequar a tradicional codificação MARC 21 para o contexto do RDA baseado no MARC/BIBFRAME.

Documento recente de 24 de março de 2026, apresenta diretrizes de mudanças seguidos pela LC e que irão afetar a sua política de catalogação e influenciar outras existentes em instituições bibliográficas.

via InfoHome

#MARC21

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1651

Inteligência artificial e bibliotecas: uma nova era de descobertas confiáveis ​​e serviços mais inteligentes / IFLA

Inteligência artificial e bibliotecas: uma nova era de descobertas confiáveis ​​e serviços mais inteligentes / IFLA

Em vez de encarar a IA como uma substituta para a biblioteconomia, o Professor Ragel a apresentou como uma extensão dos valores essenciais da biblioteca. Descoberta, relevância, qualidade do serviço e gestão ética sempre foram fundamentais para o trabalho bibliotecário.

A IA, quando implementada com cuidado, pode fortalecer cada uma dessas funções. Entre as aplicações mais promissoras discutidas estava a busca semântica, que vai além da tradicional correspondência por palavras-chave. Em vez de simplesmente recuperar registros que contenham as mesmas palavras, os sistemas semânticos podem identificar materiais com significados e conceitos relacionados. Isso tem o potencial de tornar a pesquisa mais intuitiva, especialmente em áreas científicas e técnicas altamente especializadas.

A sessão também destacou o papel crescente da automação de fluxos de trabalho. As ferramentas de IA podem ajudar as bibliotecas a processar metadados com mais eficiência, enriquecer registros de catálogo, apoiar sistemas de recomendação e otimizar tarefas repetitivas. Isso pode liberar a equipe para se concentrar em trabalhos de maior valor agregado, como instrução, curadoria e suporte ao usuário.

Outra área emergente é o uso de sistemas de bate-papo com IA. Esses sistemas podem servir tanto aos usuários quanto à equipe da biblioteca na navegação pelas coleções, no esclarecimento de dúvidas rotineiras ou no auxílio às equipes na gestão interna do conhecimento.

#Bibliotecas #IA

via IFLA

Disponível em: https://www.ifla.org/news/ai-and-libraries-a-new-era-of-trusted-discovery-and-smarter-services/

Política editorial de periódicos brasileiros em Ciência da Informação com Qualis A1 e A2 e dimensões acerca do direito autoral / PCI

Política editorial de periódicos brasileiros em Ciência da Informação com Qualis A1 e A2 e dimensões acerca do direito autoral / PCI

Quanto à autoria e coautoria, apenas dois periódicos não dispõem de orientações claras, enquanto outros adotam instrumentos como a taxonomia CRediT. No que se refere às licenças, seis periódicos utilizam CC BY 4.0 e um CC BY NC 4.0, embora tenha sido constatada incongruência na comunicação da licença nos artigos em uma revista. As diretrizes éticas variaram de ausência completa a políticas robustas alinhadas ao COPE e SciELO. Conclui-se que, apesar da adoção de padrões internacionais relevantes, algumas políticas ainda apresentam fragilidades que comprometem clareza, transparência e credibilidade da comunicação científica, evidenciando a necessidade de maior padronização e aprofundamento crítico sobre o direito autoral.

#DireitosAutorais #PolíticaEditorial #RevistasCI

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/58833

Relações étnico-raciais e Competência em Informação na formação de arquivistas / Ágora

Relações étnico-raciais e Competência em Informação na formação de arquivistas / Ágora

Identificou-se um percurso sendo pavimentado por pesquisadoras e pesquisadores da Ciência da Informação que têm se debruçado para incluir questões étnico-raciais na formação acadêmica e atuação profissional, a partir do conceito de Competência em Informação antirracista. Conclui-se que o conceito de Competência em Informação antirracista, aliado às estratégias de justiça social para a população negra, configura-se como um caminho teórico-prático viável para a consolidação das questões étnico-raciais na Arquivologia.

#CoInfo #QuestõesÉtnicoRaciais

Disponível em: https://agora.emnuvens.com.br/ra/article/view/1335

Habilidades de pesquisa / University of Sheffield

Habilidades de pesquisa: Orientações, recursos e dicas para desenvolver suas habilidades de pesquisa em cada etapa do processo de pesquisa / University of Sheffield

Busca de informações – Planeje estratégias de busca eficazes e descubra uma ampla gama de informações, incluindo livros, periódicos, imagens e arquivos.

