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Desmascarando o uso da IA ​​para censurar acervos de bibliotecas / ALA

Desmascarando o uso da IA ​​para censurar acervos de bibliotecas / ALA

Governos estaduais e locais estão utilizando cada vez mais IA para sinalizar livros “inapropriados”, “vulgares” ou “obscenos” para remoção dos acervos das bibliotecas. Ao fazer isso, eles contam com máquinas para fazer julgamentos mais adequados à formação, às habilidades e à experiência dos professores e funcionários de bibliotecas que empregam.

Embora alguns presumam que a IA forneça uma objetividade mecânica, a realidade é que a pergunta que você faz a um chatbot de IA molda a resposta que ele gera. Quando a linguagem da pergunta é baseada nos valores de um grupo ou indivíduo, a resposta gerada estará alinhada a esses valores. (…)

Para evitar a discriminação por pontos de vista e preservar os direitos dos pais, a decisão deve sempre pender para o acesso, e não para a exclusão. Dado que comandos (prompts) tendenciosos podem influenciar os resultados, que o acesso ao texto integral pode ser limitado e que fontes de avaliação profissional podem estar atrás de barreiras de pagamento (paywalls) ou, por outros motivos, inacessíveis a uma IA, nenhum livro deve ser censurado com base na avaliação de uma inteligência artificial. Nada substitui as competências e a formação de profissionais de bibliotecas e educadores.

#Censura #IA

via ALA

Disponível em: https://www.oif.ala.org/debunking-the-use-of-ai-to-censor-library-collections/

Abordagens objetiva e subjetiva do conceito de informação / Revista Española De Documentación Científica

Abordagens objetiva e subjetiva do conceito de informação / Revista Española De Documentación Científica (1994)

As contribuições analisadas na seção anterior têm como pressuposto comum a ideia de informação como algo subjetivo, individualizado, que faz parte do processo contínuo vivenciado por qualquer pessoa em sua relação com o ambiente que a cerca. Além disso, constituem uma representação significativa da forte tendência, observável nos últimos anos, de que o estudo do fenômeno informacional seja realizado por meio de abordagens centradas no usuário — no indivíduo —, em detrimento daquelas centradas no intermediário, como era tradicionalmente o caso. Embora tais contribuições não sejam totalmente convergentes e apresentem algumas divergências entre si, todas compartilham a ideia de que a abordagem clássica — centrada no intermediário e na concepção de informação como um objeto físico — é limitada, defendendo, por isso, uma mudança de paradigma.

#Informação #FundamentosDaCI

Disponível em: https://digibug.ugr.es/handle/10481/116592

Analisando filmes por meio de tags / PCI

Analisando filmes por meio de tags: a representação temática de filmes de terror da década de 1980 em plot keywords e sinopses do IMDB / PCI

Resultados: as plot keywords contemplam todas as dimensões e nomeiam elementos específicos, enquanto as sinopses se concentram em ambientação e comunidade, com termos predominantemente genéricos. Parte das keywords refere-se a aspectos de produção ou a curiosidades. Considerações finais: as plot keywords oferecem uma representação mais específica, porém parcial, do conteúdo fílmico, e os dois conjuntos constituem formas complementares de representação da informação audiovisual.

#Filmes #Indexação

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/60611

Práticas emergentes de informação em pesquisa na era da inteligência artificial generativa / JASIST

Práticas emergentes de informação em pesquisa na era da inteligência artificial generativa / JASIST

O estudo identifica seis mudanças significativas: da busca baseada em palavras-chave para a recuperação baseada em prompts (comandos); da construção de sentido realizada por humanos para a interpretação delegada; da inovação humana para a cocriação algorítmica; da escrita manual para a autoria generativa; do uso não regulamentado de IA para a divulgação responsável; e do simples uso de IA para o letramento em IA. Além disso, analisa as implicações dessas práticas emergentes para a produtividade na pesquisa, o pensamento cognitivo e crítico, a integridade e a ética acadêmicas, e a equidade no meio acadêmico.

