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Agregados bibliográficos: um panorama das contribuições dos modelos conceituais e do Resource Description and Acess / TPBCI

Agregados bibliográficos: um panorama das contribuições dos modelos conceituais e do Resource Description and Acess / TPBCI

Os resultados indicam que, embora o conceito ( de agregados bibliográficos ) tenha surgido com o FRBR, sua definição precisa e modelagem formal foram consolidadas apenas com o IFLA LRM e a reestruturação do RDA, que definem agregados como manifestações que incorporam múltiplas expressões. Constatou-se uma predominância de análises teóricas e uma escassez de estudos práticos, especialmente no contexto brasileiro, o que reflete a adoção ainda incipiente do RDA no país. As considerações finais reforçam que a compreensão dos agregados é essencial para otimizar a organização e recuperação da informação em sistemas bibliográficos modernos.

#AgregadosBibliográficos #LRM

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/787

Nos acordes do Quinteto da Paraíba: memórias e escritos de um acervo / PPGCI – UFPB

Nos acordes do Quinteto da Paraíba: memórias e escritos de um acervo / PPGCI – UFPB

O objeto de análise desta pesquisa é o arquivo do grupo de cordas Quinteto da Paraíba, considerado pelos críticos como um dos grupos mais virtuosos do cenário da música de câmara brasileira. Assim como a informação, a produção musical está associada ao contexto e às práticas sociais que rodeiam o produtor, ou seja, o acúmulo de documentos musicais pode se constituir em celeiros da identidade sociocultural de seus produtores. Reitera-se o espaço do arquivo musical como um lugar de memória. Nessa conjuntura, a pesquisa teve como objetivo geral compreender a construção memorialística e identitária do Quinteto da Paraíba, a partir dos vestígios informacionais contidos nos itens documentais, à luz da concepção teórica da escrita de si.

#Memória

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38777

A Clarivate aprimora o SkyRiver para ajudar bibliotecas a compartilhar, reutilizar e criar metadados confiáveis / Clarivate

A Clarivate aprimora o SkyRiver para ajudar bibliotecas a compartilhar, reutilizar e criar metadados confiáveis / Clarivate

A Clarivate, líder global no fornecimento de inteligência transformadora, anunciou hoje o lançamento da plataforma SkyRiver aprimorada, projetada para oferecer às bibliotecas uma maneira acessível de obter, gerenciar e compartilhar metadados bibliográficos abertos, ao mesmo tempo em que apoia a interoperabilidade entre instituições, consórcios e sistemas de gestão de bibliotecas.

Ao utilizar metadados abertos por padrão, o SkyRiver torna os registros o mais reutilizáveis ​​possível, respeitando os requisitos dos colaboradores, as obrigações de licenciamento e as políticas de governança institucional. As bibliotecas mantêm a autonomia institucional quanto à participação e à contribuição.

Atualmente, as bibliotecas enfrentam uma pressão crescente para aumentar a eficiência e adaptar seus serviços de descoberta. Metadados confiáveis, transparentes e interoperáveis ​​constituem uma base importante para uma descoberta responsável. Para apoiar esse objetivo, a plataforma SkyRiver aprimorada introduz recursos de criação de registros baseados em IA, permitindo gerar metadados com maior eficiência.

#Metadados #Clarivate #SkyRiver

via Clarivate

Disponível em: https://clarivate.com/news/clarivate-enhances-skyriver-to-help-libraries-share-reuse-and-create-trusted-metadata/

O que são obras de referência? / Biblioteca da ECA

O que são obras de referência? / Biblioteca da ECA

Obras de referência são aqueles trabalhos de consulta rápida, que utilizamos para localizar respostas sucintas, porém precisas, sobre um determinado assunto. São os dicionários, enciclopédias, guias, bibliografias, filmografias, discografias, diretórios, catalogues raisonnés etc.

As bibliotecas, em geral, mantém essas obras em salas ou estantes separadas do acervo geral e não permitem o empréstimo delas. São obras para consulta local, apenas.

#FormaçãoDeColeções

via Biblioteca da ECA

Disponível em: https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2026/08/24/o-que-sao-obras-de-referencia/

6 bons motivos para criar um clube de checagem na escola / Porvir

6 bons motivos para criar um clube de checagem na escola / Porvir

Desenvolver habilidades como pensamento crítico e autonomia torna-se mais prático quando os estudantes participam de projetos que investigam a veracidade das informações.

Em outubro de 2026, o Brasil passará por um processo eleitoral que vai definir o novo presidente do país, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Com a campanha política já em andamento, não é difícil encontrar casos envolvendo desinformação e notícias falsas remetendo a alguns dos candidatos. Junto a esse cenário, há também o avanço de ferramentas de inteligência artificial, que têm possibilitado a criação de vídeos, fotos e textos que demandam verificações. Como identificar o que é fato do que é fake?

