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Competência crítica em informação no contexto dos povos originários brasileiros: das críticas literárias decoloniais aos mecanismos contracoloniais / PPGCI – UFPB

Competência crítica em informação no contexto dos povos originários brasileiros: das críticas literárias decoloniais aos mecanismos contracoloniais / PPGCI – UFPB

(…) constatou-se que a competência crítica em informação ultrapassa a dimensão técnica e assume caráter político, ético e epistêmico, articulado à defesa da vida, do território e dos modos de existir desses povos, configurando-se como macroprocesso formativo que pode tensionar a colonialidade do poder, do saber e do ser, fortalecendo processos de autorrepresentação e consolidando a autonomia informacional como horizonte de transformação e de contracolonialdiade. Considera-se que, ao ser articulada às perspectivas contracoloniais, essa competência alarga seu caráter político, epistêmico e transformador, possibilitando a ampliação do debate no campo da Ciência da Informação e de áreas afins, fomentando novas pesquisas voltadas ao contexto dos povos originários brasileiros.

#CoInfo #PovosIndígenas

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38332

Distribuição e crescimento da publicação em revistas com indícios de práticas editoriais predatórias / PPGCI – UnB

Distribuição e crescimento da publicação em revistas com indícios de práticas editoriais predatórias : análise da produção científica de pesquisadores vinculados a programas brasileiros de pós-graduação / PPGCI – UnB

Os resultados indicam que 4,62% dos artigos publicados em revistas no período analisado estão associados a revistas com indícios de práticas editoriais predatórias. Embora proporcionalmente reduzido, o fenômeno apresenta tendência de crescimento ao longo do período analisado, passando de 3.577 artigos em 2017 para 15.623 em 2020, um aumento de mais de 330%. A análise evidencia ainda forte concentração de publicações em um número restrito de revistas e instituições de ensino e pesquisa, bem como diferenças expressivas quando se observam os valores proporcionais entre as instituições. Enquanto algumas apresentam menos de 2% de sua produção científica publicada em revistas com indícios de práticas editoriais predatórias, outras registram percentuais que ultrapassam 40%, evidenciando assimetrias no uso desses canais de publicação. Observa-se também baixa transparência nos processos editoriais de um subconjunto de revistas analisadas, especialmente no que tange aos procedimentos de avaliação por pares. Conclui-se que a presença de revistas com indícios de práticas editoriais predatórias nos programas brasileiros de pós-graduação trata-se de um fenômeno que está relacionado com diferentes fatores contextuais, como políticas de financiamento e avaliação da pesquisa.

#RevistasPredatórias

Disponível em: https://repositorio.unb.br/handle/10482/54847

Participação cidadã em bibliotecas: metodologias, objetivos e níveis de envolvimento / Infonomy

Participação cidadã em bibliotecas: metodologias, objetivos e níveis de envolvimento / Infonomy

Abordagens baseadas no engajamento constituem a metodologia mais comum (39,5%), seguidas pela participação pública ou cidadã (12,4%), pelo design participativo (7,8%) e pelo codesign (7,5%). Os principais objetivos identificados são a inclusão social (22,5%), a produção de conhecimento (20,8%) e a aprendizagem e o letramento (18,1%). Além disso, as bibliotecas são conceituadas principalmente como espaços de aprendizagem (37,7%) e plataformas comunitárias (23,1%). Quanto à intensidade da participação, predominam iniciativas baseadas em consulta ou envolvimento básico (52,3%), embora uma parcela significativa envolva abordagens de cocriação ou empoderamento (27,3%). Também são observadas diferenças por categoria nos objetivos perseguidos e nos níveis de participação promovidos.

#ParticipaçãoCidadã #Bibliotecas

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/150

O Bibliotecário na era da Experiência do Usuário (UX) / RISC

O Bibliotecário na era da Experiência do Usuário (UX) / RISC

A análise demonstrou que a ênfase da Biblioteconomia na mediação, organização e gestão da informação constitui uma base fundamental para as práticas de UX. Competências historicamente cultivadas na formação bibliotecária, como o estudo de usuários, a arquitetura da informação, a construção de taxonomias e a gestão de projetos, mostram-se diretamente aplicáveis e valorizadas nas subáreas de UX Research,UX Writing eUX Strategy. Esse achado contribuipara desconstrução de percepções restritivas acerca da profissão, ampliando significativamente o seu horizonte de atuação e confirmando que o bibliotecário deve, de fato, interagir com o mundo do trabalho atual, com especialização e qualificação adequadas

#UX

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/41826

O uso de inteligência artificial na redação acadêmica e na pesquisa: uma ferramenta essencial de produtividade / Computer Methods and Programs in Biomedicine Update

O uso de inteligência artificial na redação acadêmica e na pesquisa: uma ferramenta essencial de produtividade / Computer Methods and Programs in Biomedicine Update

A IA revoluciona significativamente a escrita acadêmica e a pesquisa em diversas áreas. As recomendações incluem uma integração mais ampla de ferramentas de IA nos fluxos de trabalho de pesquisa, com ênfase no uso ético e transparente, na oferta de treinamento adequado aos pesquisadores e na manutenção de um equilíbrio entre a utilidade da IA ​​e o discernimento humano.

#EscritaCientífica #IA

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.cmpbup.2024.100145

Revista Humanos / SESC

Revista Humanos / SESC

A Revista Humanos surge da ideia do quão encantador é o conhecimento, apresentando pesquisas, cientistas, artistas, jornalistas, pensadores, coletivos e contextos a partir das interseções entre arte, ciência e tecnologia.