#InteligênciaArtificial #PráticasInformacionais #PesquisaCientífica #Tendências

Disponível em: https://asistdl.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/asi.70124?af=R

O Nobel retrata a ciência mundial? / Folha de S. Paulo

O Nobel retrata a ciência mundial? / Folha de S. Paulo

Assim, as críticas ao Nobel vão além de possíveis vieses individuais dos comitês, cujos processos de seleção são em grande parte sigilosos. Elas questionam um modelo de reconhecimento criado em um contexto histórico específico, que pode reproduzir desigualdades de gênero, raça e origem geográfica, além de privilegiar determinadas formas de produzir conhecimento.

Ao definir quais áreas e realizações merecem ser celebradas e quem deve receber o crédito por elas, o Nobel revela as hierarquias e as desigualdades que atravessam a produção científica internacional. Questionar essas limitações não significa diminuir a importância do prêmio, mas ampliar as possibilidades de um reconhecimento mais justo e representativo, refletindo a diversidade de pessoas e as contribuições que impulsionam a ciência e beneficiam a humanidade.

#Ciência

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2026/10/o-nobel-retrata-a-ciencia-mundial.shtml

SBPC e ABC defendem aprovação do Programa Nacional de Incentivo à Ciência pelo Congresso / Jornal da Ciência

SBPC e ABC defendem aprovação do Programa Nacional de Incentivo à Ciência pelo Congresso / Jornal da Ciência

“O Brasil não pode abrir mão de nenhum instrumento capaz de ampliar, com responsabilidade e transparência, seus investimentos em conhecimento. Apoiar a ciência é investir na capacidade do país de construir seu próprio futuro”, afirmam as entidades

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) divulgaram, nesta quinta-feira (29), uma carta conjunta em defesa da aprovação do Projeto de Lei nº 4.797/2026, de autoria do senador Astronauta Marcos Pontes, que institui o Programa Nacional de Incentivo à Ciência (PRONIC).

A proposta estabelece mecanismos de incentivo fiscal para doações e patrocínios de pessoas físicas e jurídicas destinados a iniciativas de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, inovação e divulgação científica.

#ABC #SBPC #CiênciaBrasileira

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-e-abc-defendem-aprovacao-do-programa-nacional-de-incentivo-a-ciencia-pelo-congresso-nacional/

Introdução à Bibliometria / Mateus Rebouças

Introdução à Bibliometria / Mateus Rebouças

Minicurso ministrado sobre Bibliometria pra 12ª SIB – Abertura da Semana Acadêmica de Biblioteconomia da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) / 2025.

#Bibliometria #EstudosMétricosDaInformação

Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/396053073_Introducao_a_Bibliometria

O futuro dos blogs acadêmicos / Information Matters

O futuro dos blogs acadêmicos / Information Matters

Os resultados mostram que nenhum participante isolado é percebido como capaz de garantir a preservação a longo prazo sozinho. Defendemos a ampliação do escopo das instituições de infraestrutura descentralizadas existentes para incluir os esforços de preservação de blogs acadêmicos. Tal infraestrutura distribuiria a responsabilidade entre múltiplos participantes, mitigaria os riscos associados à volatilidade política, censura, ataques cibernéticos e instabilidade da plataforma, e permitiria diferentes caminhos de preservação. A construção de uma infraestrutura distribuída, interoperável e apoiada pela comunidade não apenas garantiria o acesso a longo prazo aos blogs acadêmicos, mas também fortaleceria sua visibilidade, citabilidade e legitimidade dentro do ecossistema mais amplo da comunicação acadêmica.