Leitura e compreensão de informações – Aprimore suas técnicas de leitura e anotações para compreender e reter os pontos principais.

Abordagens críticas à informação – Melhore seu pensamento crítico questionando e sintetizando fontes de informação.

Métodos de pesquisa – Planeje e gerencie o processo de pesquisa utilizando métodos apropriados e éticos, além de gerenciamento de dados.

#Guias #FontesDeInformação #Leitura #CoInfo #MetodologiaDaPesquisa

Disponível em: https://sheffield.ac.uk/study-skills/research

Panorama do Financiamento das Universidades Federais / ANDES

Panorama do Financiamento das Universidades Federais / ANDES

A análise do financiamento das Instituições Federais de Ensino Superior no período 2007–2025 evidencia uma inflexão estrutural na dinâmica orçamentária do sistema federal. O ciclo de expansão observado até aproximadamente 2014, marcado pela ampliação da rede, incremento do custeio e maior dinamismo dos investimentos, foi sucedido por um regime de restrição fiscal que não se expressa apenas na desaceleração do crescimento real do orçamento total, mas, sobretudo, na reconfiguração de sua composição interna. Nesse novo contexto, a estabilidade relativa do volume agregado de recursos convive com transformações qualitativas que alteram profundamente as condições de funcionamento das universidades.

#UniversidadesPúblicas #FinanciamentoPúblico

Disponível em: https://www.andes.org.br/diretorios/files/Beregeno/PDF15/Panorama%20do%20Financiamento%20das%20Ifes_ps.pdf

Bibliotecas evoluíram com a Unesp e se estabeleceram como peças fundamentais para avanços nos campos do ensino e da pesquisa / Jornal da UNESP

Bibliotecas evoluíram com a Unesp e se estabeleceram como peças fundamentais para avanços nos campos do ensino e da pesquisa / Jornal da UNESP

Estrutura central, criada em 1977 no câmpus de Marília, estabeleceu as bases para uma vasta rede espalhada pelo estado de São Paulo. Ao longo das décadas, as bibliotecas da Universidade alcançaram padrão de excelência combinando estreita relação com a comunidade local e olhar voltado para as principais tendências mundiais.

#UNESP #BibliotecasUniversitárias #ImpactoDasBibliotecas

via Jornal da UNESP

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2026/04/13/bibliotecas-evoluiram-com-a-unesp-e-se-estabeleceram-como-pecas-fundamentais-para-avancos-nos-campos-do-ensino-e-da-pesquisa/

Bibliotecas que acolhem: estudo revela como emoções transformam a experiência acadêmica / CI Express

Bibliotecas que acolhem: estudo revela como emoções transformam a experiência acadêmica / CI Express

Do ponto de vista das contribuições, o trabalho amplia o conceito tradicional de acessibilidade, incorporando dimensões subjetivas e socioemocionais. Também aponta implicações práticas importantes: a necessidade de políticas institucionais voltadas à humanização dos espaços, capacitação de profissionais e adoção de estratégias baseadas no Desenho Universal. Ao mesmo tempo, revela um campo emergente de pesquisa, ainda carente de estudos empíricos aplicados às bibliotecas universitárias.

Em síntese, os autores defendem que a acessibilidade emocional é um componente estratégico para a construção de bibliotecas mais inclusivas, humanas e eficazes. Ao considerar as emoções como parte da experiência informacional, abre-se caminho para novas práticas, pesquisas e políticas que podem impactar diretamente o sucesso acadêmico, o bem-estar dos estudantes e a relevância social das bibliotecas no ensino superior.

#BibliotecasUniversitárias #AcessibilidadeEmocional #Inclusão

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/bibliotecas-que-acolhem-estudo-revela-como-emo%C3%A7%C3%B5es-transformam-a-experi%C3%AAncia-acad%C3%AAmica

Tensões e soluções na relação entre propriedade intelectual e pesquisa aberta / Fesabid

Tensões e soluções na relação entre propriedade intelectual e pesquisa aberta / Fesabid

Quando grandes grupos editoriais e outras empresas que exploram conteúdo intelectual no mercado se tornam detentores exclusivos dos direitos de exploração de obras, podem se beneficiar da proteção que as leis de propriedade intelectual, em princípio, conferem aos autores. Em essência, ocupam o lugar que os autores ocupam dentro dessas leis. Dessa forma, exploram a longa duração dos direitos e o desequilíbrio entre interesses privados e públicos que surgiu na regulamentação. A respeito deste último ponto, observa-se que, embora a legislação de propriedade intelectual nos países da UE inclua limites aos direitos dos autores, destinados a garantir interesses públicos como o acesso à informação ou à pesquisa, fá-lo de maneira muito restritiva. Isso sugere que se dá mais peso aos interesses privados das empresas que adquirem os direitos autorais do que ao interesse público. Assim, fica evidente um desequilíbrio em relação ao direito à liberdade de pesquisa, que deve ser garantido pelo acesso ao conhecimento e pela permissão de sua disseminação, e o direito dos cidadãos ao acesso à cultura e ao conhecimento.

