Arquivos de 8 de janeiro de 2024

Como tornar os dados abertos? Pare de ignorar os bibliotecários

Como tornar os dados abertos? Pare de ignorar os bibliotecários

Idealmente, qualquer pesquisa aberta deveria ser testável quanto à reprodutibilidade, mas a reexecução de scripts ou procedimentos pode não ser possível, a menos que todas as bibliotecas de codificação e ambientes necessários usados para analisar os dados também tenham sido preservados. Além do conteúdo de planilhas e bancos de dados, os dados de pesquisas científicas podem incluir imagens 2D ou 3D, áudio, vídeo, sites e outras mídias digitais, todos em diversos formatos. Alguns deles podem ser acessíveis apenas com software proprietário ou desatualizado.

#GestãoDeDadosDePesquisa #Bibliotecários #Arquivistas

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-023-03935-1

Redes de redes e fluxos internacionais de conhecimento

Redes de redes e fluxos internacionais de conhecimento

A principal consequência em termos de formulação de políticas públicas para o desenvolvimento – tema crucial para o Brasil – está na importância de articular a construção e consolidação de nosso sistema nacional de inovação, conectando-o com as redes internacionais que se consolidaram em uma nova camada.

via SciELO

#Redes #Inovação

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2023/12/18/redes-de-redes-e-fluxos-internacionais-de-conhecimento/

Ciência para inclusão

Ciência para inclusão

O governo brasileiro revelou seu mais recente Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, destinando um investimento de R$ 6,5 bilhões (US$ 1,3 bilhão) para uma série de iniciativas fundamentadas na ciência. O objetivo é assegurar a dignidade, promover direitos e ampliar a inclusão das pessoas com deficiência.

Coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o plano engloba diversas ações, incluindo a criação de 27 centros de acesso, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias assistivas.

#PcD #Inclusão #CiênciaBrasileira

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5359

“Aspectos que nunca são do conhecimento do público”: o Carnaval de Belo Horizonte pelas lentes da Globo Minas (1974-1983)

“Aspectos que nunca são do conhecimento do público”: o Carnaval de Belo Horizonte pelas lentes da Globo Minas (1974-1983)

O problema de pesquisa é: de que maneira, ao analisar os filmes do “Fundo Globo Minas” que foram produzidos pelo Grupo Globo, e visto aqui como fonte informacional, suporte de memória e como registro fílmico jornalístico musealizado, pode-se apreender e evidenciar sobre o Carnaval belo-horizontino no período de 1974 a 1983? A hipótese inicial era que esse material constitutivo do acervo-objeto de investigação da tese apontava para ser vestígios, daquilo que tende a ficar suprimido, silenciado, em um discurso que tende a “ocultar mostrando” (em coberturas ou reportagens televisivas de expressões da cultura popular.

#Carnaval #Telejornalismo

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/62049

Há uma sobreprodução de artigos científicos, a comunidade diz que não há boas notícias

Há uma sobreprodução de artigos científicos, a comunidade diz que não há boas notícias

Tailândia, Arábia Saudita, Espanha, Índia, Itália, Rússia, Paquistão e Coreia do Sul foram os países que tiveram o maior aumento de autores prolíficos em menos de seis anos. Entretanto, a agricultura, a pesca e a silvicultura foram as áreas que reforçaram o seu portfólio de investigação. O surgimento de “superescritores” É notável, observa Ioannidis. Só em 2022, 1.266 autores publicaram o equivalente a um artigo a cada cinco dias, considerando finais de semana. Em 2016, havia apenas 387 pessoas tão prolíficas.

via Wired

#ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://es.wired.com/articulos/hay-una-sobreproduccion-de-articulos-cientificos-la-comunidad-dice-que-no-son-buenas-noticias

Corrida por “impacto” torna academia refém de grupos editoriais

Corrida por “impacto” torna academia refém de grupos editoriais

Embora seja animador vislumbrar ações objetivas na direção de tornar o conhecimento mais acessível, é sempre bom lembrar que, como se diz por aí, não existe almoço grátis. Neste contexto, há estratégias de acesso aberto em que o lucro das grandes empresas editoriais é mantido (ou aumentado) mudando-se apenas a fonte pagadora: em vez de vender assinaturas para bibliotecas, vendem-se cotas de publicação para universidades, agências de fomento ou outras entidades, como ministérios de Ciência, por exemplo – o dinheiro, diga-se de passagem, é proveniente da população.