#Blogs #Tendências #PreservaçãoDigital

via Information Matters

Disponível em: https://informationmatters.org/2026/10/the-future-of-scholarly-blogs/

Entre estrelas, dragões e cavalos misteriosos: a obra xilográfica de Gilvan Samico sob a ótica da representação temática / PPGCI – UFPB

Entre estrelas, dragões e cavalos misteriosos: a obra xilográfica de Gilvan Samico sob a ótica da representação temática / PPGCI – UFPB

Para a análise dos dados, foi adotado um modelo de análise de imagens desenvolvido a partir de Erwin Panofsky (1975), Johanna W. Smit (1996) e Laurent Gervereau (2007). Os resultados demonstraram que a aplicabilidade do modelo possui pontos fortes e fracos, e que o campo da Representação da informação necessita de inovações metodológicas destinadas a documentos imagéticos, especialmente para xilogravuras. Demonstrou também que a poética de Samico se insere no ideário armorial a partir de uma perspectiva mito-mágica, intrinsecamente relacionada a seus preceitos estéticos que buscam uma integração do erudito ao popular.

#Xilogravuras #RepresentaçãoTemática

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39633

Quando parar de ler PDFs e começar a escrever sua dissertação ou tese? / Thiagoteca

Quando parar de ler PDFs e começar a escrever sua dissertação ou tese? / Thiagoteca

Quando você já possui elementos suficientes para desenvolver uma primeira ideia, uma discussão inicial ou uma parte do trabalho, mesmo que ainda existam questões a aprofundar.

Não é preciso esperar pela segurança absoluta. Ela dificilmente aparece antes da experiência concreta da escrita.

Existe uma diferença entre ler para construir argumentos e continuar lendo para adiar o momento de escrevê-los.

Um texto imperfeito pode ser revisado, discutido com o orientador e aprimorado. Uma página eternamente em branco, não.

#EscritaAcadêmica

via Thiagoteca

Disponível em: https://thiagoteca.wordpress.com/2026/10/29/quando-parar-de-ler-pdfs-e-comecar-a-escrever/

As mulheres que a história da ciência esqueceu / Ciência e Cultura

As mulheres que a história da ciência esqueceu / Ciência e Cultura

É preciso revisar os próprios critérios pelos quais o mérito científico é reconhecido, ampliar a diversidade nos espaços de decisão, considerar as diferentes condições de produção da pesquisa, combater vieses na avaliação e garantir que mulheres negras, indígenas e de outros grupos historicamente sub-representados também possam permanecer e ascender na carreira. O próprio desenho de políticas recentes já aponta nessa direção: chamadas do CNPq passaram a prever ações específicas para meninas e mulheres nas ciências exatas, engenharias e computação e iniciativas voltadas à internacionalização de pesquisadoras negras, indígenas, quilombolas e ciganas.

Talvez a pergunta mais importante, portanto, não seja quantas mulheres conseguiram “vencer” apesar das barreiras. Essa formulação coloca novamente sobre elas a responsabilidade por superar um sistema que não foi construído em condições iguais. A pergunta é outra: que ciência poderia ter sido construída se tantas mulheres tivessem recebido, desde o início, as mesmas oportunidades de reconhecimento, financiamento, autoria e liderança? Não há como responder retrospectivamente. Mas é possível olhar para os nomes que foram esquecidos e perceber que a história conhecida da ciência brasileira é apenas uma parte da história que efetivamente aconteceu.

#MulheresNaCiência #CiênciaBrasileira

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=11045

Data literacy: o papel dos dados no futuro da aprendizagem / Revista Educação

Data literacy: o papel dos dados no futuro da aprendizagem / Revista Educação

A inteligência artificial generativa acrescenta uma nova camada de complexidade à revolução dos dados na educação. À medida que sistemas educacionais produzem e publicam volumes cada vez maiores de informação, surge uma pergunta central: como garantir que gestores públicos, educadores e famílias tenham condições de interpretar esse material e utilizá-lo com responsabilidade, critério e finalidade educativa?

A resposta passa por uma competência que ainda é pouco discutida nas escolas brasileiras, mas que se torna urgente: a capacidade de ler, questionar e transformar dados em decisões pedagógicas. É a chamada data literacy, ou alfabetização em dados.

#IALiteracy #DataLiteracy

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/10/28/data-literacy/