Com distribuição e acesso gratuitos das versões impressa e virtual, nosso objetivo, a cada edição, é apresentar ao leitor temas e discuti-los a partir de múltiplos olhares. Acreditamos que a circulação de informações e de novas ideias é fundamental e buscamos socializar a ciência nos diferentes campos do conhecimento, pois a educação científica traz novas e alegres sociabilidades.

O caráter sempre inovador do “conhecer”, a vontade de diálogo e a proposta para redes de temas e públicos exigem ampla pesquisa e dedicação do corpo editorial e de diversos convidados – intelectuais, cientistas e realizadores, tanto de trajetória extensa, como também de jovens pesquisadores.

(Revista mto bacana! Mas eu gosto mais da Divulga-CI!)

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revistahumanos.com.br/

Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI

Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI

“(…) o Tamizdat Project foi inicialmente concebido como uma iniciativa de divulgação acadêmica pública e um arquivo on-line de documentos sobre as primeiras publicações, circulação e recepção de manuscritos de contrabando provenientes da antiga URSS e do Bloco Oriental” apresenta o pesquisador Prof. Dr. Yasha Klots, professor de Literatura Russa e Comparada no Hunter College, no CUNY Graduate Center e fundador do Tamizdat Project.

#Censura #Literatura

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/editorial-censura-guerra-e-literatura-tamizdat-project-na-defesa-de-textos-proibidos-e-da-liberdade-intelectual-por-yasha-klots/

Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato

Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato

Um painel interativo e colaborativo que reúne quais bibliotecas digitais cada instituição de ensino superior do Brasil assina — transparência para toda a comunidade acadêmica.

#BibliotecasDigitais #PainelInterativo

Disponível em: https://painelbibliotecasdigitais.com.br/

Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo

Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo

Este guia conjunto da Crossref e da DataCite explica como os metadados registrados por meio de infraestruturas acadêmicas abertas ajudam a preservar o rigor e a integridade do registro acadêmico. O documento detalha elementos específicos de metadados — presentes nos esquemas da Crossref e da DataCite — que podem auxiliar as partes interessadas a avaliar a confiabilidade dos resultados de pesquisas. O objetivo do guia é fornecer informações práticas a todos os atores da comunidade acadêmica, incentivando-os a contribuir com metadados ricos e a utilizá-los como ferramenta para a análise da integridade da pesquisa.

#Metadados #IntegridadeEmPesquisa #CrossRef #Datacite

Disponível em: https://zenodo.org/records/19695957

Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) – 2005 à 2024 / PPGMuseu – UFBA

Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) – 2005 à 2024 / PPGMuseu – UFBA

Durante o processo de pesquisa notou-se como uma instituição museu dentro do cenário da universidade é frágil no sentido político e pode ser vinculada a um ou outro órgão a depender da direção das forças políticas. Ficou claro também que a gestão do museu esteve, desde sua criação, vinculada aos antropólogos da universidade, tenham sido eles técnicos ou docentes. A partir do material encontrado sobre as exposições, principalmente os registros fotográficos, ficou claro também que não houve investimentos em mobiliário expográfico e, quando houve, não realizou a renovação dos móveis originais. No entanto, a instituição promoveu um quantitativo grande de exposições, principalmente temporárias, mas esse não foi o foco da pesquisa, por isso, não se realizou o levantamento delas, apenas algumas que deixaram registros foram pontuadas.

#Exposição #MuseusUniversitários

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44675

Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW

Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW

Angola e Moçambique são os únicos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que ainda não ratificaram o Acordo Ortográfico de 1990, apesar de terem integrado o grupo signatário do documento, assinado em Lisboa em 16 de dezembro de 1990.

No caso de Angola, o documento não foi aprovado nem em Conselho de Ministros nem ratificado pelo Parlamento.

Em Moçambique alega-se o peso das línguas nacionais e os custos da implementação, motivos invocados desde a aprovação no Conselho de Ministros, em 2012, poucos meses antes de o país africano assumir a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O documento não foi ainda ratificado pelo parlamento.
Demais países

No caso da Guiné-Bissau, o acordo foi ratificado em 2009 mas nunca foi posto em prática. Embora o português seja a língua oficial, é em crioulo que os guineenses se entendem e nas mais de 30 línguas regionais que compõem o mosaico étnico cultural do país. Nos dados mais recentes divulgados pelo governo, menos de 5% da população fala português.

#LínguaPortuguesa

via DW

Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/angola-e-mo%C3%A7ambique-ainda-n%C3%A3o-ratificaram-acordo-ortogr%C3%A1fico/a-77980925

Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA

Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA

O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) “falhou” no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje “completamente inútil” e criando tensões desnecessárias.

“Eu acho que o acordo acabou por falhar, e isso é a minha opinião, está aplicado em Portugal, sem dúvida, está aplicado no Brasil também, em alguns países africanos, mas falhou porque não criou uma unificação ortográfica, que era o seu grande objetivo”, afirmou, em entrevista à Lusa.

“Falhou porque, neste momento, temos Angola a usar a ortografia anterior, temos Portugal e Brasil a usar ortografias do acordo, mas também não são exatamente a mesma, portanto, não se fez uma unificação completa, e acabámos por ficar, na prática, com três ortografias. Aquela que é usada, por exemplo, em Angola, a que é usada em Portugal e a que é usada no Brasil”, acrescentou.

#LínguaPortuguesa

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/entrevista-marco-neves-o-acordo-ortografico-falhou-e-foi-completamente-inutil/