#AcessoAberto #OligopólioCientífico

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2023/12/18/corrida-por-impacto-torna-academia-refem-de-grupos-editoriais

Planejamento estratégico em divulgação científica: o que observar e por que esse processo é fundamental?

Planejamento estratégico em divulgação científica: o que observar e por que esse processo é fundamental?

Esse texto parte da premissa que seu projeto de divulgação científica já está em andamento e possui um plano de comunicação ou um planejamento estratégico, mesmo que seja bem simples. Mas se esse não é o seu caso, também é possível usar essas mesmas dicas e perguntas para refletir e começar a estabelecer algumas metas e diretrizes iniciais.

#PlanejamentoEstratégico #DivulgaçãoCientífica

via MindFlow

Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mindflow/planejamento-estrategico-em-divulgacao-cientifica/

130 Perguntas e respostas sobre bibliotecas e bibliotecas

130 Perguntas e respostas sobre bibliotecas e bibliotecas (2023)

Uma produção do Centro Nacional de Información de Ciencias Médicas.

Taí um material muito bacana pra disciplina de Fundamentos em Biblioteconomia; ou até mesmo dar um up das mídias sociais de cursos de Biblioteconomia.

#LivrosCI #FundamentosDeBiblioteconomia #Biblioteconomia #FundamentosDeBiblioteconomia

Disponível em: http://repositorio.eduniv.cu/files/original/6c13236b2be6bb9014bc49549c2ae566.pdf

Materiais “Especiais” não são especiais

Materiais “Especiais” não são especiais

Colegas, parem já com isso. Materiais especiais não existem. O que existe são acervos de filmes, de documentos fotográficos, de imagens, de documentos musicais, originais de arte etc, que não são mais ou menos especiais do que qualquer outro acervo. Dizer que são especiais reflete apenas a ideia, que já deveria ter sido superada há muito tempo, de que o objeto do trabalho dos bibliotecários é o livro ou o periódico. O resto é especial.

#ColeçõesEspeciais

via A imagem, o som, o tempo

Disponível em: https://imagemfalada.wordpress.com/2023/12/10/materiais-especiais-nao-sao-especiais/

Algoritmos funcionam como política e igreja influenciando comportamento e tomada de decisão

Algoritmos funcionam como política e igreja influenciando comportamento e tomada de decisão

As reflexões da publicação “Algorithmic Institutionalism: the changing rules of social and political life” (“Institucionalismo Algorítmico: as mudanças nas regras da vida social e política”, em tradução livre) levam em conta os impactos sociais e políticos dos algoritmos na sociedade. Eles são um conjunto de regras que ajudam a estruturar normas e contextos em que seres humanos e máquinas agem e, por isso, influenciam comportamentos individuais e impactam áreas diversas, da segurança pública às estruturas de governo.

#MediaçãoAlgorítmica

via Jornal da USP

Disponível em: https://abori.com.br/computacao/algoritmos-influenciam-comportamentos-e-tomadas-de-decisao/

Curiosidade, uma virtude em extinção em tempos digitais

Curiosidade, uma virtude em extinção em tempos digitais

Para eu ser curioso, eu tenho que estar inquieto e para isso eu tenho que ter pouca informação e questionamento. Então, a essência básica da curiosidade é: por que as coisas são do jeito que são hoje em dia? Isso não funciona num ambiente de excesso de informação em que praticamente todas as perguntas podem ser respondidas […]

via Jornal da USP

#Curiosidade

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/colunistas/luli-radfahrer/a-curiosidade-uma-virtude-em-extincao-em-tempos-digitais/

A relevância do afeto na Bibioteconomia

A relevância do afeto na Bibioteconomia

A presença da afetividade é um fator essencial para alcançar a conquista da aprendizagem efetiva, assim como ocorre em todas as relações humanas. Outrossim, as Bibliotecas, sejam elas públicas, escolares, hospitalares, prisionais ou acadêmicas, desempenham um papel significativo na promoção da saúde mental, fornecendo espaços de acolhimento, acesso a recursos de leitura que possam auxiliar no bem-estar emocional e que agenciam a redução do estresse e a melhoria da qualidade de vida entre os interagente.

#Afeto

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/67858