Preparar os estudantes para checar o que é verdadeiro e o que é falso é um dos movimentos estratégicos que um clube de checagem nas escolas pode desenvolver. Criar esse espaço na escola está diretamente ligado a diversas competências gerais da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) como a competência 2 (Pensamento Científico e Crítico), a 5 (Cultura Digital) e a 10 (Responsabilidade e Cidadania).

#Desinformação #CoInfo

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/6-motivos-criar-clube-checagem/

Seu próximo leitor é uma máquina, e nós estamos prontos / Scholarly Kitchen

Seu próximo leitor é uma máquina, e nós estamos prontos / Scholarly Kitchen

“Acompanhar o avanço da ciência médica, através da leitura das inúmeras obras que são continuamente publicadas, é uma tarefa difícil até mesmo para quem tem tempo livre; para o médico atarefado, fazê-lo é praticamente impossível. Este último, porém, é precisamente aquele para quem um conhecimento constante e progressivo dos avanços e descobertas práticas da atualidade é mais necessário, pois é ele quem se encontra com maior frequência em circunstâncias que exigem um repertório pronto de recursos terapêuticos.” Este exemplo vem do American Journal of Dental Science , de 1845, durante a revisão do resumo semestral mais recente das ciências médicas. Com o crescimento massivo de dados, esse problema se agravará. Atualmente, milhões de artigos, pré-publicações, conjuntos de dados, protocolos e arquivos suplementares são publicados anualmente, como demonstrado por Hao et al. na revista Nature .

(…) Se o leitor se torna cada vez mais uma máquina, a pergunta óbvia é o que, e como, servimos a ele. Nesse sentido, o conceito útil é o de um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) headless, ou multi-headed. A ideia é simples: armazenar o conteúdo em um núcleo estruturado único, com o texto completo, metadados, identificadores e direitos de acesso em um só lugar, e então conectar múltiplas plataformas de distribuição, oferecendo flexibilidade para quem deseja consumir o conteúdo. Em outras palavras, atender os leitores onde eles estiverem.

#Leitura #ComunicaçãoCientífica #ArquiteturaDaInformação #AgentesDeIA

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/08/21/guest-post-your-next-reader-is-a-machine-and-we-are-ready/

A contribuição de Dorothy Porter Wesley para a Organização e Representação do Conhecimento da diáspora africana como prática contra-hegemônica frente ao viés racial / REBECIN

A contribuição de Dorothy Porter Wesley para a Organização e Representação do Conhecimento da diáspora africana como prática contra-hegemônica frente ao viés racial / REBECIN

Os resultados iniciais indicam que a classificação desenvolvida por Dorothy Porter Wesley operou como uma prática contra-hegemônica ao romper com a lógica da Classificação Decimal de Dewey, a qual invisibilizava temas afro-diaspóricos. Wesley elaborou uma estrutura própria que desafiou a hegemonia eurocêntrica por meio da criação de categorias específicas e da ampliação vocabular, conferindo legitimidade à produção intelectual da diáspora africana. Conclui-se que o enfrentamento do viés racial na ORC transcende questões técnicas, exigindo dos profissionais uma postura ética e política que deve ser construída desde a formação, por meio da revisão curricular, da educação antirracista, decolonial e intercultural e da promoção de experiências didático-pedagógicas voltadas aos saberes ancestrais e tradicionais.

#DorothyPorterWesley #OrganizaçãoDoConhecimento #Decolonialidade

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/471

Dados governamentais abertos no Brasil: um mapeamento sistemático da literatura sobre plano de dados abertos / PCI

Dados governamentais abertos no Brasil: um mapeamento sistemático da literatura sobre plano de dados abertos / PCI

A abertura dos dados contribui para o fortalecimento da transparência, da participação cidadã e do engajamento social. Dessa forma, a abertura dos dados não se limita à disponibilização de informações, mas representa uma oportunidade de aproximar governo e sociedade, o que contribui para a construção de uma gestão pública mais transparente. A transparência pode ser compreendida como o princípio que assegura a disponibilização de informações governamentais à sociedade (Chen; Ganapati, 2023). Transparência governamental, neste caso, é valer-se da disponibilização de informações como estratégia para o aprimoramento dos processos democráticos.

#DadosGovernamentaisAbertos

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/60272

Linguagem Documentária: discurso, catálise e aspectos semióticos / TPBCI

Linguagem Documentária: discurso, catálise e aspectos semióticos / TPBCI

Há uma função semiótica da linguagem documentária, evidenciando sua natureza híbrida e sincrética, devido à sua condição de correlacionar as propriedades do conceito com o descritor. Graças à sua natureza linguística atrelada à terminologia, sua dinâmica de sentido é focada exclusivamente à construção de saberes especializados e defini-los e descrevê-los com precisão, a fim de que o conhecimento seja condensado em estratégias de comunicação. A linguagem documentária é uma catálise, devido à sua complexidade discursiva, que envolve sua natureza híbrido-sincrética, assim condensando diversas informações construídas pelo já-dito, recuperadas através de uma expressão condutora de conhecimentos e que ativa a experiência latente e a cognição ancoradas nesse já-dito.