#PropriedadeIntelectual #DireitosAutorais #CiênciaAberta

Disponível em: https://www.fesabid.org/wp-content/uploads/FESABID-propiedad-intelectual-investigacion-abierta.pdf

Ciência Aberta: um guia prático para estudantes de doutorado / UCL

Ciência Aberta: um guia prático para estudantes de doutorado / UCL

Este guia de Ciência Aberta foi desenvolvido para acompanhá-lo em cada etapa de sua pesquisa durante o doutorado e, esperamos, também depois dele. Desde o desenvolvimento de sua abordagem acadêmica até a disseminação dos resultados de sua pesquisa, ele fornece um conjunto de ferramentas e boas práticas que podem ser implementadas diretamente e é voltado para pesquisadores de todas as disciplinas.

A Ciência Aberta têm como foco tornar a pesquisa acessível a todos, removendo o máximo possível de barreiras técnicas ou financeiras que possam dificultar o acesso à pesquisa. Isso envolve abrir o próprio processo acadêmico, não apenas os resultados. Desde o aumento da transparência e o compartilhamento dos dados e métodos usados ​​para publicações até a inclusão do público em geral no processo de pesquisa por meio da Ciência Cidadã, adotar a Ciência Aberta é uma ótima maneira de ampliar seu impacto potencial.

via University College London

#Guias #CiênciaAberta

Disponível em: https://rdr.ucl.ac.uk/articles/media/Open_Science_a_practical_guide_for_PhD_students/20585898?file=37732326

“Sem dados, a renovação na ciência se torna um discurso” / Science Arena

“Sem dados, a renovação na ciência se torna um discurso” / Science Arena

“Sem dados, a renovação se torna um discurso. Com dados, ela pode se tornar uma estratégia.” A frase resume bem o que move Jesús P. Mena-Chalco, professor e pesquisador da Universidade Federal do ABC (UFABC) especializado em bibliometria e análise de dados acadêmicos.

Em levantamento recente baseado na Plataforma Lattes, divulgado no seu perfil do Linkedin, Mena-Chalco mapeou, em escala nacional, a chamada idade acadêmica dos docentes vinculados aos programas de pós-graduação (PPGs) brasileiros — o tempo decorrido desde a primeira publicação científica de cada pesquisador.

Os resultados revelam um sistema maduro, mas pouco renovado na base: a idade acadêmica média dos docentes nos PPGs é de 27 anos; apenas 1% tem menos de uma década de carreira; e 17% já ultrapassam 35 anos de atividade.

[…] Em quinze anos, se não houver renovação planejada, pode haver uma desaceleração mais estrutural, menor capacidade de orientação, menor diversidade de perfis e dificuldades de incorporar novas agendas.

#CiênciaBrasileira #PósGraduação

Disponível em: https://www.sciencearena.org/entrevistas/sem-dados-a-renovacao-na-ciencia-se-torna-um-discurso/

Portaria do CNPq detalha diretrizes de integridade na pesquisa com o uso de inteligência artificial / Jornal da USP

Portaria do CNPq detalha diretrizes de integridade na pesquisa com o uso de inteligência artificial / Jornal da USP

No mês passado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) publicou a portaria nº 2.664, de 6 de março de 2026, responsável por instituir a nova Política de Integridade na Atividade Científica. A norma, respaldada pelos atribuições do órgão definidas no decreto nº 11.229/2022, estabelece as diretrizes de integridade na pesquisa, incluindo a obrigatoriedade de declarar o uso de ferramentas de Inteligência Artificial Generativa (IAG).

Segundo o professor Alan Angeluci, do Departamento de Jornalismo e Editoração e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, ambos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, a Portaria organiza de forma mais clara o que o conselho entende por integridade na atividade.

#IntegridadeEmPesquisa #IntegridadeCientífica

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/portaria-do-cnpq-detalha-diretrizes-de-integridade-na-pesquisa-com-o-uso-de-inteligencia-artificial/

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