#LinguagensDocumentárias

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/789

Escolas começam a ensinar letramento em IA. Para muitos, isso significa ajudar os alunos a perceber as falhas dos chatbots / AP News

Escolas começam a ensinar letramento em IA. Para muitos, isso significa ajudar os alunos a perceber as falhas dos chatbots / AP News

Os chatbots de inteligência artificial tornaram-se a dor de cabeça de professores em toda parte; no entanto, para se preparar para o novo ano letivo, um grupo de educadores de Charleston, na Carolina do Sul, reuniu-se no auditório de uma escola de ensino médio para discutir a introdução da IA ​​em sala de aula. Professores e diretores observaram enquanto um instrutor solicitava a uma ferramenta de IA que “criasse um mapa-múndi”.

O resultado provocou suspiros de incredulidade e risadas. Projetado em uma tela grande, via-se um mapa repleto de erros bizarros. O nome do Mali aparecia grafado como “Mail”. O Egito foi identificado como “Sopth”. No lugar da Líbia, havia algo chamado simplesmente de “África”. Os nomes de dezenas de outros países estavam grafados incorretamente ou não passavam de um amontoado de letras sem sentido.

“Se você quiser evitar que as crianças confiem excessivamente nessas ferramentas, experimente a demonstração do mapa”, disse a instrutora Amanda Bickerstaff, fundadora e CEO da AI For Education, uma organização que ajuda escolas a elaborar políticas de IA e a capacitar professores e alunos para o que ela chama de uso seguro, ético e eficaz da tecnologia.

#IALiteracy

via AP News

Disponível em: https://apnews.com/article/ai-literacy-schools-education-4fb9f2c0240993499870f4f204bf41c1

O que muda quando os povos indígenas participam da construção dos museus? / Jornal da USP

O que muda quando os povos indígenas participam da construção dos museus? / Jornal da USP

O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP reunirá, no próximo dia 27, quinta-feira, pesquisadores e representantes de grupos indígenas para uma discussão sobre novas possibilidades de colaboração entre museus e outras comunidades. Trata-se do seminário aberto O potencial da colaboração em museus: aprendizados indígenas no MAE-USP, que acontece a partir das 9 horas, na sede do MAE-USP. As inscrições devem ser feitas por meio deste link até o dia 25, terça-feira.

Para a docente, que também é uma das coordenadoras da exposição e realiza pesquisas entre os Kaingang, os Guarani Nhandewa e os Terena há mais de dez anos, “o seminário quer debater justamente a colaboração, na prática, com os representantes desses três grupos indígenas”. Entre os representantes da etnia Kaingang estão Dirce Jorge e Susilene Elias de Melo, da Terra Indígena (TI) Vanuíre, Neusa Umbelino, Deolinda Pedro e Ronaldo Iaiati, da TI Icatu. Creiles Marcolino e Jean Carlos Marcolino representam os Guarani Nhandewa, da Aldeia Nimuendaju, na TI Araribá, e Gerolino José Cezar e Gilmar Pio representam a etnia Terena, da Aldeia Ekeruá, na TI Araribá.

#PovosIndígenas #Museus

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/etnico-racial/o-que-muda-quando-os-povos-indigenas-participam-da-construcao-dos-museus/

Monetização de dados: lições da experiência chinesa / Outras palavras

Monetização de dados: lições da experiência chinesa / Outras palavras

O relatório examina a tentativa chinesa de transformar dados de um recurso informacional em ativo econômico mensurável, contabilizável, negociável e financiável. O ponto de partida foi a decisão de 2020 de reconhecer os dados como um quinto fator de produção, ao lado da terra, trabalho, capital e tecnologia. A partir daí, a política chinesa passou a abranger explicitamente a criação, circulação, valoração, comercialização e uso produtivo dos dados. (…)

A conclusão do documento é particularmente significativa: enquanto a China permite que empresas reconheçam dados em seus balanços e caminha para tratá-los como uma nova classe de ativos, o valor dos dados corporativos continua em grande medida invisível nos padrões contábeis norte-americanos. Por isso, o relatório recomenda que os Estados Unidos avaliem tanto mudanças nos padrões contábeis quanto a realização de inventários e avaliações dos acervos de dados mantidos pelo próprio governo.

Em síntese, o caso chinês mostra uma passagem conceitual importante: os dados deixam de ser vistos apenas como insumo tecnológico ou objeto de proteção jurídica e passam a ser tratados como riqueza econômica passível de mensuração. O grande desafio ainda não resolvido é estabelecer uma metodologia capaz de distinguir o custo contábil dos dados de seu verdadeiro valor econômico, que depende de sua exclusividade, qualidade, possibilidade de reutilização, capacidade de gerar receitas ou ganhos de produtividade e das restrições jurídicas à sua exploração.

#Dados #China #SociedadeDaInformação

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/monetizacao-de-dados-licoes-da-experiencia-chinesa/